Três Almas
47 46° Capítulo
Uma grande movimentação começou a vir em direção ao grande exercito que os Onedara’s conseguiram reunir, todas as divisões juntas. Eram admiráveis, aqueles soldados tão bem treinados e disciplinados. Sem duvida eram bastante difíceis de derrotar, essa família — Onedara — é conhecido por varias guerras e vitorias, as quais eu, Meterom, até presenciei algumas. Há longos séculos atrás, e posso dizer que a eficiência desse povo (família) não caiu, na verdade se estende e melhora.
— Vamos logo, não vou permitir que eles entrem na cidade, abordaremos logo no inicio. — Determinou Carlos, ela um grande líder e estava menos tenso devidos as descobertas. Seu “filho” do coração não era traidor e os que estavam tentando engana-ló, se foram.
— Erick provavelmente estará com eles. — comentou Felipe. Não consigo dizer se foi por acaso ou para provocar a mãe desgostosa e decepcionada com seu descendente. — Ele não foi achado no mercado.
— E quando aos dragões? — perguntou Fernando. Este até que melhorou sua personalidade, com a necessidade viu que éramos necessários.
Respirei fundo. — Eles viram. — encarei Hatori e Carlos. — Ataquem.
E logo cabeças brancas foram identificadas: Preminger’s. E os onedaras não pouparam esforços, partiram para o ataque máximo, os preminger’s fugitivos da mãe biológica de Lunally não participam dessa guerra, já fizeram o que deveriam. Até Orochi, que admito que fosse de grande ajuda, não quis se envolver, apesar de ter escolhido ficar na divisão dois.
EM DRAKENYARD
— O que sugere? — Magus perguntou. Ele não sabia o que fazer, já falou com a Deusa quando ela o procurou, nunca a chamou.
— Apenas reze. — Lisa ordenou. Estava no altar, onde era o local que Magus ficava. Rezava fervorosamente. Ela nunca pediu para que a Deusa fizesse algo, era novidade também. Os conselheiros e os imperadores estavam lá.
Laila estava muito ansiosa e Helias parecia muito serio, era preocupante.
“Eu até sei que não merecemos, mas é para alguém que se for dizer que existe ser digno será para ela: Luna. Queremos ir lá por ela.” — rogou Liza em seu pensamento.
“O único motivo que eu tive na vida foi para chegar o dia em que todo este caos acabasse, e só pode ser possível, oh fênix, se o portal se abrir” — rezava Magus.
Muitos dragões que aguardavam no local, era um acontecimento inédito. Eles iriam poder passar para o mundo dos humanos se tudo desse certo, para lutar e ganhar, claro.
Um foco de luz se fez no meio do palco todo danificado por antes e foi se abrindo um portal. Os dragões quase não acreditavam, e do outro lado via a guerra já acontecer. Preminger’s contra onedara’s.
E voaram para atacar. Eles não teriam dó, aquele povo foi o que machucou sua imperadora, e não poupariam esforços.
POV METEROM
Claro que não me envolvi na guerra. Não era necessário, assim que vi os dragões saírem do portal recém- aberto, fiquei aliviado. Era vitoria na certa, por mais que tivesse muitos premier’s lá, falta o principal. Gai pai biológico de Lunally.
A luta estava intensa. E quando acha que não, você vê dois dragões prateados voando no céu. Paulo e Dhiren. Helias virou um mostro e foi na direção de Dhiren, ele tinha a vontade de matar aquele imbecil.
*
Não atacaram Paulo, pois eu avisei que era um rapaz do bem, estava do nosso lado. Algo me preocupava, a ausência de Lunally estava muito longa.
— Hatori! — Paulo gritou o Homem. — Já está tudo resolvido, sabe que estou do teu lado certo?
— Sim. E acho melhor começar a lutar. Dhiren Dara trabalho, sua força está monstruosa. — respondeu o rapaz enquanto lutava. Sem muitas dificuldades, todas as suas espadas estavam no céu.
— Não, agora você deve me acompanhar para trazer a imperadora de volta! — explicou Paulo puxando o rapaz. Dhiren jogou chama nele.
