Notas iniciais
Hello! Demorei eras... Mas, estou aqui. E sim, já assistir IW. ♥ Vi no dia 27 de Abril e eu ainda não estou bem. Talvez, eu queira chorar. PORQUE, MARVEL? Não darei nenhum spoiler aqui. Até, algumas podem não ter assistido e não quero estragar a experiencia de vocês. Se vocês quiserem conversar sobre o filme ou fazer algum comentário, fiquem a vontade para me mandarem um MP ou nos comentários... Mas, coloquem *SPOILER* antes, tá bem. Outro ponto IMPORTANTE, é que não incluirei Guerra Infinita ou Vingadores 4 em minhas ATUAIS fics, sendo elas 4. Até porque, com a conclusão de Infinity War, eu não FAÇO IDEIA do que pode acontecer. E eu já tracei os rumos de cada fic minha até o fim. Mas, não os descarto usa-los em um imagine ou one shot por exemplo. ♥ Okay? Okay! Quero agradecer de coração, os comentários e fav que venho recebido em TAL. Vocês são INCRÍVEIS! ♥ Obrigado por todo esse apoio e carinho. Todos os créditos da capa do Capitulo para LADY WINTER (Minha leitora no Spirit ♥) que me presenteou com ela. Obrigado, Anjinho! Sem mais delongas. Enjoy! Erros e duvidas, estou disponível para vocês nos comentários e MP.

Sentia fogo e raiva escorrer por minhas veias, enquanto desfrutava de um drink e observava, a escória da humanidade sentada á alguma distancia de mim. Deslizei meu dedo pela borda do copo de vidro, pensando com certa ansiedade e fascinação como eu iria mata-lo. O medo borbulhou em mim... Céus! Eu nunca havia matado ninguém. Como eu faria algo assim?

Não. Eu não ressuscitaria aquela Amber frágil e inocente. Ela estava trancada e bem escondida no fundo dos portões da minha cabeça e ela não ia sair. Respirei fundo, me concentrando novamente em meu objetivo principal.

Tirar o máximo de informações da minha ‘’ vítima’’.

Deslizei do banquinho no bar, dando uma última e insinuante olhada para o Sargento da Hidra, ele sorriu e senti seus passos fortes e cadenciados atrás de mim, enquanto entrava no banheiro. Para a minha sorte e colaboração, não havia ninguém mais ali. Perfeito!

Senti suas mãos rapidamente, circularem minha cintura. Bem, estava na hora de Nêmesis assumir. Sorri, maliciosa. Deixando minha mascara cair completamente, uma feição de pura fúria consumir meu rosto, senti o calor dominar minha pele até que as lentes de contatos se desfazerem de meus olhos. Revelando os olhos vermelhos, o qual fez ele recuar.

— O que diabos é você? Disse, assustado.

— Eu sou o fantasma do Natal passado. E você... Tem sido um menino ruim. Afirmo, o encarando. – Chegou a hora de pagar o preço. Agora, vamos brincar... Se você responder o que eu quero saber, você fica vivo. Se não, você tem um morte dolorosa. Respondo, o circulando.

— Não falarei nada, cadela. Disse, avançando sobre mim. Revirei os olhos, chutando sua perna antes que pudesse tocar em mim. Descendo minhas mãos sobre seu pescoço, deixando as chamas saírem por elas. Apreciei, lentamente seu grito de pura dor e o cheiro de carne queimada subiu até meu nariz.

Senti uma ânsia de vomito, dominar meu corpo. O qual ignorei...

— Viu? Nós estávamos indo tão bem. E isso podia terminar de forma tão diferente. Aviso, em um tom calmo. – Podemos começar de novo? Pergunto, sorrindo.

— Nebraska – Norfolk... Tem uma base lá. Sussurra, chorando. – Alemanha/Munich, Quebec/Canada. É só o que eu sei, por favor. Me deixe ir. Implora, gritando. Respiro fundo, o observando de cima. A morte dele não era necessária mais. Mas, como eu saberia que ele contava a verdade?

Tento ser o ‘’ amigável’’ possível. E abaixo o meu tom de voz. Não que isso funcionasse, depois de tê-lo queimado vivo. Sinto algo estranho fluir de mim, uma influência gentil e acolhedora, sedutora na verdade.

— Sim, é verdade. Suas pupilas ficam estranhamente dilatadas ao me encararem. – Porque, eu mentiria para você. Seu olhar havia mudado drasticamente, ele parecia até apaixonado. Que porra era essa?

