This Is My Life

55 Conhecendo os pais


Notas iniciais
Boa leitura!

Depois de mais uma hora chegamos a uma zona muito calma. Chegamos quando eram ainda 8 horas e quanto mais nos aproximavamos com mais medo eu ficava. Comecei e a dar pequeninos tapas nas minhas coxas como forma de desanuviar o meu estresse. Senti a mão de Lysandre poisar na minha e encostei a minha cabeça em seu ombro.

– Estás nervosa? — Sussurrou.

– Sim. Não sei como agir nem o que fazer. Será que eles vão gostar de mim?

– Eu sei que vão.

O carro parou numa fazenda enorme e muito bonita, cheia de verde e ao longe se via o gado a pastar. Qualquer um teria ficado super "good vibes" naquele clima.

Menos eu.

Saímos do carro e fazia frio, nem sei porque vim de um macacão curto. Idiota!

Ao longe vimos na porta um casal já de idade. Vendo a alegria da minha mãe a olhar para eles enquanto caminhavamos na sua direção suponho que sejam o Sr. e Sra. Ainsworth.

– Josiane!

– Tamara! Não perdeste a forma. Estás linda.

– Sabes sempre o que dizer. Digo-te já de que nunca te vi mais maravilhosa.

A mulher aparentava os seus 60 anos e parecia bem simpática e carinhosa. Vestia um vestido verde comprido com um avental rosa. Me senti mais relaxada quando a vi.

– Josiane esta é a Allison. Da última vez que a viste não puderam falar mas aqui está ela outra vez.

– Oi querida! — Ela veio em minha direção junto com o marido que deram-me um beijo na testa.

– Então és tu que deu com o meu filho em louco.

– Pai. — Lysandre estava muito envergonhado.

– Prazer. Allison.

– Nós sabemos. No hospital o Lysandre não parava de noa contar os momentos que vocês passaram juntos.

– Chorou que nem um bebé.

– Pai pára. — Sussurrou Lysandre.

– George Ainsworth.

– Josiane Ainsworth. Mas podes chamar-me de Josiane. Ou sogra se quiseres.

– Mãe! — Lysandre estava a ferver de vergonha. Não deu para aguentar a risada diante daquela situação.

– Vamos entrar. Devem estar cheios de frio.

Entramos num chalé muito moderno. Sinceramente eu não esperava. Havia algumas paredes de vidro que apenas melhoravam o aspecto da sala.

– Sentem-se. Como estás amorzinho?

– Bem, mãe.

– Só bem? Vá lá, tantos meses sem ver essa carinha fofa e apenas dizes-me um "bem mãe"? Soube que foste a um programa de TV.

– Sim. Fui eu e o resto da banda.

– Já estás a fazer muito sucesso?

– Estamos cada vez mais a ganhar fãs.

– O meu bebé! — Josiane puxou as suas bochechas irradiando um orgulho descabido.

– Mãe.

– Este é o meu rapaz! A fazer muito sucesso, com uma namorada e em breve eu serei finalmente avó.

Eu e Lysandre começamos a tossir. A ideia por agora me parecia totalmente sem noção. Somos jovens e com estudos e não me parece a hora certa de constituir uma família.

– O que foi?

– Desculpe Josiane é que essa ideia é...

– ... totalmente descabida.

– Eu ia dizer precipitada mas descabida ironicamente cabe neste contexto.

– Mas porquê? Com a idade da Allison eu já tive o Leigh. Não vejo porquê de não me darem o neto que eu quero.

– Acho que ainda é muito cedo. — Eu disse.

– E temos que acabar os estudos e há todo um processo.

Meu telefone começou a tocar. Era a Rosa.

– Oi Rosa!

– Escuta aí, já chegamos na fazenda. Quero ver-te fora daquele chalé. Bye amozinho.

E desligou. Rosa era mesmo objectiva.

– A Rosalya já chegou.

– Vamos recebe-la.

Saímos todos e vimos ela chegando com os seus saltos altos chamando a atenção dos homens que aí estavam.

– Rosa!

– Ally! — Mesmo com os saltos ela veio correndo até mim sem uma única vez se desequilibrar. Nos abraçamos forte enquanto Leigh trazia as malas dela e dele também.

– Oi Leigh. — Abracei ele e depois eles foram comprimentar a Josiane, o George e os meus pais. Entramos todos depois e o que se seguirar foram horas de conversa.

