Notas iniciais
Hellow amorees!!
Olha eu aqui voltando a postar no meio da semana! Sinal de que minhas provas terminaram weeee que feliz! kkk

Não vou me estender muito, espero que vocês gostem.
Leiam! GO GO GO GO!

Música do capítulo: http://www.youtube.com/watch?v=VQH8ZTgna3Q

Emma despertou lentamente, dando-se conta de que estava deitada de barriga para baixo, o rosto oculto pelos cabelos ruivos. Tinha as costas nuas, coberta apenas da cintura para baixo por um edredom grosso e pesado. Seus olhos doíam, por isso demorou a abri-los, sentiu seu corpo molhado de suor, seus cabelos úmidos estavam grudados em sua testa, aparentemente o clima mudara drasticamente de um dia para o outro.

Esticou o braço inconscientemente buscando Sherlock na cama mas ele não estava lá, apoiou-se nos braços para erguer o corpo e olhar para onde ele deveria estar deitado. Não deveria ser muito tarde, ele deveria ainda estar dormindo e não fora da cama. Fitou o lado remexido da cama, o travesseiro dele colado ao dela, não tinha certeza mas tinha a ligeira impressão de que passaram a noite inteira abraçados. Ainda conseguia sentir a respiração calma e leve de Sherlock em sua nuca, a mão em sua barriga, o pé esquerdo dele metido entre os seus.
Emma não tinha noção do quanto havia dormido, só tinha a certeza de que dormira bem e pesadamente, diferente das suas últimas noites de sono, perturbadas pelo mesmo sonho eterno.

Suas pernas estavam suadas, virou-se de lado deitada na cama para libertá-las, ainda estava completamente nua. Levantou-se devagar lutando contra a tontura que sentia todas as vezes que levantava da cama depois de dormir. Venceu a distância entre a cama e o banheiro em poucos passos, estava procurando toalhas limpas quando enxergou seu reflexo no espelho, suas maçãs do rosto estavam coradas, não pelo calor, tinha certeza, coradas por conta do sono tranquilo. O espelho era comprido mas não conseguia ver seu corpo por completo, apenas até um pouco abaixo da cintura.
Conseguiu ver uma marca arroxeada em sua pele alva mas tinha a impressão de que não acabava por ali, olhou para baixo mas pouco pode ver. Saiu do banheiro olhando ao redor em busca de algo para subir, achou um banquinho de pés no canto do quarto, próximo a poltrona e levou-o até o banheiro.

Subiu nele girando o corpo ligeiramente e conseguiu ver que a mancha estendia-se até as nádegas, girou o corpo e viu que do lado esquerdo do seu corpo havia uma marca semelhante, porém um pouco mais clara.
Era visível que aquelas marcas foram causadas pelas mãos de Sherlock, enquanto agarrava-a pelos quadris e pela cintura na noite anterior. Emma sorriu e desceu do banco, empurrando-o com o pé até o canto da parede.

— Filho da puta.

Abriu uma das portas da bancada do banheiro e encontrou onde Sherlock guardava as toalhas. O banheiro dele era bem menor que o seu, bem mais simples e seguia as cores do quarto, era verde.
Com uma banheira que ela tinha certeza, não era usada por ele, Sherlock não caberia dentro dela de maneira nenhuma. Um pequeno box com chuveiro restava ao lado da banheira, entrou nele e girou a torneira de maneira a regular a temperatura, deixando-a a mais fria que seu corpo quente conseguiria aguentar e tomou banho.
A cada coisa que usava dele pensava: “Acho que devo trazer algumas coisas para cá”. O ápice desta constatação aconteceu quando ela teve que usar a escova de dentes dele. Emma tinha certeza que se ele estivesse ali, estaria com a testa franzida olhando para ela e certamente arrancaria a escova de sua mão.

Como já imaginava, Sherlock não tinha secador de cabelo, então teve que dar um jeito com a toalha mesmo. Depois de seca e um pouco mais refrescada, percebeu que não tinha o que vestir.

— Definitivamente preciso trazer algumas coisas para cá. – Falou abrindo o armário dele procurando algo que pudesse servir. Encontrou as camisas dele e pegou uma das brancas de manga longa.

Emma colocou os braços nela e saiu do quarto com ela aberta. Ouviu a voz de Sherlock e John conversando e pensou em voltar para o quarto mas John estava sentado de costas para ela, tomando chá, Sherlock de frente para ele, olhando para seu violino enquanto dedilhava-o. Não poderia perder esta oportunidade. Sorriu sabendo que o que faria era errado mas mesmo assim não deixaria de fazer. Sabia que ele não deixaria John olhar, de maneira nenhuma. Continuou a andar e parou as costas de John, tocando-o rapidamente no ombro. John respondeu um pouco envergonhado, percebera que Emma era a mulher na qual Sherlock estava entre suas pernas na noite anterior. Não teve coragem de encara-la devido ao olhar espantado que Sherlock lançara ao ouvir a voz dela. Fosse o que fosse, John sabia que não era algo natural, seu amigo parecia espantado e ele não queria descobrir o porquê.

