Titanium - O Que Resta Da Monarquia
25 Torta de cereja
Notas iniciais
Olha só quem está por aqui hoje? kkkk
Siiiiim! Eu o/
Estava inspiradíssima, então o capítulo ficou gigantesco mas vão na fé pq eu sinceramente acho q está bom, viu? kkkk
Leiam e dps me contem ok?
Música do capítulo: http://youtu.be/xxvskaMnXws
(Deixem carregando e deem play na 3ª parte)
Enquanto ele esquadrinhava todo o quarto, Emma o observava. Sherlock tocava todos os objetos do quarto, derrubava coisas, chutava outras. Por fim só o que restava era conferir se nada mais havia na cama e a lareira.
Ela continuava sentada na cama, mantendo o robe colado ao seu corpo, escondendo o meio de suas pernas com uma das muitas almofadas de sua cama.
Acompanhou com os olhos ele andar pelo quarto ainda sem camisa e ir até a lareira, agachando-se para olhar os mínimos detalhes. Não conseguiu segurar-se e seus olhos caíram sob os pés dele. Mesmo com toda a tensão, sentia uma vontade louca de pular nele e tê-lo de qualquer jeito, em pé, no chão, em uma das poltronas, não importava onde. Semanas sem terapia a deixaram pior, mais necessitada, mais desesperada.
Fechou as pernas enquanto ainda segurava o robe e mantinha seus olhos fixos nos pés dele. Apertava as pernas juntas como se com isso prendesse o seu desejo e esfregava um dos pés no lençol. Só queria que ele tirasse os sapatos, só isso, para começar só queria vê-lo descalço, Emma tinha a impressão de que rastejaria até ele se ele assim o fizesse.
— Emma! – Sherlock gritou puxando-a de seus pensamentos de volta para a realidade. – Emma!
— Hum? – Ela levantou os olhos com esforço, encarando ele.
— Aqui. – Ele falou levantando um pequeno dispositivo. – Tinha uma câmera no canto da lareira, enterrado em um adorno.
— Na lareira. – Emma falou como uma confirmação para o que ela temia e levantou, cruzando os braços na frente do corpo e dando pequenos passos até ele.
— Talvez consiga descobrir para onde o sinal era enviado, veja. – Falou apontando para uma pequena antena. Emma olhou para o dispositivo bem pequeno e pintado exatamente da mesma cor do adorno da lareira de onde havia saído.
— Ele filmou tudo. Ele viu tudo. – Emma agora digeria a ideia de sua intimidade ter sido completamente invadida. Se o ângulo em que a câmera estava não desse para ver com clareza o que se passava em sua cama, com certeza o que acontecia bem em frente a lareira era visualizado com nitidez. Lembrou-se da última noite em que Matthew dormiu lá, o que fizeram diante da lareira, como fizeram, o que falaram e o jeito que falaram. Um peso afundava em uma velocidade incrível dentro de seu estômago, estivera completamente a mercê e não tinha ideia disso.
— Pode ou não ter filmado tudo o que quer que tenha acontecido aqui. – Falou, Emma apenas o encarou e ele soube exatamente o tipo de coisas que haviam se passado dentro daquelas quatro paredes. Sherlock sentiu sua boca secar e um nó criar-se em sua garganta, não admitiria mas não gostava de pensar nisso. Mordeu os lábios com força e pigarreou. – Preciso levar isso à Yard. – Guardou-o no bolso da calça e foi buscar sua camisa e seu terno caídos.
Emma seguiu-o e sentou-se na cama olhando para lugar algum, ainda com os braços cruzados na frente do corpo, nesse momento para se sustentar. Sherlock abotoava a camisa olhando para cada botão, depois abrindo a calça e baixando-a um pouco para colocar a camisa para dentro.
