Notas iniciais
Hey :D
Então, eu sei que eu tenho demorado mais ou menos uma semana pra postar cada capítulo, mas isso era porque eu tava na última semana de provas, e blabla.
MAAAS as provas já acabaram ~ E EU PASSEI Õ/ KKK ~ , então, os capítulos vão sair bem mais rápido agora :D
Ah, pra ninguém se perder.. o dia ainda "não virou" desde o último capítulo, então eles estão na casa da Carly e ainda é sábado á noite :)
Então, sem mais delongas -q , tá aí o capítulo 11 x)
Espero que gostem. (:

Sam's POV

— Não gosto de ser pega de surpresa. — eu disse, o puxando novamente pra mim. — E é bom que você saiba, Benson.. que eu mando nas coisas, a partir de agora. — mordi seu lábio — e EU te vejo.. mais tarde. — sussurrei, e saí do estúdio, deixando ele ali sozinho.

Era realmente bom que ele soubesse disso. O que nós fizemos ontem.. não era nem metade do que eu faria ele passar, ainda.


— Carls? — chamei quando desci as escadas.

- Na cozinha! — gritou.

- Hum.. comida. Posso provar? — disse, aproximando o dedo da panela.

- Não! — ela deu um tapa na minha mão.

- Argh. Tá, cadê o Spencer, com os filmes? — eu disse, sentando no sofá.

- Não sei, ele ainda não voltou da lanchonete. Vou ligar pra ele e..

- Hey, meninas! — disse o Spencer, entrando no apartamento. Santa coincidência.

- Oi! Como foi com a Lucy? — perguntou a Carls.

- Foi legal. Ah, ela vai vir almoçar com a gente amanhã. Disse que tá doida pra conhecer vocês. — ele disse, sorrindo.

- Legal! — disse a Carly.

- E aí, trouxe os filmes? — perguntei.

- Ah, sim! Quase esqueci. Deixa eu ver.. — ele disse, mexendo na sacola — hm, eu trouxe.. "Corrida dos Monstros Ninjas" e "8 Coisas que Odeio em Você". — ele disse.

- Sobre o quê é o segundo? — disse a Carls.

- Sei lá, é uma comédia romântica. — ele deu de ombros. — bom, vou tirar um cochilo. Me chamem quando a janta estiver pronta, e aí a gente coloca os filmes. — ele disse, indo pro quarto.

- Tá. — ela disse.

Fiquei ali mais uns 20 minutos vendo TV, até a Carls dizer que a comida estava pronta.

- Sam, chama lá o Freddie. — ela disse, apontando a escada.

- Ah não.. tá tão longe.. — bocejei.

- Como pode ser tão preguiçosa, meu Deus? — ela balançou a cabeça, rindo.

- FREDDIE! SPENCER! VENHAM! — ela gritou.

- Tô aqui. — disse o Freddie, descendo. — Hm, parece bom! — ele sentou á mesa.

- E está. Apresento á vocês minha lasanha especial! — disse a Carls, colocando o prato na mesa. Parecia realmente muito bom.

- Porquê especial? — perguntei.

- Sei lá. — ela deu de ombros.

- Mas..

- Shhh, comam. — ela disse.

Comemos, e ficamos ali na mesa conversando. Depois decidimos assistir os tais filmes.

Colocamos primeiro aquele dos ninjas.. monstros, ou sei lá o quê. Era engraçado, de tão tosco. Depois colocamos a tal da comédia romântica, que supreendentemente atraiu bem mais a minha atenção, e eu nem gosto desses filmes. Era tão irônica a semelhança entre o casal principal, comigo e com o Benson que chegava a ser engraçado.

De vez em quando eu olhava pra ele e ele estava lá, me fitando. Aquilo me frustrava. Eu gostaria de abraçá-lo, e ter aqueles momentos bobos e melosos que todo casal tem assistindo esse tipo de filme, mas eu não podia. Por ser tão imbecil e ainda não ter contado pra Carls, nem pra ninguém.

