Notas iniciais
O primeiro capítulo ficou tão curtinho e tão sem graça e ;;;w;;; Juro que melhoro, ó q Boa leitura :3
- Acho que perceberam que estava meio inconpleto, sim? Eu tinha colado errado ;w; Agora estás aqui, a versão certa do primeiro capítulo :3 q -

Acordei cedo para ir limpar a minha piscina. Dá pra acreditar? A MINHA piscina. Nunca morei em casa com piscina, e na minha antiga cidade, se eu quisesse nadar, tinha que andar 5km até o clube.

Mudei para a cidade de Washington há 3 semanas. Nesse tempo, já conheci bastante lugar aqui. Tem um bar que fica aberto 24 horas na esquina da minha rua. Um parque que fica 3 quadras daqui ( que por sinal, corro nele todos os dias desde que cheguei )

O parque é pequeno, a pista de corrida tem apenas 1,5km. Mas nesses poucos km, passa-se por um lago, uma pista de skate, e um bosque!

Mas vamos voltar para minha piscina. Toda manhã, acordo, coloco meu biquini, pego as folhas que caíram na piscina, olho se o nível de cloro está bom e as vezes vejo se tem alguma cobra no ralo dela.

É. Já achei uma lá, e quando gritei pro meu pai " tem uma cobra no ralo da piscina " ele respondeu " e o que eu tenho a ver com isso? "

Meus pais são assim. Meg e Andy Garutty. Ambos são escritores, então passam o dia, cada um em seu escritório escrevendo seus livros. Dá para ter noção do quanto eu sou arrastada por eles pelas suas viagens para completar seus livros.

E dessa vez, vim parar aqui. Não me incomodei, afinal, NOSSA NOVA CASA TEM UMA PISCINA!

E tudo que eu faço desde que cheguei é cuidar dela, me lambuzar de protetor solar, pegar meu colchão inflável e passar a tarde inteira ali, flutuando. Não enjoo disso.

Só da minha mãe, que as vezes aparece na janela do seu escritório pra gritar " isso não é normal " " sai desse colchão " " você gosta mais dessa piscina do que de mim.

Meus pais são muito liberais. Se eu mesma não fazer minha comida, ou pedir pizza, eu passo fome.

No entanto, hoje eu estava disposta a passar fome. Eu ia passar o dia inteiro flutuando na minha piscina. Era o ultimo dia das férias de verão, e eu tinha que aproveitar.

Ou não.

— ANNE! — ouvi Lou ( minha irmã mais nova, ela tinha 6 anos ) me gritando.

Tirei meus óculos Ray-ban para olhar pra ela.

— Eu e o Dusty, a gente quer ir até o parque. — ela disse.

Disse num tom de " você sabe que a mamae e o papai não vão sair do escritório deles, então você vai ter que nos levar ". Até a pequena Lou sabia disso.

Resolvi levar, porque eu sabia como ela se sentia. O motivo por eu ser a anto-social que sou é que meus pais nunca me levaram em lugar nenhum pra " socializar ".

Levantei num desanimo do meu colc hão inflável. Coloquei minha roupa de corrida e fui pro parque ali perto, com Lou e Dusty, meu gato.

Como 1,5km é pouco para mim, eu sempre dava duas voltas no parque. Liu disse que me acompanharia nas duas.

Corri em rítimo devagar, para ela poder me acompanhar (sem sucesso nenhum. A gente tinha que parar a cada 500 metros pra ela descançar).

E então, quando estávamos passando pela pista de skate. Então eu o vi. Um garoto alto, com pele bronzeada, cabelos pretos que vinham um pouco acima do ombro. Ele andava pela pista com seu skate, fazendo manobras.Senti que levei um chute no coraçao.

E quando parou de andar, foi direto pra uma loirinha que estava na pista. E a beijou. Ele tinha namorada.

Dessa vez senti outro chute no coração, mas desanimo.

E ele ia voltar a andar, mas olhou pra mim. ELE OLHOU PRA MIM. ELE OLHOU PRA MIM E SORRIU. Um sorriso que automaticamente eu retribui. Sem querer.

Minha mãe disse que sorrir para as pessoas é bom para nossa reputação na cidade. E eu estava fazendo isso.

MAS EU NÃO IA SORRIR PRA ELE. Ele tem namorada. Mas eu sorri. Sem nem querer.

Eu já estava passando a pista de skate. Resolvi olhar pra tras. A loirinha parecia estar xingando o garoto.

Ok, isso não é do meu interesse.

Olhei pra frente, onde Lou já estava bem longe de mim. Acelerei meus passos para alcançá-la.

E algumas horas depois, já tinhamos dado duas voltas no parque, e estávamos dentro da minha piscina.

Na segunda volta não vi o menino de novo. Bom, não que eu queria vê-lo de novo. É só que... Ele me fez retribuir um sorriso automaticamente. Fez meu coração sambar dentro de mim.

É idiotisse, mas vou adimitir que: a partir dessa tarde, acredito em amor a primeira vista. Ridículo.

Notas finais
Hue, daí começa uma linda história cheia de tretase emoçoes ~ AHAUEHAUE