Notas iniciais
Hey! Não pude postar no sábado, peço desculpas, tive aula e no domingo a festa de uma amiga.Estou aqui para me redimir e dizer que quinta devo postar dois capítulos para vocês lerem no feriado hohohoVamos a leitura? Apenas um aviso: preparem-se.


Dias se passaram desde o beijo e o fim do julgamento de John e Sherlock, agora ele cumpria 500 horas de serviços à comunidade. Todos os dias, durante quatro horas, mesmo a contra gosto, resmungando, gritando a plenos pulmões que isso era entediante, ele pagava suas horas diárias de pena em uma ONG chamada Abarcar, que trabalhava abrigando, abraçando, literalmente, crianças ilegais e suas famílias, oferecendo suporte jurídico e educacional. O que ele não sabia até começar a dar aulas lá, é que a ONG tem Emma, Princesa de Wessex como idealizadora e madrinha. E isso não poderia ser coincidência.
Sherlock lecionava na matéria de Ciências, para crianças de oito à doze anos. Mesmo não sendo provido de muita paciência, tem de controlar-se, ao menos em frente às crianças, algumas gostam dele, o seguem pelos corredores, sorrindo, querendo brincar com ele, outras se assustavam, por seu jeito e aparência, essas chamam-no de Drácula. E claro, há as meninas que apaixonaram-se por ele, aquele primeiro amor inocente pelo professor.

Ele administra três turmas e quando não está com elas, transforma-se no “faz-tudo” da ONG, o que para parece-lhe uma afronta, já que está sendo desperdiçado, seu cérebro não poderia ser usado para coisas pequenas, mas deixam-no ocupado, todos fazem o máximo esforço para mantê-lo com algo para fazer. Não dizem nada, mas temem que ele tenha um dos ataques de tédio do qual John adiantou, quando acompanhou-o no primeiro dia.

Emma estava indo mais do que o normal para a ONG nesta semana, seu normal era duas, três vezes por semana, já que ela se dividia entre a organização e seus outros deveres. Fora todos os dias da semana para lá, havia muito o que fazer, muito o que preparar para o leilão beneficente que estava organizando, além das obrigações de rotina. Muitos telefonemas a dar, convites a enviar, emails a responder de possíveis doadores e não poderia deixar de dar alguma atenção às crianças que tanto gostava.
Viram-se algumas vezes no prédio, pelos corredores e uma vez até na sala enquanto Sherlock explicava os reinos animais.

— Com licença, posso interromper por um instante? – Emma perguntou sorrindo, apenas com a cabeça dentro da sala.

Ele virou-se para a porta e nada disse, apenas fez um ruído, como se estivesse coçando a garganta e Emma interpretou como um “sim”.
Olhou-a sem enxerga-la e ela resistiu a vontade de encara-lo e se concentrou em falar com as crianças. Deu um aviso rápido e saiu agradecendo a ele.
Holmes ficou alguns segundos olhando para a porta e ela do lado de fora, com a mão apoiada na parede, nervosa. Isso era novo, sentir-se assim era surreal, recuperou-se e foi resolver as pendências da ONG que esperavam-lhe em sua mesa.

Um dia antes do leilão, Emma chegou cedíssimo ao prédio vitoriano de dois andares, não havia ninguém além do zelador, tomou o elevador junto com Gibbs para o segundo andar, onde ficava sua sala. Usava blusa e calça preta, um blazer rosa, scarf animal print e botas de montaria, precisava estar confortável, o dia seria longo. Pegou suas chaves e introduziu uma na fechadura, girando-a duas vezes e em seguida empurrando a porta. Seu guarda-costas ficara do lado de fora como de costume.
Entrou já depositando sua bolsa sobre a mesa, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha e olhando para a tela de seu iPhone, conferindo algumas mensagens.
Sentiu que alguém observava-a e girou o corpo, assustando-se ao ver um homem alto parado diante da janela, com a mão segurando uma das cortinas e olhando a rua. Demorou alguns segundos para reconhecer quem estava ali.

— Milady. – Disse girando nos calcanhares e encarando-a.
— Mr. Holmes. – Emma respirou fundo. – Melhor não perguntar como entrou aqui, certo?
— Correto. – Sherlock mantinha os braços para trás, segurando um dos pulsos.
— Bem, diga o que deseja. – Emma encostou-se em sua mesa, quase sentando, com as mãos pousadas sobre as coxas. Olhou de relance para os pés dele e reprimiu o impulso de pressionar seus dedos contra sua carne ou ele veria.
— Fazer uma experiência.
— É perigosa? Se for, nem cogite a possibilidade de fazer algo assim perto das minhas crianças. – Ela cruzou os braços. – Deveria falar com a coordenadora pedagógica.
— Não se trata das crianças.
— Não?
— Se trata de você. – Sherlock começou a cobrir a distância entre eles.
— O quê?! Você não vai fazer nenhuma experiência comigo! – Disse incisivamente com uma das mãos em frente ao corpo.
— Tem certeza que não? – Sherlock pegou sua mão e baixou-a, chegando mais perto.
— O que está fazendo?
— A experiência.

