Três Almas

26 26° Capítulo


Notas iniciais
Bônus! Amo postar dois capítulo de uma vez!Compensa meus atrasos, mas é porque eu esqueço onde parei na historia e tenho que ler ela de novo para escrever o resto, e também, estava confundindo alguns personagens secundários, foi uma loucura, mas está resolvido, eu acho...

— Vamos cooperar uns com os outros! — disse Paulo — Vamos ajudar na caça aos preminger’s e vamos procurar o Dihren. — Paulo havia explicado nossa situação e a historia de seu pai, pois ele era filho de Dihren.

— Certo. — respondeu Hatori — Eu que sou o principal procurador das unidades preminger’s, mas sou da unidade dois, e luto do lado dos lustoffor’s.

—Você vai nos ajudar? — eu perguntei olhando nos olhos dele.

—Se você aceitarem os Lustoffor’s. — Haotori disse.

— A gente aceita tudo! Qualquer ajuda é boa! — eu respondi sorrindo.

—Então só ajudaremos se aceitarem o scalet’s — disse Julio.

— Tudo bem! — eu respondi.

— Você parece um pouco desesperada por ajuda — disse Carlos.

— Ela é assim mesmo. — disse Paulo — Acredite, ela é capaz de fazer muita coisa.

— Ela é forte — disse túlio — Não é qualquer um que controla oni’s de classe S.

— Não mesmo — disse margarida — Sou entendedora.

— Lutar do lado da divisão dois parece bom, não é pai? — disse July.

— Sem cogitação de isso acontecer — disso Julio. — Estamos do lado dos dragões, não da divisão dois.

Eu percebi que havia uma grande tensão mesmo entre as famílias, era como os goldyt’s e o drankenyard’s, então era só matar o líder e estaria resolvido, ou não. Eles discutiram como se daria a ajuda e que as divisões não precisariam se envolver.

— Divisão dois, irá caçar preminger’s. — disse Vânia — A nossa facção ajudara! Divisão três, irá reunir o Maximo de informação de Dirhen. E a divisão um, irá receber a lunally como hospede!

— Estamos combinados? — perguntou Oliver e todos concordaram.

— Agora vamos para casa — disse Julio.

Todos estavam indo para casa, mas eu fui até o Hatori; eu tinha que falar com ele. — Você duvidava de mim todo esse tempo? — perguntei me colocando na frente dele.

— Luna, eu conhecei macacos voadores que me disseram que se eu não der 100 cambalhotas as piranhas rosa vão invadir o mundo. — disse Hatori serio, me encarando como se estivesse esperando uma resposta.

— O que? Como? — eu perguntei confusa.

— Essa foi à reação das pessoas quando eu disse que vi um dragão. — ele passou a mão no cabelo — Depois de um tempo e me convenci que você era uma doida me pregando uma peça.

— Nunca mais duvide de mim! — eu disse para ele — Eu posso omitir a verdade, mas nunca minto!

— Bom saber disso. — ele sorriu discretamente e passou do meu lado.

—Espera! — eu disse e o Hatori parou — Você poderia me mostras as espadas? — o Hatori ficou me olhando de forma curiosa e finalmente fez que “sim” com a cabeça e sete espadas gigantes apareceram no céu, todos que estavam presentes as viram. Os reinos inteiros viram, até as divisões ao lado.

Tinha uma prata, preta, azul, vermelha, verde, roxa e dourada, eram lindas, e muito grandes, nem um dragão seguraria direito.

Elas desapareceram.

— Elas chamam muita atenção, por isso tenho que usar minha magia de chama primaria muitas das vezes. — disse Hatori.

— Obrigada por me mostrar. — eu sorri — Para que cada uma serve?

— Venha na divisão dois um dia e eu te explico — Hatori respondeu e entrou no carro.

Fui para o grande castelo preto, margarida disse que me daria um quarto grande para dormir e para meus dragões também, iríamos “morar” lá por enquanto.

Eu antes deveria falar com meus conselheiros e fui para Drakenyard com os que vieram para comigo, Finn e Roberto iriam chegar amanhã na divisão um com a facção. Decidimos manter em segredo para população sobre nos sermos dragões.

Cheguei ao castelo e papai batia os pés.

— Explique! — disse mamãe com uma cara assustadora.

