Tortura

10 Capítulo 10


Notas iniciais
Meu Deuuuus, Meu Deuusss ! Mais um recomendação!!! Aiiinnn brigada Luu, posso te chama de Lu néh? xDD Brigada gata, fico muito feliz que esteja gostando da história. Por Deus tão estou emocionada.... i.i Quero também a agradecer a todas a outras pessoinhas que pouparam os xingamentos e comentaram a fic, valeu gente, vcs moram no meu coração! Estou deixando agora mais um cap fresquinho, espero que gostem!! A próposito li todos os comentário, por sinal dei muita risada... Adooro o carinho de vcs e espero que repitam a dose nesse... Já sabem néh? O que não gostar é pra falar sem medo, tô aqui pra ouvi crítica tbm u.u bjss

–11/03 15h: 23min –

Estava sentada sobre uma cadeira nada confortável, conversava com o senhor Takashi, dono do estabelecimento onde trabalhava, ele era um velho amigo da família.

– Mais uma vez quero pedir desculpa ao senhor por-

O mais velho a interrompeu para que não prosseguisse com a mesma frase que repetira minutos antes.

– Não se preocupe Sakura-san, Kizashi precisa de você, além do mais aquele velho gaga’ deve estar louco para te ver.

Era um alívio saber que seu chefe estava de acordo com sua “folga”. Ele e seu Pai se conheciam há muito tempo, nem era nascida...

– Bom, então vou voltar ao trabalho. E não se preocupe, quando chegar abonarei minha ausência com hora extra.

Levantou-se ajeitando o uniforme um pouco amarrotado. Estava preste a sair quando Takashi pronunciou-se.

– Diga aquele bobalhão para não nos dar outro susto.

Sorriu para o grisalho e confirmou. Ao sair da sala foi novamente para o local de atendimento ao cliente, prendeu o cabelo e pôs a rotineira touca de proteção.

–Que sorriso é esse que não sai da sua boca?

Era Yuuka, estava encostada na parede levemente umedecida ao seu lado enquanto lavava as mãos. Não pode evitar sorrir mais ainda.

– Em breve verei meus Pais.

– Tem certeza que é só isto?

– E o que mais seria?

A outra foi para o balcão pega uma toalha seca para a rosada que a seguia curiosa.

– Um homem.

Corou ao ouvir aqui. Por mais que estivesse se libertando de seus antigos “costumes”, ainda era recatada o suficiente para reagir aquela resposta.

–11/03 21h: 39min –

– Porquinha?

Falava com a amiga loira pelo celular, mas a mesma havia parado de falar de repente.

– O que foi? Só estava ouvindo o refrão daquela música da Miley Cyrus, você sabe que é minha parte favorita...

Ultimamente ela não cansava de ouvir “Wrecking Ball”.

– Qual é? Anos atrás você não suportava Hannah Montana.

– Óbvio! Naquela época eu não imaginava que ela tinha esse corpão.

Pude ouvi nitidamente sua risada safada, às vezes eu fico em dúvida sobre sua opção sexual, não me surpreenderia se um dia Ino batesse na minha porta dizendo que iria se casar com uma morena sarada de um metro e setenta e oito de altura.

–Estou começando a achar que você é lésbica... Só pode.

– É sério testuda. Gosto de pessoas com atitude e ela me surpreendeu.

Eu sabia que o motivo não era esse, mas me aproveitaria do momento para tirar sarro da cara dela.

Por Kami-sama, cada dia mais me encontrava mais diabólica, só poderia ser influencia de certo alguém chamado Sasuke...

– Então quer dizer que você não gosta de mim?

Fiz o possível para fazer uma voz ressentida e acho que acabou colando.

– O que? Nã-Não Testuda, não foi isso que quis dizer...

– Não quero saber, sei que não sou nenhum poço de atrevimento, mas eu tento Ino... Eu tento.

Ainda solucei par ficar o mais real possível. Não iria agüentar muito tempo, estava prendendo meu riso.

Acho que ela ouviu algo...

– Ora sua... Sua... Testa de Marquize, eu fiquei preocupada de verdade.

Tive que respirar fundo para recuperar o fôlego.

–Desculpa Porquinha, foi inevitável.

Mudei o assunto. Eu sabia que ela queria mesmo desabafar.

– Você sabe que ficar ouvindo essas músicas não vai fazer você ficar melhor não é?

Gaara, o tal namorado, ficante’, sei lá mais o que dela, não dava notícias, o celular andava na caixa, sumiu do mapa e ela estava bastante preocupa, poucas foram às vezes que vi Ino tão triste, a última foi quando seu cachorro Ted havia falecido, fizemos até um enterro improvisado para ele.

Ela não respondeu apenas suspirou, pude ouvir.

– Quer vim pra cá? Não tem muita coisa na despenca, mas a gente se vira com pipoca e brigadeiro mesmo... Uma noite só de meninas, que tal?

Ela deu uma risada fraca.

– Brigada Testuda, mas não, eu quero ficar aqui, talvez ele me ligue ou até apareça aqui...

– Ino.

–Ou então...

–Ino!

Ela começou a chorar de novo.

