Throwing Punches

16 A New Song, A New Way


Notas iniciais
Hey! :D
Cês já perceberam que eu sou uma almôndega um tanto quanto muito demorada pra postar, né? Sorry 'o'
Então, eu particularmente gostei muito de escrever esse capítulo, acho que um pouco diferente dos outros.
Então.. uma coisinha, procês não se confundirem.
Já devem ter percebido, que eu sou fã do Paramore, certo?
Então, a banda já foi citada na fic, e ela existe na fic, normal. Só que, imaginem que alguma músicas não sejam deles, ok? Sejam dos personagens. KKKKKK
Acho que nesse cap. vocês vão entender.
Isso vale pra outros artistas também, só pra constar.
E é melhor eu calar a boca logo porque as notas iniciais já tão gigantes O.O
Enfim, espero que gostem. (:

Sam's POV

- Ei, Sam. — a Lucy me chamou.

- Sim?

- O quê acha de.. conhecer umas pessoas? — ela perguntou, sorrindo.
.

- Como assim? — perguntei, confusa.

- Bem.. eu fiz umas ligações, pra uns amigos do meu pai.. e eles pareceram interessados. — ela disse.

- Interessados no quê? — perguntou a Carls.

- Eles são produtores musicais, e donos de uma gravadora. Então eu mandei o vídeo da Sam pra eles, ontem. Me retornaram, dizendo que gostariam de conhecê-la. — ela respondeu, contente.

- E-eu.. — eu não conseguia nem falar.

- Espero que não se importe, Sam. Se.. se você não quiser, eu posso cancelar tudo, e..

- Não, não. Eu quero sim conhecê-los. — disse, sorrindo forçado.

- Ótimo. Vou marcar. — ela sorriu.

Ficamos ali o resto da tarde, vendo filme, jogando vídeogame.

Mas na minha cabeça as palavras "Produtores musicais", "gravadora" e "interessados" continuavam martelando.

Ás vezes me pergunto se eu sou um pouco negativa demais na hora de encarar as coisas, e talvez eu seja. Mas, cara.. quem não ficaria assustado com tudo isso?

Tudo tem acontecido tão rápido. Há alguns dias eu estava sozinha no meu quarto, escrevendo, e agora vou conhecer.. "gente de gravadora". É um pouco assustador.

Mas.. não vou deixar que isso me atrapalhe. Eu realmente amo música, e essa é uma oportunidade única. Então vou aproveitá-la.


Lucy's POV

Desde aquele dia em que a Carly mostrou o vídeo pra nós, eu vi que a Sam era realmente muito talentosa.

E depois de conhecê-la um pouquinho mais, assim como fiz com a Carly e o resto dos meninos, eu definitivamente sei que ela não faz o tipo "garota tímida".

Mas mesmo assim, eu ainda percebo que ela fica nervosa com tudo isso. E deve ser um pouco assustador mesmo.

Então.. eu me precipitei e liguei pro meu pai. Contei tudo á ele, e disse que eu realmente achava que ela tinha chances, e ele concordou em eu falar com o pessoal da gravadora.

Eu normalmente não faço isso, mas eu vejo algo na Sam. Ela é aquele tipo de menina que algumas pessoas podem não apostar nada nela, mas ela surpreende á todos. E se ela concordar, eu quero fazer parte disso, pois vejo que ela ainda tem muito pela frente.

Ainda é um pouco engraçado como eu me apeguei tão rápido á família do Spencer. Sim, pois eles são todos como uma família. E todos os meninos.. eu já consigo vê-los como irmãos mais novos. Estou me acostumando ainda com tudo isso.

Apesar de eu já ser uma mulher de 25 anos.. o Spencer é o primeiro namorado realmente sério que eu tenho. Já namorei outros caras antes.. mas nada muito duradouro.

Eram todos certinhos demais, e queriam sempre planejar tudo. Montar todo um futuro, em uma rotina monótona. Isso não é pra mim.

