Notas iniciais
Hellow amores!
Aqui um capítulo novo pra vocês, espero que gostem!

GO GO GO GO GO

Consegui editar o texto, amores!!! Agora os links estão ok! :D

Música do capítulo: http://www.youtube.com/watch?v=Vhq0RbjzzNo

Nos dias que se passaram Sherlock descobriu pelo tipo de papel do cartão enviado à Emma e a caneta com que foi escrito, onde ele era comercializado. O cartão fora escrito com uma caneta simples e apesar de ser um papel requintado, diferente da carta anterior, enviada em um papel amarelado pelo tempo, qualquer pessoa poderia adquirir em uma loja de esquina. Lestrade entregou-lhe a lista de todas as pessoas que compraram o papel e a caneta fazendo uso de cartão de crédito mas ninguém chamou-lhe a atenção, obviamente os materiais foram comprados em dinheiro vivo e mais uma vez a pista esfriara. Estava perdendo a paciência, esperava desvendar o caso rapidamente quando foi confrontado pela primeira vez, no dia em que Emma procurou-o no 221B mas tudo mostrara-se incrivelmente bem planejado, sem falhas, um plano bem orquestrado, porém quanto mais confiante a pessoa ficasse, mais perto estaria de cometer um erro e seria aí onde Sherlock pegaria-o.

Estava sentado em sua poltrona com as mãos unidas apoiadas no queixo, permanecia em silêncio e na mesma posição a pelo menos quatro horas, envolto com os detalhes de um caso novo em que estava trabalhando, John estava deitado no sofá falando ao telefone com Vivian. Depois da festa de aniversário de Emma em que viu-a conversando com Alec e percebeu que a perderia se não tomasse alguma atitude, se não para ele, para qualquer outro que fosse esperto o suficiente para ver a mulher incrível que ela era; oficializara sua relação com ela e estavam namorando a quase um mês. Falavam coisas meigas um para o outro, como gostariam de estar juntos, – Impossibilidade devido a uma viagem que Vivian precisou fazer. – como sentiam saudade um do outro e algumas que faziam Vivian corar.


— Onde você está?
— No flat. Não o meu, o de Sherlock.
— E você tem certeza de que ele não está ouvindo?
— Ele está mudo e sem se mover a mais de três horas, nada para se preocupar, amor. – John falou zapeando a TV, parando em um dos programas que Mrs. Hudson costumava assistir, Emma era o motivo dele não mais pressionar a tecla do controle remoto para mudar de canal. – OH.
— O que foi?
— É que... – Olhou para Sherlock, ele não mudara a expressão nem movera-se, John voltou os olhos para a tela. – Estão falando sobre a Emma na TV.
— Qual canal? – Vivian perguntou ao telefone já agarrando o controle remoto da TV do hotel em que estava hospedada e ligou-a, mudando o canal para o que John havia dito.

Ao ouvir o nome de Emma, Sherlock foi tragado de volta para a sala do 221B, a milhas de distância de seu mind palace. Piscou, levou seu olhar até a TV e apurou os ouvidos. Falavam sobre a vida social de Emma, agora que estava solteira novamente, comparecia a mais eventos do que antes enquanto namorava Matthew. Mostravam imagens de um baile que ela havia comparecido poucos dias antes em um hotel que Sherlock não prestou atenção no nome e tão pouco no nome do anfitrião, só sabia que era alguém com o título de Conde.
Emma usava um vestido preto rendado e de um ombro só, da metade de suas coxas até a barra o material era um tule bordado que deixava a mostra as pernas dela. O vestido era justo e acentuava suas curvas. Usava uma trança lateral que deixava seu colo livre para ser olhado. Sherlock começou a sentir que algo acontecia em seu baixo-ventre enquanto observava o modo como ela andava e o tanto que o vestido era colado ao corpo. Viu um moreno ao lado dela tocar-lhe a cintura rapidamente e depois tirar a mão rapidamente para fazê-la apertar o passo, era seu primo Alec.

