Things Change
4 Assombro Me Causa
Notas iniciais
Quando não podia ficar pior minha vida a quadrilha maluca do livro resolve ficar comigo e com o Andrew, não só nas reuniões semanais mas á todo momento. Não sei se é sorte ou azar mas em algumas aulas ficamos nas mesmas aulas, como a de literatura por exemplo que tem o professor drag queen, como meu amigo gosta deles eu simplesmente sou obrigado a suportá-los constantemente. Christine só ficava mesmo com as meninas do grupo, é quando nos reunimos ficava quieta no canto e nem quero saber o por quê.
Uma novidade! Finalmente descobri os nomes dos integrantes do Clube do Livro. Segue os nomes:
Andrew Johnson- meu melhor amigo.
Christine Larke- a esquisita que sempre me assusta (não sei por que).
Angel Jones- ela é a mais normal entre todos, faz amizade fácil e é irmã daquele idiota que arrumou barraco comigo no primeiro dia.
Evellyn Gomez- a ruiva chefe da quadrilha de malucos que a um dia atrás descobri que tem uma queda por mim, só que dela só quero distância.
Matthew Brooker- o feliz, aquele que sempre é otimista e o mais maluco entre todos, o mais exaltado e etc.
Bela composição né? E olha que nem falei de mim porque não gosto de estar aqui, sou o desinteressado e desanimado pra tudo. Resumindo sou o chato da história ao olhar dos outros. Não me importo, não vivo no mesmo mundo.
Mamãe e papai ligaram no meu momento livre, perguntaram se estava bem e como estava meu desempenho nos estudos. Eu como um ótimo filho que sou disse que me atiraria do último andar do prédio se eles não me tirassem desse lugar tão tenebroso e sombrio, pô estou sofrendo aqui! Eles como ótimos pais que são me mandaram ir a merda e parar de reclamar. Sim meus pais dizem essas coisas para mim e para Miranda, quando estão sem paciência então socorro. Eles são cruéis, ficar aqui é um pesadelo misturado com uma chatice eterna! Sei que é só por meio ano mas poxa, é muito tempo pra mim eu viraria pó. Estava precisando urgentemente do meu vídeo game para sair desse estresse, precisava da minha fonte de alegria, distração e genialidade. Por quê? Por quê? Eu sinto tanta falta do meu bebê, minha vida. Pare de chorar que está frio Jonathan!
Voltando a minha triste realidade estávamos os seis na mesma sala, Evellyn percebeu a minha falta de interesse na lição e começou a me cutucar constantemente, o que estava me deixando super irritado. Ela estava do meu lado, fez o Andrew sentar na minha frente só para me observar.
— Isso é postura de aluno Jonathan? — lá vem me encher o saco essa maluca.
— Depende — respondi — Se for um aluno completamente desinteressado tanto na aula quanto na amiga ao lado, só desejando seu amado vídeo game então sim, essa é a postura de aluno — falei ríspido.
— Johnny querido, se quer ficar no Clube do Livro tem que ter boas notas e um ótimo comportamento em relação aos outros sabia? Principalmente a presidente que no caso sou eu — aff! Odeio sermões ainda mais de alguém que se acha a bam bam bam do barraco todo, além de nem me conhecer.
— E quem disse que eu quero ficar no Clube? E quem disse que quero ser seu amigo? — dei bem na cara, ela ficou chateada. TOMA! Quem sabe não larga do meu pé.
— Só está lá por causa do Andrew? — por ela que não seria.
— Claro! Ele é meu amigo, alguns sacrifios devem ser feitos e é por isso que os aturo — estou sentindo veneno saindo bela minha boca.
— Você é mal Johnny!
— Não sou mal, apenas sincero — ela finalmente se afastou da minha mesa, abaixou a cabeça e ficou quieta. Talvez eu seja um pouco mal mesmo.