E com o Spencer, eu me sinto.. diferente. Talvez pelo fato de ele ser tão espontâneo, divertido, e livre. Ele traz isso pra quem está em volta. E ele realmente tem me feito feliz.

Depois de dizer pro pessoal que eu tinha falado com os representantes da gravadora, a Sam concordou em conhecê-los.

Então eu ainda tinha mais uma ligação a fazer.

Sam's POV

Fiquei ali na Carls mais um tempo, e depois a Lucy me disse que havia marcado com o representante, e me levaria até a gravadora amanhã.

Então, decidi ir pra casa.

- Ei, Sam! — Freddie havia me alcançado, quando cheguei na portaria.

- Sim?

- É.. posso te acompanhar até em casa? — ele perguntou, sorrindo.

- Ah.. claro, mas já está escuro. Sua mãe não vai implicar?

- Não. Do jeito que ela anda distraída, duvido. Está toda boba, com o namorado. — ele revirou os olhos.

Fomos a pé pra minha casa, e ele ia me contando sobre o tal James. Pelo o quê o Freddie dizia, parecia que o cara era bem legal. E depois ele disse alguma coisa sobre o filho dele, mas eu já não conseguia prestar muita atenção.

Ainda estava nervosa sobre.. o que eu faria amanhã.

- Ei, Sam. — ele disse, chamando minha atenção.

- O quê? Ah, foi mal, me distraí.

- Você tá legal? — ele perguntou, preocupado.

- Sim. Só um pouco.. nervosa.

- Com o quê? — disse, confuso.

- Você sabe.. essa história toda do vídeo.. e agora a Lucy veio com esse papo de gravadora.. — disse, me encolhendo.

- Se você não quiser ir, diz pra ela. Você não é obrigada a..

- Não é isso, Freddie.

- É o quê, então?

- É que.. eu só estou um pouco nervosa. Nunca fiz testes, audições ou coisas do tipo. E até alguns dias eu nunca havia cantado na frente de ninguém. Então é meio assustador ter que fazer isso na frente de pessoas que podem.. encaminhar o meu futuro. — eu disse.

Ele suspirou.

- Sam, já conversamos sobre isso. Mas eu vou repetir, já que você nunca me escuta. — ele revirou os olhos. — Você é uma das pessoas mais talentosas que eu já vi, se não a mais. É normal ficar nervosa, mas não tem motivo pra ficar tão preocupada. Seja quem for que você conheça amanhã, eu tenho certeza de que vão te adorar. E mais.. — ele me fitou, segurando minhas mãos. — aconteça o que acontecer, eu vou estar do seu lado. Pra te ajudar e te apoiar em qualquer decisão que você tomar. Tá legal? — ele perguntou, sério. Sorri.

- Como você consegue ser tão idiota, e.. fazer eu me sentir tão bem? — Sorri. Ele deu de ombros.

- Você tem uma queda por idiotas.

- E você é o maior deles.

- Por isso mesmo. — ele sorriu, antes de segurar minha cintura e tocar seus lábios nos meus, docemente.

Então eu senti uma gota cair sobre meu rosto. Olhei pro céu.

- Está começando a chover.. é melhor irmos logo. — disse.

Ele assentiu. Chegamos na minha casa uns 5 minutos depois.

- Vai entrar? — perguntei. Ele fez uma careta.

- Ahm.. tenho que ir pra casa. Já está tarde, e quero ir antes que a chuva aumente. — ele disse. Mas eu sabia que ele ainda estava traumatizado da última visita que fez á dona Pam.

- Tá bom, então. Até amanhã. — disse.

- Até. E.. vai dar tudo certo, ok? — ele sorriu e me abraçou.

- Tudo bem. — disse. E ele se foi.

Entrei em casa e minha mãe estava no sofá, vendo TV.

- Oi, mãe. — disse, largando a mochila em qualquer canto.

- Oi, Sam. Estava na Carly até agora?

