Tsuki And Hoshi
3 Minha irmã vai morar comigo.
Notas iniciais
-Ryu-chan
Shin com um entusiasmo sem noção pulou em cima de mim me derrubando.
-O... O que h \'ouve?
-Eu só estou feliz por estar corando com a minha melhor amiga.
-Precisa de tanto?
Dei um sorrisinho de lado, pois ele estava até que engraçadinho. Depois contei lhe o que e quem avia encontrado no supermercado. Ele disse-me que eu tenho muito azar, como se isso já não me tivesse passado pela cabeça. E aquela sensação de tudo vai piorar também, mais sempre que falo isso alguém me diz para pensar positivo que para mim está um pouco difícil ultimamente.
Fez-me a acreditar em cresças? Claro que não, mas quem não arrisca não petisca não é mesmo?
Então me levou a igreja mais próxima. Eu preferia ver uma cartomante ou algo assim mas fazer o que.
Chegando lá me sentei a fundo mais Shin me trouxe para frente me dizendo que era melhor. Quando o Padre entrou não deixou de reparar na menina que estava vestida de preto e com uma maquiagem sombria, eu. Acho que foi isso que ele achou quando se pos a olhar para mim. Mas como eu já estava cansada dessas coisas não esperei ele falar nada e sai da igreja. Quando estava passando pela porta algo me puxou para dentro de uma imagem no ar.
-Como entras assim em uma igreja?
-Entro-me com meus pés. ¬¬
-Claro que o padre iria reparar, mas não é e não á motivos de sair de lá do nada.
-Espera ai, primeiro, quem é você?
-Eu? Sou quem estava a te proteger todos os tempos, mas o perigo estava a aumentar e não pude deixar de vir para te avisar!
-Que perigo? Do que esta falando?
-O demônio te persegue em forma de um amigo, ele toma formas diferentes por isso não consegue identificado. Mas as pessoas que ele toma forma é porque foram mortas por suas próprias mãos e ele as copiou o corpo mas sua alma se fora.
-Está falando do meu amigo Shin? Impossível.
Em um piscar de olhos foi como se aquilo tudo que eu vi tivesse sumido novamente, e quando me vi estava sentada em um bando de praça bem longe da igreja.
Então pensei comigo o que aquele homem louco me disse, mas se Shin fosse um demônio ou algo assim ele não colocaria os pés na igreja e muito menos faria me sentar frente ao padre. Também, aquele padre fajuto não espanta nem mosquito.
Deveria voltar para casa, pois já se passara muito tempo e já esta escurecendo.
Quando voltei para casa me deparei com a figura de Hinata sentada em meu sofá assistindo TV com Shin. Talvez eu tivesse entrado na casa errada.
Fui até a cozinha sem que vissem e peguei uma maça. Uma das grandes e joguei na cabeça de Shin. Hinata achou estranho mais continuou a assistir TV e Shin veio ver o que estava acontecendo.
-O que Você acha que estava fazendo, trazendo essa lambisgóia para dentro de casa?
-Desculpe-me ela bateu na porta e eu abri e ela já foi entrando, falou que queria lhe ver novamente. E perguntou se estávamos casados. O.O
-Fala para ela que eu morri e que meu enterro vai ser no fundo do mar negro.
-Nossa que malvada.
-Manda ela embora logo.
Quando me virei Hinata estava atrás de mim.
-Está ai a muito tempo?
-Ah não, só queria um pouco de água.
Hinata me cumprimentou. Quando sua mão tocou a minha senti um calafrio tremendo. Foi quando um sorriso tomou conta de seu rosto diabólico.
-E então, eu soube que vocês dois estavam morando juntos, eu sei que ele é mentiroso então me fale. Vocês estão casados? Ah quanto tempo?
-Nós não estamos casados, porque acha isso?
-Como por quê? Vocês moram juntos, vão a todos os lugares juntos, o que eu deveria pensar?
-Que somos apenas colegas, e que estamos morando juntos por causa de faculdade.
-Está fazendo faculdade de que?
-Eu estou fazendo de artes plásticas e complementos e Shin e está fazendo de biologia marinha.
-Ah então você se interessa por seres marinhos?
-Sim, sim, eles são muito fascinantes. Ainda mais as águas vivas. São os que mais gosto de estudar. E você, anda estudando sobre o que?
-Eu? Eu parei de estudar e de trabalhar também. Faz um tempo.
-Mas esse dia eu te encontrei no mercado e você falou que estava na área do nutricionismo.