Ele ainda segurava sua mão e ela queimava, tirou o scarf de seu pescoço, deixando a mostra o decote que estava oculto por ele e a corrente que levava o relicário em forma de camafeu, oculto entre os seios. Encostou seu corpo ao dela, pondo-a de pé e logo em seguida erguendo-a até que finalmente estivesse sentada na mesa, meteu-se entre suas pernas e beijou-a. O calor tomou conta dela mais uma vez enquanto tinha sua cintura apertada por ele. Segurava os braços dele com firmeza, devolvendo o beijo.
Sherlock tirou as mãos de sua cintura, levando-as até suas coxas, contornando-as, parando embaixo delas e puxou-a com rapidez pela parte posterior dos joelhos, trazendo-a para perto, colando-a nele. Subiu as mãos por suas costas por baixo do blazer e da blusa, parando onde encontrou seu sutiã, tirou suas mãos e levou-as até seu pescoço, tomando-a pela nuca. Emma com a mão em suas costas agarrava sua camisa preta, cravando suas unhas nele mesmo sobre o tecido. Abriu alguns botões de sua camisa, deixando a mostra uma parte de seu abdômen. E agora separados, ela olhava aquela pele branca com desejo e descia suas mãos para abrir mais botões.
Sherlock tomou-a pela gola de seu blazer, puxando-o e fazendo-o deslizar por seus ombros e braços enquanto a beijava. Agora que havia livrado-a desta peça, beijava-a ternamente com as mãos em sua nuca e os dedos por entre seus cabelos.
Emma puxou a camisa dele para fora da calça, desafivelou seu cinto e abriu o botão, descendo o zíper.
Ele desceu beijando seu pescoço e fazendo o caminho até seu decote, o peito dela arfava enquanto segurava a cabeça dele com as duas mãos, que subiu sua blusa devagar deixando a mostra sua barriga. Emma entendeu o recado e ajudou-o a tirar a roupa.
Ele empurrou-a para deitar-se sobre a mesa, derrubando coisas, fazendo barulho. Beijava sua barriga, enquanto Emma queimava e perdia seus dedos entre os cachos do cabelo dele. Subiu até seus seios, agora podia ver o relicário pousado em seu corpo, abriu seu sutiã deixando-os a mostra, enquanto perdia-se neles, acariciou as laterais de seu corpo, até chegar a sua calça, abrindo os dois botões e o zíper.
Ergueu-se pegando as laterais da calça de Emma e puxando-a, mostrando sua calcinha, parou quando estava em suas coxas e afastou-se olhando para a porta. Sherlock pôs-se a fechar sua camisa rapidamente a fim de coloca-la de volta dentro da calça.

— O quê?! – Emma perguntou-o sem fôlego. Ele nada disse, a resposta veio do lado de fora.
— Emma? – E batidas na porta. Era Franz.
— Espera! – Emma fechou os olhos e sentou-se procurando seu sutiã, achou e vestiu-o. Levantou da mesa, subiu sua calça rapidamente e pegou sua blusa que estava no chão, vestiu-a junto com o blazer, mal o tinha colocado e ouviu ele mover-se em direção a porta, virou-se e viu-o em silêncio, com seu casaco longo nas mãos. Abriu a porta, ela não pôde ver a cara que ele fazia, mas viu a de Franz, os olhos arregalados. Passou por ele dizendo um bom dia frio e foi embora.

Ele entrou na sala de Emma e viu o estado em que a mesa estava, coisas caídas, inclusive o scarf. Fechou a porta.

— Deus, o que eu fiz? – Perguntou.
— Realmente, pergunte a ele, porque eu não sei o que você fez, Franz. – Emma tentava arrumar a confusão em seus cabelos e em sua mente com as mãos. Ainda respirava forte e apressadamente. Frustrada, querendo gritar, quebrar metade da sala e matar seu melhor amigo. Queimava completamente, dos pés, até o último fio de cabelo e poderia queimar Franz vivo ali mesmo.

Notas finais
Quem quer matar Franz frito? o/ kkkkIsso que é um estraga prazer viu?E o teacher Sherlock? hohohoMe contem o que acharam por favor e não me odeiem por acabar o capítulo assim! Pensem nos dois que vou postar para o feriado!! :)Quero agradecer os reviews que recebi e os leitores que estão aumentando UUUUUUUEEEEEEEEEBAAAAAAAA!!!! o/Até quinta? Sim!Beeeijos!