Notas iniciais
Está muuuuito corrida a minha vida, é tanto que as 4:33 da manhã estou aqui postando porque não podia adiar mais.
Não vou falar muito, corram logo p ler! :)
Espero que vocês gostem, perdoem se houverem erros, amanhã eu releio e se tiver algum, corrijo, a hora já está me deixando cega! kkkk
Os dias passaram, John fazia visitas frequentes à casa de Vivian, tudo parecia natural, já que eles estavam saindo. Emma continuava lá, escondida, sendo cuidada por John, esperando que Sherlock dissesse que era seguro voltar para casa. O tempo passava e ela ficava cada vez mais impaciente, não era de deixar-se ser comandada, mas o que poderia fazer? Só esperar.
Nas duas semanas que Emma esteve lá, Sherlock foi vê-la por duas vezes e manteve-se distante, quando ficavam sozinhos, ficava o mais longe possível dela, parecia confuso. Quando Emma aproximava-se dele e tocava-o, ele cedia, por poucos minutos e então fugia dela.
Estava perdendo duplamente a paciência, não aguentava mais ficar ali escondida, presa, como se tivesse feito algo de errado e a atitude de Sherlock, ele parecia ter medo dela.
As capas de jornais continuaram a estampar manchetes sobre Emma durante alguns dias, agora ela saíra delas, haviam pequenas notas. E todas elas no fim sempre perguntavam “Onde está Lady Titanium? Está com vergonha da traição a ponto de esconder-se?”
Matthew continuava ligando para Vivian e Franz, queria a todo custo saber onde Emma estava e quando Henry foi visitá-la, contou que ele foi até Bagshot Park esbravejar e cobrar o paradeiro dela.
Seu pai estava preocupado com a repercussão do termino de seu namoro, o que isso causaria para a imagem dela, ele não era o único, sua mãe e principalmente sua avó, estavam preocupadas. Algo deveria ser feito, Emma só pediu que ela mesma o fizesse, não que uma nota fosse enviada à imprensa, ela iria expor-se, mas se fazia necessário.
Sherlock descobrira quem havia assassinado o atirador e o policial na Yard quando já era tarde demais, ele aparecera boiando no Tâmisa, mais uma queima de arquivo. O corpo fora identificado como Nikolai Vronski, um mercenário russo acusado de assassinar mais de cinquenta pessoas. Sherlock seguiu todas as pistas que tinha para identificar quem o contratara, mas o contratante não deixara rastros. Essa parte do caso voltara à estaca zero.
Estava sozinho no 221B, após voltar da ONG, ainda estava longe de terminar de cumprir suas horas de serviços comunitários. John permanecia irredutível na decisão de morar com Mrs. Hudson, por isso não havia visto-o naquele dia mas sabia onde ele estava. Pegou o casaco, o scarf azul, colocou-os e desceu as escadas.
Embarcou no táxi que trazia um dos vizinhos, sem dar-se ao trabalho de esperar que o taxista tirasse as coisas do passageiro de dentro do porta malas, disse o endereço quando ele voltou e permaneceu em silêncio até chegar lá.
Atravessou o hall sem dizer palavra, pegou o elevador e tocou a campainha do flat de Vivian e Franz. Gibbs abrira a porta para ele.
— Boa noite, Mr. Holmes.
— Boa noite, Gibbs. Onde estão todos? – Sherlock perguntou olhando por meio segundo para dentro do flat.
— Vivian e Watson na cozinha, Franz saiu e Emma está no quarto. – Respondeu fechando a porta e indo sentar no sofá, Gibbs assistia um jogo de futebol na TV.
Foi até o quarto que Emma ocupava e entrou, ela estava no banheiro, podia ouvir o barulho do secador, sentou-se na cama e esperou-a sair. Observava cada detalhe do quarto, a tipoia que ela usava antes, estava sobre a poltrona, alguns livros sobre o criado mundo. O livro que ficava no topo, Sherlock sabia que era o que Emma estava lendo no momento, pela posição, ele se encontrava desalinhado em relação aos demais e com uma leve elevação entre as páginas, certamente do marca de páginas. Leu o título deste e dos outros, todos romances históricos. Ouviu o barulho do secador sumir e olhou para a porta do banheiro que se abria, Emma saiu de lá usando apenas lingerie.
— Mr. Holmes, que bons ventos lhe trazem? – Falou. Tinha o braço livre e o movia sem dificuldade, já não exibia mais os pontos da cirurgia, as cicatrizes demorariam a amenizar.
— Vim falar com você.
— Então fale. – Emma falou sentando-se ao lado dele, levantando as pernas e cruzando-as sobre a cama.
— Se importa de se vestir?
— Se importa de parar de invadir os ambientes? – Emma perguntou. — Estou com calor. – Sherlock respirou fundo e falou sobre o corpo no Tâmisa e como a pista havia esfriado.
— Você não está completamente a salvo mas não vão tentar nada contra você por um tempo.
— Era só o que eu precisava, um tempo nisso tudo. – Deixou o corpo cair sobre a cama, tirando uma mecha de cabelo do rosto. – Agora tenho que lidar com a situação “tabloide”. – Fez aspas com os dedos. – Você foi procurado por algum?