Após as aulas Matthew surgiu do nada bem debaixo da mesa onde eu e Andrew comíamos, até bati a perna no pé da mesa por causa do susto. Ele ficou bem do meu lado e percebi que o meu amigo estava com um certo ciúme o que torna a situação engraçada. O feliz da turma veio com um monte de blá blá blá dizendo que o Clube devia voltar aos status populares do internato, o que para mim pareceu mais um ato de desespero para arranjar amigos. Anti-social. A idéia de socialização era a seguinte: festa.
— Uma festa bem no internato? — perguntei.
— Sim uma festa, mas não aqui. Eles nunca permitiriam — respondeu Matthew.
— E onde aconteceria essa festa?
— Pode ser na casa de alguém bem conhecido aqui.
— Quem exatamente? — ele vai dizer a minha casa.
— Poderia ser na sua Johnny! — sabia! Mas até que não é uma má idéia, estou precisando mesmo me diverti antes que exploda completamente de tédio.
— Por que na minha?
— Porque é um cara bem conhecido por todo mundo aqui, só faz um mês que veio pra cá e já conquistou vários corações — verdade, eu tenho esse dom — Todo mundo vai se convidá-los!
— Andrew concorda com essa idéia — meu amigo apenas deu de ombros então considerei como um sim — Ok! Vou falar com a minha irmã se podemos fazer uma festa, depois te dou a resposta.
— Você não vai se arrepender! Vai ser tão maneiro!
— Espero mesmo Matt!
Óbvio que Miranda ia deixar ter uma festa lá em casa, do jeito que era rolezeira não perdia uma diversão se quer ainda mais sem a supervisão dos meus pais na casa. Pedi ao Andrew que me emprestasse o telefone para ligar pra ela para preparar as coisas, comprar comida, contratar DJ e etc, só que o telefone estava carregando lá no nosso quarto. Então segui caminho até os dormitórios masculinos e advinha? Esbarrei na Christine de novo! E ela novamente ficava me encarando como se quisesse me matar, só que dessa vez eu estava por cima dela e não ao contrário.
— Me desculpe Christine — falei me levantando e estendendo a mão para ajudá-la, sou um cavalheiro quando quero ou quando não quero levar uns tapas na fuça que no caso seria a segunda opção.
— Oh! Sem problemas — pegou na minha mão e se levantou ainda fixada nas minhas íris rosa — Obrigada — falou calma o que me tranquilizou um pouco, pois o jeito qie me olhava me deixava assustado.
— Então... eu vou para meu quarto — falei apontando para trás das minhas costas.
— Ah sim, vai lá!
— A gente se vê depois? — por que diabos perguntei isso?!
— Sim, eu vou adorar — respondeu meio tímida.
— Ok! Até mais Christine.
— Até mais Jonathan — Isso foi muito muito muito estranho, como todos nossos encontros surpresas.
Deixando-a de lado fui correndo ao meu quarto, logo peguei o telefone do Andrew e liguei para Miranda, o tempo era curto e naquela hora ela provavelmente não estava na faculdade.
— Andrew Johnson certo? — ela perguntou ao atender a chamada.
— Na linha está o Jonathan Grey senhorita — lhe respondi.
— Qual a bomba maninho?
— Festa neste sábado em casa, o pessoal teve a ideia e estou precisando muito me distrair desse lugar entendioso.
— Own tadinho do meu maninho — falou com voz de criança.
— Eae arruma as coisas ou não Senhorita Grey?
— Claro! Me diz o que não faço por você? — várias coisas quando tem algo pra me chantagear.
— Preciso mesmo responder? — ela deu risada — Você é demais Miranda Grey.
— Eu sei querido — metida — Pode ficar tranquilo que organizo tudo, mas você vai fazer algo pra mim depois.
— Como sempre né.
— Como sempre.
— Beleza! Depois se me conta agora preciso voltar as aulas super entediantes. Beijos!