Então senti a mão dele segurando a minha, de uma forma que ninguém visse, e sorri. De alguma forma ele causava isso em mim, eu me sentia bem com ele. Ainda é estranho pra mim ter esse tipo de pensamento, levando em conta que eu sempre odiei esse pateta. Ou eu achava que odiava.

Mas isso não importava mais, eu tinha que ser capaz de ir contra tudo aquilo que eu sempre reprimi, e quebrar aquele muro estúpido que eu criei entre nós dois.

Eu estava definitivamente cansada disso, de ter que esconder tudo isso, ou esconder o que eu sentia. O que eu mais queria naquele momento era gritar pro mundo todo que eu estava completamente apaixonada por esse idiota, e eu não tinha vergonha disso.

E o primeiro passo pra isso, seria criar coragem e contar pra Carly.

- Aw, eu gostei do filme. — disse a Carls, acendendo a luz. Aí que eu percebi que o filme já tinha acabado.

- É.. meio meloso, mas tudo bem. — disse o Spencer fazendo uma careta. — bom, gente, já são.. quase 2 horas.. vou tirar um ronco. — ele disse, levantando do sofá.

- Boa noite. — dissemos.

- E aí, tão com sono? — perguntou a Carly.

- Nem um pouco. — disse o Freddie.

- Bom, já tá tarde, fiquem aí hoje. — ela disse. — eu vou tomar um banho, e depois a gente faz alguma coisa. Não se importam de ficar aí sozinhos, né? — ela disse, ao pé da escada.

- Claro que não. — eu sorri maliciosamente.

- Só não se matem. — ela riu. — já volto. — disse ela, subindo.

- Então, quer ver TV até a Carls voltar? — disse o Freddie, levantando do sofá e indo ligar a TV, de costas pra mim. Aquela era um bela visão.

- Você é tão ingênuo, Benson. — eu disse, indo até ele.

- Porque eu sou.. — ele virou e se assustou com a nossa proximidade. — o.. o que..

- Porquê não cala a boca um pouquinho? — eu disse o puxando pela gola da blusa. Ele sorriu.

- O quê acha que vai fazer, Puckett? — ele disse, segurando minha cintura com força. Com dificuldade, me soltei e o empurrei no sofá.

- Eu ainda sou mais forte que você, lembra? — sorri e sentei em seu colo. Ele me olhava, chocado, mas com um sorriso malicioso no rosto.

- É mesmo?

- É.. — desabotoei todos os botões de sua camisa com apenas um puxão. — ..é mesmo. — sorri. E o puxei novamente pra mim.

Não sei quanto tempo ficamos ali, nos beijando. Alguns minutos, eu acho. Mas era difícil prestar atenção em qualquer coisa com ele me tocando. Eu sentia suas mãos subirem por minhas costas, me arrepiando, e voltarem lentamente ao meu quadril, onde permaneciam, firmemente.

Decidi que era hora de esquentar ainda mais as coisas. Ainda o beijando, desci uma mão e abri seu cinto. Ele me olhou, surpreso. Desci um pouco suas calças, e ri da cara dele. Estava bem.. visível, que ele queria aquilo.

Subi em cima dele e voltei a beijá-lo. Até que senti sua mão por baixo da minha blusa, e dei um tapa no braço dele.

- Mas..?! — ele me olhou, confuso.

- Eu já disse, eu comando as coisas por aqui. — tive que rir da cara assustada dele.

Então eu desci sua boxer. Engoli em seco. Tá.. eu não esperava por aquilo. Era bem.. maior do que..

- Que foi, Puckett? Assustada? — ele riu, convencido. Isso não ficaria assim.

Sem aviso prévio, comecei a estimulá-lo. Era mais estranho do que eu pensava. Mas.. não era ruim. Tive uma estranha vontade de.. tê-lo ainda mais. Ainda o estimulando, comecei a usar os lábios. Eu descia e subia, rapidamente, arrancando dele gemidos altos.

