Toadstool Blood
1 Yoshi's Island
Notas iniciais
Capítulo 1 Yoshi’s island
Eu acordei ao som de bethoven, eu adoro bethoven. Hoje era segunda, levantei-me enquanto meu despertador tocava a nona sinfonia ou sei lá qual. Esfreguei os olhos mas não desliguei o aparelho, a música estava me acalmando e me preparando psicologicamente para um dia de tortura psicológica.
Tomei banho e preparei um café a base de cogumelos simples e preparei um sanduiche de cheep cheep para levar para o almoço. Eu trabalhava na Ramdom block S/A, uma fábrica de blocos de interrogação. Recebia um salario mínimo de 100 moedas por mês e comprava apenas o básico com ele, haviam vários trabalhadores na fábrica: Toads, Koopas, Goombas, shy guys, bob-ombs, cheep-cheeps, lakitus, wigglers, paratropas, paragoombas, spike-goombas, spike-paragoombas, goombas com botinhas, paragoombas que lançam aqueles bichinhoas pequenos e goombas. Haviam também miis, zoras e boos, e a raça que se julga dominante, os humanos. Todos esses eram moradores do nosso mundo, mas só quem trabalhava mesmo na fábrica eram os Toads koopas e goombas (incluindo suas subdivisões). Eu, Todd, era um dos toads, e estava quase chegando no trabalho. Peguei o ônibus, que era bastante precário. Dentro dele uma senhora toad bordava calmamente um sweter, um koopa dormia.
Quase dormi em pé, pois não gostava de me sentar no ônibus. Quando derrepente ouvi:
“Chegou chegando passa tudo seus bando de vagabundo disse um assaltante” levei minhas mãos a cabeça e segurei firme minha mala com o almoço e o pouco dinheiro que eu tinha.
“Por favor não me roube senhor assaltante” eu disse. “Só tenho meu almoço e o dinheiro da passagem de volta!” eu disse
“Acha que eu to brincando muleque?” disse o assaltante apontando o revolver para a velhinha do bordado.
“Não mate essa senhora por favor!” eu disse
“Então passa a bolsa” disse o assaltante
“Tá” eu disse
O assaltante abriu a bolsa e irritado com o que acho dentro ele gritou,
“Que inútil!” e com ira ele arremessou a bolsa na senhora que desmaiou rapidamente. Ele levantou a arma (que era uma fire flower pois não existem armas de fogo no reino dos cogumelos, tá?) Atirou pra cima derretendo o teto do ônibus e saiu voando (Ele era um paratroopa uma tartaruga bípede com asas), mas antes ele pegou a bolsa de volta, só pra fazer o mau. A lava incandescente escorreu e atingiu algumas pessoas dentro do ônibus, vários tentaram fugir, um toad generoso tentou tirar a velhinha inconciente, eu ajudei. Mas a lava incandecente pingou em sua cabeça e derreteu a parte correspondente ao píleo.
“Eu estou morrendo! Eu estou morrendo!”
Enquanto a lava escorria por sua face deformando-a, eu podia apenas assistir a cena com horror. Suas bochechas ficavam flácidas e foi possível começar a ver o crânio. Não queria continuar assistindo aquilo. Virei o rosto e voltei a puxar a senhora toad.
Percebi que havia outro assaltante, que havia rendido o motorista ele passou correndo e nos empurrou,
“Eu estou me derretendo em uma poça de amor” Disse o toad com o rosto em fusão.
Fiquei com aquela frase na cabeça, ao me levantar percebi que estava quase saindo do ônibus, mas alguns passageiros pisaram sobre mim e a senhora, levantei-a com cuidado e pisei acidentalmente no cadáver de um ouro toad. Pensei na frase do jovem toad corajoso que sacrificou sua vida. Talvez o mundo seria melhor se ao invés de nos derretessemos em possas de sangue e lava nos derretêssemos em possas de amor, como o jovem toad. Descanse em paz. LUTO.
Percebi que haviam lágrimas nos meus olhos, percebi que minha pele ardia em brasa, percebi que havíamos saído do ônibus... exausto, me joguei na calçada e me virei a tempo de ver o ônibus explodir em chamas. O pânico me invadiu, mas eu havia salvado uma vida. Não. As chamas da explosão atingiram a senhora toad, e ela morreu, antes mesmo de acordar do desmaio. Me ajoelhei levantei as mãos para o alto e começei a chorar...
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