Ela seguiu até a cozinha, abrindo a geladeira em busca de algo para comer. Não havia nada.


— Em nome de Deus, Sherlock. Você não compra comida? – Emma perguntou virando para encara-lo, fechando devagar os botões da camisa que usava dele.
— Eu não como muito.
— Não come muito ou não come nunca? – Não esperou resposta e virou-se fechando a geladeira, abrindo a parte de baixo onde ficava o freezer e baixando-se procurando por algo. Conseguiu ouvir Sherlock segurar um soluço, não usava nada além da camisa dele e tinha certeza que pelo ângulo que agachara-se ele vira tudo. Achou no fundo do freezer um picolé de morango, abriu a embalagem e colocou-o na boca, fechando a porta e virando para encarar Sherlock da cozinha.

Lambia-o e sugava-o olhando nos olhos de Sherlock, mesmo a distância, pôde ver que ele retesara-se sentado na poltrona larga. John falava com ele mas aparentemente ele não ouvia, não movia-se, apenas encarava-a de volta.


— Se precisar conversar com alguém, Emma está aqui, não me faça sair do trabalho de novo. Vou embora. – John falou.
— Por favor. – Sherlock disse concordando.

John levantou despediu-se de Emma sem olha-la e saiu porta a fora. Ao que parecia ele demoraria para encara-la novamente.

— O que você pensa que está fazendo? – Sherlock perguntou aproximando-se dela na cozinha.
— Nada. – Emma respondeu mordendo a ponta do picolé e olhando para ele.
— Pare.
— Já disse que não estou fazendo nada. – Falou colocando o picolé na boca mais uma vez.
— Emma. – Falou puxando o braço dela, tirando o picolé da boca dela com estalo. — Você pensou? – Perguntou beijando-a em seguida.
— Pensei. – Respondeu colocando o picolé na boca mais uma vez.
— Emma para! – Puxou o braço dela de novo. – Então?
— Não sei. – Respondeu empurrando o picolé na boca dele quando ele abriu-a para falar algo e ajoelhou-se rapidamente, abrindo a calça dele e puxando a cueca boxer branca para libertar o pênis dele e colocou-o na boca sem aviso.

Sherlock gemeu e mordeu o picolé, depois tirou-o da boca, jogando-o dentro da pia. Emma encarava-o enquanto tirava e colocava o pênis dele em sua boca.
Passava a língua devagar em toda a extensão, segurando-o com as duas mãos, sugava-o devagar enquanto Sherlock sussurrava palavras incompreensíveis, os olhos fechados e a testa franzida.

Manteve uma velocidade elevada enquanto fazia sua cabeça ir e vir o suficiente para o pênis dele tocar o começo de sua garganta e ouvi-lo gemer um pouco mais alto. Pegou-o de surpresa ao morder delicadamente a ponta rosa. Sentiu-o endurecer ainda mais em sua mão e Sherlock tomou-a pela nuca e fez com que ficasse de pé para beija-la.


— O que você decidiu? – Perguntou segurando o rosto dela com as mãos.
— O quê? Não estou conseguindo pensar. – Perguntou olhando-o nos olhos, as pupilas dilatadíssimas, o azul profundo de seus olhos transformado em uma fina linha. Emma podia ver com clareza o quanto a pupila do olho direito dele era vasada, lembrava o olho de um gato.
— Você vai me fazer perguntar de novo?
— Ah! Sobre namorar você? – Emma perguntou e Sherlock balançou a cabeça em afirmação. Com tudo aquilo acontecendo, com tudo o que aconteceria, Emma não podia acreditar que Sherlock ainda lembrasse de pergunta-la aquilo. Não era hora para isso. – Depois eu falo. – E lançou-se nele, buscando seus lábios mas Sherlock afastou-a.
— Você quer? – Perguntou segurando-a pelos pulsos. – Are you mine?
— Eu posso ser sua namorada, mas não pense nem por um segundo que eu sou sua propriedade, entendeu?
— Então isso é um sim? – Perguntou erguendo-a pela cintura e sentando-a na mesa da cozinha.
— É. Agora vem cá. – Emma falou puxando-o pela camisa, prendendo-o entre suas coxas, agarrando o pênis dele e fazendo-o penetra-la. Emma fechou os olhos e sentiu Sherlock empurrar completamente para dentro, empurrando-a para deitar na mesa.