— Beijos amor! — eu desliguei o telefone e fui correndo de volta para o Andrew que estava junto com a turma do livro. Contei a todos que iria acontecer a festa no sábado a noite e eles vibraram de alegria, parece que nunca saiam para se divertir a anos. Percebi que Evellyn me olhava com desejo e isso me incomodava muito, se ela acha que vou ficar com ela na festa pode tirar o cavalinho da chuva não estou tão desesperado assim. É tão estranha e peguenta, não rola!
Na hora do chá estava sozinho debaixo de uma árvore no Jardim, olhava pro céu e lembrava de quando passeava eu, meus pais e Miranda pelo parque quando éramos crianças, riámos e brincávamos bastante mesmo com meus pais trabalhando bastante antes de dar a volta por cima. Era ótimo essa época de criancinha tão inocente, tão pura. Só de lembrar em como mudei desde daquele tempo até me assusto um pouco. Meus pais nos deram tudo que nunca tiveram ou imaginavam que teriam, quando tiveram a Miranda tinham vinte anos e eu com vinte e um, estavam na faculdade. Minha vó falou que foi super difícil pra eles casados tão jovens assimilarem trabalho, faculdade e dois filhos pequenos mas eles conseguiram. Agora são diretores de uma imensa empresa e sua filha primogênita está estudando contabilidade, enquanto o garoto... já sabem a história um tanto feia pro meu lado. Mas eu sou um anjinho, de verdade.
— Johnny! — uma voz feminina me chamou fazendo-me voltar a realidade, virei ao lado e pulei de susto ao ver Christine muito muito perto de mim, de novo me encarando.
— Mas que por... — ops! Não podia dizer isso na frente dela, suspirei para acalmar — Que susto Christine! Quer que eu tenha um infarto?
— Me desculpe mas eu te cutucava e você não reagia! — se estou perdido em meus pensamentos realmente não presto atenção em nada a minha volta.
— Perdoe-me, estava no céu lembrando de algumas coisas...
— Ou... então volto outra hora...
— Não querida pode ficar aqui. Quer perguntar alguma coisa? — nossa Jonathan que pergunta idiota!
— Sim! Eu queria saber se posso ir a sua festa? — perguntou meio tímida. Isso me deixou surpreso.
— Sim, claro! Faz parte do Clube do Livro então é uma convidada V-I-P baby, eu adoraria sua presença — ela abriu um sorriso que tenho que admitir, ele era lindo.
— Obrigada Johnny! — viu? Sou um anjinho é um cavalheiro quando quero.
— É só isso?
— Também queria dizer que seus olhos são lindos, me lembra uma jóia: Quartzo — Ok! Ela falou da jóia Johnny, calma!
— Obrigado. Seus olhos também são lindos também — ela corou.
— Mas eles são castanhos.
— Não deixam de ser lindos, assim como seu rosto — ela deu outro sorriso envergonhada, consegui alegrá-la senhoras e senhores.
— Obrigada! — por que ela tão estranha e bipolar? Em uns momentos ela é um assombro em outros ela é um amor, eu não entendo isso.
— Christine será que poderia te perguntar uma coisa um tanto... sabe, meio insensível?
— O que seria Johnny?
— Por que é tão estranha?
— Me acha estranha? — ela estava triste agora.
— Eu acho porque no primeiro dia me defendeu daquele cara e depois foi grossa, me olhava feio por uma semana e todas as vezes que nós se esbarramos me encara. Isso assusta um pouco não acha? — ela abriu e fechou a boca várias vezes, nada disse — Eu não sei se sou seu amigo ou inimigo porque agora está me tratando com delicadeza, e ainda aparece do meu lado quase acabando com meu coração — as vezes meu senso de sensibilidade explode com quem não merece ser grosso, mas cara é bom saber que tenho medo dela!
— Sinto muito por te incomodar tanto assim — seus olhos começaram a lacrimejar, poxa não queria que ela chorasse.
— Hey! Que tal começarmos do zero? Deixar tudo pra trás e nos tornamos bons amigos... ou mais do que isso — ela limpou seus olhos.