– Eu sei que você quer acreditar nisso, mas sejamos francas, já faz quase uma semana que você não tem notícias dele, não vai ser hoje que as coisas irão mudar.

Ouvi-a fungar. Senti-me péssima pelo seu estado. Ino era um tipo de pessoa que não deveria nunca ficar triste, sempre sorridente, simpática e divertida. Não gostava de vê-la desta forma.

– Eu vou ai.

–Não Sakura, você tem que viajar amanhã, eu não quero te atrapalhar.

Ino assim como eu é natural de Tóquio, ai vocês devem estar se perguntando a razão dela não viajar comigo. Era algo delicado para ela, nem quis tocar no assunto para não magoá-la ainda mais. Ino tinha saído quase como uma fugitiva de Konoha, ela e a Mãe haviam tido um briga feia, da qual até hoje não me contará o motivo, desde então não se comunica com a família, eu sempre que posso reporto sobre como ela estar.

– Não importa. Seu bem estar em primeiro lugar.

Já a convidei inúmeras vezes para morar comigo, mas sempre negou. Acho que por medo de encontrar sua Mãe. Sempre que podia ela acompanhava minha família para me visitar, sempre perguntando como Ino estava...

Fui até meu quarto para trocar de roupa. Estava pronta para dormi quando ela me ligou, queria acordar bem cedo amanhã, então preferir deitar mais cedo. A ligação de Ino acabou desviando-me de meus planos.

– Até rimou.

A loira comentou dando risada, mas não era sua típica risada, estava mais fraca.

– Foi de propósito pra você rir porca.

Falei por falar enquanto tentava vestir a calça jeans prendendo o celular contra meu ombro e minha bochecha.

– O que você está fazendo?

Provavelmente ela havia ouvido meu gemido de insatisfação.

– Me vestindo.

Finalmente consegui vesti-la por completo.

– Haruno Sakura, eu ti ordeno a não vim até aqui! Poxa, já viu que horas são? Já estar tarde para sair por ai sozinha...

Eu realmente não havia pensado nisto, além de que teria que esperar a condução passar para poder ir até a República. Mesmo assim não quis deixá-la sozinha, ela parecia estar bem frágil.

– Mas –

Tentei argumentar, mas ela foi mais rápida.

– Nem mais e nem menos, me deixe pelo menos uma vez não ser tão egoísta! Fique em casa. Eu estarei bem.

–Ino...

Eu não sabia se estava orgulhosa ou preocupada.

– Não terei sempre você para me amparar Sakura, uma hora eu precisava que crescer não é?

Sorrir para mim mesma ao ouvir aquilo. Senti-me um pouco aliviada pela forma determinada e convicta que a mesma passava no outro lado da linha.

– Está é minha garota!

Então ela me acompanhou na risada.

– Agora você que está parecendo uma lésbica.

– Ora sua porca!

Então voltamos à mesma sessão de ofensas de todos os dias, não era normal passar um dia inteiro sem discutir com Ino. No fim não fiquei preocupada por saber que ela ficaria bem sem mim, ela estava começando a amadurecer.

Acabou por pegar no sono conversando com a amiga loira.

–11/03 23h: 01min -

O celular começa a tocar e vibrar ao lado de seu tronco. Levantou-se sobressaltada. Sua cabeça latejava pelo movimento brusco e aperto do jeans em sua cintura já começava a incomodar. Olhou ao redor do quarto, a luz ainda estava acesa e o silêncio era evidente rua a fora.

Só então percebeu que havia dormido e que ainda nem era manhã, pegou o aparelho, já até desconfiava do importo.

– Sou eu.

Iria lhe dar uma boa repreensão, mas notou que seu tom estava diferente, parecia inquieto.

– Está tudo bem?

– Claro.

Assustou-se com a resposta, era evidente que não estava. Sua voz transbordava rudez. Tentou dizer algo, mas o moreno adiantou-se.

– Trouxe um presente.

–Sasuke-kun, eu disse que hoje não poderíamos...

Não gostava de terminar a frase, era constrangedor falar aquilo. Eles haviam combinado de não terem aquele contato íntimo por conta de sua viagem, realmente estava disposta a descansar.

Esperou por resposta, porém obteve o silêncio. Mais uma vez suspirou e rendeu-se. Apoio os cotovelos sobre o colchão macio onde estava e logo se levantou.

– Tudo bem.

Desceu as escadas com certa preocupação, sua visão estava embasada pelo sono. Imaginava ter que enfrentar aquele gélido ar exterior a sua residência ao pegar a “encomenda” de Sasuke. Só poderia ser algo realmente bom para o mesmo descumprir o acordo dos dois.

Destrancou a porta.

–Sasuke-kun?!

O moreno estava em sua frente e não tinha um dos seus melhores humor. Pode notar um hematoma no olho direito e um leve corte em sua boca.

Notas finais
Lalalalalalala Lalalala.... Nem precisam ficar lendo isso, só escrevi aqui por que não tenho nada bom pra fazer mesmo... kkkkkkk Mais e ai... Gostaram? Não gostaram? Seja o que for me conte, adooro ouvir as pessoas, neste caso ler... É melhor eu parar agora de escrever neh? Tô "falando" demais... Foi mal. Tchau, beijos e até a próxima! ô/