Mas o foco da pauta era o evento do dia anterior que ela havia comparecido, falavam do sapato vermelho que usara, do coque lateral em seus cabelos e do vestido igualmente da cor vermelha, como os sapatos. Desta vez não eram as pernas em evidencia, era o decote em um V profundo que saltava-lhe aos olhos. A parte superior do vestido era bordada e colada ao corpo até a cintura, soltando no restante do comprimento e não mais marcando o corpo dela mas Sherlock tinha os olhos fixos no decote enquanto ela tocava o colar que usava, uma fileira de orquídeas combinando com a pulseira que usava, presente dele e os brincos discretos, não pôde conter um sorriso de canto de boca. O cabelo preso deixava o colo dela em completa evidencia e Sherlock começou a sentir que começara a latejar e já doía um pouco.

Até que o homem que dançara com ela em seu aniversário apareceu ao seu lado e segurou-a pela cintura, não rapidamente como seu primo no evento anterior, demoradamente e até um pouco possessivamente. Sorrindo e posando para fotos, falando baixo em seu ouvido, próximo demais, tocando-a demais e fazendo-a rir enquanto a mantinha próxima ao corpo dele.
No programa falavam que ela e Navarro já haviam namorado alguns anos atrás e que alguém havia confidenciado com exclusividade que eles haviam reatado.
Sherlock sentiu suas narinas inflarem ao puxar o ar com força e levantou-se rapidamente, fazendo John saltar no sofá de susto e foi até o quarto. Deitou-se na cama tentando concentrar-se para voltar ao seu mind palace mas seu membro o incomodava dentro das calças.

E assim continuaram as provocações de Emma, como no dia do aniversário de John em que todos foram jantar no restaurante Gordon Ramsay. Ela chegou usando um trench coat preto todo fechado, carregando uma sacola preta escrito Alexander McQueen em letras brancas, com o presente de John.

— Boa noite a todos. Feliz aniversário, John! – Emma falou entregando-o a sacola e abraçando-o, em seguida fazendo o mesmo com Vivian que levantara para cumprimenta-la.
— Não precisava trazer nada. – John falou enquanto tirava seu presente da sacola, um suéter. – Que bonito! Obrigada, Emma.
— Eu não sabia o que comprar. – Emma falou sorrindo. – Como sei que você gosta de suéteres, achei que fosse um presente sem erro.

John sorriu olhando para o que vestia, entre a camisa e o terno estava um suéter cinza, guardou o presente de volta na sacola e colocou-o a seu lado.
Emma ainda de pé começou a abrir os botões do trench coat enquanto um dos funcionários vinha busca-lo, revelando o vestido de tule rendado e de forro nude que usava. Tudo o que Sherlock via era o decote transparente, encarou-o desde que fora revelado, enquanto Emma entregava o casaco e no movimento que ela fazia sentando-se, inclinando o corpo para a frente ligeiramente.

— É lindo, não é mesmo Sherlock? – Mrs. Hudson perguntou.
— Oqupreu. – Falou atrapalhando-se enquanto levantava os olhos. – O quê?
— O presente, Sherlock.
— Claro. Sim. – Respondeu finalmente, olhando para Emma sentada exatamente a sua frente. Mexeu-se na cadeira inquieto.

O jantar foi servido e ele estava comendo por imposição de Mrs. Hudson, ele não sentia fome e não pretendia atrasar seu raciocínio com uma digestão. Ao cortar o conteúdo do prato de entrada sentiu algo roçando em sua perna indo na direção da sua coxa. Ele levantou os olhos para encara-la e ela sorriu para ele, levando as mãos até o colo, pensou que ela estaria tocando seu guardanapo mas ao ouvir o alerta de sms do seu iPhone percebeu que estivera digitando. Pegou seu celular e leu a mensagem.

Eu poderia estar embaixo desta mesa, não poderia?
EW


Ele olhou para Emma enquanto franzia o cenho e via-a inclinar o corpo para frente e puxar mais a cadeira, depois voltando a comer. Sherlock guardou o iPhone e voltou sua atenção para o prato, tentando não pensar no que ela faria se estivesse embaixo da mesa. Novamente sentiu o pé dela roçando em sua perna, agora mais perto, sem o sapato e subir até sua coxa, fechou os olhos e apertou os talheres em suas mãos. Ela não se deteve e continuou a subida até parar com o pé sobre o pênis dele, Sherlock deu um pequeno pulo reprimido e inclinou o corpo para a frente, soltando os talheres e agarrando a mesa.

— Algum problema com o seu prato, Sherlock? – Emma perguntou.
— Er... não, nenhum. – Respondeu depois de coçar a garganta lançando-lhe um olhar fulminante enquanto ela se divertia esfregando os dedos no volume que crescia nas calças dele. Ele voltou a fechar os olhos com força, depois pegando o iPhone novamente e digitando para ela.

