Três Almas

39 38° Capítulo


Notas iniciais
Primeira cena hot que eu escrevi na vida. Não sei se falei, mas escrevi essa Fic faz um tempão. 2013/14. Mas ai está! Aproveitem!

Abri os olhos devido à claridade em meu rosto, e notei que Hatori estava coloca em minhas costas me abraçando. Fiquei rubra, eu tinha que para com isso. Eu tentei sair de seus braço sem acorda-lo e consegui. Eu precisava ir em um lugar.

Sai com o vestido dourado do casamento e passei pelas casas vendo poucos dragões acordados e cumprimentei todos. Eu estava com saudade de ficar andando pelas ruas de minha terra.

Vi a grande casa de vidro e notei que não tinha galinhas na frente. Entrei sem bater, pois a casa ficava aberta, fui ao fundo, sem galinhas também. Então fui até o quarto.

—Você perdeu a festa! – disse sorrindo para Paulo que estava no computador jogando algo. E não me respondeu.

Cheguei perto dele e sentei-me à mesa ao lado do computador. – Você não pode fazer isso comigo Paulo. – ele me olhou meio revoltado – Você é meu melhor amigo. Não pode abandonar e parar de conversar comigo. – meu coração realmente doeu ao dizer isso, e lagrimas formarão em meu rosto.

—Luna... – Paulo começou a dizer.

—Desculpa. Desculpa por não te defender, foi errado da minha parte. Eu juro que vou ficar do seu lado, pois é meu lado também. Se alguém falar algo para você vai ter que me enfrentar. Você é meu protegido Paulo. Você é meu melhor amigo, e eu preciso de você do meu lado nessa luta.

Paulo se levantou e me abraçou ele também chorou com meu discurso. Ele abraçou com força, eu percebi como ele ficou magoado com as acusações.

—Vamos voltar? – eu perguntei quando terminamos o abraço.

—Você tá parecendo um monstro com essa maquiagem borrada. – falou Paulo rindo. Eu entendi era um “sim”.

Voltei para o castelo com Paulo. As pessoas estavam tomando café. Quando Paulo entrou meu pai o encarou e eu fiquei olhando para meu pai.

—Desculpe-me Paulo. Se quiser, eu lhe dou galinhas de presente, você sabe que eu lhe considero como minha família. – disse helias.

—100. – disse Paulo – 100 galinhas.

Eu ri com meu pai e Paulo, pois o resto não entendeu, eu explicaria ao Hatori, Helio e July depois. O resto que veio Carlos, Fernando e Julio e Julia foram embora ao anoitecer, não passaram a noite aqui.

Tomamos café da manhã, cuidamos de nossa higiene e estávamos relaxando para recuperar da euforia da festa. Mas eu tinha que começar a fazer os planos para achar Dirhen e os preminger’s. E conversar com o Hatori sobre o grupo de preminger que ele está “encarcerando”, e também tinha que saber com os Onedara’s/Scalet’s noticia de suas buscas.

—Por favor, desculpe-me pela falta de educação – disse Hatori com o celular na mão – Eu e Helio precisamos ir para casa, perdão pelo descaso.

—Não precisa pedir desculpa. – eu aproximei dele e abri o portal no castelo da divisão 1 – Está tudo...

—Hatori! – gritou Carlos que estava bem no local que abri o portal com uma bola de fogo na mão prestes a atacar o líder da segunda divisão.

Hatori entrou no portal e eu o segui.

—Pense bem no lado em que vai ficar Carlos. – disse Hatori.

—Você não pode. – Carlos desfez a bola de fogo – Esse lustoffor está fazendo sua cabeça! – Carlos apontou para Helio – Você é como meu filho... – Carlos falou com a voz abafada em choro – Quando seu pai morreu o meu filho também morreu. E sobrou nos Hatori, pai e filho.

—Carlos o afeto que eu tenho por você não muda o que os Scarlet’s estão fazendo! – Diz Hatori esboçando raiva, algo raro. Eu e os outros só olhávamos.