Abria lentamente cada botão da camisa que ela usava enquanto ao mesmo tempo escorregava o suficiente para estar quase completamente fora dela e voltava a invadi-la.
Debruçou-se sobre ela, tomando-lhe os seios agora a mostra, fazendo sua língua quente percorrer o caminho entre um mamilo e o outro enquanto Emma arqueava o corpo, segurando a cabeça de Sherlock com as duas mãos.
A cada estocada Emma sentia-o mais e mais completamente dentro dela, por mais que achasse impossível devido ao tamanho do membro dele.

Segurava-a pelas coxas enquanto gemia dentro da boca dela, era evidente que Emma agora gemia mais e mais alto, um prenúncio do que viria a seguir. Puxou-a para voltar a ficar sentada sobre a mesa sem parar de mover-se dentro dela, e ela puxava-o pelas nádegas para mais perto, mais para dentro. Sherlock diminuiu a velocidade mas não a intensidade com que entrava e saia dela, fazendo-a cravar as unhas nas nádegas dele enquanto esfregava o nariz no pescoço dela.


— No. You don’t... Oh. Give to me Sherlock. – Repetia.

Eles se encaravam enquanto suas respirações aumentavam o ritmo, os rostos bem próximos, os lábios tocando-se, praticamente gemendo um dentro da boca do outro enquanto chegavam ao orgasmo no mesmo instante pela primeira vez.
Até seus gemidos estavam em sintonia, até como a respiração pesada a medida que o orgasmo chegava ao ápice. Emma sentiu sua visão escurecer um pouco e voltar ao normal rapidamente, agarrando-se aos braços de Sherlock e beijando-o com vontade. Ele se recusava a sair de dentro dela.


— Ei. Eu tenho um jantar hoje. Só posso ficar até as 16:00.
— Temos tempo. E eu vou junto. Agora fica de costas. – Sherlock falou tirando-a da mesa e girando-a para ficar de costas para ele, agarrou-a pelos cabelos e esfregou o nariz na nuca dela. – Você passou o meu perfume? Eu gosto dele em você. – Colocou a mão entre as pernas de Emma e começou a esfregar lentamente um de seus dedos no clitóris dela, enquanto ela contorcia-se soltando um gemido longo.

Mais tarde Sherlock acompanhou-a até o jantar que Emma deveria comparecer em um restaurante famoso de Londres. Estava lá para encontrar-se com um dos doadores de arte que ajudaram-na no leilão da ONG.
Chegaram antes dele e teriam de aguarda-lo por alguns minutos, já que ele ligara para avisar que estava preso em um engarrafamento de mais de 20 km. Sentaram-se e pediram algo para beber. Mesmo depois de ter dormido mais uma vez durante a tarde, Emma sentia suas pálpebras pesadas, pensou em cancelar o jantar e voltar para a casa de Sherlock para dormir um pouco, ou quem sabe, até mais do que isso.


— Vou ao banheiro. – Sherlock disse levantando.
— Ok. – Emma falou olhando para ele enquanto andava até o corredor que daria para os banheiros.

Em menos de um minuto depois de Sherlock ter levantado da mesa o restaurante inteiro ficou em um completo breu. Os outros clientes começaram a murmurar coisas e a remexerem-se em suas cadeiras. Emma olhou para fora do restaurante, ao que parecia, o quarteirão inteiro estava as escuras.

Nunca tivera medo do escuro mas naquele momento sentia uma sensação estranha, como se algo fosse acontecer. Mas estava tudo bem, logo Sherlock voltaria.
Sentiu a presença de alguém as suas costas respirando perto demais, pediu que fosse apenas um dos garçons ou até uma das crianças que estavam na mesa ao lado, mas sentia que não tratava-se de nenhuma dessas opções.


— Mademoiselle Boullan, finalmente nos encontramos. – Um homem disse as suas costas, depois sentando-se no lugar em que Sherlock ocupava, tomando a mão dela e beijando-a demoradamente. – Finalmente, minha amada.

Emma sentiu a coluna travar, não reconhecia a voz de quem falava com ela, muito menos o toque, apenas sentia uma pura e completa repulsa, algo que embrulhava-lhe o estômago mesmo sem poder ver quem tocava-a naquela escuridão.

Notas finais
E então amores, o que acharam??? Me contem tudo por favor!
Acredito que consegui responder todos os reviews de vocês, mas vou dar uma conferida depois p ver se não deixei ninguém passar.

Muito obrigada por todos os reviews, vcs sabem o qnto eu amo recebe-los né? hihihi
Um beijo enorme pros novos leitores!!

Preciso ir agora, fiquem bem e qualquer coisa já sabem né?

Twitter: @priscasablancas

Beeeijos!