– Mas esses saltos não te estão a encomodar? — Perguntou Josiane à Rosa.

– Não. Para quem sabe se equilibrar eu acho que nunca é problema.

– Eu quero te ver a dizer isso quando fores trabalhar. — Disse Leigh distraído em um livro.

– Trabalho? — Pobrezinha. Até eu que estava a deriva sabia que em algum momento eu iria fazer alguma actividade.

– Sim querida. Hoje iremos preparar as coisas para o Natal. O meu objectivo é vos dar um gostinho daquilo que se faz por aqui.

– Mas...mas...

– Pobre Rosa. — Pus minha mão em seu ombro. — Pensaste mesmo que ias ficar aqui sem fazer nada?

– Eu achei que fosse ser poupada.

– Eu não vejo mal algum em realizar actividades dessas. até gosto para falar a verdade.

– Assim é que é. Saiu-te uma das boas Lysandre.

– Quase me faz pensar que a contrataste.

– Pai. O que eu e Ally temos não é estipulado a base de qualquer contrato ou pagamento. Só se resume ao facto de eu amar ela.

– E eu a ele.

– Como queiras.

Continuamos a conversar e a conhecer a propriedade até nos apresentarem os nossos quartos.

– Isto é lindo! — Eu dizia enquanto entrava pelo quarto. Lysandre olhava para mim com um sorriso de canto. Eu estava tão ansiosa como uma criancinha. — Podemos pular na cama?

– Claro. Este era o meu antigo quarto.

Dei um gritinho, tirei os sapatos e pus-me a pular na cama. Lysandre olhava para mim a rir. Ele não ria muitas vezes.

– Anda. Vem pular comigo.

– Acho que não. Deves ter muita energia ainda.

– Para falar a verdade. — Parei de pular e me sentei na cama. Estou totalmente cansada. Tudo o que mais quero é dormir.

– Então deveríamos fazer isso agora. Mas vamos tomar um banho primeiro.

– Será que os não fazem uma inquisição a rapariga antes de namorar com o filho deles?

– Os meus pais sempre foram protectores connosco. Mais comigo do que com o Leigh pois eu sofria muito bullying por ter o cabelo grisalho prematuramente e heterocromia. Eles achavam que eu era extremamente frágil e por alguma razão queriam que eu pintasse o cabelo para ver se os meninos deixavam de gozar comigo mas eu simplesmente não queria saber só que eles pensavam que aquilo era o fim do mundo para mim. Era realmente aborrecido ter poucos amigos e ninguém querer fazer dupla contigo mas eu meio que me habituava.

– Nossa! As crianças podem ser muito malvadas.

Depois de irmos tomar banho dormimos de conchinha como quase sempre fazíamos.

Eu estava naquele quarto. O quarto onde conheci o que era dor de verdade. Onde fui jogada quando me raptaram e por três meses eu não via a luz do sol.

– Oh, Ally! Que bom te ver de novo.

– Nina?! — Eu estava completamente espantada. — Mas... mas, tu deverias estar morta.

– Deveria? Desculpa se te desiludi mas eu ainda tenho muitos planos para a tua vida.

– Não. N-não. Tu não podes. Tu estás morta.

– Hahaha! Oh Ally. És muito engraçada. Pois quando pensas que eu não te posso fazer mal, querida, eu estarei sempre lá para provar o contrário. Rapazes!

– Ela os chamou e vieram os três que me empurravam como se eu fosse uma bola. Cada um me empurrava para o outro.

– Parem!

– Nós vamos voltar Ally. E piores do que nunca!

– Desta vez sem joguinhos.

E continuavam a me empurrar de um lado para o outro.

– Ally! — Dizia James.

– Ally!

– Ally!

Acordei como se estivesse debaixo de água sem oxigénio. Assim que dei conta de que estava com Lysandre o abracei o mais forte que pude. Vi ao longe a minha e mãe de Lysandre olhando para mim assustadas.

– Estás bem bonequinha? — Perguntou minha mãe.

– Sim mãe.

– Tu não estavas a acordar. Lysandre foi a correr que nem um louco para nos chamar dizendo que estavas a ter um pesadelo e que não acordavas.

– Sentes-te bem querida? Precisas de água?

– Não obrigad...

– Sim mãe por favor. — Disse Lysandre autoritário. E Josiane foi junto com a minha mãe.

