Notas iniciais
Eu queria agradecer a todos aqueles que leram o primeiro capítulo, vocês são muito importantes pra mim!

Capítulo 2: Donut plains

Que a possamos nos tornart em poças de amor, puro, verdadeiro e sincero. Faça do amor a única coisa digna das nossas lágrimas, o amor fraterno, o amor comunitário, o amor de quem se arrisca para garantir a outra pessoa mais alguns minutos de vida;

Bombeiros estavam usando bloopers e F.L.U.D.D. para apagar o incêndio, mas o esforço parecia em vão. Eu ainda estava chocado. No meio de policiais, repórteres e bombeiros vi alguém, a única pessoa que eu desejava não ver. Waluigi, o meu chefe.

“Waluigi time!” disse ele, ele era estrangeiro, falava com um estranho dialeto.

“Se-senhor waluigi, me perdoe”

“yahoo, whawhawhawhawha”

“Não senhor!” Implorei por clemência “Estou traumatizado, você precisa me dispensar do serviço hoje!”

“Here’we go!” disse Waluigi de maneira cínica.

“não! não! não!” eu chorei.

Ele me agarrou a força, e me arrastou pelo asfalto, meu píleo se arrastava no chão duro ralando levemente, minha cabeça começou a sangrar, ele me colocou dentro de seu kart e dirigiu até a fábrica enquanto cantarolava a destruction dance.

Chegando na fábrica fui levado ao meu ponto de serviço sem nenhuma assistência médica. Meu colega, Toadêncio, estava em seu posto habitual. O trabalho era simples e repetitivo, usávamos apenas alguns equipamentos para lacrar os blocos de interrogação com alguns itens aleatórios dentro, os blocos eram então despachados para o castelo da princesa Peach, a soberana, onde seriam usados em suas festinhas particulares para divertir os convidados com surpresas fúteis. O equipamento que usávamos para lacrar era pergioso, era uma espécie de twomp oco que caia e subia em um tempo sincronizado, tínhamos que organizar o bloco antes do twomp cair, se o lacre ficasse imperfeito, o preço do bloco era descontado de nosso salário, e ainda corríamos o risco de perder nossas mãos caso não fossem retiradas no tempo certo.

“E aí Todd” disse Toadêncio “Como você está?”

“Não vou muito bem” Eu disse. “vou péssimo na verdade.”

“O que houve cara? disse Toadêncio enquanto seu twomp lacrava um bloco”

“Eu fui assaltado, sobrevivi a um ônibus em chamas e vi pessoas morrerem.”

“Caraca velho! Que coisa mais horrível!”

Não falei mais nada durante todo o meu tempo de serviço, eu queria apenas ir pra casa ser tratado por um bom médico e talvez por um psicólogo. Mal sabia eu que as desgraças estavam aumentando em minha vida. Na hora do almoço lembrei que meu lanche havia sido roubado, mas eu estava sem fome de qualquer maneira. Gooberila, uma colega, me deu um pouco de seu cogumelo verde, que ajudou a regenerar bastante os meus ferimentos, mesmo aquele sendo seu único almoço.

Após o tempo do intervalo voltamos ao serviço. Waluigi e seu capanga, Tatanga, nos inspecionavam com muita rigidez, então uma tragédia aconteceu. Toadêncio não tirou a mão no tempo certo, seu pulso foi decepado com a descida violenta do twomp, todos na fábrica ficaram horrorizados com o terrível acontecimento. Todos menos Waluigi.

“Waluigi time!” disse ele enquanto o toad agonizava

“Ah eu estou morrendo! Eu estou morrendo!” disse o cogumelo com o sangue jorrando de seus braços.

“WA... LU... I... GI... FUCKING TIME!” Gritou o dono da fábrica, e todos ficaram horrorizados, pois entenderam um segundo sentido, mas no dialeto de waluigi aquilo significava algo ainda mais horripilante do que a hora de sexo do patrão, com aquelas palavras Waluigi quis dizer: “Você fudeu o meu twomp filho da puta, você vai pagar uma puta indenização seu caralhinho de merda, espero que morra de hemorragia putinha desvalida, vadia leviana, cirigaita, vaca ordinária, mesmo que morra sua família vai ter que pagar a indenização, corno imbecil, VIADOOOOO!”

Felizmente Toadêncio entendeu o primeiro sentido que vem a cabeça. Eu intervi entre os dois e disse corajosamente:

“Por favor seu Waluigi, não dei xe meu amigo morrer!” snif snif “ já presenciei muitas mortes por hoje, não quero que meu melhor amigo morra!”

“WALUIGI!” gritou o impiedoso patrão.

Enquanto o sangue de Toadêncio encharcava minhas pernas, eu via Waluigi rir desdenhosamente de nós. Ver como eu pude ter um dia tão decadente como aquele me dava vontade de cortar os pulsos. Mas Waluigi não poderia rir por último Peguei Toadêncio e comecei a correr em direção à saída da fábrica.

“Proletas unídos, vamos derrubar esse regime estúpido e autoritário, vamos slavar o toadêncio!”

Todos gritaram em concordância. Pela primeira vez, Waluigi demostrou terror.

“Sacrificaremos o nosso suor!”

“Sim!” gritaram todos.

“O NOSSO SANGUE!”

“Sim!” Gritaram todos.

“NOSSAS VIDAS!”

“Sim” gritaram todos.

“NOSSOS SALÁRIOS!”

Ninguém respondeu. Waluigi voltou a rir! Eu havia perdido toda a moral

“Mas não o nosso... orgulho... Êêê...” disse eu já sem entusiasmo...

Os guardas de Waluigi haviam bloqueado a saída enquanteu fazia meu discurso entusiástico, percebi o corpo de Toadêncio amolecer, e pouco tempo depois vi meu amigo morrendo.

“T...Todd” essas foram suas ultimas palavras “Das minhas mãos jorram orgulho, meu sangue é a força de nossa classe... Me transforme em um mártir, Todd, e se vire pra pagar a minha indenização, ou minhas filhas vão ter que se prostituir.” Toadêncio morreu, sua voz amigável e descontraída nunca mais daria cor aquelas fábricas cinzentas, enquanto isso, a depressão começou a estrangular o meu peito, tão expontânea como quanto um bob-omb se alista para um ataque suicida em missões terroristas comandadas pelo rei Bowser.

“Toadêncio? Fala comigo por favor...”

A sombra de Waluigi projetou-se sobre mim, seu sorriso era mais psicótico que o de um chain chomp.

“Next level games, woohoo!” disse ele e eu sabia que havia sido condenado não apenas a suportar mortes e traumas físicos, como ainda teria que pagar a conta de meu amigo para não permitir que suas filhas tivessem de trocar a dignidade por trocados.

Notas finais
Acho que esse está ainda melhor do que o outro!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.