Aquilo tudo me excitava bastante. A sensação de controle.. de ter ele literalmente nas minhas mãos. Ele puxava meu cabelo com força, mas não me encomodava.

Continuei usando as mãos, quando percebi que aquilo o fazia gemer ainda mais alto. Vi que ele estava chegando ao seu máximo, então me afastei um pouco e, ainda o estimulando, ele explodiu. Fui até a bancada, peguei um pedaço de papel e limpei o meu braço. Quando sentei ao seu lado no sofá, ele ofegava, e me olhava, supreso.

- Wow. Onde.. onde aprendeu a fazer.. isso? — ele ria, ainda meio descontrolado. Dei de ombros.

- Não sei, mas é só uma amostra do que eu vou te fazer passar ainda. — pisquei pra ele. Ele riu e me puxou pros seus braços.

- É o que eu espero. — ele sorriu, antes de levantar meu rosto pro dele.

Então nos beijamos de novo. E novamente, foi doce. Não era com desejo, ou malícia. Era aquele beijo que fazia eu me sentir segura, e protegida, com ele. Era um beijo com.. amor.

Senti suas mãos no meu cabelo, e me entreguei ainda mais a ele.

- Sam, você deixou seu celular no meu quarto, e.. OOOH MEU DEUS! — gritou a Carly, da escada. Levantei assustada.

- CARLS! É.. não é o que.. — tentei dizer.

- "Não é o que parece" ?! FALA SÉRIO, SAM! — ela gritou.

- Nos deixa explicar, Carly! — disse o Freddie, quase caindo do sofá tentando fechar as calças.

- Claro! Eu vou adorar saber porque eu subi pra tomar banho, e quando eu volto encontro vocês dois.. praticamente.. URGH, QUE NOJO! — ela colocou as mãos no rosto.

- POR FAVOR, quer me deixar falar?! — eu disse. Ela demorou uns segundos pra se recompor.

- Ok. Fala. — ela disse, respirando fundo.

- Tá. Bem.. nós..

Knock Knock. Ouvimos a porta bater.

- Que tipo de pessoa bateria aqui essa hora? — disse ela, irritada.

- Mãe?! — disse o Freddie, assustado, quando abriu a porta.

- Freddinho, você está bem? — a Sra. Benson estava desesperada, examinando cada parte dele.

- Claro que estou. Porque não estaria? — ele disse, confuso.

- Eu ouvi gritos! Você poderia ter se machucado! — ela disse, preocupada. Ele revirou os olhos.

- Eu tô bem, mãe.

- Tá. Mas venha pra casa comigo. — ela disse, o puxando.

- Mas eu.. — ele olhou pra Carly. — ..pensando bem, é uma boa ideia. — ele disse, saindo.

- NÃO PENSE QUE ACABOU, MOCINHO! Eu vou ter uma conversinha com você amanhã! — disse a Carly, fechando a porta.

Ela respirou fundo, antes de se virar e me encarar. Engoli em seco. Eu não gostava daquele olhar. Era o olhar de "estou realmente decepcionada com você".

- Olha, Carls, eu..

- Você o quê, Sam? Não tem nada pra explicar. Você.. como você e.. o Freddie.. — ela balançava a cabeça, confusa.

- Eu não sei! Bem.. eu sei, mas..

- Há quanto tempo? — ela perguntou, de repente.

- Há quanto tempo o quê?

- Há quanto tempo vocês estão.. juntos?

- Desde.. desde ontem. — eu disse. Ela me olhou, com os olhos semicerrados. — eu juro!

- Como vou acreditar em você, depois de ter escondido isso de mim? — ela disse, exautada.

- Eu sei que eu não mereço confiança. Eu.. eu devia ter te dito logo que aconteceu. Me.. me desculpa, Carls.. — me sentei no sofá e coloquei a cabeça entre as mãos. Eu não acredito que isso está acontecendo. Porque.. porque eu não contei pra ela antes?!

