Things Change
5 A Aposta: A Festa Começou!
Notas iniciais
Não há nada melhor do que está deitado na sua própria cama com o delicioso mais cobiçado WI-FI só aguardando o momento da bagunça geral, não sei se estou bem animado ou simplesmente só quero mesmo me distrair, mas vai ser bom antes de voltar para aquela prisão chamado Internato. Andrew veio junto comigo a minha casa com a permissão dos pais, depois de viver tanto tempo sem um aconchego de uma casa de verdade fez questão de me acompanhar.
— Sua casa é linda Senhorita Grey — elogiou meu amigo — Decoração de primeira linha em, parabéns — que simpatia toda é essa? Dá vontade de vomitar.
— Muito obrigada Senhor Johnson — disse Miranda — É uma honra recebê-lo aqui.
— Gente toda essa formalidade me enjoa — critiquei com a língua para fora.
— Credo Johnny! — exclamou minha irmã — Só estava sendo educada, coisa que você não conhece — a capacidade dela de me irritar ferve a mil por hora.
— Sim... claro — ela reconheceu meu sarcasmo e ainda riu me deixando ainda mais bravo.
— Vocês dois realmente se dão bem ou só disfarçam na frente dos outros ? — perguntou meu amigo.
— Nos damos melhor do que imagina, só as vezes cospismos veneno um contra o outro, um tipo de jogo da vida — ele exclamou "hmmm" alto, outro sarcasmo no ar.
— Eu e o Johnny somos os melhores e poucas vezes os piores irmãos e amigos de todos os tempo, já fizemos cada coisa que não gosto nem de comentar
— Mexeu com ela, mexeu comigo simples assim! — Andrew apenas deu de ombros, nem liga eu acho...
— Vocês dois são loucos! — eu e Miranda rimos, realmente éramos isso mesmo.
Enquanto os empregados arrumam a casa e fazem a comida eu subo para o telhado através da janela do meu quarto e admiro a vista da grande cidade de Londres, era linda ao meu ver. Andrew apareceu de surpresa do meu lado e quase tive outro infarto dando um pulinho de susto, ele ainda riu essa bagaça. Agora são dois querendo minha morte, três querendo meu sofrimento e uns vinte e cinco querendo que eu me dê mal, sou odiado nessa Terra.
— Caramba Andy! Quase viro fantasma aqui!
— O que está fazendo aqui sozinho? — pergunta sentando-se ao meu lado.
— Só olhando a cidade... colocar o coração em paz um pouco, isso é se você não pará-lo antes — respondi, ele me olhou desconfiado. Nem ligou da parte em que quase me matou do coração mas tudo bem, ninguém liga mesmo.
— E você é desse?
— Sou sim — ele me olhou surpreso — É super relaxante, gosto de sentir o vento na cara.
— Fazia isso constantemente antes de te conhecer — para um artista não me deixou surpreso, são momentos assim que as melhores obras são feitas.
— Você não conversava com ninguém além do pessoal do Clube do Livro? — ele negou com a cabeça — Como conseguiu sobreviver?!
— Ficaria surpreso com aqueles que chama de anti-sociais, são mais legais do que pensa — ainda tenho uns meses pela frente para descobrir isso meu amigo — A leitura me eleva a outro mundo, a ver coisas que, vocês não leitores, não entendem — obrigado pela indireta Andrew, me sentir um estúpido.
— Certo... eu confesso que não entendo mesmo.
— O teatro também me ajuda a expressar meus sentimentos com graça e elegância, palavras poéticas são a melhor forma de expressar seus sinceros sentimentos de amor por alguém — avemaria, eu mereço!
— Eca! Sai dessa vida Andy! — amor me entoja para deixar bem claro.
— Você poderia ser mais cavalheiro e ter sentimentos, ou fingir que tem na minha frente.
— E você deveria ter um pouco mais de experiência da vida real meu amigo, amor não é um mar de rosas que todos pensam não! — ele me olhou desconfiado.
— Já se apaixonou Johnny? — CRUZES!
— Eu não! Osh respeita minha história!
— Então como dizer que o amor não é um mar de rosas?