— Eu explico! — disse túlio — Vânia e Oliver estão lá para receber o Finn e Roberto — ele disse.

Túlio e Paulo que voltaram comigo contaram como se deu a ajuda de cada divisão. Eu sai e Daniel me seguiu.

— Você deve confiar mais nos seus conselheiros e nos avisar de seus atos. — disse Daniel no corredor.

— Eu não sabia que eu iria encontrar os ondera’s , eu queria só dar uma volta no mundo humano.

— Você sempre fala isso, que não saiba no que iria dar suas ações, mas não mede as conseqüências.

Fiquei um pouco triste e ofendia pelo comentário de Daniel, pois eu sempre fazia as coisas, independente de outros, mas não para prejudicar ninguém, eu apenas tinha essa cultura de resolver meus problemas e objetivos, sozinha.

— Nunca houve conseqüências maléficas! — eu me defendi.

— Por enquanto! — Daniel ameaçou.

— Então é assim? Vocês viram conselheiros e ficam contra mim? Que bosta eu não poder desfazer o conselho! — falei triste e Daniel se virou para mim e eu sai com pressa daquela ala do castelo.

Eu iria para o lugar no castelo que vi a fênix, mas mudei de ideia e fui para onde eu nasci como dragão à sala de Kalaram!

— Poxa, como você conseguiu? — perguntei para kalaram, pelo que eu sabia kalaram tinha cabelos brancos e olhos vermelhos, ele era da primeira raça de dragões, era forte e não teve problemas no sei reinado. Ele era um dragão branco com reflexos vermelhos, eu era branca com reflexos azuis — Comandar dragões é muito difícil.

Eu fiquei lá sentada escorada na pata de kalaram pensando no que tinha acontecido desde que eu virei imperadora, acabei por concluir que eu não era boa em governar — Não é para isso que serve os conselheiros? Para me ajudar a governar, ou melhor, para concertarem meus erros de governo? — olhei para o crânio de kalaram, eu ainda acho que um dia ele me responde.

Eu passei por muita coisa e só tenho 15 anos, eu já tinha um grande histórico comigo. E também sabia que cada dragão tinha seu histórico, mas eu não entendi como dragões, velhos como são, não se ajeitaram até agora. Eu entendo que houve varias guerras e desentendimentos, mas desde que eu cheguei, acabei resolvendo muitas coisas, não sozinha claro, mas ajudei em grande parte.

Eu estava cansada de achar uma solução para como eu iria agradar a todos, o importante é que eu segui o plano e estou mais perto do que jamais ninguém esteve de capturar Dhiren.

Eu encarei a sala que eu estava, era muito grande, e tinha que ser, Kalaram era enorme! Tinha toda uma estrutura gótica com traços de dourados e vermelhos. Era bonita de certo modo. Você descia as escadas abria a porta, via o esqueleto, dava meia volta e tinha um portal fechado que só pode ser aberto por um consagrado, era simples assim. Eu não reparava muito nas coisas, eu preferia sentir a essência dos lugares, sentir os sentimentos que os lugares me traziam. Drakenyard inteira me fazia bem. A terra, eu gostava dela também, e puder ver que pelo menos os humanos que eu conheci hoje eram pessoas boas, por enquanto, pelo que eu pude examinar. Apesar de alguns serem duvidosos.

— Não disse! — falou Laila na minha frente — Eu sabia que ela estaria aqui! — se virou para Lisa.

— Imperadora. Temos que discutir algumas coisas. — falou lisa.

— Como o que? — falei um pouco desanimada, as duas se sentaram do meu lado apoiadas a pata de kalaram.

— Quando vamos contar aos dragões que temos apoio dos onedara’s? — perguntou lisa. Eu me lembrei que disse que assim que conseguisse o apoio dos humanos eu contaria todo plano aos dragões, mas ainda não queria fazer isso.

— Vamos esperar alguns meses. — eu disse, por fim — Tenho que certificar que eles vão realmente nos ajudar e se são de confiança, eu não quero dar falsas esperanças ao meu povo.

— Bom plano. — disse mamãe — Agora vamos falar sobre como os humanos são.

— O que? — eu e lisa falamos ao mesmo tempo.

— Bem, você se lembra da primeira vez que passou por um portal sozinha? — mamãe perguntou e eu acenei que “sim” com a cabeça — Você encontrou um garoto onedara, certo? O viu de novo pelo que sei...