- Sim. E.. falando nisso, tenho uma novidade. — disse, sentando ao lado dela.

- Manda.

- Bom.. sabe a nova namorada do Spencer, a Lucy? — perguntei.

- Acho que sim, você me falou dela. O que tem?

- Então.. o pai dela tem uns amigos.. donos de uma gravadora. — disse. Ela me olhou, entendendo onde eu queria chegar. — Então ela mandou meu vídeo pra eles, e.. eles querem me conhecer. — disse.

- Isso é ótimo, Sam! — ela sorriu.

- Eu sei. A Lucy vai me levar na gravadora amanhã. — sorri.

- É uma grande oportunidade. — ela disse. Suspirei.

- Pois é.

- Epa. Que desânimo é esse?

- Nada. Só estou um pouco ansiosa. — disse.

- Normal. Mas não se preocupa, vai dar tudo certo. — ela disse, me abraçando. Sorri, mas ainda era esquisito que minha mãe fosse tão carinhosa.

- Então tá.. eu tô meio cansada, vou tomar um banho e deitar. — disse, me levantando.

- Tudo bem, boa noite. — ela disse, voltando a atenção pra TV.

Fui pro meu quarto, tomei um banho e vesti meu pijama.

Estava cansada, mas não queria dormir ainda.

Então peguei meu laptop, me sentando na cama. Assisti o vídeo novamente. Sorri. Tinha ficado realmente legal, apesar de que eu estava muito nervosa.

Então cada momento daquela noite me veio, novamente. A festa, a diversão com o pessoal. Mas minha mente só me levava a ele. A dança, a briga, os beijos..

Peguei o meu caderno e uma caneta.

I don't mean to run,


Eu não pretendo fugir,

But every time you come around


Mas sempre que você se aproxima

I feel more alive than ever..


Eu me sinto mais viva do que nunca..


And I guess it's too much,


E eu acho que isso é demais,


But maybe we're too young

Mas talvez sejamos muito jovens


And I don't even know what's real


E eu ainda nem sei o que é real

But I know I've never wanted anything so bad,

Mas eu sei que nunca quis tanto algo assim

I've never wanted anyone so bad..


Eu nunca quis tanto alguém assim..

Continuei escrevendo. Apesar de nunca sequer ter tocado num violão, era boa de ouvido o bastante pra imaginar um rítimo e os acordes.

Depois de um tempo.. eu acabei a música. Me senti um pouco mais confiante pro dia seguinte.

Guardei meu caderno, e pensando nisso, e.. nele, adormeci rapidamente.

Acordei na quinta-feira já atrasada. Tomei um banho rápido, coloquei uma calça jeans justa, uma blusa verde de mangas longas e um all star branco.

Mal tomei café e fui correndo pro Ridgeway.

- Atrasada de novo? — perguntou a Carls, rindo, quando me aproximei, ofegante.

- É.. o que.. parece. — disse. Ela riu, e fomos pra aula.

Todos os perídos foram praticamente vazios. Os professores não tinha quase nenhum conteúdo pra ser passado. Tirando o Howard e a Briggs, que faziam qualquer coisa pra ver os alunos infelizes.

Saímos mais cedo, e fomos pra lanchonete que tem perto do colégio.

Passei a maior parte do tempo conversando.. com a Hayley. Por incrível que pareça, estamos nos dando muito melhor.

Nunca realmente tive alguma coisa contra ela, era mais ciúme mesmo. Mas agora que eu sei que foi tudo um mal entendido, e que ela não tem interesse no Freddie, pude conhecê-la melhor. E ela era realmente uma garota muito legal.

Não fui a única a perceber isso, já que o Brad puxava assunto com ela a cada 3 minutos, desesperado por atenção.

Em seguida fomos todos pra casa da Carly, e o Spencer estava lá, dormindo no sofá.. sem calças.

Fiquei ansiosa o tempo todo, até que lá pelas 15:00, a Lucy chegou.