—Não. Eles não fizeram nada! Você abrigou Preminger’s na sua divisão, você está fazendo algo com os Preminger’s? – falou Carlos. Aquilo me afetou. Hatori tramando algo com os Preminger’s? Impossível.

—Já chega! – disse Paola à mãe de Hatori chegando perto do filho – Você Carlos sabe bem quem é meu filho. Smantha – ela referiu à mulher de cabelos vermelhos que representa a família Scarlet da terceira divisão – é quem está fazendo a cabeça de Julio e Julia.

—Vou embora. – disse Hatori. Eu falei com meu pai e Paulo para cuidaram de Drakenyard e deixei os humanos no lugar de origem deles. E fechei o portal.

Peguei a mão do Hatori e fui correndo para o castelo antigo.

Sem querer escutar o que ele tinha para falar, até porque ele não disse nada só me seguiu, fui entrando na floresta. Os outros não vieram. Ainda bem.

Cheguei a grande construção que estava cada dia mais velha. Subi as escadas calada ainda de mãos dadas com o Hatori. Fui até o único quarto que tinha uma cama, era um cômodo dourado com grandes colunas e o chão era cheio de pétalas de flores que caiam do teto, no qual tinha arvores que cresceram moldadas pela construção. Como quase todos os cômodos tinha uma grande janela com uma sacada espaçosa, mas essa tinha uma arvore inclinada nela que quebrou metade da passarela da sacada, porem a arvore formava uma passagem para o chão, ela se moldou como uma escada no local que ela rachou a construção.

—Eu não sei o que está acontecendo Hatori, mas me incomoda muito saber que algo te perturba e que me perturba também. – Falei em pé de frente para ele, soltei a mão da dele e fiquei com as mãos juntas, eu estava com um vestido rosa claro bem leve que estava mexendo com o vento, assim como meus cabelos que estavam loiros de novo – Não sei o que você pretende fazer com os preminger’s que você ficou responsável e também não duvido que seja algo bom, sei que você tem as melhores intenções. – eu franzi o cenho, não conseguia pensar agora. Se pensar bem faz um ano que estou na terra, já tenho 16 anos, e nunca tive nenhuma duvida dos onedara’s. Pelo menos não do Hatori – Mas você não está vendo que deixa os que estão em volta de você angustiados. Eu entendo esse conflito entre as três divisões, mas – eu pensei em algo para expressar o que eu sentia.

—Eu te amo. – disse o Hatori com as mãos em meus ombros. Ele se aproximou mais e me encarou com os olhos de tonalidade azul escuro, era tão intenso – E vou fazer tudo para lhe proteger. Luna... – ele tentou dizer algo, mas parecia não saber o que – Tem coisas que não podem ser explicadas... Eu sinto muito. – Hatori parecia confuso e perdido.

Eu o abracei. Eu não sabia o que estava acontecendo ele, e parece que ainda não era a melhor hora para ele me contar. Mas eu... – Eu te amo. – Falei sorrindo.

Hatori me beijou profundamente. Apertou minhas nádegas com prazer, o que me assustou um pouco, ele afastou e riu de minha reação timidamente. Eu ataquei os lábios dele novamente, eu estava com uma necessidade muito grande de ter ele preso a mim. O Hatori me levantou colocando minhas pernas em volta na cintura dele e me deu vários beijos desde as orelhas até o colo dos seios. Depositou-me na única cama em todo aquele antigo castelo.

Seus olhos estavam concentrados em mim. E me deixava excitada. Ele passou a mão em minha coxa, entrando de baixo de meu vestido. Eu também queria toca ló como ele me tocava, mas uma timidez que eu nem sabia que tinha me invadiu.

Ele me beijava ferozmente por todo o corpo. E sem ter consciência solei um gemido fraco.

POV HATORI

Luna nunca esteve tão vermelha quanto agora. Eu explorava o corpo dela, o corpo que sempre me deixou curioso. Eu precisava disso.