— Mãe... — eu corei sem motivo, não entendi o porquê – Ele é o portador das setes espadas. Hatori Onedara.

— Uhmmm... — mamãe me olhou de modo suspeito — Lembro de que você disse que ele era bem bonito, continua assim? — eu corei mais ainda, estava com vergonha. Lisa olhava para mim quase rindo.

— Creio que sim. — respondi tímida.

— Daniel já esta arranjado, agora só falta minha filha — disse Laila divagando em seus pensamentos.

— MÃE! — eu disse nervosa e me levantei — Não pense nada de errado!

— Bem, só pelo fato de que vi que você está bem, eu não vou te colocar de castigo. — disse mamãe me seguindo.

As duas se levantaram e fomos para a sala de reunião, eu deveria dizer sobre como iríamos proceder com os onedara’s para os dragões. Papai parecia meio triste, então fui até ele.

— Papai me perdoe pelo modo que falei com você antes. — eu disse.

— Uma imperadora não deve desculpas a ninguém, papai entende a sua posição, é que fico preocupado com o que pode acontecer com você — Helias segurou minha mão — E você tem que entender que fui acostumado a mandar em todo mundo, então depois que eu morri e voltei, já não era imperador e fiquei um pouco perturbado.

— Helias, você não deixou de ser imperador! — eu disse — Você e o Daniel tem todo direito de me corrigir, mas por favor, entendam meu lado!

— Ok! — disse Daniel que estava escutando tudo — Desculpe-me pelo o que eu disse mais cedo.

— O que você disse? — perguntou Helias.

— Nada de mais. — eu disse sorrindo — Bem, eu acho melhor eu descansar, a partir de amanha vou morar na divisão um. — expliquei algumas coisas e falei que o resto seria em outras reuniões.

O resto do dia foi de folga para mim, eu liguei para Cecília e conversei por um bom tempo, eu falei só o necessário que eu estava estudando muito, eu não poderia contar ainda sobre os humanos. Cecília é um amor de amiga, ela se mostrou bastante preocupada comigo.

— Assim que der um tempinho, se você estiver bem, venha me ver, ou eu vou ai! — disse Cecília — Vamos tomar sorvete e comer chocolate! — ela disse isso, pois sabia que eu adorava comer essas coisas.

— E comer pastel! — eu acrescentei — Cecília eu... — Eu iria contar que estava bem, mas senti algo novo, o portal abriu. Desliguei o celular e sai correndo.

— Helias! — eu gritei — Daniel! – desci as escadas o mais rápido possível e vi papai falando tchau para Paulo que entrou no portal. — O que houve?

— Viu! — papai fez um cara de reprovação — Não dá um desespero quando o portal abre?! — ele riu da minha cara de assustada — Mandei Paulo lá, pois Finn e Roberto chegaram, e queriam falar com ele pessoalmente, não pela internet.

— Certo. — eu disse me acalmando, meu coração estava saindo pela boca. Eu pensei que poderia ser Dhiren, mas porque fiquei com tanto medo. Eu ainda não estava pronta para matar ele.

— Você está bem? — perguntou meu pai sentando ao meu lado no ultimo degrau da escada.

— Pai... — eu disse um pouco pensativa — Como você conseguiu governar por 1000 anos?

— Fácil! — meu pai sorriu — Deixei tudo com Benezeu e Daniel!

— Como se fosse tão fácil assim. — eu retruquei.

— Está fácil para você, deixe tudo com a gente, os conselheiros. Luna, você tem a confiança dos conselheiros, algo que eu não tinha. — Helias deu uns tapinhas em minhas costas — Se concentre na terra, mas não faça as coisas sozinhas, tem o Roberto, Finn, Paulo e Túlio lá com você. E também, você vai fazer amizade com os humanos, não só os de nossa facção, com outros de outros lugares também.

— E quanto aos preminger’s? — eu perguntei.

— O que têm eles? Se achar um mate. — disse Helias.

— Pai e a guerra dos lustoffor’s com os scalet’s? — perguntei outra vez.

— Essas duas famílias são bem suspeitas, tente entender porque os onedara’s quiseram se juntar a elas e porque uma parte se manteve pura, depois tire conclusões.

—Certo!

Notas finais
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