Assenti, incapaz de falar algo. Pensando no que devia estar acontecendo mais um vez, comigo. Tiro o machado do alçapão quebrado no teto, que havia escondido mais cedo. Depois de muito esforço, eu descobri que aqui aconteciam reuniões de agentes ‘’ aposentados’’ da Hidra. Uma grande concentração mensal da escória da terra.

Ele olha para a arma em minha mão e pisca, aturdido. Balançando a cabeça em silencio, como se quisesse se livrar de algum tipo de influência que eu tinha sobre ele. Estava na hora de terminar com isso!

Minhas mãos tremiam.

Por algum motivo, que eu não compreendia exatamente, ele não gritou ou pediu ajuda. Apenas, me olhou. Dentro dos meus olhos... Como um animal ferido.

AMBER! Gritei, em minha mente. Faça! Sabe que ele merece. Senti as lágrimas saírem lenta e dolosamente, minha respiração errática e falha. Eu não podia falhar... Não tinha mais nada, mais nada para quem voltar, ninguém para amar.

Eu só tinha a vingança. E sua fúria implacável. Voltei a agarrar o machado, torcendo minha mão sobre o cabo, buscando a firmeza que eu precisava para fazer isso. O ergui, olhando nos olhos daquele homem.

Amber... Não faça isso. O machado quase caiu da minha mão ao ouvir aquela voz outra vez. Você sabe que esse não é o melhor caminho, amor. A voz soou novamente, de repente a imagem surgiu em minha frente. Os olhos azuis, como nas fotos que eu havia visto nas diversas vezes que procurei algo sobre ele na internet, quentes e implorativos. O braços de metal com a estrela vermelha, a barba rala e o cabelo.

Gemi de frustação...

— Saia da minha cabeça, James. Implorei, olhando para sua imensa criada pela minha mente. Eu havia enlouquecido. Ele havia me enlouquecido. – Você é só uma maldita alucinação. Foi só o que sobrou para mim... Afirmo, decepcionada. – Se eu os deixar continuar, o que eu serei? Digo, o olhando, sua imagem se aproximou de mim como se pudesse me tocar.

E por um momento, desejei seu toque. Como, uma doente em busca de uma cura.

Amber, ainda existe esperança para nós. Desista disso! Sua voz soou novamente. Chega de lutas, chega de sangue e dor. Olhei para o homem e olhei para ele, seu rosto estava tão triste. Eu ainda amava tanto... Bucky era o meu amor. E meu, somente.

— Sinto muito, Bucky. Digo, erguendo o machado e degolando o homem o mais rápido possível. A imagem de Bucky se dissipou no ar, consumida pelo fogo que dominava todo o banheiro rapidamente. As chamas lambiam as paredes, transformando as portas dos banheiros em cinzas.

Dei as costas, saindo do banheiro. Trazendo as chamas comigo, que queimavam as paredes consumindo o teto. Quando, as chamas chegaram ao bar, todos se levantaram e correram a porta. O velho companheirismo de anos de Hidra sumiram em segundos, passando a se pisotearem para chegar a porta.

Tsc... Dou uma risada. Quando, controlo o fogo criando uma grande barreira entre as chamas e eles.

— O karma é uma vadia. Digo, passando por eles e pela barreira, alcançando a porta e derretendo a fechadura. Assim, que saio, vejo dezenas de pessoas paradas observando chocadas, o pequeno edifício queimar.

Caminho sem olhar para trás, ouvindo o ranger da madeira cair sendo consumida pelo fogo e o grito dos telespectadores. Com duas certezas, minha vingança havia começado e minha alma estava suja com o sangue de meus inimigos.

***

O peso em meu corpo, não era maior que o peso em minha cabeça. De tempos em tempos, eu voltava ali... Nêmesis e Amber se digladiando dentro de mim, todo o tempo. Era assim que eu as chamava, Nêmesis era uma criação da Hidra que me consumia por seu desejo de vingança e sangue. Ela era fúria e força! Força que Amber não tinha. Ela era pura bondade, delicadeza e fragilidade.

O que fazer, quando se tinha duas mulheres tão diferentes dentro de você?

Ele apareceu para mim... Se o próprio assassinato mexia tanto com minha cabeça. A visão de Bucky me pedindo para não fazer aqui, me desmoronava. Sabia que em algum momento, os sentimentos que tinha por Bucky não poderiam mais ser ignorados. O amava demais para conseguir enterrar isso no fundo do meu coração e mente.

Estava enlouquecendo.

Na verdade, havia demorada a acontecer. Depois de tudo, a morte dos meus pais, a perda de Bucky, as experiências e os treinamentos desumanos da Hidra. Enlouquecer, parecia o preço justo a se pagar. O que merda? E como se não fosse suficiente, eu tinha uma nova habilidade suspeita para investigar.