— Quanto a carta... testei tudo. É do meio do século XVI. – Disparou começando a fechar o zíper. Emma virou o rosto e encarou-o, depois deixando-se cair na cama coçando a testa e fechando os olhos. Seu iPhone voltou a vibrar no criado mudo e parou. Sherlock olhou para a tela e novamente o nome A. Navarro podia ser visto, vestiu o terno de maneira agressiva. – A tinta também é autentica mas foi aplicada recentemente.
— Alguém está usando tudo isso para me assustar.
— E está conseguindo? – Ele perguntou fechando o único botão do terno. O celular voltou a vibrar e parou novamente.
— Você sabe que não. – Ela falou abrindo os olhos. – Mas estou ficando preocupada, é trabalho demais para ser só um susto.
— E você sabe que não é só isso, não é?
— Sei disso, mas não o que me espera. – O iPhone vibrava loucamente agora.
— Franz está ligando, melhor atender.
Sherlock estava indo até a porta quando Emma chamou-o, havia rolado na cama, agora de barriga para baixo, as pernas um pouco abertas e os pés erguidos e cruzados. Precisou se segurar na maçaneta, ela era incrivelmente confortável com situações assim mas ele não. Ela provocava até nas coisas mais naturais.
— Pode me manter informada em tempo real? – Perguntou olhando para ele e jogando o cabelo para as costas ao fazer isso. Ele só confirmou com a cabeça e saiu do quarto. – Oi, Franz. – Emma falou atendendo a ligação e conversando com ele por alguns minutos. – Não, não vou sair hoje. O que quer me mostrar?
— Algumas coisas que podem ficar pra minha nova coleção.
— Ok, você vem para o jantar?
— Sim.
— Ok então, até mais tarde, Franz.
— Até, sweet.
Emma desligou e foi verificar a caixa de mensagens, uma de Navarro dizendo que estaria na cidade no final de semana e três ligações dele. Retornou e aguardou que ele atendesse.
— Sweetheart. – Ele atendeu com aquela voz grave carregada de sotaque que sempre fizera Emma perder o foco.
— Hey dear. – Ela falou sorrindo.
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O escritório da loja estava abarrotado de provas de tecido, alguns testes de modelos já prontos pendurados no cabideiro horizontal, desenhos espalhados pela mesa mas Franz não trabalhava nisso, estava ao telefone com Vivian enquanto mexia no notebook.
— Já falei com ela, vou dar um jeito de tirar ela de casa no dia do aniversário dela, deixa comigo.
— Pensei em algumas coisas. – Vivian disse.
— Eu também, veja seu email, te mandei algumas coisas. Acho que a parte da diversão está resolvida, só falta a decoração e o lugar.
— Buckingham? Ela vai almoçar com os pais e a avó como sempre, podemos fazer com que seja lá.
— Melhor ligar para Sophie, não tenho o número da Lizzie. – Franz disse fazendo Vivian gargalhar com a maneira a que se referia à Rainha.
— Eu ligo.
— Vou fazer algumas ligações para conseguir uma surpresinha pra ela.
— Temos que fazer tudo em tempo recorde, Franz. O aniversário dela é semana que vem.
— Nada tema, tempos tudo sob controle.
Franz desligou e fez outras ligações, depois teve ideias para a decoração e mandou outro email para Vivian e depois para quem organizaria, restava agora esperar pela resposta de Sophie quanto ao lugar, se não fosse possível em Buckingham, Franz estava pensando em Bagshot Park.
Sabia que Emma não queria comemorar o aniversário mas isso não o impediria de fazer uma festa para ela, não se importava nem um pouco com o que ela queria, só pensava que ela tentaria mata-lo mas ele tinha as pernas bem mais longas do que as dela, correria.
Juntou suas coisas, pegou sua bolsa, o notebook e foi até o apartamento de Emma.
Tocou a campainha e Grace veio atende-lo, disse que Emma estava no quarto e que esperava por ele lá. Bateu na porta chamando por ela e ouviu sua voz dizendo para que entrasse.
