Tormentas no mar de Poseidon
1 Capítulo 1 percebendo quem sou
Notas iniciais

Tormentas no mar de Poseidon
( A filha es que cida)
Meu nome é Beka walker
Tenho quinze anos de idade. Até alguns meses atrás, era aluna de um internato, na
Academia Azumy, uma escola particular para crianças problemáticas no leste do estado
de Nova York.
Se eu sou uma adolesente problemática?
Sim. Pode-se dizer isso.
Mas problemática eu sou des da infancia, quer uma prova lavai.
eu poderia partir de qualquer ponto da minha vida curta e infeliz para prová-lo, mas ascoisas começaram a ir realmente mal no último mês de maio, quando nossa turma do primeiro ano fez uma excursão a Manhattan – vinte e nove adolesentes alucinados e dois
professores em um ônibus escolar amarelo indo para o Metropolitan Museum of Art, a
fim de observar velharias gregas e romanas.
Eu sei, parece tortura. A maior parte das excursões da Azumy era mesmo.
Mas a sra. kympliton , nossa professora de latim, estava guiando essa excursão, assim eu
tinha esperanças. Eu esperava que desse tudo certo na excursão. Pelo menos tinha esperança de não me
meter em encrenca dessa vez.
Mas Caramba, como eu estava errada.
Entenda: coisas ruins me acontecem em excursões escolares. Como na minha escola da
quinta série, quando fomos para o campo de batalha de Saratoga, e eu tive aquele
acidente com um canhão da Revolução Americana. Eu juro não estava apontando para o
ônibus da escola, mas é claro que fui expulsa do mesmo jeito.
E antes disso, na escola da quarta série, quando fizemos um passeio pelos bastidores do
tanque das Baleias do Mundo Marinho, e eu de, alguma forma, acionei a alavanca
errada no passadiço e nossa turma tomou um banho inesperado. E antes disso... Bem, já
dá para você ter uma idéia.
Nessa viagem, eu estava determinada a ser bonzinha.
Ao longo de todo o caminho para a cidade agüentei Marki Estou, a quele
cleptomaníoco ruivo e sardento, acertando a nuca do meu melhor amigo, Golde, com
pedaços de sanduíche de manteiga de amendoim com ketchup.
Golde era um alvo fácil. Ele era magrelo. Chorava quando ficava frustrado. Devia ter
repetido de ano muitas vezes, porque era o único no primeiro ano s que tinha espinhas e
uma barba grosa começando a nascer no queixo. E, ainda por cima, era aleijado. Tinha
um atestado que o dispensava da Educação Física pelo resto da vida, porque tinha
algum tipo de doença muscular nas pernas. Andava de um jeito engraçado, como se
cada passo matasse mas não se deixe enganar por isso. Você precisa vê-lo correr quando
era dia de enchilada na cantina.
De qualquer modo, Marki Estou continuava apertuba Golde e como esso me iritava .
– Eu vou matá-lo – murmurei.
Golde tentou me acalmar.
– Está tudo bem. Gosto de manteiga de amendoim.
Ele se esquivou de outro pedaço do lanche de Marki.
Agora chega. – Comecei a levantar eu vou estrangula-lo ate deixalo apagado , mas Golde me puxou de volta para o assento.
– Você já está sendo observada – ele me lembrou. – Sabe que será culpada se acontecer
alguma coisa.
Quando me lembro daquilo, preferia ter acertado Marki Estou, no ato. A suspensão na
escola não teria sido nada em comparação com a encrenca que eu estava prestes a me meter
a sra. Kympliton guiou o passeio pelo museu.
Ela foi na frente em sua cadeira de rodas, conduzindo-nos pelas grandes galerias cheias
de ecos, passando por estátuas de mármore e caixas de vidro repletas de cerâmica preta
e laranja muito velha.
Eu ficava perplequisa só de pensar que aquelas coisas tinham sobrevividos por dois mil,
três mil anos.
era uma gritaria tods aminha vouta falavam muito alto principalmente Marke Estou eu não agentava mis e gritei cala aboca.
a outra professora que nos acompanhava, a sra. Lerme, me olhava de
cara feia.
