Trigêmeos
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Fiz um capitulo especial para quando atingirmos 100 leitores, falta pouco. xD
Dante acordou ouvindo um gemido masculino demasiado perto. Abriu os olhos, piscando para a claridade e se virou. Encontrou Danilo deitado na cama, Thais tinha sua ereção pressionada entre seus lábios, gemendo moderadamente. Dante se sentou, um pouco confuso e ainda sonolento. Thais estava deitada também, vestia apenas uma minúscula calcinha branca que ressaltava a vermelhidão de seu traseiro, muito satisfeito soube que era por culpa dele. Seu rosto também estava vermelho, mas era de excitação, brincava agradada com seu doce, grosso e duro doce. Ela lhe sorriu quando notou que tinha acordado.
- Danilo tem uma reunião importante. _ Disse tomando a ereção em sua mão, movendo-a acima e abaixo do eixo. – Está nervoso. _ Explicou voltando a toma-lo na boca.
- Eu vejo. _ Diz Dante encarando o irmão.
Danilo mantinha os olhos fechados, os lábios entre abertos propagando seus roucos gemidos. Ele não tentava controlar o que Thais lhe fazia, tinha as mãos soltas sobre a cama, e os movimentos que fazia com os quadris eram quase imperceptíveis. Suportava a tortura que ela impunha, e sabia que era uma tortura, agradavelmente. Realmente não entendia como podiam suportar isso, a falta de controle. Se fosse ele, estaria, no mínimo, se forçando contra a garganta dela.
- Dante a Thais esta...? _ Daniel abre a porta do quarto. – Aqui.
- Danilo está nervoso. _ Diz Dante depois que Daniel desliza os olhos de Thais a Danilo e depois a ele.
- Eu vejo. _ Disse Daniel, fazendo Dante ri. – Castigou-a? _ Pergunta Daniel com cenho franzido, encarando a vermelhidão no corpo de Thais.
- Não. _ Diz Dante com um sorriso. – Ela só me faz perder o controle, apertando esse doce traseiro. _ Diz acariciando a carne avermelhada.
- Tomou sua parte? _ Perguntou Danilo em uma voz rouca, seus olhos entre abertos, cheios de paixão, tentando focalizar Dante, que assentiu. – Você esta bem? _ Pergunta, voltando-se para Thais.
- Estou. _ Sussurrou contra a dura carne que tinha nas mãos. – É uma dor agradável. _ Murmurou contra ele, voltando a engoli-lo quase por inteiro e recebendo outro torturado gemido de resposta.
- Sangrou? _ Perguntou Daniel a Dante, bastante sombrio.
- Fui cuidadoso, irmão. _ Diz Dante fechando seu semblante.
- Não foi o que eu quis dizer, sei que jamais a machucaria intencionalmente. _ Explica-se. – Aceitou sua posse?
- Oh, sim. _ Diz sorrindo malicioso. – Estava muito mais disposta a segunda vez.
- Segunda vez? _ Pergunta com preocupação. – Não esta acostumada, Dante, precisa dar um pouco de tempo ao corpo dela.
- Diga isso a ela. _ Dante apontou para Thais que ria com Danilo em sua boca. – Sabe que não tem como recusar quando ela quer. _ A vibração do riso dela pareceu lançar Danilo a borda, a julgar pela intensidade de seus gemidos. – Provocou-me. _ A acusou divertido.
- Vamos tomar café e deixar que Thais termine isso. _ Diz sorrindo. – Nosso pobre irmão esta sofrendo. _ Abriu a porta do quarto.
- Ele parece bastante bem para quem esta sofrendo. _ Diz Dante se levantando, puxando um short da gaveta do armário antes de seguir Daniel.
~OoO~
- Como ficou a sociedade? _ Pergunta Dante abrindo uma carta.
- Danilo comprou. _ Daniel deu de ombros. – Como ficou sua pesquisa? Os patrocinadores?
- É verdade. _ Diz Danilo. – Não perguntamos como você esta, depois do que aconteceu.
- Estou bem, não os perdi. _ Diz colocando a carta junto dos outros papeis sobre a mesa. – Estamos trabalhando em outra coisa agora. Não vou perdê-los, acreditam que tenho uma genialidade única. _ Da de ombros.
- Como se seu ego já não fosse o suficiente grande. _ Danilo revira os olhos.
- Thais precisa trocar de carro. _ Diz Dante ignorando Danilo. – Ele teve ter, pelo menos, uns três anos.
- Quero ver você fazê-la se livrar daquele carro. _ Ri Danilo. – Eu quase sinto ciúmes dele, pela forma como o trata.
- Eu sinto ciúmes dele. _ Admite Daniel. – Mas vamos trabalhar nisso. _ Anota algo no caderno que tinha nas mãos. – Precisamos contratar uma empregada.
- É verdade. _ Concorda Danilo. – A Rose não tem mais idade e a casa aumentou. Suas vindas uma vez por semana não são mais suficientes.
- Podemos ver se ela aceita algo mais permanente, afinal, ela sempre cuidou dessa casa. _ Sugere Dante. – Ao invés de darmos um valor por visita, podemos calcular um salario e chamar outra pessoa, uma vez por semana, para ajuda-la com o mais pesado.
- Quanto se paga a uma empregada? _ Pergunta Danilo.