— Desgraçado, não pense que vou morrer. Helias nunca me matará, depois irei lhe multilar. — Dhiren gritou dos céus e fugia do imperador Helias.
Hatori jogou alguns homens longe e foi junto com Paulo para ver Meterom/ Lunally.
*
Eu, Meterom, estava sentado no início da cidade. Quando vi Hatori e Paulo senti algo estranho.
— Como vamos trazer ela de volta? — indagou Hatori.
— Não faço ideia. — respondeu o dragão, pensando sobre alguma tática.
Eu me levantei. Toquei nos cabelos longos e loiros do corpo que eu possui.
“Meterom” — escutei a voz da garota, dona deste corpo, mas não desmontarei reação aos demais. “Vamos mudar nosso acordo. Ao invés de ajudar a matar Dhiren e todos os Preminger’s, mate os demônios do meu corpo.”
Eu acenei com a cabeça, e selos saíram do meu corpo. Eram os três onis: Lucy, Gai e Ciel. Logo senti-me ser expulso do corpo da garota. E olhei para o lado e vi Lunally sã outra vez.
— É nem precisamos fazer nada. — falou Paulo.
POV LUNA.
Encarei cada um no local, eu sabia de tudo, acompanhei tudo enquanto não controlava meu corpo, foi algo surreal e fiz uma dura decisão. — Mate os três, Meterom. — ordenei.
— Luna. — Hatori me chamou. Eu cheguei perto dele e dei-lhe um beijo. Eu a amava.
— Paulo. Eu vou matar seu pai. E não terei piedade. — Invoquei a armadura de anti matéria. Dhiren me viu de imediato, todos sentiram minha presença.
Sai correndo a passos largos e Dhiren voando, a guerra dos humanos e dragãos estavam no fim. Os preminger’s pereciam. Mas o que importava para mim agora era matar o ex imperador.
Pulei e fiz uma esfera que poder atire na direção do dragão inimigo que usou as chamas que adquiriu do Hatori para me parar. E continuou a vir na minha direção. Eu estava sem um pingo de humor. Invoquei minha espada longa e fiz varias manobras e acertei a pata de dhiren, invoque a de água e molhei, invoquei a de choque e o eletrocutei, invoquei e de agulhas e o cortei, e invoquei a de veneno e penetrei pelos furos de fiz.
Dhiren vá pareceu perecer. Mas eu não terminei. — Verme, eu sou invencível. — invoquei a de raio de sol. — Fogo não queima o coro de um dragão, mas o sol sim. — Dhiren lançou toda a chama que tinha em minha direção. Eu joguei os raios de sol neles, eram piores que caldas de lava.
Lógico, o ex imperador estava acabado. Nenhum ser ousou a se mexer, o medo era grande demais. Eu fiz algo que nunca ninguém chegou perto, e fiz isso rápido e fácil .
— Iguais a você, existem muito. Mas a mim, só tem eu. Nasci, fui criada, para superar tudo e a todos. — falei para o corpo do Dhiren falecendo na terra. — Se alguém ousar mexer com minha família, vai sofrer de modo tão penoso, que a maldade que os preminger’s fizeram até agora, torturas em geral, será o básico. Você Dhiren, não terá paz depois da morte, agora vem a pior parte, o inferno para onde vai. E lhe dou certeza que irá. Não é só a Deusa fênix que me confirma isso. É a sua vida que te leva a tal ponto.
Assim que terminei de falar, Paulo veio correndo. — Diga onde está Gai. — insistiu enquanto Dhiren, seu pai, fechava os olhos.
— Nas montanhas altas. — respondeu com voz fraca. — Espero que sejam mortos por ele. Eu já estava fraco, perdi muito poder e fui usado. Mas Gai tem mil aberrações e magias ocultas. — quando terminou, morreu.
Eu levantei. Todos gritavam em vitoria, mas tinha os onis, eu via Meterom lutando com eles de longe. Hatori estava lá, mataram dois já, só faltava Ciel. Lucy e Gaia morreram.
Helias e Daniel se aproximaram de mim e foram junto comigo até a luta. Helias lançou chamar negras e Daniel sorriu. Ciel morreu.
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