Tormentas no mar de Poseidon
2 Sou comvidada a sair da escola
Notas iniciais

Capítulo 2
sou comvidada a sair da escola
normalmente hoje eu acordei com o pé esquerdo tudo ia demal a pior assim que levantei pegei meo fone de ouvidos para escutar as minhas musicas preferidas …..
há jafalei que quero cer umagrande didei estudar é complicado para mim veja só eu tenho Dislexia e déficit de atenção as letras parecem sair de controle pulando para fora dos livros mas mesmo assim eu me esforço muito para atigir meus abjetivos .
Comecei a me sentir mal-humorada e irritada a maior parte do tempo. Minhas notas
caíram de D para F. entrei em mais atritos com Marke Estou e sues amigos. Era posta
para fora da sala e tinha de ficar morfando no corredor em quase todas as aulas.
Finalmente, quando nosso professor de inglês, o sr.Sparkly,me perguntou pela milionésima vez por que por que enves de ouvir musica o tempo todo eu não estudar para as provas de ortografia,
eu explodi. Chamei-o de velho Bipolar. Eu Não sabia direito o que a quilo queria dizer, mas soou bem.
O diretor mandou uma carta para minha mãe na semana seguinte, tornando oficial: eu
não seria convidada a voltar para a Academia Azumy no ano seguinte.
Ótimo, disse a mim mesma. Completamente ótimo.
Eu estava com saudades de casa.
Queria ficar com minha mãe e meu Bom drastro e seu filho Marco no nosso pequeno apartamento no Upper East Side,
mesmo que tivesse de freqüentar uma escola pública e aturar rock pesado O dia todo.
E no entanto... havia coisas em Azumy de que eu sentiria falta como do meu amigo Gode , davista domeu dormitorio e Também sentiria falta da aula de latim — os dias malucos de torneio da sra. Kymplintom e da sua
confiança em que eu poderia me sair bem.
Eu não queria desaponta – la purisso estudei muito pra aprova dela Lembrei a expressão séria da sra. Kymplinton, de seus olhos secular. De você, aceitarei apenas o melhor, Beka Walker.
Respirei fundo. Peguei o livro de mitologia.
Ler aquilo era uma tortura para os meus olhos deslexos mas tinha que fazer um esforço extra para aprender ou pelomenos decora eu não queria sair de Azumy dexando a Sra.Kympliton a chando que eu não me es focei e que eu era uma fracaçada .
Eu estava andando pelo o corredor eresouvir voutar para o meu carto quendo eu passei puruma porta quando ouvi vozes dentro da sala.. A sra. Kymplintom tinha feito uma pergunta. Uma voz que, sem sombra de dúvida, era a de Golde
disse: "...preocupado, senhora."
Eu gelei.
Normalmente não sou enxerida , mas desafio alguém a não tentar ouvir quando seu
melhor amigo está falando sobre você com um adulto.
me aprocimei um pouquinho mais perto.
– ...sozinha nesse verão — Golde estava dizendo. – Quer dizer, uma benevolente na
escola! Agora que sabemos com certeza, e eles também sabem...
– Só vamos piorar as coisas se o apressarmos — disse A sra. Kyplintom. — Precisamos que a
menina amadureça mais.
– Mas ela pode não ter tempo. O prazo final do solstício de verão...
Terá de ser resolvido sem ela, Golde. Deixe-a desfrutar sua ignorância enquanto ainda pode.
Senhora, ela a viu...
Imaginação dela- insistiu a sra. Kymplintom. — A Névoa sobre os alunos e a equipe será suficiente para convencê-la disso.
Agora sim isso me asustou realmente algobizarro estava acontesendo e eu presizava saber o que mas sabia que o Golde não iria mecontar eu já estava ficando louca de tanto pensar o que eles estavam me escondendo eu continuei ouvindo Agora vamos apenas nos preocupar em manter Beka viva até o próximo
outono...
viva...como assim viva eu estava emperigo realmente algem ou alguma cisa tentou me matar eu jatavatendo um fanikito entrando em noi total
O livro de mitologia caiu da minha mão e bateu no chão com um ruído surdo. a sra. Kymplintom silenciou.
Com o coração disparado, peguei o livro e voltei pelo corredor.
quando chegei no meu carto entre para debaixo do corbertor e me escondilar e ouvir alguém bater naporta era Goldr eu desse entre ele entou pudiver como ele parecia exausto.
Golde deitou na cama, estudando as anotações para a prova de latim como se
tivesse estado lá a noite inteira.
– Ei! — disse ele, com olhar de sono. — Vai estar preparada para a prova?
Não respondi.
– Está com uma cara horrível. – Ele franziu a testa. – Tudo bem?
– Só estou cansada. e comecei a me preparar para dormir.
Não entendi o que tinha ouvido lá embaixo. Queria acreditar que havia imaginado aquilo tudo. Mas uma coisa estava clara: Golde e a sra. Kymplintom estavam falando de mim pelas
costas. Achavam que eu corria algum tipo de perigo.
na tarde siginte quando eu acabei de fazer aprova de latim de Quatro horas depura tortura só de emaginar os deversos nomes erados que eu escrevir Grego,Romano etc.. a Sra.Kymplintom me chamou eu fiquei preocupada de que ela soubesse que eu tinha sescomfiado da minha bisbilhotice-
Beka- disse ela. — Não fique desanimada por deixar Azumy. É... é para o seu bem.