– Não precisas de te preocupar comigo, Vida. Eu estou bem. Foi só um sonho mau.

– Com que é que sonhaste?

– Eu... o sonho era muito abstracto. Eu apenas me lembro de que devia ter sido algo relacionado a um filme de terror que vi.

– Mentes pessimamente ou eu é que tenho um dom?

– Era ela, amor. Ela não tinha morrido. E estava com os outros. Parecia tão real. Ela disse que quando eu pensasse que não podia fazer-me mal ela estaria lá para provar o contrário.

– Eu estarei contigo. Ela de facto não poderá fazer-te mal.

– Mas e se de facto ela não se foi? E se foi tudo forjado para ela poder escapar e arquitectar o próximo plano?! Ela vem atrás de mim! Ela vem atrás de mim! — Comecei a ficar paranóica e a perder o fôlego. Falta. Oxigénio. Ela vem atrás de mim!

– Ally calma.

– Ela vem atrás de mim! Ela vem atrás de mim!

POV Lysandre on

Eu tentava acalmar a Ally. Era outro ataque de ansiedade. Ver ela assim por causa da Nina me destrói. E pensar que eu poderia ter posto um fim nisso tudo evitando estar nesta situação me corrói ainda mais. Irei cuidar dela.

Tamara e minha mãe voltaram com o copo de água. Encontraram a Ally histérica.

– Allison! — Gritou Tamara.

– Ally respira.

Ela estava sufocando e sempre dizendo.

– Eles vêm atrás de mim!

– Respira.

– A minha bebé.

Eu abracei Ally e sussurrei no seu ouvido.

– Não faz mal. Ela nunca mais te fará mal. Não precisas de ter medo algum. Eu estou aqui. Respira fundo.

Ela continuava sussurrando que eles vinham atrás dela mas se debatia menos em meu abraço. Tamara e minha mãe assistiam a cena. Ally foi acalmando aos poucos até começar a sussurrar diversos pedidos de desculpas repetidamente.

– Tu não fizeste nada de errado amor. É normal ter medo, mas ela nunca mais te fará mal. Nem ela nem nenhum dos outros.

– Filha? — Chamou Tamara com receio. — Estás bem amor?

– Sim. Eu... eu...

– Seria melhor se vos deixassemos sozinhos.

– Obrigada Josiane. Por favor... não contem isto a Rosa nem ao Leigh. Não quero que ela se preocupe.

– Sem problema amor.

Elas saíram do quarto fechando a porta. Continuei abraçado a ela naquele silêncio. Ally tremia toda em espasmos repentinos e leves. Doía só de lhe ver assim.

– A tua mãe acha-me esquisita. Ela não gosta de mim.

– Não sejas paranóica. Ela gostou imenso de ti.

– Depois do meu ataque de ansiedade ela deve achar que eu sou o ser mais esquisito do mundo e que não sou perfeita para ti. Talvez ela fale contigo depois a dizer para arranjares alguém mentalmente saudável.

Me desfiz daquele abraço para olhar para ela.

– Allison tu estás bem. Física e mentalmente. Eu não preciso de outra pessoa porque tudo o que eu quero e preciso és tu. Eu amo-te louca e perdidamente e isso nunca vai mudar.

– Lys. — Ela disse num fraco fio de voz e me abraçou chorando. — Promete que nunca vais deixar-me. Que apesar de ser paranóica e ter ataques de ansiedade, e ser insegura, e estar a fazer tratamento psicológico por conta de um trauma tu vais ficar comigo para sempre. Promete.

– Eu prometo.

– A tua mãe já tem uma má impressão de mim. O mínimo que preciso é que o teu pai ache o mesmo. Que bela impressão que fui causar. Boa Ally! Agora vão achar que és uma paranóica com problemas de ansiedade.

– Não digas isso. Eles gostam de ti. Aposto que se fosses conversar mais com eles e deixares que eles soubessem da tua vida te tornes próxima deles.

– Eu acho que não faz mal tentar. Vamos! — Ela se levantou da cama com um novo sorriso no rosto e mesmo ainda com a cara lavada em lágrimas.

– Já estás bem?

– A vida é demasiado curta para tristeza. Tenho que conquistar os pais do meu namorado. Ajudas-me?

– Claro.

Ela me puxou da cama e saímos do quarto.