Estava deitada na cama digitando algo no notebook, usava uma camisa azul marinho e uma minissaia nude.
— Sweet.
— Oi Franz. – Emma falou levantando os olhos e baixando-os de novo para o notebook. – Me dá só um minuto.
— Claro. – Colocou suas coisas em uma das poltronas, pegou o notebook e algumas amostras de tecido e foi até a cama dela. Emma desligou o notebook e pousou-o ao seu lado na cama.
— O que queria me mostrar?
— Chega pra lá. – Franz disse sentando na cama e abrindo o seu notebook. – Quero que você veja em primeira mão algumas coisas que podem ficar ou não ficar para a coleção.
Emma foi vendo os desenhos, as ideias de cores,algumas amostras de tecido, tudo mecanicamente. Não conseguia concentrar-se devido as recentes descobertas.
Franz parecia não ter notado, falando animadamente sobre todos os detalhes do que mostrava, Emma sorria e dizia “Que lindo” uma centena de vezes.
— Ok, eu tentei. Me fale o que houve, você não está prestando atenção de verdade.
— Não dá pra esconder nada de você?
— Obviamente que não.
Emma contou o que havia acontecido, sobre a carta, sobre a escuta em sua cama e a câmera na lareira. Sobre o que Sherlock havia descoberto sobre a carta e que saíra levando a câmera para descobrir o lugar para onde o sinal era enviado. E quanto a sua preocupação do que poderia ser feito com as imagens e áudios.
— Wow. Muita informação. – Franz disse.
— Pra você ver...
— Se forem divulgar isso na internet, antes vão tentar te chantagear.
— E fazer a troca disso pelo quê? Dinheiro?
— Não sei, Emma. Porque não deixa que Holmes cuidar disso? Você não confia nele?
— Confio.
— Então deixe com ele.
— Não é isso, é uma sensação de que só eu posso impedir isso de vir a público. Mas vou lidar com uma coisa de cada vez, a medida que forem acontecendo. Vamos jantar? – Emma falou levantando e calçando o slipper com o desenho da bandeira da União. – See? I’m patriot today. – Disse fazendo Franz gargalhar. Ele seguiu-a até a porta. – Ah, Navarro quer me ver no fim de semana. – Falou abrindo a porta e saindo rapidamente, ele parou por dois segundos antes de correr atrás dela.
— O quê? – Gritou. – Navarro qualquer Navarro ou O Navarro? – Perguntou enfatizando e apertando o passo.
— O Navarro.
— Oh God. Poor boy.
Marcaram de se ver no sábado, depois de um compromisso que ele tinha. Preferiu que se vissem no hotel dele, melhor evitar receber homens em seu apartamento por um tempo. Ficou combinado um chá e uma conversa mas Emma o conhecia a muito tempo, sabia o que ele pretendia.
Havia voltado para a terapia e dobrado a dose do remédio para “se segurar”, as coisas inacabadas com Sherlock no quarto dela só pioravam as coisas.
Antes de sair tomou duas de suas pílulas e desceu até a garagem rezando para que fizesse efeito antes de chegar ao hotel. A verdadeira razão de ter escolhido que fosse lá é que fora de casa, Emma conseguia se conter.
Ele estava hospedado no The Dorchester, Gibbs levou-a até lá e garantiu que entrasse sem ser percebida. Levou-a até o quarto dele e ficou a uma certa distância esperando que ela entrasse sem que Navarro o visse. Emma bateu e esperou que ele abrisse a porta para ela.
— Sweetheart. – Navarro falou ao abrir a porta e ver Emma parada. – Come in. – Ele disse com seu sotaque argentino carregado mesmo depois de tantos anos morando na Europa. Beijou-a no rosto e olhou-a dos pés a cabeça. Emma usava um vestido marrom com um cardigã preto comprido preso com um cinto e um casaco caramelo que acompanhava o comprimento do vestido, fazia frio naquela tarde, usava meias pretas e um sapato Oxford de salto.