Certo... — talvez a festa possa ajudá-la a se diverti e esquecer todo esse clima tenso que criei. Putz só faço merda também em!
— Eu vou chamar umas pessoas bem legais pra festa, não muitas para se sentir a vontade — peguei sua mão transmitindo confiança — Vou fazer de tudo para que essa festa seja melhor de todas para você!
— Ok, muito obrigada.
— E me faça um favor? — ela ficou confusa — Venha bem sexy, bem charmosa e cheirosa para arrumar uns bofes e dá uns pegas — eu a olhei malicioso e ela tampou a cara envergonhada, apenas ri daquela fofura em pessoa.
— Evellyn vai te passar o endereço da minha casa — ela concordou — Te vejo depois sweetheart.
— Tchau Jonathan — ela acenou, sai numa boa sem pensar em correr para o primeiro banheiro que visse na frente.
Foi ótimo colocar as cartas na mesa, e novamente meu julgamento nas pessoas se tornou muito errado principalmente a Christine, ela pode até ser violenta mas é fofa como o Andrew. Acho que eles se completam e formariam um belo casal... Talvez. Como parte do plano convidei umas vinte pessoas para ela fazer mais contato e uns garotos bonitos para entrar no clima, não tem graça ir a uma festa sem se diverti. Em respeito ao Andrew não vai ter bebidas alcoólicas, se bem que nem temos idades para isso mas quem liga? Acho que não devo pegar pesado na primeira vez no internato. Avistei Andrew junto com Angel e Matthew conversando sobre algo, que provavelmente deve ser livros porque é só isso que conhecem.
— Hey seus lisos! Não quero saber de nenhum maloqueiro na minha casa ou juro que arranco seus kokoros fora! — ameacei.
— Fica calmo Johnny vai dar tudo certo — disse Angel — E não se preocupe meu irmão não vai aparecer.
— Acho bom mesmo se não eu ponho todo mundo pra fora!
— Pra que tanto desespero? — perguntou Matthew — Por acaso uma diva vai aparecer lá e não devemos te constranger?
— Não exatamente uma diva, só quero um ambiente agradável para Christine se divertir — os três fizeram "ownnn" me deixando bem irritado — Pare!
— Que fofo da sua parte Johnny! — disse Andrew.
— Que fofo nada Andy, faço qualquer coisa para aquela garota parar de me assombrar!
— Começo a achar que você tem um coração Johnny — bom saber que pensa assim de mim viu seu caipira!
— Não tenho. O que tenho é medo, é diferente! — Andrew fez careta, ele é tão engraçadinho as vezes que tenho vontade de lhe dar uns belos de uns tapas na fuça branca. Ele é meu melhor amigo, é normal zuar de vez em quando um com o outro e mal vejo a hora de caçoá-lo no meio da festa hehehe. Na hora de dormir liguei novamente para Miranda para lhe dar as informações dos convidados, ela ficou meio frustada por ir tão pouca gente mas ia ser menos gastos e menos bagunça.
— Cuide de tudo Senhorita Grey!
— Pode deixar Senhor Grey, vai ser maravilhoso como todos os outros mesmo sendo poucas pessoas.
— Nada de bebidas alcoólicas!
— Ok! Papai e mamãe bloquearam mesmo então fique tranquilo.
— Te devo uma linda!
— Tchau Senhor Grey, beijos e eu te amo!
— Também te amo Senhorita Grey, beijos! — desliguei o telefone, minha irmã é a melhor do mundo.
— Sua irmã está de acordo? — perguntou Andrew deitado na minha cama. Folgado!
— Festa é o sobrenome da Miranda, é a melhor no que faz! — falei pulando bem em cima dele para tirá-lo dali, ele ficou bravo.
— Jonathan!! — gritou.
— O intruso daqui é você! — ele me jogou da cama. Miserável!
— Seu idiota! — ele atacou um travesseiro na minha cara. Abusado! — Você é chato e metido sabia?
— E você é um invasor! Quem é pior?