Stop it.
SH

Please.
SH

Ela pegou seu celular e leu as mensagens, lambendo os lábios e em seguida sorrindo para o aparelho, digitando rapidamente.


Já que foi tão educado. Faça algo por mim em troca. Deduza o que eu poderia fazer se estivesse embaixo da mesa.
EW


Ele sentiu Emma tirar o pé dele lentamente, arrumando-se na cadeira e ouviu o alerta de mensagens mais uma vez. Leu a mensagem e apertou o iPhone em sua mão, olhando para ela enquanto erguia a taça de vinho como se brindasse com ele. Sherlock guardou o celular no bolso interno no terno, pediu licença e levantou-se indo na direção do banheiro, após quinze minutos voltou.


–----

Tomava um banho demorado após retornar para o flat tendo desvendado mais um caso, sentia a água quente em seus cabelos, inclinou a cabeça para a frente e sentiu-a água bater diretamente em sua nuca, descendo pelas costas fazendo a pele alva ficar avermelhada devido a temperatura. Estava ainda sob o chuveiro pela sensação que a água escorrendo por seu corpo proporcionava, já havia lavado-se completamente. Desligou o chuveiro e enxugou todo o corpo, pegou a toalha e começou a secar seus cabelos com ela saindo descalço do banheiro e indo buscar uma cueca na cômoda do lado oposto do quarto. Vestiu uma boxer preta e voltou a esfregar a toalha nos cabelos quando ouviu a porta abrir e virou-se para ver quem entrara.


Emma entrou vestindo um casaco estilo Napoleão preto e o sapato que ganhara da mãe dele, fechando a porta atrás de si e dando alguns passos para ficar mais próxima dele. Sherlock paralisou os movimentos que fazia com as mãos e encarava-a.

— Boa noite, Mr. Holmes.
— Boa noite. Quer falar comigo? Vou apenas me vestir, me dê um minuto.
— Não se incomode. – Emma falou fazendo-o erguer a sobrancelha enquanto via-a andar até ele.

Aproximou-se tocando-lhe o peito e grudando seus lábios nos dele. Sherlock permaneceu parado e ela encostou-se mais a ele erguendo a mão e tirando a toalha da cabeça dele junto com sua mão. Ele permanecia segurando a toalha enquanto ela apertava a cintura dele com uma das mãos e a outra subia por seu pescoço em direção da nuca. Finalmente moveu-se e envolveu a cintura dela com uma das mãos apertando-a contra si. Emma pegou-o pelos braços e foi guiando-o de costas até sentir que a cama estava encostada em suas panturrilhas e empurrou-o para que caísse sentado na cama, ainda segurando a toalha. Abriu os botões do casaco lentamente enquanto dançava para ele, via-o umedecer os lábios e sorria. Deixou o casaco cair lentamente no chão e continuava a dançar para ele. Usava um cardigã preto preso por um cinto fino por baixo do casaco e uma saia preta justa e curta. Soltou o cinto lentamente, colocou-o no pescoço dele e puxou-o para si, beijando-o rapidamente para em seguida largar o cinto sobre os ombros dele e virar-se para ficar de costas para ele e tirar o cardigã. Deixou que deslizasse devagar por seus ombros e braços revelando as costas de um espartilho verde que usava e virou-se para ele sem deixar de dançar, o queixo de Sherlock caiu enquanto ela abria o zíper da saia e o fazia jazer no chão, aos seus pés. Empurrou-o com o indicador, fazendo-o deitar na cama e mandou-o subir o corpo até a cabeceira da cama de casal dele, que obedeceu prontamente. Colocou os joelhos na cama, tendo ele entre as coxas e foi andando até sentar-se na barriga dele, puxando seus braços para cima e atando os pulsos à cabeceira com o cinto enquanto tinha os seios a poucos centímetros de seu rosto. Olhou para ele e viu-o com os olhos fixos no decote.

— Pode dar um beijinho neles, eu deixo. – Falou passando os dedos pelos cabelos úmidos de Sherlock e ele encostou os lábios em seus seios. Mal sentira-os e já tirara o decote do alcance da boca dele. Beijou-o com vontade, descendo o quadril até sentar sobre o volume que havia dentro da sua cueca. Beijou-lhe o pescoço e desceu até o peito dele, continuando até contornar seu umbigo com a ponta da língua, sentia Sherlock inquieto sob ela mas nada dizia.