- Oi, gente. — ela disse. — Oi, Spencer. — foi até ele e lhe deu um beijo.

- Então, que horas vocês vão pra gravadora? — disse a Carly.

- Gravadora? — perguntou a Meg, confusa.

- É, a Sam vai conhecer alguns produtores musicais hoje. — a Carls disse, sorrindo. Revirei os olhos. Eu só iria conhecê-los, e ela sorria como se eu fosse ficar super famosa.

- Sério?! Que demais! — disse o Gibby, animado.

- Pois é. Então, Sam, já podemos ir. — a Lucy disse.

- Ah.. tá, claro. Só.. só deixa eu pegar uma coisa. — fui até minha mochila e peguei meu caderno.

- O quê é isso? — a Carly perguntou.

- Nada. — disse. Ouvi o Freddie rindo. Pateta.. ainda não acredito que ele leu minhas coisas. — bom, vamos. — disse.

Fomos de carro, e uns 20 minutos depois a Lucy parou na frente de um prédio alto.

- Lucy York. — ela se identificou e um cara abriu o portão pra nós.

Estacionamos, e depois passamos por uma porta de vidro enorme.

Engoli em seco. Aquele lugar era gigantesco.

A decoração era moderna e muito bonita, tinha quadros com vários artistas famosos, obviamente assinados com essa gravadora.

Vários escritórios, algumas pessoas conversando com o típico cafézinho na mão. Era um lugar bem agradável.

Então vi um cara se aproximando de nós. Era mais ou menos da altura do Spencer, tinha cabelos loiros curtos e usava uma jaqueta jeans rasgada. Era bem bonito.

- Lucy! — ele sorriu e deu um abraço nela. Ela sorriu de volta.

- Oi, Matt. Caramba, quanto tempo! — ela disse.

- Pois é. Dois anos. — ele disse. E então olhou pra mim.

- Ah, Matt, essa é minha amiga Sam Puckett. — ela disse. Era mais fácil dizer isso do que "amiga-da-irmã-do-meu-namorado".

- Prazer, Sam. Sou Matt Davis. — ele disse, apertando minha mão.

- O prazer é meu. — sorri.

Ele nos dirigiu até a sala dele, que na verdade era um estúdio.

- Então, Sam, eu vi o seu vídeo. Na verdade, nós vimos. — ele disse, e apontou pra dois caras que arrumavam algum equipamento no estúdio.

- E.. vocês gostaram? — perguntei, insegura. Ele sorriu.

- Sim, sim. Foi uma apresentação boa. Mas te convidamos justamente por isso. Gostaríamos de te ouvir ao vivo, tudo bem? — ele perguntou.

- Ah, c-claro. Sem problemas. — disse.

Entrei na cabine.

- Então.. vai cantar o quê pra nós? — Matt perguntou.

- Ah.. na verdade, eu compus uma música. Tem problema se eu cantá-la? — perguntei. Ele me olhou, surpreso.

- Não, não. É bom que você escreva suas músicas. — ele sorriu. — John, vai lá. — ele disse, e em seguida um cara meio baixinho entrou na cabine com um violão.

Entreguei pra ele a folha com a música. Ele olhou, e assentiu.

- Quando quiser. — ele disse.

- Ahm.. essa música se chama "Adore".

O tal do John começou a tocar, e ela ficou bem melhor do quê na minha cabeça.

Me aproximei do microfone, e cantei:


Help me come back down

Me ajude a voltar para baixo


From high above the clouds

De lá de cima das nuvens


You know I'm suffocating,


você sabe que estou sufocando,

But I blame this town..


Mas eu culpo essa cidade..

Why do I deny?

Por que eu nego ?

The things the burn inside

As coisas que queimam por dentro

Down deep, I'm barely breathing,

Tão profundas, eu mal respiro,

But you just see a smile

Mas você só vê um sorriso..

Olhei pra eles. Me encaravam, atentos. Me perguntei se estava indo bem. Mas não me desconcentrei, apenas continuei cantando.