—Está tudo bem? – perguntei baixinho no ouvido dele e depois dei uma leve mordida. Ela sacudiu a cabeça para dizer que sim. São muito fofas e cômicas as expressões que ela fazia. Eu amava esse jeito dela, um lado da personalidade dele que só eu conhecia. E esse lado meu, digamos “romântico” somente ela conhecia também.

Permiti-me ser atrevido, subi mais a mão em seu vestido para novamente toca lá em sua nádega, ela estendeu os braços e abraçou-me pela cintura. Eu a cariciava em todas as partes para reconfortá-la, deixá-la confortável com minha invasão a sua privacidade. Eu assustei quando ele também começou a fazer carinho em mim, ela colocou as mãos em baixo de minha camiseta passando elas pelas minhas costas, era uma sensação deliciosa. Eu não conseguia parar de beijá-la.

Então encarei a face dela novamente, vi que seu semblante de apreciação. Então gentilmente tirei por cima o vestido dela, deixando sair pela cabeça dela, com o auxílio dela para que não a machucasse. Um homem tem seus limites. E ao ver o corpo de Luna senti meu membro excitado imediatamente. Deite-me sobre ela tomando os lábios.

—E você? – disse Luna baixinho com a voz meio rouca, ela segurava a gola de minha camisa. E eu entendi o que ela queria. Tirei a camiseta branca e o short bege de uma forma rápida mais não muito desesperada, mas na verdade esse era meu sentimento que eu tinha: Desespero para ter ela.

Luna olhou para baixo e arregalou os olhos, rapidamente olhou para mim, e nunca pensei que de vermelho tomate era iria para um vermelho chegando ao roxo. Depois ficou com o olhar perdido alternando entre o lado direito e esquerdo. O volume em minha cueca estava vem notável.

Todos os problemas que eu estava tendo foram embora. Agora era só eu e mendiga que encontrei quando criança. A menina que me deixou louco saindo pelas ruas dizendo que vi um dragão.

Eu suguei a pele dela na parte seio, pois o resto estava coberta pelo lingerie. Deixe uma marca vermelha. Luna estava com os braços em meu peitoral, ela acariciava, eu ri. Não tinha como evitar, sua expressão era tão inocente. E a beijei intensamente.

Levantei as costas dele e retirei o sutiã dela. Luna me abraçou instantaneamente, pressionando o corpo com meu, o volume de seus seios são fartos, é um prazer descomunal que me envolvia naquele simples abraços. Ela estava com vergonha de se mostrar.

Eu então me sentei e com ela grudada em mim a coloquei no meu colo, ela sentiu minha parte e soltou um leve gemido. Ainda abraçada em mim, eu beijei a extensão de seu ombro até a orelha. Por mais que eu estava louco para sentir-me dentro dela, eu queria que fosse especial marcante, não que não fossemos fazer outras vezes, claro que iríamos. Mas talvez não fosse tão cedo assim pelo fato de... Eu afastei o corpo dela e respirei fundo, não era hora de pensar em problemas.

Luna se assustou com minha reação de repente. E me encarou preocupada, colocou as mãos em meu maxilar ainda sentada em meu colo, eu tinha afastado apenas o tronco dela, fazendo o abraço se desfazer. Eu tinha visão completa dos seios dela.

Eu ia me desculpar, mas lunally sorriu e fez carinho em meus cabelos olhando em meus olhos. Eu a envolvi com meus braços em sua cintura e coloquei o rosto em seus seios, ela deu um pulinho com o corpo se susto, mas eu não resisti, eu tinha que fazer aquilo. Ela continuou a fazer carinho em minha cabeça, então comecei a beijar seus seios bem devagar. Dei uma lambida em volta de seu mamilo e como eu esperava Luna começou a gemer com mais frequência, dava para perceber que ele tentava esconder, mas o prazer que a envolvia era maior.

Deite-a na cama, e continuei a minha exploração em seis seios. Luna apertou minha cabeça em um abraço, depois desceu para as costas. Eu fui até os lábios dela coloquei uma mão em sua faze e desci a outra para sua barriga, umbigo, e passei por cima de sua calcinha. Novamente ela se assustou, é fantástico as reações que ela tinha. Acariciei o sexo dela. Conclui que ela já estava “pronta”, confortável o suficiente para a próxima “etapa”.

