Titanium - O Que Resta Da Monarquia
22 Livro
Notas iniciais
Meu Deus, me perdoem mais uma vez!!
Mesmo estando de férias (nessa última semana) da faculdade, ainda tenho o estágio a tarde e os preparativos p minha viagem de aniversário SIM, farei aniversário sexta, dia 28/06 kkk
Vou passar 10 dias no RJ *---*
Mas isso é assunto p mais tarde, leiam e dps me contem!
Capítulo partido ao meio, a outra metade posto amanhã a noite, ou seja dia 27/06 :)
— Quando eu disse que você não era mais bem vindo aqui, não foi da boca para fora, Matthew. – Emma falou dobrando a carta.
— Você se escondeu. Onde estava?
— Eu não devo satisfações à você ou devo? – Emma respondeu andando até a sala, pegando um livro que estava em cima da lareira e colocando a carta dentro. Colocou o livro de volta no lugar.
— O que é isso?
— Nada que seja do seu interesse. Você queria conversar, não é? Fale. – Disse sentando no sofá, Matthew permaneceu de pé, olhando para ela.
— Emma...
— Não vou responder perguntas do tipo onde eu estava, com quem, fazendo o quê.
— Certo. – Ele engoliu em seco. – A quanto tempo você e Sherlock Holmes estão juntos?
— Nós não estamos juntos. – Respondeu, tecnicamente era verdade.
— A quanto tempo vocês se conhecem?
— Desde que ele voltou.
— Vocês não estão juntos?
— Não.
— As notícias, os jornais...
— Tudo mentira, assim como você sendo colocado como o namorado perfeito, o príncipe de contos de fadas.
— Eu fui bom pra você não fui? – Matthew passava a mão por seus cabelos negros.
— Por um tempo você foi, por um tempo eu achei que poderia dar certo.
— Ainda podemos fazer dar certo, Emma. – Falou sentando ao lado dela.
— Não tem mais jeito, Matthew. Não dá pra insistir em algo que está desgastado.
— Eu te fiz feliz, não fiz?
— Fez e agradeço por isso, pelo curto tempo em que você me fez bem, mas o resto do tempo, Matthew...
— Você terminou comigo para ficar com ele.
— Você sofre de amnésia? Foi você quem terminou, eu apenas concordei. Isso deveria ter acontecido a muito tempo. Eu deixei o tempo passar, foi um erro.
— Emma, por favor. – Matthew estava de joelhos e ela fechou os olhos. – Casa comigo.
— Matthew, não seria justo comigo e com você. Por favor. Eu não posso. – Ela tocou seu ombro. – Vá viver sua vida, conhecer outras pessoas, se divertir... seja feliz. – Falou levantando do sofá.
— Não. – Matthew pôs-se de pé rapidamente e colocou-se de frente para ela, bloqueando o caminho, segurando seus dois braços com força e puxando-a para si.
— Matthew, me solte. – Emma tentava desvencilhar-se das mãos dele. – Me solte agora! – Empurrava-o com as duas mãos espalmadas em seu peito enquanto ele tentava beija-la.
— You’re mine. And mine alone, understand? – Falou por entre dentes.
— Você não ouviu o que ela disse? Solte agora.
Matthew ouviu a voz e virou trazendo consigo uma Emma presa. Olhou para o recém chegado e dele de volta para ela. Conseguia ver o ódio no olhar, no semblante dele. Era quase palpável o ódio naqueles olhos castanhos.
— O que ele está fazendo aqui? – Perguntou apertando ainda mais os braços dela.
— O que interessa saber é porque você ainda não a soltou. – Sherlock pegou-o pela parte de trás da camisa e puxou-o para longe dela. Colocou-se entre ela e ele. Matthew veio em sua direção, parando a poucos centímetros um do outro, encararam-se, ele era um pouco mais baixo do que Sherlock, o que fazia-o olhar para baixo.
Foi a vez de Emma pôr-se no meio deles, conhecia muito bem seu ex-namorado, a qualquer instante ele explodiria e estaria declarada guerra em sua sala, não que já não estivesse, mas não queria que fosse declarada com todas as letras.
— Chega. Vá embora!
— Como ele entrou aqui? Você deu as chaves à ele? — Matthew gritava.
— Eu não preciso de chaves. – Sherlock respondeu com sua voz blasé.
— Não interessa! Você veio aqui saber se eu te trai, não é? Eu não te trai! – Emma gritou.
Neste momento Gibbs entrou na sala e puxou Matthew consigo, ele foi debatendo-se e gritando enquanto era empurrado porta a fora.
Emma abraçou o corpo massageando seus braços vermelhos.
— Você está bem?