And I don't wanna let this go,

E eu não quero que isso se vá,

Really I just want to know..

Eu realmente só quero saber..

If I let you love me

Se eu deixar você me amar

Be the one adore,

Ser a única a adorar,

Would you go all the way?

Você iria por todo o caminho?

Be the one I'm looking for..

Seja o que eu estou procurando..

John terminou a música. Olhei pra eles, esperando. Só se olhavam, sérios. Caramba, ficou tão ruim assim?

- E.. e aí? — perguntei, hesitante.

- Isso.. isso foi.. incrível! — Matt disse, animado.

- É mesmo? — sorri.

- Sim! Vem cá. — ele disse, abrindo a porta, e eu saí da cabine.

- Eu não disse que ela era boa? — disse a Lucy, sorrindo.

- Sim. Muito boa. Você compôs essa música, mesmo? — ele perguntou. Assenti.

- Sim, ontem á noite. — disse.

Ele ainda estava com uma cara de abobalhado.

- Bom, eu adorei. Só tenho que ver com o resto do pessoal, mas se dependesse só de mim.. assinaríamos agora mesmo. — ele disse, rindo. O olhei, chocada.

- S-sério?!

- Sim. Você é boa, Sam. E, você não faz um webshow com seus amigos? — ele perguntou.

- Sim, o iCarly.

- Então. É um webshow famoso, portanto, você é conhecida. Já tem fãs. Isso faria você ter sucesso bem mais rápido. — ele disse.

Agora quem estava com a cara abobalhada era eu.

- Obrigada Matt, mesmo, por arranjar um tempo pra nós. — disse a Lucy.

- Que nada. E, bom, eu vou falar com o pessoal hoje, e com o presidente da gravadora, e ligo pra vocês pra dar as novidades. Ok?

- Ok. O-obrigada. — sorri. Ele riu.

- De nada, garota. Ah, continue escrevendo, essas letras são boas. — ele disse.

Saímos da sala e fomos até o estacionamento.

A Lucy falava animadamente sobre o Matt na viajem, e eu até estranhei isso. Mas aí ela disse que eles se conhecem desde pequenos, e ele é como um irmão pra ela. Só que por causa do trabalho, não se viam há dois anos.

Chegamos no Bushwell e subimos pro 8º andar. Assim que entramos, a Carls praticamente pulou em cima de mim.

- E aí?! Como foi?! ME CONTA! — disse, impaciente.

- E-eles.. — eu nem conseguia falar direito. A Lucy riu.

- A Sam cantou uma música dela, e eles adoraram. O representante ainda vai me ligar, mas pelo que parece, acho que querem mesmo assinar com ela. — a Lucy disse.

Ficou um silêncio total na sala por uns segundos, até que todo mundo começou a gritar, animados.

- Caramba, Sam! Você.. você vai ser cantora! — a Carly disse, quase chorando. Revirei os olhos. Quanta emoção, meu Deus.

- Eu não disse que daria tudo certo? — disse o Freddie, me abraçando.

- É. Obrigada. — sorri.

- Ei! Devíamos dar uma festa. Sabe, pra comemorar. — sugeriu o Gibby. Foi a melhor ideia dele em 2 meses.

- Bem pensado. Então, sábado, aqui em casa. Eu vou espalhar a notícia amanhã. — a Carls disse.

E ficamos ali o resto da tarde, ouvindo música, conversando. Estava bem divertido.

Eu estava meio distraída, pensando em tudo o quê aconteceu hoje.

"Sucesso", "assinar contrato". Ainda eram palavras meio esquisitas pra mim, mas eu não me sentia mais tão insegura.

Eu tinha meus amigos, minha família. Muita gente do meu lado.

E a minha música.

Acho que isso pode realmente dar certo.

Notas finais
Sooooo... tão gostando? :D
Me digam se gostaram, se odiaram, pelo amor de santo Seddie. -q
Reviews? u.u