POV Lysandre off

– Querida já estas melhor?

– Sim mãe estou bem melhor agora. Onde está Sra. Ainsworth?

– A Josiane está no jardim.

Despedi Lysandre e fui ver a D. Josiane que estava sentada com o Sr. George.

– Sra. Ainsworth?

– Oi querida! Estás melhor?

– Sim.

– Tiveste um ataque de ansiedade não foi? — George sabia que eu tive. Mas como?

– Sim Sr.. Como é...

– Que eu sei? Eu não cheguei a entrar mas soube logo que algo se passava naquele quarto e perguntei à Josiane.

– Eu vim aqui para pedir desculpas. Eu realmente não queria que essa fosse a primeira impressão que tivessem de mim e também por vos preocupar.

– Oh querida não faz mal. Vem cá.

No momento em que eu me aproximava Lysandre chegou com meus pais, Leigh e Rosa.

– Oi filho. Vem tu também. Sentem-se aqui.

– Acho que já está na hora de conversarmos os quatro não?

Sentei do lado de Lysandre e ele entrelaçou nossos dedos.

– Onde vocês se conheceram?

– Nos conhecemos quando eu vinha aqui para França.

– Ah sim! E ficaste a morar com ele, já me tinha esquecido.

– Posso perguntar algo? Não querendo ser hostil mas só estás com o nosso Lysandre por causa da sua fama e carreira como cantor?

– Não Sr. George. Eu nunca ficaria com alguém por fama e dinheiro e eu amo o Lysandre como nunca amei ninguém na vida. Para além de ser muito querido ele me deu apoio num doa momentos mais difíceis da minha vida.

– E sobre isso, já estás a fazer tratamento?

– Sim. A ideia foi de Lysandre. Eu achei que estava na hora de deixar isso pra trás mas o psicólogo disse que seria um processo muito longo até poder falar com normalidade sobre o assunto.

– Desejo-te toda a força. Sabes, quando Lysandre era um bebezinho fofinho ele amava andar pelado por aí. E sempre fugia na hora do banho.

– Sério?!

– Mãe.

– Para além de odiar trabalhar também dormia imenso. Era um preguiçoso.

– Pai. Porquê que não se focam nas coisas boas da minha infância?

– Oh sim! Ele era um óptimo pianista.

– Desde sempre o meu menino tinha uma voz de anjo.

– Obrigado.

– Mas vamos admitir que é muito mais divertido falar sobre as tuas vergonhas.

– Que não eram poucas.

– Chegamos até a desconfiar que ele era gay.

– Pensamos que os dois eram.

– Oh Deus! — Eu ria muito enquanto Lysandre encontrava-se calado e corado.

– Mas desconfiavamoa com razão. Afinal, ele nunca nos apresentou uma namorada. Ficava sempre no seu canto e apenas falava com o seu irmão.

– Várias vezes perguntávamos o que se passava mas ele se recusava a dizer.

– Achamos que ele poderia estar depressivo.

– Talvez por ele ter contado aos amigos que era gay e eles zoaram dele.

– Parem por favor. — Disse Lysandre tapando a cara com as mãos.

– Ah, Vida. Deixa os teus pais contarem as histórias. É uma melhor que a outra.

– Ele preferia ficar com os coelhos do que brincar com os rapazes da região.

– Depois de preguntarmos a ele se era gay...

– Vocês perguntaram?!

– O que é que esperavam querida? Tínhamos uma duvida e fomos expo-la. Ele disse que não era gay só que nunhuma menina gostava dele.Coitado do meu filho.

– Depois disso pensamos que fosse pela cor do cabelo dele e propusemos que pintasse mas ele não aceitou. E por falar nisso porquê que te apaixonaste pelo nosso menino?

– Assim que o vi achei estranho a cor do cabelo. Pensei muitas vezes se ele tinha pintado mas nunca cheguei de perguntar. Mas a primeira coisa que reparei assim que ele abriu pela primeira vez a porta de sua casa para mim foi os olhos. Eram esquisitos, sim, mas eu nunca fui como as outras meninas. Enquanto a maioria iria dizer que aquilo era feio eu achei bonito. Tanto que uma vez elogiei.

– Começamos a fazer uma guerra de cócegas para ver quem ficava com o sofá.