Ela gemia sem poder disfarçar agora. Levei minha boca ao sexo dela, e beijei em cima de sua calcinha, depois com cautela a retirei. Passando a mão na lateral do corpo dela em fui subindo e a cobrindo com a minha extensão corporal. Coloquei as mãos dela na minha cueca de sorri maliciosamente. Ela retirou de forma desajeitada com minha ajuda, eu não queria deixá-la mais vermelha (se fosse possível alguém ficar mais vermelho do que ela nesse momento), porem não pude resistir às provocações.

Posicionei. Olhei atento para Lunally. Sorri gentilmente e olhei para meu membro voltando depois o olhar para ela pedindo permissão. Ela disse Acenou com a cabeça novamente, mas dessa vez muito mais envergonhada. Eu entrei nela devagar, atento as expressões, eu sabia nesse caso a mulher sentia incomoda na penetração, principalmente na primeira vez.

Lunally gemia. E eu não podia conter-me também. Ela evolveu minha cintura com as pernas e eu comecei a movimentar dentro dela. Era ótimo. Um prazer sem definições puras o suficiente para descrever de verdade o que eu sentia agora.

Eu comecei a mover um pouco mais rápido. Luna apertava meus braços com força, não me incomodava, pelo contrario me excitava. Os gemidos dela ficaram mais altos e os meus acompanhava os delas.

—Hatori... Isso... – Luna tentava dizer algo mais seus gemidos interrompiam suas frases. Eu pus mais força nas estocadas e mantive um ritmo acelerado, não sei por quanto tempo fiquei nesse ritmo, mas senti o interior na Luna me apertando. Eu gemi de forma exagerada. Luna movimentava o quadril, então diminui a velocidade, mas continuei a penetrar profundamente.

Luna teve um orgasmo, que me comprimiu tanto de fez ter um orgasmo quase que simultâneo assim porem gozando. Não queria ter feito isso dentro da Luna, mas fiquei tão envolvido que não resisti porem não teria risco de engravidar ela, meu Testículo era protegido envolvido por magia bloqueadora contraceptiva, assim os espermatozoides não saiam somente o gozo. Algo que providenciei há poucos dias, seria mentira se eu falasse que não pensava nesse momento com a Luna. Eu também até queria fazer uma família com ela, mas não era o momento certo.

Sai de cima da Luna, pois tinha caído em cima de seu corpo. Deite-me do lado e a puxei para perto de mim. Eu realmente esperava que Lunally fosse começar a dizer algo, mas ficamos em silencio recuperando as energias, ou pensando no momento que acabará de acontecer, ou pensando no depois disso. Eu não sei ao certo.

—Você está bem? – perguntei baixinho com a boca quase grudada ao topo de sua cabeça.

POV LUNALLY

—Estou. – respondi ao Hatori com a voz baixa. Eu ainda estava processando o que acontecer, cada toque, cada beijo, cada gemido. Eu não acredito que eu tinha feito o que fiz. Não que fosse algo indesejável, mas era algo inusitado para o momento, acabamos de sair de um tempo de tensão e fomos para um momento totalmente prazeroso. Eu nem notara que sorria feito uma boba.

Levantei a cabeça e segurei o rosto do Hatori. Eu amava aquele homem, e faria de tudo para que desse certo nossa relação, eu iria achar Dhiren e os Preminger’s logo, assim eu poderia escolher o ciclo de vida humano para vivermos juntos.

—Hatori, nos... Deveríamos-nos ter usado alguma proteção... – comecei a falar mas sentia o rosto queimar de vergonha, porem era algo serio. Hatori riu e explicou sobre a magia contraceptivo que ele tinha providenciado. Eu não entendi muito bem como funcionava, mas eu sabia que estava tudo bem. Eu confio no Hatori. Meu Hatori.

Notas finais
E ai lindos? O que acharam?