Três Almas
29 28° Capítulo
Notas iniciais
Ontem Paola, a mãe do Hatori, uma mulher gentil e muito educada me mostrou meu quarto. Era no terceiro andar, junto com os lideres. No andar tinha eu, Julio e Julia, Margarida (que era viúva pelo que descobri), Fernando, Carlos, Felipe, Hatori. Tinha muitos da divisão um, e achei interessante apenas o Hatori da divisão dois.
No segundo andar ficava a família dos lideres, July, Erick, Paola, e meus conselheiros a partir de hoje, entre outros.
No terceiro era do resto das pessoas que vivia no castelo preto.
— Paulo, como está Finn e os outros com a facção? — perguntei no café da manha tinha muita gente na mesa. Mas eu já acostumei-me com mutas pessoas em todo tipo de situação.
— Estão na divisão dois, o Hatori conversou com eles ontem pelo telefone. — respondeu Paulo — Mas Vânia e Oliver decidiram ir para divisão três para ajudar na buscar de Dhiren.
—Entendo — falei vendo que tudo começará a se encaixar e que talvez nossa guerra estivesse começando.
— São ótimos guerreiros os homens que enviaram para a divisão dois — disse Hatori —Helio disse que todos tem habilidades físicas e mágicas boas.
— Podemos tomar café sem falar de trabalho? — falou margarida.
— Desculpe-me — eu e Paulo respondemos juntos.
— Chato. — eu falei para Paulo.
— Abusada! — disse Paulo quase rindo.
—Você tem quantos anos? — perguntou Fernando para Paulo, com uma cara de nojo, não gosto do Fernando, nem do Felipe e do Erick.
— Nossa. Você ofende assim. — eu disse para Fernando rindo — Eu deixo você mentir um milênio! — falei para Paulo.
— Quase uns 3000 mil anos. — disse Paulo.
— Serio? — July quase gritou — você parece ter uns 21 anos, você tem cara de novinho.
— Acredite July, todos os dragões são assim, eles param de envelhecer em um momento da vida. — expliquei para ela.
— Tem fonte da juventude lá! — disse Paulo rindo.
— Imperadora... – Túlio começou a dizer.
— LUNA! — eu corrigi.
—Luna, temos que treinar seus oni’s, nos não falamos aquilo para população de mentira, temos que treinar mesmo.
— Eu sei. — eu disse me levantando — É só dizer o que eu devo fazer.
— Você não controla bem os oni’s? — perguntou Felipe.
— Perfeitamente, por enquanto, então para prevenir treinamos sempre. — disse Túlio.
— Ela já perdeu o controle? — perguntou Carlos, ele estava tentando entender, deu para ver que não falou por mal.
— Já, duas ou três vezes, acho que eu já disse isso. — Eu falei confusa.
— Matou alguém nesse descontrole? — perguntou Felipe com um sorriso medonho.
— Muita gente! — eu disse brava — Mas nenhum dragão.
— Você está tentando fazer o que Felipe? — disse margarida.
— Nada, temos que saber sobre isso.
— odos nessa mesa já mataram alguém! — disse Hatori – Então talvez você deva contar quem você matou Felipe?
— Não necessita! — disse Paulo — Despacha Luna! Vamos lutar!
Fomos até a arena de luta dos onedara’s, fazia tempo que eu não lutava. Todos os onedara’s que eu conheci até agora e mais outros me vieram ver treinar. Estavam curiosos pela minha força.
— Equipe um oni. — disse Túlio.
— Ok! — equipei Lucy.
Alguns me olharam com medo e outros se manterão normais. Senti que todos esperavam para ver a força da imperatriz dos dragões, então resolvi apelar. Eu iria mostrar para eles que eu não estava ali para brincadeiras, que eu era mais forte do que qualquer um.
—Túlio! É para matar meu adversário? — meus olhos vermelhos encaravam túlio esperando ansiosamente, percebi a inquietação de Túlio a me ver perguntar isso.
— Não — túlio disse um pouco relutante — Mas o machuque bastante.
O homem que me trouxeram era um onedara, parece que os onedara’s queriam ver antes que eu treinasse até onde eu me controlo.
“Lucy me obedeça” — eu pensei — “será melhorar para nos duas”
O onedara a minha frente era grande, muito grande, com varias marcas de antigas lutas no corpo, e vários músculos. Ele intimidaria muita gente, mas não a mim. Eu sou mais forte que esse saco de músculos.
Eu queria acabar rápido, mostrar que eu não tinha que fazer teatro nas lutas, queria que eles vissem que eu comandava minhas batalhas. E também eu tinha quer ir rápido por causa do oni.
Estendi a mão. Uma bola preta de formou. Atirei no rumo do homem. Uma grande explosão se formou com fumaça negra. O homem estava detonado no chão com vários cortes saindo sangue no corpo.
— Está vivo! — eu gritei para que os onedara’s não se assustassem — Por enquanto, tratem ele agora.
Tomaram as providencias certa e me dispensaram por hoje. Voltei para meu quarto, Túlio e Paulo disseram que começaríamos de verdade amanha o treinamento.
Mal posso esperar.
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