Seu tom era caomo mas aspalavras ainda medeixava xatiada
Eu murmurei:
Está bem, senhora.
– Quer dizer... — asra. Kymplintom andou com a cadeira para trás e para frente, como se não
tivesse certeza do que falar. — Este não é o lugar certo para você. Era apenas uma
questão de tempo.
Meus olhos ardiam.
Ali estava a professora quem mas me entendia , na frente da classe, me dizendo que eu não era capaz.
Depois de falar o ano todo que acreditava em mim, agora me dizia que eu estava
destinada a ser expulsa.
– Certo — disse eu, tremendo.
– Não, não — disse a sra. Kymplintom . — Ah, que droga. O que eu estava tentando dizer... é que
você não é normal, Beka . Não é nada ser...
Obrigado — soltei. — Muito obrigado, senhora, por me lembrar.
Beka...
Mas eu já estava dando um fora da li.
corre pra longe da sala chegando no meu carto enfiei minhas roupas na mala.
O corredor os alunos estavam si despedino a única pessoa que seria de ficio de me despedir era o Golde , mas do jeito como as coisas aconteceram, eu nem precisei. Ele havia comprado uma passagem para
Manhattan no mesmo onibus Greyhound que eu, então lá estávamos nós, juntos outra
vez, indo para a cidade.
Durante toda a viagem de ônibus, Golde olhava nervoso para o corredor, observando
os outros passageiros. Ocorreu-me que ele sempre agia de modo nervoso e inquieto
quando saíamos de Azumy, como se esperasse que algo ruim fosse acontecer. Antes, eu
achava que ele tinha medo de que o provocassem. Mas não havia ninguém para fazer
isso no Greyhound
Finalmente, não pude mais aguentar.
– Procurando Benevolentes?
Golde quase pulou do assento.
O que... o que você quer dizer?
HA-ARA, Então é verdade mesmo o que eu ouvir você e
a Sra. Kymplintom estavam falando na quela noite
O olho de Golde estremeceu.
Quanto você ouviu?
– Ah... não muito. O que é o prazo final do solstício de verão?
Ele se esquivou.
Olhe Beka ... Eu só estava preocupado com você, entende? Quer dizer, tendo alucinações com professoras de matemática demoníacas...
Golde...
– Golde, você mente muito mal mesmo.
As orelhas dele ficaram cor-de-rosa.
Do bolso da camisa, ele pescou um cartão de visitas encardido.
– Pegue isto, certo? Para o caso de você precisar de mim este verão.
O cartão tinha uma escrita floreada, que era um terror para os meus olhos disléxicos,
mas por fim consegui identificar coisa como:
Golde Undeood
Guardião
Colina meio Sangue
Long Island, Nova York
(800) 009 -0009
O que é Colina Meio...
Não fale alto! — ganiu. — É meu, ah... endereço de verão.
Meu coração desabou. Golde tinha uma casa de veraneio. Eu nunca imaginara que a
família dele poderia ser tão rica quanto as dos outros em Azumy.
– Certo — falei, mal-humorada. — Tá, se eu quiser uma visita à sua mansão.
Ele assentiu.
– Ou... ou se você precisar de mim.
– Por que iria precisar de você?
Saiu mais rude do que eu pretendia.
Golde ficou com a cara toda vermelha.
Beka veja bem a verdade é que eu... eu tenho, de certo modo, que proteger você.
Você me proteger fala cerio não da para acredita no que ele estava falando o ano enteiro eu entre enquebra pau só para defende-lo ele só pode tar delirando
dolado de fora do onibus eu pudi ver quatro senhora com uma lã de custura e sentir um arepio cmo se alguma coisa ruim fose acontecer
– Beka, o que você viu lá atrás, na banca de frutas?
– Você quer dizer, aquelas velhas? O que há com elas, cara? Elas não são com... a sra.
Lesme, são?
A expressão dele era difícil de interpretar, mas tive a sensação de que as velhas da
banca de frutas eram algo muito, muito pior do que a sra. Lesme. Golde disse:
–Só me diga o que você viu.
– A do meio pegou uma tesoura e cortou o fio.
Ele fechou os olhos e fez um gesto com os dedos parecido com o sinal-da-cruz, mas não
era isso. Era outra coisa, algo um tanto... mais antigo.
Ele disse:
– Você a viu cortar o fio?
–Sim. E daí? — Mas mesmo enquanto dizia isso, já sabia que era algo importante.
– Isso não está acontecendo — murmurou Golde. Ele começou a morder o dedão. — Não
quero que seja como na última vez.
Que última vez?
– Deixe que eu vá com você da estação do ônibus até sua casa. Prometa.
Aquele me pareceu um pedido estranho, mas prometi.
– É uma superstição ou coisa assim? – perguntei.
Nenhuma resposta.
– Golde... aquele corte no fio. Significa que alguém vai morrer?
Ele olhou para mim com tristeza, como se já estivesse escolhendo o tipo de flores que
eu gostaria de ter em meu caixão.
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