Me sequei, enrolada na toalha. E me joguei na cama, como estava. Mesmo, sabendo que eu não dormiria um segundo sequer naquela noite.

BUCKY BARNES

Uma merda insuportável.

Ia completar quase um ano que procurava Amber, todos os dias. Todos os momentos... Mas, eu perdia a esperança a cada minuto. Não podia imaginar que minha doce Amber estivesse morta ou presa em alguma cela, sendo torturada e Deus sabe mais o que...

Ares se sentou ao meu lado na cama. Nesse tempo, eu desci mais fundo do que qualquer um possa imaginar. Se não fosse Steve e minhas sessões diárias com a psicóloga, teria feito coisa inimagináveis para trazer Amber de volta para mim. Os Vingadores não permitiram que eu participasse, de missões... Eu era instável e de certa forma, concordava. Mas, as missões de busca para Amber, fui inflexível. Estaria lá!

Steve havia virado o grande irmão protetor sobre mim. Com a Hidra, com a Amber e com meu atual desprezo pela vida, ele cuidava de mim dia e noite. Me consolava todas as vezes, que chorava por mim ou por Amber. Me abraça e pedia perdão.

Sabia que Steve se sentia culpado pelo o que aconteceu comigo. Quem diria que aqueles dois jovens que brigavam e apanhavam (no caso de Steve.), acabariam décadas depois, saudáveis e jovens em uns dos prédios mais ricos de NY?

Super-heróis. Super herói, me refiro á Steve. Eu já me senti super herói, antes da Hidra... Antes, da queda.

— Bucky... A voz de Steve soou pelo quarto. – Está tudo bem? A preocupação evidente em sua voz. Assenti, me levantando.

— Sim, Steve. Está tudo bem. Afirmei, me levantando.

— Bucky... Exclamou, me observando. – Achamos algo sobre sua garota. Disse, esperançosamente e assustado. Foi como se uma injeção de adrenalina em meu corpo, em poucos segundos, eu estava correndo para o laboratório do Stark afim de saber mais sobre aquilo. Se minha mão humana tremia, sentia o estalo metálico do meu braço se flexionar, pronto para uma batalha e que merda fosse.

— Stark, onde ela está? Foi a única coisa que saiu da minha boca. Amber, minha Amber... A primeira coisa dela em meses. Depois que invadimos a base de Sokovia á uma semana em vão, já que ela não estava lá.

— Soldado... Essa é a sua garota? Questionou, vendo o vídeo de um estabelecimento na Florida, que havia pegado fogo matando uma dezena de pessoas, o vídeo virou notícia e as pessoas não entenderam o que levou ao lugar ser consumido pelas chamas ou o fato, que todos ficaram presos nele.

A câmera mal focada em seu rosto. E a filmagem que parecia ter sido gravada pela câmera na rua, não permitia que visse com clareza seu rosto. Mas, com dois toques e Tony havia feito ‘’ sua mágica’’ e Amber estava na minha frente meses depois, mesmo em uma tela. Ela estava viva e bem... Mas, seus olhos, seu olhos vermelhos brilhavam na tela.

NÃO! Minha Amber... O que havia feito?

— É ela. A minha voz saiu tão baixa, que eu mal podia entender.

— Natasha e eu, estávamos investigando esse bar por alguns meses. Era como um point de encontro de agente não-ativos da Hidra, eles sabiam de muita coisa, Bucky. Quando, derrubamos a base de Sokovia, Nat conseguiu informações, Bucky... Justificou Steve, atrás de mim.

— Que informações? Perguntei, absorto na foto de Amber.

— Ela era a melhor experiência de Strucker, Bucky. Bem, até o dia que ela fugiu e se rebelou contra eles. Ele realmente a machucaria e usaram a cetro de Loki. Continuou, Steve. PORRA! Não... Não podiam ter feito isso com ela. Amber é inocente e doce, minha Amber jamais machucaria ninguém. Quando, dei por mim, meu braço descia sobre a mesa de aço de Tony a deformando. Senti lágrimas de pura angustia, descendo por meu rosto.

— Tenho que achá-la. Achar, agora... Digo, em uma mistura de sentimentos, que ameaçavam me derrubar.

— Sim. Ela já é uma das mais procuradas pela Shield, no momento. E não duvido que a Hidra queira reavê-la... Disse Natasha, com seus braços cruzados.

— E no estilo deles, é viva ou morta. Disse Sam, olhando para nós.

Notas finais
O reencontro está próximo. Preparadas? Até o próximo e Bucky ama vocês.