— Você tem sido mau comigo. Está na hora de provar do seu veneno. – Emma falou e jogou a toalha no rosto dele, tapando completamente sua visão.
— Emma o que você vai fazer?
— Shhh! Cala a boca. – Sussurrou.

Rebolou sobre ele devagar fazendo-o grunhir e continuou o caminho que fazia antes, pegou o elástico da cueca boxer dele e puxou-o delicadamente revelando a ponta rosada de seu pênis. Ainda segurando o elástico, aproximou a cabeça e encostou a testa na barriga dele, colando os lábios nele, fazendo Sherlock tremer.
Sorriu com ele colado em seus lábios e beijou-o algumas vezes, depois passando a língua devagar, torturando-o. Por fim abriu a boca e colocou a ponta dele para dentro, movia a língua ao redor de toda ela enquanto Sherlock se debatia e mordia os lábios para não gemer alto.
Colocou mais um pouco dele dentro da boca e começou a sugar devagar fazendo-o gritar o nome dela. Forçou a língua no buraquinho da ponta do pênis dele e sentiu-o bater as pernas na cama e puxar os braços, forçando o cinto. Parou e saiu de cima de Sherlock, voltando para onde estavam suas roupas, vestiu a saia rapidamente e colocou o cardigã.

— Emma, o que você está fazendo?
— Nada, só espera um pouquinho. – Respondeu e saiu do quarto ainda abotoando o cardigã.
— Emma! – Sherlock gritou por ela.

Estava rindo, quase alcançando a porta enquanto vestia o casaco quando ouviu passos apressados atrás de si, continuou e agarrou a maçaneta girando-a e abrindo a porta.
Sherlock empurrou a porta com força fechando-a, agarrou Emma pelo braço e girou-a rapidamente.

— O que você pensa que está fazendo?
— Indo embora. Já acabei o que vim fazer. – Emma respondeu puxando o braço dela do aperto da mão dele.
— Você vai aprender a não me desafiar. – Falou e abaixou-se para pega-la pelas coxas e joga-la por cima de seu ombro direito. – Ninguém me desafia, Emma! Ninguém!
— Me põe no chão! – Emma gritava e gargalhava ao mesmo tempo enquanto batia as pernas e os pulsos nas costas dele.

Sherlock levou-a até o quarto debatendo-se em seu ombro. Bateu a porta e colocou-a no chão presa pelo quadril dele, encostada a ela. Arrancou seu casaco enquanto a beijava com força, depois beijando o pescoço dela e descendo as mãos até o primeiro botão do cardigã que usava. Abriu o primeiro mas não teve paciência com os demais, agarrou o tecido e puxou-o em lados opostos, fazendo os botões saltarem.

— Sherlock!
— Cala a boca, Emma. – Falou virando-a para ficar de costas para ele, encarando a porta e o casaco pendurado nela. Puxou os cabelos dela para o lado e mordia-lhe os ombros enquanto tateava até o bolso do casaco pendurado em busca do canivete que estava no bolso dele. Achou-o e abriu-o com uma das mãos, afastando-se dela e passando a lâmina pela fita entrelaçada que prendia o espartilho. Estava bastante afiada e cortava a fita com facilidade, a ponta dela tocava a pele de Emma e fazia uma linha vermelha aparecer em sua pele mas sem fazê-la sangrar.
— Porra Sherlock! – Emma gritou gargalhando.
— Você não pode esconder eles de mim. – Falou largando o canivete no chão e jogando o espartilho sobre algo que fez barulho ao cair. Agarrou seus seios e voltou a morder as costas dela.

Emma pôs-se a esfregar-se nele por alguns instantes.
Sherlock largou os seios dela e desceu as mãos até alcançar a saia e puxa-la para cima, agora só o que havia entre eles era o tecido fino da calcinha dela e o da cueca dele. Abriu as pernas dela, agarrou o tecido molhado entre as pernas e puxou-o para o lado.
Libertou seu pênis extremamente rígido da prisão que era aquela cueca boxer preta, puxou Emma pelo quadril para afasta-lo da porta e flexionou os joelhos para penetra-la. O fez devagar, deslizando para dentro dela com facilidade graças a toda lubrificação que ela exibia.