— Pela experiências nada agradáveis da Miranda.
— Ai! — ele suspirou — Sinto muito por ela.
— Só não fale disso na frente dela que está tudo certo.
— Assim como a festa.
— Ah sim meu amigo, e pode ficar tranquilo que vou te deixar bem lindão! — ele me olhou assutado.
— Lindão para quê? — socorro! Alerta de lerdeza a minha frente!
— Como assim pra quê? Óbvio que é para conquistar vários corações no meio da festa criatura!
— Eu não vou ficar com ninguém Johnny!
— Está de brincadeira comigo?! Que vida é essa que leva? Nunca ficou com alguém? — não era possível isso, não posso acreditar nisso!
— Ah eu... — ele coçou a cabeça, estava me enrolando.
— Fala logo criatura!
— OK! Eu tive um relacionamento com alguém ano passado! — ele pôs a mão na boca e abaixou a cabeça — Pronto falei! — menino agora tu infartou meu coração pela terceira vez.
— Com quem?
— Você não conhece, já é passado pra mim.
— Só me diz se foi bom.
— Johnny! — me repreendeu.
— Qual é! Quem é a sortuda que teve a oportunidade de tê-lo em seus braços? — fiquei cutucando seu rosto na tentativa dele me dizer, apenas bateu na minha mão.
— Deixa esse assunto quieto por favor — bufei, nossa nem acredito que ele não vai mesmo me contar.
— Vou ficar magoado tá!
— Sua cara de cachorrinho triste não me afeta Jonathan — nossa, depois dizem que eu sou mal.
— Chato! — ele mostrou a língua em deboche e voltou para dentro da casa — É bom estar bem arrumado ou te boto para fora Andrew Johnson! — viu? Eu e o Andrew éramos como irmãos, discutíamos coisas sem sentidos e atormentávamos um ao outro. Ele sabe que eu o adoro de todas as maneiras, pois nos completávamos em todos os sentidos.
Voltando ao assunto principal havia marcado a festa para as oito horas da noite, assim chegariam as dez horas mas olha a surpresa: eles chegaram EXATAMENTE no horário! Quem chega no horário marcado para uma festa pelo amor de Deus?! Eu e Andrew apenas os recebíamos de bom grado e com um sorriso no rosto, meu amigo deu uma segurada enquanto eu me arrumava no meu quarto. Pronto e perfumado desci e chamei-lhes a atenção.
— Muito bem pessoal agradeço pela presença de todos, mesmo que meio cedo demais.
— Mas não havia marcado às oito horas? — perguntou Matthew me deixando irritado.
— Sim mas não era para chegar agora! — ele só deu de ombros, pirralho — Enfim espero que se divirtam. Solta o som DJ! — assim que ordenei a música começou a tocar e o pessoal começo a dançar bem mais animado do que eu espera, até me deixaram chocado. Andrew me puxou para dançar como dois malucos, quero ver alguém nos julgar por se divertir.
Em apenas uma hora vi Andrew descer até o chão, Evellyn comer mais que um gorila faminto, Matthew se revelou um extraordinário dançarino e um ótimo cantor, Angel uma danadinha que ficou de olhos no meu amigo loiro e cantava tudo errado. Aqui estava mais agitado que os pancadões e olha que só tinha umas trinta pessoas dentro da casa, vi sorrisos nos rostos de todos então estava valendo a pena. Parei um pouco para descansar, fui para o jardim pegar um ar e logo vi alguém olhando para o céu, me aproximei e notei que era Christine e ela estava... Nossa! Ela estava maravilhosa! Realmente seguiu meu conselho, quem não quiser ela pode morrer porque meu Deus até eu a quero agora. Seus cabelos estavam presos de lado, estava com um vestido preto sobre um espartilho vinho e salto alto da mesma cor. Cara como ela estava bonita! Sentei-me ao seu lado, quando percebeu minha presença apenas sorriu, um sorriso em seus lábios vermelhos do batom e seus olhos castanhos pintados de creme com delineador, digo de novo como ela estava linda meu Deus! Do nada senti um arrepio em meu peito, mas retribui seu belo sorriso.
