Notas iniciais
Perdão pelo atraso. minha internet está horrivel nessa ultima semana e como hospedei na nuvem ela teima em não abrir. o capitulo ficou pequeno mas prometo um mais emocionante e com alguns desejos bem pessoais.

Hospital Walter Reed

2 Dias depois.

Abby finalmente foi tirada da sedação. Ela continuou na UTI para ter um monitoramento completo. Gibbs foi autorizado a cuidar dela. Ele levou sua arma junto mesmo a contragosto dos médicos.

Ele havia solicitado uma coisa mais confortável para cuidar de Abby. A velha poltrona, que já fora usada para cuidar dela quando ela ficou doente agora estava com ele no hospital servindo para o mesmo propósito.

Jacob havia passado naquela manhã.

— Abby vai recobrar a consciência logo. – Disse Jacob.

Gibbs estava animado com a possibilidade de Abby acordar naquele dia enquanto ele estava lá.

— Ei Abbs. – Disse Gibbs dando um carinho na bochecha dela. – Estarei com você agora. – Ele pegou a mão dela. – Que tal acordar?

Ela não respondeu.

— De qualquer jeito Abbs eu vou ficar aqui com você até eu conseguir aguentar. –Gibbs sentiu a mão de Abby apertar a dele. – Abbs. – Gibbs deu um pulo e se colocou mais ao lado dela.

Abby respirou fundo e abriu os olhos de repente. Ela tentou se levantar, mas Gibbs a impediu.

— Está tudo bem Abby. – Gibbs foi até a porta do quarto e chamou Tony.

Tony por sua vez chamou o médico de Abby. Jacob apareceu rápido no quarto.

— Senhorita Sciuto. – Disse Jacob examinando Abby. – Como se sente? Sente alguma dor?

— Dor de cabeça. – Falou Abby mesmo com todos os tubos conectados.

— Deixa eu te ajudar. – Jacob tirou o tubo grane e colocou caninhos no nariz de Abby. – Assim. Bem melhor.

Gibbs estava impressionado com a preocupação que Jacob demonstrava por Abby. Era primeira vez que ele não se irritava com um médico ou com uma pessoa que havia conhecido recentemente.

Jacob terminou de examinar Abby e foi falar com Gibbs.

— Tenho notícias maravilhosas. – Disse Jacob.

— Estou precisando Doutor. – Disse Gibbs.

— A senhorita Sciuto pode deixar a UTI nas próximas horas. – Disse Jacob. – A lesão parece estar se curando muito rapidamente e ela deve deixar o hospital nas próximas duas semanas.

Gibbs estava contente. Abby estaria de volta na agência o mais rápido possível.

— Acho que ela deverá esperar mais algumas semanas depois de sair do hospital para voltar ao trabalho. – Disse Jacob.

Gibbs decidiu entender a recomendação. Afinal era de Abby que a ele estava falando.

— Quer ficar com ela Agente Gibbs? – Perguntou Jacob.

— Porque está sendo tão receptivo Doutor? – Perguntou Gibbs.

— Li um dos artigos que a senhorita Sciuto escreveu numa revista de ciência forense. – Disse Jacob. – Achei uma garota especial, mas nunca esperei ter que cuidar dela clinicamente.

— A Abby é uma garota especial mesmo Doutor. – Disse Gibbs.

— Eu volto daqui há algumas horas para vê-la outra vez. – Disse Jacob.

— Estarei aguardando. – Disse Gibbs. – Será que eu posso dar uma palavrinha em particular doutor? – Perguntou Gibbs antes dele sair.

— Claro. Vamos para o meu consultório. – Disse Jacob.

— Dinozzo! – Chamou Gibbs. – Cuide da Abby enquanto eu vou falar com o médico.

— Claro. – Tony entrou e sentou na poltrona ao lado da cama de Abby. – Ei Abby. Que bom que esteja acordada. – Disse Tony ao ver Abby acordada. – Temos muito para conversar.

— Dinozzo! – Chamou Gibbs. – Deixe Abby descansar. – Disse antes de sair.

— Ok chefe. – Disse Tony. – Vou jogar o telefone enquanto você fica olhando televisão, Abby.

Tony pegou seu telefone e começou a jogar. Gibbs foi com o médico até o consultório. Ele parecia querer algo com ele.

— Preciso de um conselho. – Disse Gibbs.

— O que você precisar Agente Gibbs. – Disse Jacob.