— How are you, dear? – Emma perguntava enquanto ele ajudava-a a tirar o casaco.
— Could not be better. – Ele respondeu perto demais dela, Emma mordeu os lábios e afastou-se. — Drink some tea with me. – Falou apontando para a mesa de centro com o aparelho de chá e algumas coisas de comer. Sentaram-se no sofá, ela largou a bolsa nele e ele esticou os braços para servir o chá.
Emma estudou-o por alguns instantes, mudara pouco desde a última vez que haviam se visto. Não usava mais barba e deixara o cabelo crescer um pouco, agora os fios negros tocavam um pouco sua testa. “Maldita predileção por morenos”, ela pensou.
Continuava com a cara de menino travesso, o corpo levemente musculoso como sua profissão exigia e o suéter branco e a calça jeans que usava acentuava ainda mais isso. Quanto a sua altura, Emma tinha certeza que era impossível ele crescer mais mas tinha quase certeza que seus 1.90 de altura pareciam maiores do que ela se lembrava.
— Me deixe servir o chá, você nunca foi bom com isso. – Emma falou sorrindo, buscando algo para fazer que ocupasse sua mente e a mantivesse longe dos pensamentos que sabia que apareceriam a qualquer minuto.
— Claro. – Ele falou piscando os olhos verdes que sempre lembraram duas esmeraldas para Emma e umedeceu os lábios vermelhos, ela fingiu não ver isso, pegou o bule e serviu-os.
Conversaram durante um tempo sobre as coisas que haviam acontecido na vida deles recentemente, sobre alguns amigos em comum e algumas histórias engraçadas.
— É sério! – Ele dizia rindo para ela.
— Não pode ser, quero morrer por ter perdido isso! – Emma gargalhava. – Daria tudo para ser uma mosquinha e ver isso!
Riram juntos por um tempo até que as risadas cessaram e Emma voltou a beber o chá, em seguida mordendo um biscoito. Ele a olhava com interesse enquanto tomava longos goles do conteúdo de sua xícara.
— O que foi? – Perguntou.
— Isso. Nós dois no mesmo quarto, conversando e rindo. Me lembra o quanto era bom quando estávamos juntos. Lembra de quando nós dançávamos tango na varanda da minha casa? Dizem que só um casal que se ama pode dançar do jeito certo.
— Hum. – Emma disse bebendo mais chá para não ter a boca livre para falar. Desejava que aquela xícara tivesse dois litros de chá.
— Lembra do presente que te dei no nosso aniversário de um ano?
Emma lembrava perfeitamente de ser levada por ele até o sótão da casa dele na Espanha e de ter estranhado o mesmo estar na mais completa penumbra. No começo imaginou ser só alguma das ideias dele mas quando foi colocada completamente nua deitada em uma cama que ela sabia que não estava lá antes, começou a entender que ele estava aprontando alguma. Foi quando ele colocou a cabeça dela no colo e beijou-a de ponta cabeça que as coisas ficaram estranhas. Ela sentiu mãos quentes tocarem suas pernas e abri-las delicadamente.
— Wha...
— Esse é o meu presente pra você. – Ele disse baixo ao seu ouvido. – Tente não falar, está escuro assim para que ele não veja quem você é. Hoje vamos maximizar tudo o que você gosta, tudo o que você precisa. Só relaxe e confie em mim, só está começando, sweetheart. – Colocou-se a beijar o pescoço dela enquanto o outro homem iniciava um sexo oral lento nela. — Ah, esqueci de dizer, a língua dele é enorme. – Falou mais alto, tirando o cabelo da testa dela e beijando-a enquanto ela sentia a tal língua invadi-la. Emma arqueou o corpo soltando um gemido alto enquanto ele segurava sua cabeça e beijava-lhe a testa. – Yeah, that way. Just feel it.
