Tudo Para Não Te Perder.
2 Primeiro dia
Notas iniciais
Huh, primeiros capítulos são sempre chatos porque são muito desceitivos e tem que exolicar o porque de tudo. Daqui pra frente fica legal e ~
Ficou pequeno de novo, né? :
Ficou pequeno de novo, né? :
Me vi acordando, levantando da cama e colocando meu novo uniforme, que por sinal, estava com cheiro de novo.
Da janela do meu quarto ( que ficava no segundo andar da casa ) vi minha linda piscina, que implorava pra eu flutuar nela. Além de uma piscina, eu tinha um quarto enorme. Ele tinha um guarda-roupa preto, uma cama do lado, e na frente da cama minha mesa de estudos com meu laptop. Eu tinha meu próprio banheiro! Um alívio, lembrando que na minha antiga cidade, há dois anos atrás, eu tinha que dividir o banheiro com Louis ( meu irmão 2 anos mais velho, que agora, ainda bem, está numa faculdade, longe daqui ), e a gente brigava o dia inteiro pelo banheiro. Desci as escadas como um zombie, e deparei com meu pai e minha mãe, na cozinha, FAZENDO PANQUECAS COM MELADO! Isso me acordou, definitivamente, com o pulo que eu dei, quase descendo os ultimos degraus da escada rolando. — Anne! — minha mãe disse, enquanto colocava uma panqueca no prato — Resolvi fazer um café da manhã decente pra você, pelo menos no primeiro dia de aula. Ignorei sua fala. — Você sabe cozinhar? — perguntei, séria. Ela e meu pai se olharam e começaram a rir. — Antigamente a Meg cozinhava pra mim todos os dias — começou meu pai — Aí começou a escrever, e não cozinhou mais. Agora a gente tem que viver de pizza! — ele brincou. — Você tem mãos e braços, Andy, se não quiser pizza faz sua comida. — mamae retrucou, e eu guardei um " se fudeu, pai " pra mim. Sentei na mesa, coloquei metade do melado da jarra na minha panqueca. — Olha só! — minha mãe disse — Você vai virar uma bola, menina! Eu ri. — Vocês não devem ver, mas eu corro no parque aqui perto todos os dias. — respondi. — Não acredito! — minha mãe disse, enquanto tomava o melado da mão do papai, que também exagerava de colocar — Você sai daquela piscina pra correr? Meu pai e eu rimos. — Aquela piscina vai enjoar de você. — Papai disse. E tomamos um café da manhã em família, coisa que não lembro a ultima vez que fizemos. Mesmo meus pais não sabendo nem a minha rotina, eu gostava deles. Mesmo. Peguei meu Ipod, minha mochila, e fui andando para a escola, que também era perto da minha casa ( umas 4 ou 5 quadras ). A minha nova escola era linda! Tinha longos corredores, armários, uma enorme área de esportes, com campo de futebol americano, e em volta uma pista de corrida. Avistei minha sala. Na porta estava escrito " Bem-vindos alunos do 2° ano C ". Escolhi um armário que ficava em frente a minha sala. Comecei a colocar alguns livros nele, quando uma garota ruiva, da minha altura e olhos castanhos, abriu o armário do meu lado. — Você é nova aqui? — ela perguntou. Fiquei chocada, porque nas outras cidades que morei, eu era extremamente ignorada por todos. — Sou. — respondi, ainda colocando livros no armário. — Parece que vamos ser visinhas de armário — ela abriu um lindo sorriso. — É. — retribuí o sorriso, como minha mãe ensinou. — Está em que sala? — 2° C. — Olha! Parece que vamos ser companheiras de sala também! Eu sorri. Dessa vez não foi por educação. Foi pr saber que não ia ficar sosinha o ano inteiro. — Sou Katty Scott, prazer. — ela disse, enquanto fechava seu armário. — Anne Garutty. — respondi, também fechando meu armário. Foi aí que vi, no final do corredor, o menino de ontem. Novamente meu coração pulou, e assim como eu, ele sorriu logo após me ver. Ele passou na minha frente em passos largos e rápidos. Mesmo assim, ouvi um " oi " quando ele passou por mim. A loirinha estava com ele, mas estava tão preocupada falando "meu cabelo está horrível no primeiro dia de aula" que não ouviu. Mas eu ouvi. Ele disse oi. Ele disse oi pra mim. — Ele disse oi pra você? — Quando voltei pro mundo, vi que Katty me olhava, confusa. — A-acho que sim. — gaguejei, porque nem eu acreditava. — Ai meu deus, mal chegou e Tony Willers falou com você? Você tem um futuro popular nessa escola — ela agarrou um braço meu, e foi me arrastando para a sala. — Tony Willers? — perguntei. Esse era o nome dele. Tony Willers. — Bom, você é nova aqui, então vou aceitar o fato de você não saber quem ele é. — nos sentamos em uma das cadeiras do meio da sala — Ele é o armador do time de futebol. Representante de classe do 3° ano, e ninguém sabe como, mas ele suporta a Caroline Vegas há 2 anos. — Eles namoram? — me vi perguntar isso. — Infelizmente. Tony é o mais desejado dessa escola. Mas é óbvio. — ela se animava com esse assunto. No entanto, o professor chegou. De tudo que ele falava, a unica coisa que eu conseguia ouvir era o " oi " do Tony Willers. De todas as coisas que ele escrevia no quadro, a unica que eu enchergava era o sorriso de Tony. Ai meu deus, eu sou troxa o suficiente pra gostar de um cara que tem namorada.
Notas finais
Eae? asdfghjklç Até o próximo capítulo ~
Fale com o autor