Notas iniciais
Hello!!!
Estou sumida né? Me perdoem, é que estou em semana de provas na faculdade, acho que esqueci de comentar né?
I'M SO SORRY!

Fiquem calmos, vai melhorar, as férias estão chegando weeeee o/
Vamos lá, vamos ler?
Leiam e me contem dps o q acharam! :)


Música do capítulo: http://youtu.be/VDP0BxYek5s

Sherlock estava perdido em sua mente, continuava deitado ao lado de Emma, com a cabeça no colo dela. O único movimento que fazia era involuntário, ele movia a cabeça levemente a medida que ela respirava, fazendo o peito dela inflar. Emma fazia carinho em seus cabelos, encarando o teto, entorpecida pelo som da respiração dele. Como quem desperta de um transe, ela piscou algumas vezes e respirou fundo.

— Sherlock, você dormiu?
— Não.
— Sabe, eu estava pensando...
— No quê?
— Um Holmes costuma cumprir com sua palavra? – Emma riu e Sherlock levantou a cabeça para encara-la e moveu-a afirmativamente, com o semblante sério. Podia ver que no fundo dos olhos dele algo ardia como labaredas.

Sherlock colocou seu corpo sobre o dela e beijou-a puxando suas pernas de maneira a deixa-las abertas, estava entre elas mas ainda não penetrava-a. Começou beijando-lhe o pescoço, a clavícula, descendo para os seios dela e deixando-se demorar neles, dividindo a atenção entre um e outro enquanto Emma ofegava e arqueava o corpo, segurando a cabeça dele, prendendo-o com suas pernas.
Ele continuou a descida, puxou as pernas dela libertando-se e agora de joelhos, beijava a barriga dela e descia mais.
Ela começou a sentir a língua quente dele um pouco abaixo do umbigo e fechou os olhos. “Eu não posso gritar, eu não posso gritar” repetia mentalmente.
Parou de senti-la e abriu os olhos, Sherlock olhava-a, tinha dois de seus dedos em sua boca, deitou ao lado de Emma, tirou os dedos umedecidos da boca e colocou-os entre as pernas dela.
Foi pedindo passagem devagar e penetrando-a lentamente enquanto Emma mordia a própria mão. Tirava e recolocava com calma, deixava-os dentro dela alguns instantes, movendo as pontas deles enquanto via ela bater na cama, agarrar o lençol e erguer o corpo, quase sentando, a boca aperta, prendendo um grito.

— Não. Não. – Ele voltara a tirar e recolocar os dedos, agora mais rápido e ela sussurrava. – Não. Desse jeito não. Eu quero você. – Falava olhando para ele.


Sherlock tirou os dedos de dentro dela rapidamente, não sem antes empurra-los com força uma última vez, deitou as costas na cama e puxou-a para cima de si.
Abriu suas pernas, penetrando-a completamente, deixando-a montada nele, abraçou-a pela cintura, fazendo o quadril dela restar próximo ao dele e começou ele mesmo a fazer os movimentos. Apoiando os pés na cama, distribuindo seu peso para as costas e levantando o quadril, ele começou a se movimentar rápido e fundo.
Emma que antes beijava-o, agora tinha a boca aberta colada ao peito dele, gemendo baixo e desesperada, apertando o braço dele enquanto ele ria baixo da reação dela.
Ela se segurava para não gritar e apertava mais o braço dele, com certeza as marcas de antes piorariam. Se pudesse estaria gritando a plenos pulmões enquanto gozava mas não podia, não estavam sozinhos.
Estrangular esse grito a matava mas não havia outra saída.

Ele se divertia vendo como ela ficava deitada sobre ele, a força que ela fazia apertando o braço dele, estava longe de machuca-lo mas mostrava o esforço que ela fazia para não gritar. E Sherlock tentava manter a mente em outro lugar para não sucumbir a vontade de gemer e deixar que todos ouvissem. Sabia que o orgasmo dela havia acabado mas não parava, então ela teve outro, mais curto do que o anterior mas não menos devastador.
Sherlock esticou as pernas e desceu a mão pelas coxas dela que tremiam sem parar, ria baixo mas audivelmente.

— Do que você está rindo? – Emma perguntou depois de se recuperar, erguendo a cabeça e apertando o rosto dele com uma das mãos, deixando as maçãs do rosto dele ainda mais evidentes. Ergueu o corpo e continuou apertando o rosto dele. Ele ainda ria. – Do que você está rindo? – Perguntou novamente começando a cavalgar com força em cima dele que parara repentinamente de rir e estava agora de olhos fechados. – Parou de rir? Parou? – Emma agora dava pequenos pulos nele. Sherlock apertava as coxas dela afundando seus dedos na carne, deixando-a vermelha. – E assim? – Emma começara a rebolar sentada nele, sabia o quanto isso mexia com ele.

Agora era ele quem mantinha a boca aberta e segurava um grito na garganta, vez por outra deixava escapar um gemido e mordia e umedecia os lábios. Emma rebolava aumentando e diminuindo a velocidade de tempos em tempos, deixando-se ser preenchida por completo, conseguia senti-lo fundo, pulsando, latejando, cada vez mais rígido.
A respiração dele começava a ficar pesada, descompassada, e mais frequentemente ele deixava escapar alguns sons que eram seus gemidos estrangulados.

— Emma, por favor. – Sussurou.
—O quê? – Ela perguntou parando.
— Não. – Gemeu. – Por que você parou?
— Por que você pediu.
— Não, não. – Agarrou o quadril dela e a fez voltar a rebolar. – Não para.
— Não? – Perguntou rebolando com força.
— Não. – Conseguiu falar depois de engolir um gemido, enquanto ela rebolava rápido.