— Sete.
— E o que você fez?
— Bati a porta na cara. Até que fingiram ser clientes e eu tive que conduzir até a porta e finalmente bate-la na cara. – Falou dando um sorriso torto, Emma gargalhava. – Você pode ir pra casa.
— Agora?
— É melhor que seja amanhã.
— Porquê?
— Porque eu quero ficar aqui.
— Oi?
— Está com fome? Vou fazer pipoca e vamos ver TV.
— Já jantei.
— Será um lanche. – Levantou e saiu do quarto.
Emma ficou olhando para a porta fechada. “Uma hora ele me evita, em outra vai fazer pipoca e quer ver TV” pensou. Levantou e vestiu uma das camisolas de Vivian, que sempre ficavam mais curtas do que eram para ela, dessa vez Emma usava uma lilás.
Foi até o armário e pegou mais travesseiros, voltou para a cama, deitou-se e ligou a TV, trocando os sinais em busca de algo interessante.
Sherlock passou por Gibbs na sala enquanto dobrava as mangas da camisa.
— Tudo certo aí? – Gibbs perguntou.
— Tudo certo. – Ele respondeu e foi até a cozinha.
Entrou na cozinha e viu John beijando Vivian encostada na bancada da cozinha. Pelo que viu sobre a bancada, o beijo interrompeu o lanche dos dois. John parou de beija-la quando ouviu Sherlock abrir a porta do armário ao lado deles.
— Não se incomodem comigo, podem continuar. – Falou dando um sorrisinho rasgando a embalagem da pipoca de microondas e jogando-a dentro do aparelho. – Só vim fazer pipoca.
John afastou-se de Vivian que estava com o rosto completamente vermelho, ela virou e começou a arrumar a bancada, guardando umas coisas na geladeira, outras jogando fora.
— O que está fazendo aqui? – John perguntou baixo.
— Pipoca?
— Você poderia fazer pipoca em casa.
— Mas eu quero fazer aqui. E Emma não está lá.
— Ah... veio conversar com ela.
— O que acha que vim fazer? Atrapalhar seu namoro? – O microondas emitiu um bipe e Sherlock tirou o pacote de dentro, abrindo-o e colocando em um recipiente. – Emma pode ir pra casa.
— Ela vai hoje?
— Não, amanhã. Vamos ver TV.
— O quê?
— Podem retomar de onde pararam, até logo Vivian. – Sherlock falou.
— Você veio atrapalhar, seu filho da mãe.
— Até logo, John.
Sherlock voltou para o quarto, Emma estava perdida entre mil travesseiros.
— Pra quê tantos?
— Pra que você fique com os seus e não tire os meus. – Ela afastou o corpo, indo para o canto, Sherlock deitou colocando o recipiente entre eles. Emma mudou de canal, parou quando viu algo de época, pessoas dançando do lado de fora de uma casa.
— Awwww Carey! – Falou quando viu um dos atores. – Sabe, vocês são até parecidos.
— Não temos nada de parecido. – Sherlock pegou uma das pipocas e colocou na boca.
— São sim, olhe bem.
— Não somos.
— Será que ele não é um parente distante seu?
— Improvável.
— Ok. O que você quer ver?
— Eu não vejo muito TV.
— Não?
— Não tenho tempo.
— E hoje tem?
— Hoje tenho. – Respondeu mastigando.
Foram vendo os outros canais até que acharam algo aceitável e assistiram. Emma estava encostada a ele, com o braço dele sob sua cabeça, tudo estava bem até que ela tocou a coxa dele. Sherlock se mexeu e afastou-se um pouco dela.
— Qual o problema?
— Nenhum.
— Sherlock, eu já estou perdendo a paciência. Uma hora você me afasta, foge, outra hora faz pipoca e diz que quer ver TV.
— Isso não é racional.
— Você não é racional.
— Eu sou racional.
— Então me diga, qual o problema?
— Eu agi por reflexo.
— O reflexo não pode ser condicionado mas você poderia relaxar.
— Eu estou relaxado.
— Desse jeito? Olha como você está deitado, parece que está amarrado, não se mexe. Relaxe. – Emma falou colocando a mão na barriga dele.
— Estou bem, sem problemas.
— Certeza?
— Absoluta.
— Então você vai reagir quando eu te beijar?
— Certamente eu iria reagir se você me beijasse.
— Não existe “se”, eu vou lhe beijar.
Emma levantou um pouco o corpo na direção dele e beijou-o. Ele reagiu de imediato puxando-a para cima dele e prendendo com as mãos os cabelos dela que caiam sobre o rosto dele. Ela apertava um dos lados da cintura dele enquanto sentava nele. Sem deixar de beija-lo, abriu os botões da camisa dele e puxou-a de dentro da calça. Abriu-a deixando-o com o tronco a mostra e parou de beija-lo para ajuda-lo a tirar a camisa.