Espalmou as mãos na porta, preparando-se para o que viria depois daquilo e sentiu-o deslizar para dentro e para fora fazendo-a gemer. A força que ele fazia para manter a calcinha dela puxada para o lado já começava a deixar marcas na lateral de seu quadril, empregou a mesma força na maneira como a penetrava, não demorou muito até o tecido fino de que era feito sua lingerie não aguentar e rasgar-se.
Aproveitando-se disso, Sherlock agarrou o quadril dela com as duas mãos e acelerou os movimentos fazendo-a gemer e gritar por ele.

— Achei alguma coisa aqui? – Perguntou lambendo o pescoço dela, sentindo-a tremer sob seu toque e estocou mais duas vezes. – Não, não. Ainda não.

Saiu de dentro dela mesmo com seus protestos e guiou-a até a cama, jogando-a de barriga para baixo sobre ela. Puxou o resto de calcinha que ainda estava preso a perna dela e debruçou-se sobre Emma, puxando-a pelos cabelos enquanto ela ria. Beijou todo o seu corpo demoradamente, depois virou-a para estar deitada de barriga para cima na cama e concentrou-se nos seios dela, pondo-os na boca, mordendo-os devagar, agarrando-os e esfregando o nariz entre eles para sentir seu cheiro.
Emma segurava sua cabeça rindo baixo e contorcendo-se sob ele.

Soltou-os relutantemente e desceu beijando a barriga dela e continuando rumo ao sul. Sentiu o corpo dela paralisando a cada centímetro que descia e abriu suas pernas devagar. Olhou para ela, Emma estava com a cabeça erguida e a boca entreaberta, surpresa com o que ele estava fazendo.
Sherlock colou os lábios nela e pôs-se a beija-la, Emma deixou a cabeça cair na cama pesadamente, mordendo o lábio com força.

Começou então a passar a língua pelo clitóris dela bem devagar, exatamente como Emma sonhara todos os dias. Fazia movimentos circulares com a língua fazendo-a estremecer e parar de morder o lábio para poder gemer livremente.
Penetrou-a com um de seus dedos longos e sentiu-a agarrar a mão livre dele que estava apertando a coxa dela.

— Sher... Sher... Sherlo... – Emma soluçava o nome dele sem completa-lo, erguendo um pouco o tronco, tremendo por completo. Ele acelerou os movimentos que fazia com a língua e o entra e sai de seu dedo, já começava a sentir ela apertando-o, arqueando o corpo, empurrando a cabeça com força no colchão. Lambeu-a com força mais uma vez e parou, tirando o dedo de dentro dela e ficando inclinado sobre ela. – SHERLOCK! – Emma gritou fazendo-o sorrir e começou a puxa-lo para si, a bater no peito dele com os punhos fechados, sentada na cama. – Quantos anos você tem? Nove? – Deu um tapa no rosto dele, Sherlock riu e puxou-a pela cintura para o meio da cama. Deitou-a novamente enquanto ela esmurrava-o, pegou seu pênis e esfregou-o da base à ponta no clitóris dela por duas vezes fazendo-a parar e penetrou-a sem aviso.

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John estava chegando de mais um plantão conturbado e cansativo, só pensava em tomar uma xícara de chá e deitar em sua cama. Não tinha apetite, comeria quando acordasse no dia seguinte.
Estava introduzindo a chave na fechadura quando ouviu a voz de uma mulher gritar o nome de Sherlock. Não fora um grito normal, fora um grito de ódio. Olhou em direção da escada e foi até ela, subiu-a de dois em dois degraus, abriu a porta do 221B e atravessou a sala vazia, procurando por quem gritara e não encontrou ninguém, continuou rumo ao quarto de Sherlock.
Girou a maçaneta e colocou a cabeça para dentro.

— Sherlo... – John não teve chance de completar o que dizia, foi recebido com um travesseiro em seu rosto arremessado com força. Tudo o que vira fora Sherlock de boxer preta entre as pernas de alguém.
— Agora não John! – Sherlock gritou.

Fechou a porta rapidamente e ouviu as gargalhadas altas da mulher e de Sherlock, depois cessando, sendo abafadas possivelmente por um beijo.
Saiu do 221B e desceu as escadas, encontrou Mrs. Hudson no final delas.