Emma rebolava e Sherlock batia no colchão, mordia a mão, o pulso, puxava os cabelos, olhava para ela desesperado. Ela apoiou as duas mãos na barriga dele enquanto se movia. Ele puxava uma das mãos dela, ela puxava de volta, ele continuava a puxar até que ela cedeu e ele levou a mão dela até sua boca, cobrindo-a.
Começara a gemer alto, Emma abafava seus gemidos, seus rosnados enquanto ele agarrava os quadris dela, olhava-a nos olhos e ela viu de novo algo trepidar no fundo das pupilas dele.
Soltou um gemido longo e ela sabia que era a vez dele, tentou diminuir os movimentos mas era ele quem ditava-os agora.
Ele ficava mais e mais vermelho a cada instante, o corpo todo tomado pelo suor, recomeçara a rosnar e ela apertou mais sua mão sobre a boca dele, até que ele afrouxou o aperto em seus quadris e libertou sua boca.

Respirava rápida e pesadamente, os lábios pareciam um pouco inchados. Emma inclinou o corpo para frente beijando-o delicadamente, em seguida desabando em cima dele.

— Nós Holmes temos palavra, exceto Mycroft. – Falou rindo e fazendo-a rir também.
— Indeed. – Ela respirou fundo. – Me leva pro banho?
— Levo, assim que minhas pernas voltarem a responder. – Respondeu fazendo Emma gargalhar.

No dia seguinte acordaram razoavelmente cedo e foram à cozinha tomar café, Vivian e Franz estavam à mesa, ao verem Emma e Sherlock entrarem juntos entreolharam-se. Sherlock entrava dobrando as mangas de sua camisa preta e Emma usava um vestido também preto, até nisso combinavam.

— Bom dia amores. – Emma disse sorrindo.
— Bom dia. – Sherlock falou sentando-se e servindo-se de café.
— Bom dia. – Eles responderam juntos.
— Vou pegar um prato para você, não sabia que tinha ficado. – Vivian disse.
— Não precisa, vou ficar só no café. – Ele deu um de seus sorrisos tortos.
— Ninguém sabia que você dormiu aqui. – Franz olhava inquisidoramente de Sherlock para Emma.
— Pode me passar o leite, Franz? – Emma perguntou e ele passou para ela.
— Eu tenho que ir. Bom dia. – Sherlock falou pousando a xícara na mesa, levantando-se e saindo da cozinha.
— Onde ele dormiu? – Vivian perguntou baixo.
— No seu quarto. – Emma respondeu.
— Duvido que tenham dormido. – Franz escondia o riso atrás da xícara de chá.
— No meu quarto?
— Sabe o que isso significa não é Vivian? – Ele perguntou.
— O quê?
— Sua cama foi profanada! – Ele gargalhava enquanto ela olhava paralisada para Emma.
— Eu te dou outra! Eu pago uma cama nova, pura e casta pra você! – Emma também gargalhava.
— Meu Deus, eu não acredito. – Vivian escondia o rosto com as mãos.

Após conversarem um pouco sobre outros assuntos, para que segundo Franz “Vivian não surtasse”, despediram-se e Emma agradeceu tudo o que tinham feito por ela nas duas semanas que havia ficado lá. Franz chorou um pouco mas recuperou-se rápido e foi para a loja. Vivian acompanhou Emma até a garagem com Gibbs e foi trabalhar.
Emma entrou no carro preto com vidros escuros e estava feliz. Sentia falta da sua casa, suas coisas, suas roupas.

— Pode correr se quiser, Gibbs. – Disse rindo.

Levaram 20 minutos do flat de Vivian e Franz até o prédio de Emma, ao sair do elevador e ver-se em sua sala, foi como se tivessem passado vários anos desde que estivera ali, jogou-se no sofá e pôs-se a memorizar novamente cada detalhe.

— Senhora! – Grace correra para vê-la.
— Grace! – Emma levantou para abraça-la.
— A senhora está bem? Senti muito sua falta.
— Estou sim. Eu também senti.
— Precisa de algo, senhora? – Gibbs interrompeu-as.
— Não, Gibbs. Está tudo bem. – Respondeu e viu ele desaparecer no corredor.
— Eu fiz seu bolo favorito, vou buscar.
— Grace, você é mesmo um anjo. – Emma beijou sua bochecha e a mulher também sumiu no corredor.

Emma andou até o hall e viu vários envelopes empilhados, resolveu olhar sua correspondência, nada fora do comum, alguns convites, algumas contas, nada extraordinário. Até que um papel amarelado e selado com cera apareceu por entre as correspondências.
Rompeu a cera e abriu o papel, numa letra que não lhe era reconhecível, estava a carta mais estranha que já recebera até aquele dia.


“Mademoiselle Boullan,
Bem vinda de volta, espero do fundo do meu coração que esteja bem e recuperada.
Também espero que venha ter comigo o mais breve possível na corte, meu coração e minha alma a esperam.

De seu fiel Senhor.
HR.”


Emma ainda estava meio atordoada com o que lera quando a campainha tocou e ela foi atender a porta, abriu-a e encarou seu convidado repentino.
Ele entrou e fechou a porta atrás de si.

— Emma, precisamos conversar. – Matthew disse.


Notas finais
E então, o que acharam???
Me coooooontem pfvr! kkkkkkkkk :)

Agradeço imensamente os reviews q recebi esses dias, respondi o mais rápido que pude! :)

Mais uma vez peço desculpas pelo sumiço, as provas fazem isso comigo, peço que compreendam ok?
Não esqueci, não larguei e nem pretendo largar a fic :D tá?

Espero q tenham gostado desse capítulo.
Até o próximo, fiquem bem!

Beijos! :*