This Is My Life
62 Teorias da Gestação
Notas iniciais
— Fiquei muito tempo pensando naquilo da Rosa ultimamente e passou-me pela cabeça que...
— Desembucha criança! — Estávamos no mesmo café que dá outra vez. Eu e Lexy. Saí outra vez sem dizer nada a Lysandre. Ele que adivinhe onde estou.
— Talvez ela... esteja grávida.
— O quê?! Você é louca!
— Pensa bem! Rosa quer se casar o mais rápido possível e pra quê? Ela deveria ao menos terminar a faculdade. Os pais de Leigh são bem reservados. O que iriam pensar de um filho fora do casamento. Eles precisavam se casar rápido antes...
—... Antes que a barriga se tornasse notável.
— Aí todo o mundo saberia. Também sabemos que quando uma mulher está grávida ela perde um pouco da autoconfiança.
— Motivo dela ter ciúmes.
— Sim! A maneira como ela olhou para Leigh.
— Penso que ela está com medo de Leigh ficar com Yall e a deixar com...
—... a criança pra cuidar.
— Mas devemos ser honestos e admitir que isso não passa de uma teoria da gestação.
— Será? Ela mesma faz questão de deixar bem explícita que a vida sexual dela com Leigh está bem activa e...
— ...talvez numa das transas a coisa aconteceu.
— Exacto!
— Sabe o que eu acho?
— Hã.
— Que deveríamos falar directamente com ela. Perguntar o que se passa e deixar de fazer teorias.
— Tens razão. Mas sem estender o assunto para mais alguém. Caso o que pensamos for verdade se ela está a tentar tudo para esconder de certo que não irá querer que todo o mundo saiba.
— Desta vez Lysandre lhe deixou vir?
— Ele não sabe que cá estou.
— Huuuuum olha ela. Toda 007.
— Acho que não se tornaria necessário dizer a ele todo e qualquer sítio que vou. Quer dizer, não é como se fosse fazer uma parvoíce como a que ele é os meninos fizeram de esconder que iam a uma discoteca e voltarem bêbados depois.
— Você fez bem Ally! Eu me pergunto se ele algum dia ele privaria você de ir a certo sítio.
— Eu sei que não. Lysandre pode ser muitas coisas mas ele não é um obcecado que não me deixará sair de casa.
— Além disso ele é fofo demais para isso.
— Vamos dar um passeio?
— Atiçar o boy? Tô dentro. Vamos passar pelo parque. Conheço um ótimo sítios onde vendem sorvetes.
— Vamos. — Saímos da cafeteria e fomos dando um passeio pelo parque.
— Seria tão da hora se eu tivesse um cão para passear aqui.
— Podemos chamar Cast para passear connosco o que acha?
— O quê?! Você tá vendo se morre? Ele provavelmente está com Kim fazendo sei lá o quê e nem quero imaginar se formos chatea-lo para ver se ele alinha num passeiozinho a três com a "menininha bonita" — Disse fazendo aspas com os dedos e usando o termo que ele usou para me definir — E o Rapaz kawaii de cabelo azul.
— Hahaha. Muito engraçado. — Disse cínico.
— Sabe... Eu pensei que gostava do lado frágil de Violette. Mas da maneira que falou dela ontem no café... — Deixei um vazio na esperança de ele continuar.
— Eu gosto. É fofinho. Mas as vezes é meio que irritante pois ela não se impõe a certas coisas que deveria impor-se.
— Nunca pensei que pudesses mandar as coisas assim tão na real. É divertido esse teu lado.
— Obrigado. Posso ser sincero contigo?
— Sempre.
— Não vejo a hora de chegares a casa. Estou em pulgas para que me contes o que aconteceu.
— Poderia ser uma briga.
— Ou uma situação super romântica do tipo "Nunca mais me deixes"
— Também. Mas eu acho que ele vai ficar puto comigo. — Disse sorrindo de satisfação.
— Olha ela se alimentando de sofrimento alheio. Adoro.
Fomos passeando por mais uns lugares, comemos churros entre outras coisas que vendiam na rua. Depois chegou a hora de nós despedirmos. Subi as escadas super alegre com o dia que tive hoje. Sinto que minha proximidade com Alexy está me fazendo cada vez mais feliz.
Abro a porta de casa e Lysandre vem até ao meu encontro.
— Oi Lys.
— Oi Lys?! Puta merda Ally eu liguei pra ti como um louco! Onde estavas?!