– Aí acabamos caindo. Eu estava por cima dele. O meu receio é que ele dissesse que eu estava bem pesada. Eu olhei para os olhos dele e ele para os meus.

– Parecia que desde que nos conhecemos os olhos dela só tinham ficado ainda mais azuis.

– Eu perguntei se na família dele mais alguém tinha essa condição. — Dei uma risada a me lembrar da memória. — Ele desviou o olhar na hora, mas eu disse que gostava.

– Ela disse que achava...

– Atraente. — Dissemos em uníssono.

– Alguém estava a flertar aí! — Disparou Rosalya a rir-se.

– Não! Eu não estava a flertar com ele! — Disse rindo. — Mãe tu me conheces. Sabes que me comporto assim.

– Sempre foste muito tímida.

– Ninguém me apoia?

– Eu apoio filhinha.

– Obrigada pai. E eu não estava a flertar. Até porque só o conhecia a umas horas.

– No dia seguinte eu tinha um ensaio e acabei levando Ally comigo. Todos pensaram que ela era minha namorada. Castiel pensou que nós já...

– Transamos. — Eu disse como se fosse uma coisa normal. E minaha mãe sempre me ensinava a não demonstrar tabu algum sobre sexo. Todos nós desatamos a gargalhada.

– Jura?! — Disse Rosa rindo.

– Coisas dessa com Castiel são muito possíveis de acontecer.

– Lysandre ficou todo corado e disse que me conhecia a menos de dois dias então não tinha como.

– Os rapazes mais uma vez duvidaram.

– Mas era apenas pra zoar. De cara eu amei o Castiel, tipo, sempre tive amigos com uma personalidade forte como a dele.

– Amou? Mais do que a mim?

– Não né? Você sabe que eu só tenho olhos pra ti. — Dei um selinho nele e minha mãe desatou aos gritinhos como uma menina de treze anos.

– Que casal lindo!

– Ah! Vocês também são os melhores.

– Vamos continuar a conversa na mesa de jantar. Meninas venham me ajudar-nos a fazer o jantar.

– Sim!

Notas finais
As imagens da casa: Sala: https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSekS0RVJKq2jg7DTsvuyFIDIbrI3XgPbz-O6fIV99RI5Je1GD5fQ Quarto de Lysandre: http://4.bp.blogspot.com/_G65La5Y0ino/TMjA9xnFARI/AAAAAAAAAyM/6CCynJB61Ag/s320/Gothic-Bedroom+quarto+gótico.jpg Quarto do pais de Lys: http://www.verdequetequeroverte.com.br/files/photos/Cabana%20quarto%204.JPG Quarto de Leigh: https://revista.vivadecora.com.br/wp-content/uploads/2015/09/25685-outros-ambientes-projetos-diversos-luciano-dalla-marta-viva-decora-300x300.jpg Quarto de hóspedes: https://s.iha.com/6320300004496/Casas-de-hospedes-bed-and-breakfast-La-salle-les-alpes-L-Aster-des-Alpes_4.jpeg Cozinha: http://imguol.com/c/entretenimento/2013/07/09/para-a-cozinha-do-ambiente-chale-do-velejador-a-arquiteta-selma-tammaro-revestiu-paredes-e-definiu-o-mobiliario-com-mescla-de-texturas-e-cores-sobrias-a-27-casa-cor-sp-segue-ate-dia-1373394827918_751x500.jpg Quarto de banho do quarto de Lys: http://2.bp.blogspot.com/-RHuQ0ph7R44/UnKwQX24TlI/AAAAAAAACoY/Brnc7U13y3c/s1600/modern_bathroom_design_2+cópia.png Quarto de banho: http://4.bp.blogspot.com/-AvOL9tj8T8M/ValROWE835I/AAAAAAAAXDg/xtq9xakvStc/s1600/bide-ducha-higienica-banheiro-moda-modelos-decor-salteado-18.png Sala de jantar: https://2.bp.blogspot.com/-G61wXq9Nbfk/UvP0KUO4SCI/AAAAAAAAF9s/vCmGYM7OH8A/s1600/Sala-de-Jantar.jpg Do lado de fora:https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/04/7d/cf/047dcfd75b73361030b62fcc6a11d89c.jpg Deixo aquele beijo e aquele abraço e vos deixo com as curiosidades. A curiosidade deste cap é... "Uma vez Nathaniel arrancou a cabeça da boneca de Ambre"