A sra. Lerme s era aquela professorinha de matemática da Geórgia que sempre usava um
casaco de couro preto, apesar de ter cinqüenta anos de idade. Parecia má o bastante para
entrar com uma moto Harley bem dentro do seu armário. Tinha chegado na Azumy no
meio do ano, quando nossa última professora de matemática teve um colapso nervoso.
A sra. kympliton , continuou falando sobre arte funerária grega.
Finalmente, Marke Estou, abafando o riso, falou algo sobre o sujeito pelado na estela,
e eu me virei e disse:
_Quer calar a boca?
Saiu mais alto do que eu pretendia.
O grupo inteiro deu risada. A Sra. kympliton interrompeu sua história.
– Srta. Walker – disse ele -, fez algum comentário?
Meu rosto estava completamente vermelho. Eu disse:
Não, senhora.
A senhora Kympliton me fes uma pergunta em relasão aos Deuses que eu não soube responder
Entendo. – A sra. Kympliton pareceu desapontada. – Bem, meio ponto, Srta.Walker. Zeus,
na verdade, deu a Cronos uma mistura de mostarda e vinho, o que o fez vomitar as
outras cinco crianças, que, é claro, sendo deuses imortais, estavam vivendo e crescendo
sem serem digeridas no estômago do titã. Os deuses derrotaram o pai deles, cortando-no
em pedaços com sua própria foice e espalharam os restos no Tártaro, a parte mais escura
do Mundo Inferior. E com esse alegre comentário, é hora do almoço. Sra. Lerme, quer
nos levar de volta para fora?
A turma foi retirada, as meninas segurando a barriga, os garotos empurrando uns aos
outros e agindo como bobões.
Golde e eu estávamos prestes a segui-los quando a sra.Kympliton disse:
– Srta. Walker
Eu sabia o que vinha a seguir.
Disse a Golde para ir andando. Então me voltei para a professora.
– Senhora?
a sra. Kympliton tinha aquele olhar que não deixa a gente ir embora – olhos castanhos
intensos que poderiam ter mil anos de idade e já ter visto de tudo.
– Você precisa aprender a responder à minha pergunta – disse ela.
– Sobre os titãs?
– Sobre a vida real. E como seus estudos se aplicam a ela.
– Ah.
– O que você aprende comigo – disse ela – é de uma importância vital. Espero que trate
o assunto como tal. De você, aceitarei apenas o melhor, Beka Walker.
Eu queria ficar zangada, aquele sujeita me pressionava demais.
A sra. Kympliton esperava que eu fosse tão boa quanto todos
os outros a despeito do fato de que tenho dislexia e transtorno do déficit de atenção, e de
que nunca na vida tirei uma nota acima de C-. Não – ela não esperava que eu fosse tão
boa quanto; ela esperava que eu fosse melhor. E eu simplesmente não podia aprender
todos aqueles nomes e fatos, e muito menos escrevê-los direito.
Murmurei alguma coisa sobre me esforçar mais, enquanto a sra.Kympliton
lançava um
olhar longo e triste para a estela, como se tivesse estado no funeral daquela menina.
Ela me disse para sair e comer meu lanche.
– Detenção? — perguntou Gold.
– Não — disse eu. — Não da Kympliton . Eu só gostaria que ela às vezes me desse um tempo.
Quer dizer, não sou uma gênia.
Golde me perguntou — Posso comer sua maçã?
Eu não estava com muito apetite, então a entreguei a ele.
alguis segundos de pois Maki comesou azuar deno eu não comsigir agentar mis esse garoto estar me deixando louca
Tentei ficar calma. O orientador da escola me dissera um milhão de vezes: "Conte até
dez, controle seu gênio." Mas estava tão furiosa que me deu um branco. Uma onda
rugia nos meus ouvidos.
Não me lembro de ter tocado nele, mas quando dei por mim Marki estava sentado com
o traseiro no chafariz, berrando:
Beka me empurrou! A sra. Lerme se materializou ao nosso lado
algumas pessoas estavam sussurrando:
– Você viu...
– ...a água...
– ...parece que o agarrou...
Eu não sabia do que elas estavam falando. Tudo o que sabia era que estava encrencada
outra vez.
a sra. Lerme se voltou para mim.
Agora, meu bem...