— Eu... fui comer com Alexy.
— Tens de parar de sair sem me avisar.
— Já disse que não tenho de estar sempre a notificar-te para onde e com quem vou.
— Podes parar de ser tão egoísta por um momento?! — Pela primeira vez ele gritou comigo.
— Egoísta? O que queres dizer com isso? Eu poderia sair andando numa corda bamba por cima de um penhasco e tu não terias nada a ver com isso.
— Tu não entendes?! Não foste a única a depois daquele rapto desenvolver um trauma! Eu passei dois meses da minha vida me culpando por não estar com você quando te levaram de mim. Imaginando mil e um cenários onde as notícias eram apenas as piores. Passei dias sem comer recebendo visitas e todas as pessoas perguntavam algo que elas já sabiam. "Vais ficar bem Lysandre?" Claro que eu não ia ficar bem. Outra metade da minha vida e coração tinha sido levada e eu... — Lágrimas escorreram pelos seus olhos- ...não sabia como encontra-la. Eu perdi-te uma vez e tal como tu eu quase morria. Não quero que se repita. Eu simplesmente... eu...
— Lysandre...
— Desculpe Allison.
— Oh Vida. — Lágrimas escorreram pelos meus olhos. Ele sofreu e por culpa minha. Eu nesse momento perdi a força das pernas e caí ajoelhada a sua frente. Eu não conseguia parar de dizer desculpa outra e outra vez. Peguei sua mão e a beijando eu pedia perdão.
— Me perdoe, me perdoe, me perdoe...
— Não precisa de dizer nada Ally. Nem sequer se desculpe. — Ele se ajoelhou erguendo minha face molhada pelas lágrimas da culpa profunda que sentia.
— Você sofreu tanto por minha causa e eu aqui fazendo uma simples briga. Eu não te mereço você é bom demais pra mim.
— Não. Muito pelo contrário. Nós dois só nos resolvemos juntos. Nos amamos acima de tudo. Só... não volte a fazer isso. Não me prive de me sentir em segurança sabendo que você está em segurança.
— Eu não o faço. Eu prometo. Prometo. Desculpa.
— Tu és minha e de mais ninguém estás a ouvir? Repete.
— Eu sou tua e de mais ninguém.
Ele me beijou com urgência me preensando na parede e passando as suas mãos em cada parte do meu corpo. Me levando a loucura.
— Minha. — Ele me levantou me levando até ao quarto e me jogou na cama. — Você se comportou muito mal hoje minha menina. Eu irei punir você.
Lysandre deitou por cima de Ally, pegou suas mãos e com a sua gravata prendeu suas mãos na cabeceira da cama. Impossibilitando o movimento dos braços.
— Lys...
Ele tirou a sua calça juntamente com a calcinha e penetrou a língua em sua intimidade. Arrancando um gemido de Ally. Lysandre fazia movimentos habilidosos que faziam Ally cada vez mais derreter e de repente eles pararam.
Sem aviso Lysandre penetrou inicialmente um dedo nela. Seguindo de outro que faziam movimentos de tesoura. Fazendo ela ir ao limite e acabar gozando. Lysandre levou o líquido até a boca de Ally fazendo-a chupar com vontade seus dedos.
— Lys por favor.
— Não, não. Você terá o seu castigo. — Ele a beijava e seus beijos iam passando por diferentes partes. Lóbulo, pescoço, ombros até repousarem em seu seio direito que foi abocanhado por Lys. Ele chupava, tanto um como o outro levando Ally a loucura.
— Acha que já merece ser perdoada?
— Sim. Sim por favor.
— OK então.
Ele apenas ia descendo os beijos. Ally ouviu o barulho de um papel a ser rasgado.
Se aviso prévio ele a penetra a fazendo gemer. Cada vez mais lento e lento.
— Lys... — Diz Ally de forma manhosa.
— O que foi Baby.
— Mais... ra-ra-... — Ally não conseguia terminar a fala devido as estocadas lentas e fundas de Lysandre. Ele começa a acelerar e os seus gemidos descompassados se misturavam. Ally chegou primeiro ao orgasmo e depois foi Lysandre que depois rolou para o lado deitando ao seu lado.
— Já foi castigada o suficiente?
— Sim Vida. — Ally o abraçou que nem um coala beijando sua boca. — Nunca mais voltarei fazer tal coisa.
— Espero bem que sim.
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