— John, ouvi um grito. Está acontecendo alguma coisa com Sherlock? – Perguntou subindo o primeiro degrau.
— Não vá lá. Não é nada. – John falou pegando-a pelos ombros e guiando-a até o 221A.

Nunca sentira-se tão constrangido em toda a sua vida. Vira Sherlock Holmes entre as pernas de uma mulher. Vira-o de cueca, com a bunda virada para cima, definitivamente aquele não fora o seu melhor dia.

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Emma prendera-o entre suas pernas e jogara o corpo de maneira a vira-lo na cama, agora estava sentada sobre ele, cavalgando com rapidez. Sherlock ergueu o corpo, abraçou-a e jogou-a de costas na cama sem sair de dentro dela. A cama tornara-se palco para uma disputa entre eles, a disputa pelo poder de saber que dominava o outro, ele queria domina-la e ela queria domina-lo na mesma proporção.

Os cabelos dela jogados na cama, sobre o lençol branco, assemelhavam-se a raízes de alguma árvore. Beijou-lhe o pescoço e os ombros, ergueu-se ficando de joelhos e puxou uma das pernas dela até que o sapato estivesse bem próximo do rosto dele, retirou-o devagar e beijou o pé dela, lambeu e mordeu-o enquanto estocava com força fazendo-a gritar. Fez o mesmo com o outro pé, depois unindo as pernas dela em um de seus ombros, empurrando seu pênis até o fundo dela. Não demorou até que ela gritasse por ele enquanto gozava arqueando o corpo e puxando os próprios cabelos.

As pernas dela tremiam, então ele abriu-as novamente e deitou-as na cama, debruçando-se sobre ela, beijando-a com fulgor. Emma pegou-o distraído ao gira-lo mais uma vez para ficar deitado com ela montada nele e pôs-se a cavalgar e rebolar com força, esfregando o pênis dele nas paredes internas da vagina dela, apertando-o.
Não foi preciso mais de cinco minutos para que ele também chegasse ao orgasmo, gemendo e rosnando o nome dela enquanto fazia bico e apertava suas coxas deixando-as com as marcas dos dedos dele.
Emma desabou sobre ele e Sherlock virou-a colocando-a de lado, de frente para ele, beijando-a ternamente enquanto saía de dentro dela.

— Você é um inferno. – Falou.
— Não sou não, você que é. – Emma falou sorrindo, já sonolenta, procurando o edredom dele e metendo-se embaixo, ficando de costas para ele.
— Está com frio? – Perguntou e ela apenas assentiu. – Meu aquecedor está com problemas. – Disse entrando embaixo do edredom e aconchegando ela no seu abraço. – Emma?
— Hum...
— O que nós temos? – Perguntou com a voz fraca, próximo ao ouvido dela.
— Friends with benefits.
— E poderia ser mais do que isso?
— O que você sugere?
— Mais.
— Tipo o quê?
— Algo tipo John e Vivian. – Sherlock respondeu.
— Namoro? Você está me pedindo pra namorar com você? – Emma abriu os olhos completamente, girando um pouco a cabeça para encara-lo.
— Estou. – Falou erguendo um pouco a cabeça.
— Hum... posso pensar?
— Pode. Me responde daqui a pouco?
— Quando eu acordar. – Falou e voltou a cabeça para a posição em que estava antes.

Emma fechou os olhos, exibia um sorriso de canto de boca, se remexeu um pouco e Sherlock puxou-a para mais perto, afundando o nariz no pescoço dela. Adormeceram rapidamente com os corpos grudados para manterem-se aquecidos.

Do outro lado da rua, no prédio diante do prédio em que ficava o 221B, no andar equivalente a ele, estava um homem usando um binóculo. Vira tudo o que acontecera no quarto de Sherlock.
Tinha a mão livre em punho, socou o vidro da janela com toda a força fazendo sua mão sangrar e lançou o binóculo até a parede, fazendo-o partir-se em dois e cair com estrondo no chão.

Notas finais
E então amores, o que acharam?
Espero que tenham gostado, não posso me estender muito.

Obrigada imensamente a todos que fizeram reviews, ainda tenho que responder alguns, mas está adiantado! :)
Obrigada de verdade pelo retorno que vocês tem me dado, isso vale muito!

Fiquem bem e façam reviews p me contar tudo o que acharam ok?
Qualquer coisa: Twitter @priscasablancas

Beijos!