Voltou a beija-lo na boca e em seguida foi descendo, beijando o pescoço e o peito, chegando a barriga, Emma abriu a calça dele e puxou-a junto com a cueca preta dele, estava completamente vestido de preto. Ela olhou para seu pênis que estava quase completamente ereto e não pôde conter o pensamento: “Obrigada meu Deus”.
Ele usava meias, já que tirara os sapatos para deitar na cama, ela tirou-as e beijou-lhe os pés demoradamente.
Levantou-se ficando de pé na cama e andando para que ele visse mais de perto, tirou a camisola, ficando somente de calcinha. Sherlock esticou os braços ainda deitado e puxou-a, enquanto a peça escorregava pelas pernas dela, Emma sentia arrepios.
Ficou de joelhos tendo ele entre as pernas e inclinou o corpo para frente, beijando-o, pegou o pênis dele na intenção de estimulá-lo mas nada mais era preciso. Ela já estava úmida, então encostou o pênis dele nela, sentiu-o quente e ajudou-o a entrar, sentou devagar deixando-se preencher por completo e começou a cavalgar devagar gemendo baixo na boca dele.
— Shhh! – Ela disse após ele soltar o primeiro gemido. – Ninguém pode ouvir. – E beijou-o com vontade.
Ele agarrou a cintura dela, aumentando a velocidade em que ela cavalgava sobre ele.
— Shhh! Be quiet! – Ela disse levantando o tronco e inclinando-se para trás, aumentando a velocidade e colocando os braços para trás para apoiar-se nas pernas dele. Sherlock mordeu o lábio inferior e apertou a cintura dela.
Enquanto ela rebolava sentada nele, ele tinha as duas mãos nos seios dela, viu quando ela abriu a boca gemendo tão baixo que mal podia ouvi-la e fechou os olhos. Sherlock sentou ainda com ela sobre ele e segurou-a pelas costas enquanto ela empurrava o quadril com força, a cabeça jogada para trás, os cabelos dela tocando as pernas dele.
Colocou o seio dela na boca e lambeu, começava a sentir as unhas dela nas suas costas enquanto ela segurava seus ombros, rebolando. Colocou as duas mãos entre os cabelos dela na nuca e puxou-os, conseguia ouvir a respiração dela acelerando a cada minuto, até parar e ela rebolar mais rápido do que estivera antes, estava gozando. Até que ela foi diminuindo a velocidade, abrindo os olhos e olhando para ele que ainda estava mordendo o lábio.
Sherlock pegou-a e deitou-a na cama, sem sair dela, ela prendeu as pernas nas costas dele e ele começou a estocar, segurando os cabelos dela.
— Don’t stop...
— Shhh. Quiet! – Sherlock disse puxando o cabelo dela, fazendo-a virar o rosto, ouviu-a rir e estocou com toda a força de uma vez, Emma apertou o braço dele, gritando sem realmente gritar e ele beijou o pescoço dela.
Tirou devagar e colocou de novo, mantendo um ritmo acelerado, sentiu-a tremer e apertar o bumbum dele duas vezes em um curto espaço de tempo enquanto gozava.
Sherlock aumentou a velocidade e a força, sentia seu orgasmo chegar, precisava se controlar para não gritar ou gemer alto, pegou o pescoço dela com as duas mãos e beijou-a, bastaram mais duas estocadas para finalmente sentir, continuou enquanto gemia puxando o lábio inferior dela.
Demorou para sair de dentro dela, sentia-a pulsar e apertar seu pênis.
Ele estava cansado e mesmo assim queria mais, deitou a cabeça no ombro dela, Emma deixou as pernas caírem na cama e começou a fazer carinho no cabelo dele que estava ensopado de suor, assim como ele todo, podia ver as marcas vermelhas que tinha deixado nele. Sherlock estava de olhos fechados, tentando respirar devagar.
— Sherlock? Você...
— Me dê cinco minutos.
— Cinco minutos?
— Só preciso de cinco minutos e então retomamos. – Ele levantou a cabeça para olha-la. – E você não pode falar quando me manda calar a boca. – Emma riu alto e ele deitou novamente a cabeça no ombro dela.
Notas finais
Viram o que eu fiz ali? Carey, Sherlock...Benedict? kkkkkkk
Ficou grande o capítulo né? Mas a espera também foi, então tinha que compensar! kkk
Me contem o que vocês acharam, responderei o mais depressa possível! :D
Quero agradecer imensamente todos os reviews que eu recebi, os novos leitores, novos favoritos e EU TENHO UMA INDICAÇÃAAAAAAAO AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!!
gritei internamente aqui quando vi! tô tão feliz!!! *-------*
Muito obrigada Steffany rio!
Fiquei emocionada de verdade com as coisas que você escreveu sobre a fic, fico muuuuuitíssimo feliz que você tenha gostado! Esse reconhecimento pelo trabalho é melhor do que eu imaginava e esperava! *-* E amei isso de adaptação, quem sabe? kkkk
Obrigada! ♥
ai, obg a todos vcs, estou emotiva, vou dormir p acordar daqui 2 horas! kkkkkkkkk
me perdoem se eu demorar a postar, mas eu posto, eu juro!
Beijos amores, até brevinho! :*
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