- Eu não faço ideia. _ Diz Daniel. – Fernanda deve saber, vou falar com ela.
- A Rose vai fazer o que ela já faz. _ Diz Dante. – Cuidar da casa, da comida e de nossas roupas. A única diferença é que ao invés de ter de fazer tudo em um único dia da semana, ela terá mais tempo e poderá dividir suas tarefas.
- Isso me parece bom. _ Concorda Daniel anotando novamente algo no caderno. – Da ultima vez que veio trouxe uma amiga para ajuda-la, podemos ver se essa amiga não quer vir uma vez por semana.
- O que vocês estão fazendo? _ Thais encarou a mesa cheia de papeis e se aproximou.
- Estamos organizando as despesas. _ Respondeu Daniel, indicando um lugar ao lado dele. – Rose pediu para você fazer uma lista das coisas que precisa, ela vai ao supermercado semana que vem.
- Isso me lembra... Alguém pagou o cartão com vencimento dia 13? _ Pergunta Danilo.
- Eu paguei no dia 15. _ Responde Dante. – Temos que unificar essas datas, defini duas ou três datas padrão.
- Eu sempre coloquei dia primeiro, no mais, dia 5. _ Diz Daniel.
- E eu sempre depois do dia 15, geralmente 16 e 17. _ Diz Danilo.
- Thais? _ Pergunta Dante.
- Depois do dia 10, entre 10 e 15, normalmente dia 13... Espera. _ Franziu o cenho. – Vocês pagaram o meu cartão?
- Desculpe, era a minha vez, mas esqueci. _ Diz Dante. – Eu uso dia 20.
- Mas é debito em conta. _ Diz Thais descrente. – Há quanto tempo vocês...?
- Dia primeiro, dia 13 e dia 20? _ Pergunta Dante cortando Thais. – Ou dia 5, dia 13 e dia 20?
- Dia primeiro, 13 e 20. _ Responde Daniel que, depois que Danilo assente, anota no caderno. – De quem é a vez de pagar a conta de luz?
- Acho que é minha. _ Responde Danilo.
- Vocês fazem rodizio? _ Pergunta Thais recebendo um aceno dos três. – Vocês já pensaram em calcular o valor total e dividir ou defini uma porcentagem de despesas em comum?
- Como assim? _ Pergunta Daniel.
- Defini uma porcentagem que deve ser retirada dos ganhos de cada um para manter as despesas em comum. Por exemplo, definimos a porcentagem como 20%. Cada um de nós retirará 20% dos seus rendimentos mensais e depositaremos em uma conta em comum. Esses valores serão para suprir as despesas da casa e os gastos em comum, como o seguro dos carros, por exemplo, todos usam. _ Explica. – As despesas pessoais ficam por conta de cada um. _ Puxou a fatura do seu cartão de credito do meio das cartas.
- Isso me parece os princípios de Capital de Giro. _ Diz Daniel sorrindo.
- Algo assim. _ Retribui o sorriso. – Dessa forma todos nós contribuímos igualmente.
- Por mim tudo bem. _ Danilo da de ombros e Dante assente.
- Certo. _ Concorda Daniel, anotando no caderno. – E você? _ Encara Thais. – Como esta sua vida?
- Eu tenho umas aplicações. _ Thais se recostou nas costas da cadeira, notando que era hora de dar mais um passo na vida com eles. – Vocês tem mantido tudo de forma que não precisei voltar a trabalhar. _ Explica. – Um grupo de pesquisa me chamou para fazer parte de um dos trabalhos deles. E estou querendo abrir um consultório.
- Isso é ótimo. _ Daniel sorri para ela.
- Onde pretende abrir o consultório? _ Pergunta Danilo.
- No Centro, provavelmente, algum centro empresarial, não sei.
- Cuida disso? _ Pergunta Daniel a Danilo que assente. – Ótimo. _ Começa a escrever no caderno.
- Espera, não. _ Tira a caneta dele. – Eu vou cuidar disso.
- Thais... _ Diz suspirando. – Nós estamos juntos. _ Gesticulou abrangendo os irmãos e ela. – De acordo? _ Ela concorda. – Não falta nada, agora é casamento e toda uma vida juntos.
- Fizemos nossa parte, até concordamos que participe das despesas, como deseja fazer. _ Diz Danilo. – Você precisa dar a nós um espaço também.
- Não estamos mais sozinhos, não tomaremos mais decisões sem participar a você. _ Continua Daniel. – Faz parte de nossas vidas, sua opinião estará em cada detalhe delas.
- Queremos estar na sua também, ajudar, fazer parte de suas conquistas. _ Conclui Danilo.
- Dante? _ Thais o encara, especulativa.
- Eles falam por eles mesmos. _ Da de ombro. – Eu farei o que tiver de ser feito, mesmo se for preciso amarrá-la, alias... _ Sorri malicioso. – Principalmente se for preciso amarrá-la.
- Dante... _ Thais revira os olhos, sorrindo divertida. – Tudo bem. _ Entrega a caneta a Daniel. – E quando começamos os preparativos para o casamento? _ Pergunta, fazendo os três engasgarem com o próprio ar.
Notas finais
Rumo aos 100 leitores!
Quando alcançamos eu posto o capitulo especial. ^^
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