- Deveria, mesmo! Você não me disse nada, cara. Imagina.. imagina se vocês tivessem.. — ela parou assim que me viu abaixar a cabeça. — OH MEU DEUS! Vocês..? — assenti. — SAM! PUTA MERDA, COMO TU NÃO ME CONTA UMA COISA DESSAS?! — ela andava pela sala, desesperada.

- Me desculpa! Eu.. eu estava com vergonha de te contar isso! É uma coisa muito.. íntima, Carls. — eu disse, corando.

- Isso.. isso é muito sério, Sam! E me magoa, muito. Uma coisa tão importante na sua vida, e você não me diz nada! Faz eu me sentir meio.. traída, saber que meus dois melhores amigos.. transaram e.. não me contaram! — ela disse, com a voz aguda. Aquilo me lembrou de quando ela descobriu do nosso primeiro beijo. Foi igualmente constrangedor.

- Eu ia dizer! Eu já tinha falado com o Freddie, iríamos contar o mais rápido possível, eu só estava esperando o melhor momento. E.. bom, esse não foi o melhor momento..

- Realmente, a última coisa que eu esperava era te ver montada em cima dele. — ela deu um risinho. Senti meu rosto queimar. Aquilo era muito constrangedor. — e.. como tudo aconteceu? — ela perguntou.

- Bom.. ele me seguiu até aqui. Eu queria entrar no seu apartamento, mas o Spencer não ouvia a porta. Então discutimos no corredor e ele me obrigou a entrar. Tivemos uma briga.. realmente feia. Até que ele começou a jogar um monte de coisas na minha cara, pedindo satisfações, querendo saber o que eu sentia. E aí eu.. eu o beijei. E depois.. — baixei a cabeça, com vergonha.

- E depois.. — ela riu. Revirei os olhos.

- É sério.. me desculpa, Carls. Eu prometo, eu juro.. que daqui pra frente eu vou te contar absolutamente tudo. — eu disse. Ela me olhou, desconfiada.

- Vai me contar tudo, mesmo? — ela disse, com uma cara estranha.

- Sim.

- Bem.. como é? — ela disse, se sentando no sofá.

- Como é o quê?

- Sexo. Como é? — os olhos dela brilhavam de curiosidade. Aí tem coisa.

- Hm.. porque o interesse? Pensando em praticar? — eu ri da cara dela, ela estava envergonhada.

- O.. o quê?! N-NÃO! É só que.. fico curiosa.

- Não tem muito o quê dizer. É.. é bom. Muito bom. — corei.

- O quê mais?

- Ah, Carls, eu não vou ficar aqui falando contigo sobre a vida sexual minha e do Freddie. — eu disse, ficando de pé. Ela me olhou, surpresa. Me ouvir dizendo aquilo foi estranho.

- Tá, tá.. mas me conta, quando.. quando você começou a gostar dele? — ela perguntou, fazendo menção pra eu me sentar de novo. Escapar daquele papo seria mais difícil do que eu pensava.

- Eu não sei bem.. acho que sempre gostei dele, um pouco. Mas eu só percebi de fato quando os primos dele chegaram. Eu senti.. bastante ciúmes da Hayley. — fiz uma careta. Ela riu.

- E ele do Chase.

- Como assim? — perguntei.

- Sei lá, o Freddie sempre fechava a cara quando te via com o Chase, eu achava fofo. — ela sorriu.

- É.. e eu estou feliz com tudo isso. Me sinto bem com ele, sabe?

- Sei. Aw, meus dois melhores amigos, juntos! — ela pulava inquieta, no sofá.

- É, é, mas chega de falar de mim.. me conta, como foi com o Devon ontem? — perguntei. E não demorou muito até ela se lançar na história, me contando detalhadamente tudo o que ele disse pra ela ontem á noite. Ouvi com atenção, feliz pelo assunto não ser mais eu e o Freddie.

Senti como se tivesse me livrado de um peso gigante. Era muito bom que eu pudesse ser sincera com a Carls agora, e que ela aceitasse bem tudo isso.