– Eu sei — resmunguei. — Um mês apagando livros de exercícios.
Não foi a coisa certa para dizer. ela melevo a uma sala vazia entrela ela venho prasima de me e disse crança você esta levada de mas e us Deuses estão zagados com você o jeito de acaber com acomfusão e te matando vose roubo algo e deve pargar com apropia vida ai ela esta maluca uma professora não pode machucar uma aluna muitomenos mata-la. Mas algobizarro aconteceu ela sitrasformo em um mostro de garras e avmsou em sima de mim as garras dela mi quenmava
Então as coisas ficaram ainda mais esquisitas.
A sra. Kymplinton, que estava na frente do museu um minuto antes, foi com a cadeira de
rodas até o vão da porta da galeria, segurando um bracelete.
– Olá, Beka! — gritou ela, e lançou o bracelete pelo ar.
A sra. Lerme deu um bote para cima de mim.
Com um gemido agudo, eu me esquivei e senti as garras cortando o ar ao lado do meu
ouvido. Agarrei o braselete com duas pedras uma azu e a aotra branca no alto, mas quando ela atingiu minha mão já
não era mais um bracelete. Era uma espada — a espada de bronze da sra. Kymplinton, que elea
sempre usava em dias de torneio.
A sra. Lerme virou-se na minha direção com uma expressão assassina nos olhos.Meus joelhos ficaram bambos. As mãos tremiam tanto que quase deixei a espada cair.
Ela rosnou:
– Morra, meu bem!
E voou para cima de mim.
eu me disviei dela de novo ela venho prasima de mim eu deixei ela chegar perto e lâmina de metal atingiu a bariga dela e passou direto por seu corpo, como se ela fosse
feita de água: Zaz!
A sra. Lerme era um castelo de areia debaixo de um ventilador. Ela explodiu em areia
amarela, reduziu-se a pó, sem deixar nada do cheiro de enxofre, um grito estridente que
foi sumindo e um calafrio de maldade no ar, como se aqueles olhos vermelhos
incandescentes ainda estivessem me olhando
Eu estava sozinha.
Havia um bracelete na minha mão-.
a sra. Kymplinton não estava lá. Não havia ninguém lá além de mim.
Minhas mãos ainda estavam tremendo. Meu lanche devia estar contaminado com
cogumelos mágicos ou coisa assim.
Será que eu havia imaginado tudo aquilo?
Voltei para o lado de fora.
Tinha começado a chover.
Golde estava sentado junto ao chafariz com um mapa do museu formando uma tenda
em cima de sua cabeça. Marke Estou ainda estava lá, encharcado do banho no
chafariz, resmungando para os amigos feiosos. Quando me viu, disse:
– Espero que a sra. Kerr tenha chicoteado seu traseiro.
– Quem? — respondi.
– Nossa professora. Dãã!
Eu pisquei. Não tínhamos nenhuma professora chamada sra. Kerr. Perguntei a Marke de
quem ele estava falando.
Ele simplesmente revirou os olhos e me deu as costas.
Perguntei a Golde onde estava a sra. Lesme.
– Quem? — respondeu ele.
Mas Golder primeiro fez uma pausa, e não olhou para mim, portanto, pensei que
estivesse me gozando.
– Não tem graça, cara — disse a ele. — Isso é sério. Um trovão estourou no alto.
Vi a sra. Kymplinton sentada embaixo do guarda-chuva vermelho, lendo seu livro, como se
nunca tivesse se mexido. Fui até ela. Ela ergueu os olhos, um pouco distraída.
– Ah, é a minha caneta. Por favor, traga seu próprio instrumento de escrita no futuro, sr.
Jackson.
Entreguei o bracelete a sra. Kymplinton. Não tinha notado que ainda a estava segurando.
– Senhora — disse eu -, onde está a sra. Lesme? Ela olhou para mim com a expressão
vazia.
– Quem?
– A outra professora que nos acompanhava. A sra. Lesme. Professora de iniciação à
álgebra.
Ela franziu a testa e se inclinou para a frente, parecendo ligeiramente preocupada.
– Beka, não há nenhuma sra. Lesme nesta excursão. Até onde sei, nunca houve uma sra.
Lesme na Academia azumy Está se sentindo bem?
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