— Os dois! — dei risada, a capacidade do Andrew ser duas pessoas ao mesmo tempo me impressiona.
— Tem razão.
— Ou! Vi uma coisa interessante hoje!
— O que seria? — fiquei bem curioso.
— Você e a Christine bem pertinho um do outro — ah não! — O que estavam conversando? — Pra quê tocar nesse assunto?
— Nada. Apenas disse que a acho estranha.
— Sério? — confirmei — Credo Johnny!
— Vai me dizer que ela não é esquisita!
— Ela é diferente Johnny, só quer ficar na dela — ele está escondendo alguma coisa.
— Mano ela apareceu do nada do meu lado, ela fica me encarando. Tenho boas razões para acha-la estranha.
— Christine só não tem um jeitinho para falar com quem não conhece, só isso.
— Cara se ela não fosse tao esquisita diria que ela é... perfeita. Isso me assusta — Andrew fez uma cara maliciosa — NÃO!!!
— SIM!!! Você gosta dela!
— Eu não to afim de ninguém, coloque isso na sua cabeça! — disse bravo.
— OWNNN! Meu menino está crescendo! — ele deu um soquinho no meu ombro.
— Sai dessa! Eu não gosto dela!
— Então por que está fazendo uma festa pra ela?
— A festa não é pra ela, é para todo mundo. Já que ela faz parte do Clube do Livro também vai participar e se socializar.
— Aham sei, me engana que eu gosto Jonathan Grey.
— Será que podemos dormir agora por favor?
— Você não presta!
— Muito menos você, estamos no mesmo buraco!
— Não sou um pegador.
— E eu não sou um hacker.
— Ok Johnny, venceu! — Andrew voltou a sua cama — Guarde isso na sua cabeça: As Coisas Mudam.
— Vou dormir que ganho mais!
— Boa noite Johnny.
— Boa noite Andy.
Eu e Andrew tinhámos um quarto só nosso graças a sua influência com a diretora e sua invasão ao sistema do internato mudando alguns estudantes de quartos. Ele é um gênio, eu sei. E quanto a Christine só quero que paramos com um clima estranho nada mais, eu a trato bem porque percebo que ela não é nojenta como a Evellyn. Eu não gosto dela, eu nunca gostei de ninguém e não vai ser hoje e menos com a Christine. Socorro! Mais fácil me matarem mesmo, não sou um exemplar cavalheiro e namorado e nem quero ser. Nunca me apaixonei e nem quero, muito menos ter filhos vai que eles são uma Miranda e um Jonathan da vida.
Miranda já se apaixonou umas vezes é a coisa não foi bonita, um deles a manipulou e a fez sofrer muito tadinha. Ela se entope de comida para esquecer as mágoas passadas e seguir em frente, ela ainda acredita que seu grande amor está para chegar é só uma questão de tempo. Eu não caio nessa conversa de amor verdadeiro não, só curtir de vez em quando está ótimo para mim. Andrew me falou uma vez sobre romances e como o amor pode mudar uma pessoa, nesse dia não estava nem um pouco interessado só concordei para deixá-lo feliz. Não leio livros mesmo mas isso me fez lembrar na peça que vamos apresentar, daqui a pouco o professor vai selecionar os atores e começar os ensaios e eu não faço a menor ideia do que vou fazer. Se não tivesse que fazer nada ficaria muito agradecido.
Enfim, aulas chatas e blá blá blá, Matthew me enchendo para saber como é que está os preparitos e tudo mais. Conseguimos pessoas bem legais, espero que consiconsigam tirar meu medo pelo amor de Deus. Se bem que, por que tenho tanto medo dela? Ainda não me bateu, está sendo gentil e parou de me encarar sempre só aparece do nada de vez em quando. Eu sou meio cagão mesmo para algumas coisas ou talvez ela seja uma psicopata querendo me despedaçar todinho, só aguardando o momento certo do seu ataque!
Estou brizando pra caramba e olha que nem fumo drogas, essa menina está me deixando louco de vez.
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