Emma pousou a xícara de chá na mesa de centro e levantou tentando não se abanar com as mãos devido ao crescente calor que sentia. Parou em frente a janela.
— Bela vista do Hyde Park você tem aqui. – O sol começava a se pôr.
— Sério, Emma? – Ele perguntou dando uma risada. – Eu estava falando das joias! — Ela podia ver ele sorrindo pelo reflexo do vidro da janela. Aqueles dentes impecavelmente brancos naquele sorriso lindo. Maldito sorriso. Emma passava os dedos pela corrente de seu relicário. – Ah... quando você me liga, ainda toca Cherry pie. – Agora era ela quem ria.
— Ainda? – Emma ria olhando o céu mudar de cor, mudando de um cinza claro para um cinza escuro gradativamente.
”She's my cherry pie
Put a smile on your face
Ten miles wide
Looks so good
Bring a tear to your eye
Sweet cherry pie
Yeah sweet cherry pie”
Ele começara a cantar um trecho da música fazendo-a gargalhar e chegando perto dela. Colocou uma das mãos na barriga dela abraçando-a por trás.
Emma respirou fundo.
— Eu sei que você lembra do que sentiu naquele dia enquanto eu deixava ele fazer pequenas coisas com você enquanto eu fazia outras. Sei que lembra do quanto você gritava meu nome. Da sensação de cravar as unhas em mim enquanto eu estava dentro de você, tenho certeza que não esqueceu isso.
— Alexander...
— Alex, amor. Pra você sempre vou ser Alex. – Ele falava puxando o cabelo dela para um dos ombros, deixando o pescoço livre e começando a dar pequenos beijos nele. — Você nunca se perguntou por que eu sempre volto pra você quando está sozinha? Nós fomos feitos um para o outro. Fundidos do mesmo metal. Eu ainda te amo e você sabe disso.
Emma permanecia em silêncio ouvindo tudo o que ele dizia. Era verdade o que ele dissera, ela sabia que ele ainda a amava. A cada palavra que ele dizia ficava mais difícil se segurar, falava perto demais do pescoço dela, passeando a boca pela nuca enquanto segurava seus cabelos.
— É melhor a gente parar por aqui.
— Deveria ter pensado melhor antes de vir me ver usando um vestido, sabia? – Falou girando-a para ficar de frente para ele. – Ninguém mais além de mim te faz chorar durante um orgasmo. – Alexander segurou o rosto dela com as mãos e falou junto ao canto da boca dela. – Damn girl.
Ele beijou-a com vontade enquanto ela apertava os braços dele, conhecia aquele comando. Desceu suas mãos para a cintura dela e ergueu-a, Emma cruzou as pernas ao redor do corpo dele e ele empurrou-a contra a janela, segurando-a com um dos braços enquanto sua mão livre passeava pelas nádegas e pela coxa dela, indo na direção do meio de suas pernas.
Encontrou a calcinha úmida dela com os dedos e colocou a mão por dentro dela, começando a estimula-la devagar e ela apertava os braços dele e as pernas ao redor de sua cintura.
— Thats my girl. Always ready to me. – Ele falou descendo para beijar os seios dela por cima do vestido e penetrando-a com os dedos. Emma gemeu e segurou-se no pescoço dele enquanto empurrava o quadril para mais perto de sua mão. Não demorou muito até ele sentir ela estremecer e começar a apertar os dedos dele.
Emma tentava segurar as lágrimas enquanto seu orgasmo começava a surgir mas a medida que ele acelerava os movimentos de entra e sai dos dedos dele, ficava mais difícil não deixa-las rolarem por seu rosto.
Ele continuou enquanto esfregava a palma da mão no clitóris dela. Como sempre fizera, Emma cravou as unhas nos ombros dele, praticamente rasgando o suéter branco que ele vestia, gemendo e fechando os olhos, deixando finalmente as lágrimas molharem seu rosto.