-Ah é, eu parei ontem, tenho que ir.
Hinata saiu como uma bala que só. Ela deve estar enlouquecendo também. E eu aqui boiando nesse mundo.
-Ryu-chan, tive uma idéia.
-Que idéia?
-Que tal você fazer desenhos de suas alucinações?
-E talvez nós encontremos essas pessoas pelas ruas.
-Está bem, mas não sei se isso vai funcionar não. E se estás pessoas que eu vi não existirem?
Então fiz o que Shin pediu. Mas, alguns tempo depois acho que já avia esquecido dos acontecidos comigo. Começamos o ano letivo sem problemas alguns. Foi quando recebi uma ligação da casa dos meus pais.
-Alô?
-Quem fala?
-É a Riuyshi Kamogaa. Quem é você? Eu vi pelo numero de telefone e é da casa dos meus pais não é mesmo?
-Sim, bem, não sei como dizer isto, mas talvez seja um choque para você.
-Do que está falando?
-Indo direto ao ponto. Seus pais sofreram um acidente de carro.
-Mas... eles estão bem?
-Eles morreram e os corpos foram identificados pelos empregados.
-Se isso é alguma brincadeira de mau gosto acho melhor você parar.
-Isso não é brincadeira. Se quiser veja na internet na página de noticias.
-Bem, eu queria avisar-lhe que seu nome consta no testamento e para tomar posse do que é seu por direito deve ter um advogado, e você terá que ter a guarda de sua irmã que estava no colégio interno se não quiser que outra pessoa fique com ela. Pois você já é maior de idade e pode ter a guarda dela. Então quando chegar aqui descida o que vai fazer com os pertences de seus pais. Você tem um prazo de uma semana para estar aqui, suas passagens já foram enviadas pelo correio mais próximo. Venha o mais rápido possível. Sua irmã já está em casa a sua espera. É uma passagem de ida e duas de volta. Para levar sua irmã é claro.
Desliguei e telefone e fui andar um pouco para refrescar a cabeça, como eu imaginei. Não derramei uma lágrima se quer pelos meus pais. Será que nem disso eles foram dignos? Ou será que sou eu o coração de pedra?
Disse para Shin que depois de uns cinco dias eu voltaria até arrumar tudo o mais rápido possível para vir para cá. Não esperaria que o caso se desenrolasse.
Na manhã seguinte as passagens chegaram por correio e minhas malas já estavam prontas. Pedi que Shin tomasse conta da casa e que não deixasse Hinata entrar.
A viagem foi rápida e fácil. Cheguei rapidamente a minha antiga casa e meu advogado já me aguardava com papéis a assinar. Minha irmã estava no quarto dos meus pais dormindo na cama deles. Acho que ela ficou muito abalada com isso. Coitadinha, tinha apenas 10 anos quando isso tudo acontece de uma vez. Da única coisa que eu me lembro dela antes de ir para internato é que ela me enchia o saco, mas estava com saudades dela. Também tive meu tempo de internato.
-One-sama
Ela chegou em prantos para mim. E pulou em meus braços.
-O que houve?
-Você vai doar as roupas do papai e da mamãe?
-Sim, mas se quiser pode guardar o que quiser deles para guardar de lembrança. E eu vou vender esta casa, já consegui um comprador que pagaria muito caro por ela. E vou comprar uma casa maior para morarmos em Morioka.
-E os móveis?
-Vamos levar para nossa nova casa. Pois se continuar morando aqui você nunca vai esquecer do acontecido.
-Mas mesmo que eu me mude eu nunca vou esquecer da mamãe e do papai.
-Ta bom. Você já almoçou?
-Não. Eles queriam que eu comesse sopa. Eu odeio sopa.
-Então se quiser eu te levo para o shooping para comer o que você quiser.
-Qualquer coisa?
-Sim
-Pode ser até mesmo um lanche?
-Pode sim.
-Eba, então eu quero.
Foi a primeira vez que fico tão feliz em colocar um sorriso no rosto dela.
Então fomos ao Shooping e comemos lanche com batata frita. Ela parecia até por um momento ter esquecido da morte dos nossos pais, mas eu sei que não vai ser fácil para ela esquecer disso.
Arrumei as papeladas da adoção da minha irmã e o caso da casa. Vendi a maioria das roupas da minha mãe e do meu pai, só guardei a roupa em que eles se casaram. E as jóias tão preciosas de minha mãe.
A adoção de Solt foi mais fácil do que imaginei, e a compra da casa deu pouco problema e logo estávamos a caminho de Morioka.
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