Freddie's POV

- Ai! Mãe! Tá me machucando! — disse me soltando dela, quando ela me puxou pra dentro de casa. — que paranoia toda é essa?

- Eu ouvi gritos! Achei que vocês estivessem brigando. — ela disse.

- Eu estou bem, e..

- Meu Deus, Freddie, olha só pra você! Estas roupas.. está todo desgrenhado! — ela disse, me olhando de cima a baixo. — parece até que algum bixo selvagem te atacou! — ela disse. Me segurei muito pra não rir do comentário dela.

- É.. então, onde estava, mãe? — perguntei, querendo mudar de assunto.

- Com as meninas. — ela disse. Ah, não, esse papinho de novo, não.

- É mesmo?

- É, é mesmo. E você, Freddie, o quê estava fazendo na Carly até essa hora? — ela disse.

- Não muda de assunto. — eu disse, sério.

- Como assim, garoto? Você que chega em casa tarde e eu que mudo de assunto? Fredward Benson, se está escondendo alguma coisa..

- Não sou eu que estou escondendo as coisas por aqui! — eu quase berrei. Ela recuou, assustada.

- O que quer dizer?

- Quero dizer que você não estava "com as meninas". Quero dizer que não existe clube do livro nenhum, e que você está mentindo pra mim, mãe!

- Freddie, o que você..

- Eu te vi saindo da garupa da moto daquele cara, hoje! Um tal de James. Porque estava escondendo isso de mim, mãe? — perguntei, irritado.

- Porque eu.. eu não queria te preocupar! — ela disse.

- Me preocupar?! No momento em que você esconde algo de mim, é que você me preocupa. Quem é esse cara? — perguntei.

Ela respirou fundo antes de responder.

- Ele é o James.. meu namorado. — ela disse. Ficou esperando alguma reação minha, mas eu não dizia nada.

- Freddie? Meu filho, você está bem? — ela disse, preocupada.

- Na-namorado?

- Olha, Freddie..

- O que.. o que ele faz? — perguntei.

- O que?

- Como ele ganha a vida?

- Ah. Ele.. ele é lutador de vale-tudo. — ela disse, envergonhada.

- LUTADOR? — eu gritei.

- É, Freddie. Ele é lutador. — ela disse.

- Mas.. mas eu não entendo. Esse cara é simplesmente.. tudo o que você abomina!

- Eu sei, filho, mas.. o James não é assim. Ele é lutador, e pilota uma moto, mas ele é um homem muito gentil, e educado.

- Eu não.. não consigo..

- Olha, Freddie, eu sei que é difícil me ver com outra pessoa desde que seu pai foi embora, mas..

- Eu não quero falar sobre isso. — eu interrompi. Aquele assunto era extremamente proibido, e ela sabia disso.

- Fredward, está mais do que na hora de falar sobre isso. Desde que ele foi embora, eu sei que você sente falta de.. de ter um pai.

- Eu não sinto falta. Ele nunca foi um pai pra mim. E eu não preciso de outro. — disse, seco.

- Fredward..

- Não é essa a questão, mãe. Eu só fiquei preocupado com você, e chateado, por ter mentido pra mim. Mas.. se esse tal de James é um cara legal, e te faz feliz, bom.. quem sou eu pra discordar? — eu disse. Ela sorriu.

- Obrigada, filho. — ela me abraçou. — E eu tenho certeza que vocês vão se dar muito bem. Ele não deixa quase ninguém saber, mas.. ele tem um lado geek também. — ela riu.

- Estou começando a gostar um pouquinho mais desse cara. — eu disse, sorrindo.

Já estava bem tarde, e resolvemos ir dormir. Tomei um banho e desabei no travesseiro, minha cabeça ainda confusa com tudo o que houve hoje. E eu ainda teria que ouvir a Carly amanhã..

Mas eu estava um pouco mais tranquilo, pelo menos agora eu e a Sam não tínhamos que esconder mais nada.

Rapidamente adormeci, tranquilo por tudo estar finalmente se acertando.

Notas finais
e aí, tão gostando? :D
reviews? u.u