— I told you. – Ele falou olhando para o rosto dela e movendo os dedos, fazendo ela gritar e cravar ainda mais as unhas nos ombros dele.
Emma encostou a cabeça na janela com a respiração pesada e os olhos ainda fechados. Se odiava por chorar todas as vezes que eles faziam algo, não entendia o porque mas ele era o único a conseguir esse efeito nela.
Alexander tirou os dedos de dentro dela devagar e ao vê-la apertar os olhos, beijou-a enquanto colocava-a de volta no chão e a segurava de pé com o corpo colado ao dela.
— You know, has a bed next door.
— Alex.
Emma abriu os olhos e olhou para cima, em direção do rosto dele, ainda tinha as pupilas dilatadas de tal maneira que o azul de seus olhos por pouco não desaparecera.
— Desculpa, mas eu tenho realmente que ir.
— Tudo bem. – Ele falou enxugando as lágrimas dela com a mão seca enquanto sorria e beijava-a, depois se afastando. Emma andou até o sofá e pegou sua bolsa.
— Pode me emprestar um scarf seu? Esqueci de pegar um antes de sair.
— Claro. Esse está bom? – Perguntou apontando para o scarf cinza escuro no braço do sofá em frente ao que eles haviam sentado.
— Está ótimo. – Falou colocando ao redor do pescoço. – Obrigada. – Disse enquanto vestia o casaco e pegava sua bolsa.
Emma não sabia pelo que exatamente estava agradecendo antes de sair pela porta e encontrar Gibbs do lado de fora a uma pequena distância. Foi até perto dele e colocou seu braço no dele, amparando-se enquanto entrava no elevador.
— Está tudo bem? – Ele perguntou.
— Sim, o sapato só está incomodando um pouco. – Ela respondeu.
NÃO SEI QUAL O PROBLEMA DO NYAH COM OS LINKS, ENTÃO VOU PÔR AQUI E VOCÊS OLHAM OK?
Roupa da Emma para jantar com Franz: http://www.oncadetule.com/wp-content/uploads/2012/04/3look-da-onca-punta-del-este-camisa-azul-saia-tachas-sapatilha-nude-e-preto-cachos-blog-onca-de-tule.jpg
Slipper: http://sapatilhashop.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/2953-Slipper-Sapatilha-Shop-preto-com-termocolantes-formando-a-estampa-da-bandeira-brit%C3%A2nica.jpg
Hotel The Dorchester:
http://www.breakingtravelnews.com/images/uploads/hotel/The_Dorchester_exterior_(HIGH_RES-_PORTRAIT).jpg
Roupa da Emma para encontrar Navarro:
http://www.seriomoda.com/wp-content/uploads/2011/07/lookbook_nu-vestido-casaco-inverno-3.jpg
Quarto do Navarro:
http://rooms.thedorchester.com/var/dorchester/storage/images/media/reservations/rooms/park-suite-sitting-room/4193-2-eng-US/Park-Suite-Sitting-Room_tbe_room_carousel.jpg
Notas finais
Pra quem estava curioso sobre quem era o tal A. Navarro, acho que sanei as dúvidas e curiosidades né? kkkk
Me contem o que acharam por favor. Sei q muitos vão reclamar por tanta falta de Sherlock nesse capítulo mas nada temam! :)
Gente, muito obrigada por todos os reviews q tenho recebido (amo amo amo) tentei responder o mais rápido que meu curto tempinho permitiu.
Aliás, é por culpa da falta de tempo que tenho demorado tanto para postar :( não achem que larguei a fic ok?
Obrigada a todos que favoritaram e um obrigada lindo e um SEJAM BEM VIIINDOS yaaaay para os novos leitores kkk
Tô animada hj né? kkkk
É isso amores, fiquem bem!
Qualquer babado, dúvida, sugestão ou o q for... façam review ou me chama lá no twitter ok?
Twitter: @priscasablancas
Beijos!
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