— Estou. – Respondeu e sentiu a mão dele tocando seu braço e foi como se sentisse uma pequena descarga elétrica, tão logo a tocou, afastou-se indo sentar-se no sofá. Emma fechou os olhos e tentou manter a concentração, não era hora para isso. – Você não deveria estar cumprindo suas horas de trabalho?
— Depois reponho. – Falou e franziu a testa ao perceber a expressão que Emma fizera. – O que houve?
— Eu recebi uma carta. – Foi até a lareira e pegou o livro.
— Pessoas recebem cartas.
— Não como esta. – Abriu o livro, pegou o papel amarelado e entregou para ele, fechando o livro com estrondo. Ele pegou a carta olhando para o livro e depois para o papel e pôs-se a ler. – Eu uma Bolena? No mínimo irônico.
— Irônico é você guarda-la dentro deste livro.
Emma virou o livro de capa dura nas mãos e leu o título em voz alta
— Ana Bolena: A rainha decapitada. – Piscou algumas vezes e olhou para Sherlock.
— Você não é uma Bolena, você é A Bolena. – Enfatizou. – E há um Henricus Rex.
— Mas como? Eu? Quem é ele?
— Vamos descobrir em breve, você deve se preparar. – Ele disse.
— Senhora, a repórter chegou. Posso manda-la subir? — Grace interrompeu-os.
— Sim, Grace, por favor. – Respondeu e estendeu a mão para pegar a carta.
— Isso fica comigo, preciso fazer alguns testes. – Disse enfiando o papel amarelado no bolso do sobretudo. – O que vai fazer?
— Dar a cara à tapa. – Respondeu erguendo-se e devolvendo o livro ao seu lugar. – É preferível que você não esteja aqui quando eles subirem. – Sherlock levantou-se. – Mas espere. – Falou atravessando o hall e andando pelo corredor em direção a cozinha, voltando rapidamente.
— O que? – Sherlock podia ouvir o barulho de chaves.
— Matthew me deu uma boa ideia. – Disse jogando as chaves para ele, que pegou-as no ar. – Assim você não precisa mais invadir.
Sherlock manteve-se em silêncio enquanto segurava as chaves na mão.
— Use o meu elevador, é melhor. – Emma andou até o elevador, colocou o dedão no leitor biométrico e a porta abriu-se, Sherlock entrou ainda com as chaves na mão. Ela seguiu-o, puxou-o pela gola do sobretudo e beijou-o rapidamente, depois batendo no botão que levava à garagem e saiu do elevador. — Bye.
Sherlock só percebeu ainda segurar as chaves quando havia chegado ao seu destino, estivera paralisado, enfiou-as no bolso e saiu. Chamaria um táxi e iria direto para casa, precisava analisar aquela carta.
— Senhora? Está é Mary Martin, do Daily Mail. – Grace anunciou.
— Oh sim. Muito prazer. – Emma estendeu a mão e ela apertou-a, em seguida fazendo uma reverência. – Por favor, sem formalidades. — Sorriu. – Por favor, sente-se. – Emma disse apontando para a poltrona perto da ponta do sofá, a mulher sentou-se e ela também.
Estava acompanhada apenas de um fotógrafo, fora perguntado se Emma se importaria de tirar algumas fotos, ela respondeu que não, desde que não fossem muitas. Esperou que a mulher arrumasse suas coisas e o fotógrafo retirar a câmera da bolsa enquanto Grace os servia de chá, bolinhos e biscoitos.
— Tudo ok, Peter? – O fotógrafo afirmou com a cabeça. Ela pegou um gravador. – Se importa se eu gravar, alteza?
— Não, de modo algum. – Respondeu, neste momento sua mãe entrou, entregando sua bolsa a Grace e sentando-se junto a parede, longe de onde tiravam fotos. A mulher notou sua presença e comprimentou-a, assim como o fotógrafo.
— Podemos começar?
— Sim. – Emma respondeu olhando para sua mãe que mantinha o maxilar travado enquanto tentava transparecer que estava perfeitamente relaxada.
Notas finais
Me contem tudo pfvr!
Obg pelos reviews!!!!! Pelo numero de leitores q tem subido MUITO OBRIGADA MESMO! ♥
Me perdoem pela demora p postar, está tudo tão corrido p mim, não sei nem como me desculpar c vcs :$
Amanhã 27/06 posto a outra parte desse capítulo, ficou muito grande, achei melhor dividir p não ficar cansativo.
Obg mais uma vez, e desculpem one more time pela demora.
Qualquer dúvida ou sugestão é só comentar, mandar msg privada aqui ou falar no twitter ok? @priscasablancas
Fiquem bem! Beijos, até amanhã.
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