— O que está fazendo aqui sozinha? — perguntei, desta vez eu estava fixado em seus olhos.
— Sentiu minha falta Johnny? — Putz! Nem lembrava que ela ia vir, mas não precisamos entrar em detalhes.
— Claro! — não vou fazê-la chorar de novo, é muita maldade — Preparei tudo com muito carinho e dedicação e você não está nem se divertindo! Decepcionado em, decepcionado! — disse fingindo indignação.
— Me desculpe, eu não consigo me socializar muito bem... — Que triste mano, não vou deixá-la sozinha.
— Só seja você mesma mulher e tudo dará certo. Seja louca pelo menos esta noite, faça loucuras! Essa é a graça da vida, fazer coisas que os outros nunca fariam.
— Tem certeza disso Johnny?
— Absoluta! Sai um pouco desse casulo e mostre essa mulher poderosa que está à minha frente — ela riu.
— Acha que estou de acordo com a sua descrição? — ela se levantou e deu uma voltinha, pude jurar que babei um pouquinho.
— Está maravilhosa Christine, nota mil vezes mil — ela sorriu.
— Obrigada!
— Chega de perder tempo, vamos dançar! — a peguei pelo braço e a conduzir até dentro de casa, na mesma hora o DJ colocou a música The Night We Met. Obra da Miranda lógico! Alguns sentaram outros dançavam juntinho coladinhos, Christine olhava pro lado acho que queria dançar só não sabia como pedir — Me concede a honra dessa dança Senhorita Larke? — perguntei estendendo a mão, ela aceitou a pegando e eu conduzir seus braços até meu pescoço e aproximei seu corpo ao meu com as mão na sua cintura — Espero que não se importe — falei baixo em seu ouvido, ela negou com a cabeça. Sou alguns centímetros mais alto do que ela, o que me deu uma visão privilegiada de todo o seu belo rosto, seus olhos se encontravam nos meus, não olhava para mais nada naquele momento só para a moça que estava tão próxima dos meus lábios. Que vontade te dar um beijo, saber que gosto tem aquela boca — Está gostando?
— Sim, você é um ótimo dançarino — elogiou.
— Só em música lenta mesmo, porque em eletrônica sou um terror — ela riu.
— Quero ver você dançando.
— Daqui a pouco terá esse prazer — ela deitou sua cabeça em meu ombro, aproximei meu rosto em seus cabelos e sentir seu doce cheiro de flores da primavera. Meu momento "romântico" acabou quando o DJ colocou música pop novamente fazendo os casais se separarem e voltarem a agir como loucos. Ao afastar nossos corpos sentir minhas bochechas queimarem e meu coração disparar, nunca fiquei assim antes precisava tomar um ar — Eu vou lá fora e já volto tudo bem?
— Sim, fique à vontade — dirigir-me novamente ao jardim para respirar um pouco, o que acabou de acontecer comigo? Respirava ofegante tentando entender, mas fui atrapalhado com a presença de Jones bem na minha frente. O que ele faz aqui? Juro que nesse momento quis voar em seu pescoço, mas meu estado físico não permite esse tipo de ação.
— Festa maneira em Grey, arrasou! — elogiou, como se eu fosse acreditar nessas palavras.
— O que faz aqui Jones? — perguntei ríspido.
— Vim buscar a minha irmã, mas antes queria lhe parabenizar por esse lugar sensacional que mora.
— Veio buscar Angel muito cedo não acha?
— Meus pais não gostam que ela fique até madrugada fora de casa.
— Ela está lá dentro, posso chamá-la para você — estava me segurando o máximo possível.
— Antes eu queria lhe fazer uma proposta Grey — Como é? Fiquei curioso.
— Que proposta seria?
— Eu soube que você é o maior garanhão e tem todas as meninas aos seus pés quando quiser e onde quiser à qualquer momento — isso está ficando estranho.
— Idaí? Aonde quer chegar Jones?
— Vamos fazer uma aposta Grey!
— Está maluco? Acha que vou aceitar alguma coisa vindo de você?
— Bom, eu soube que é um grande fã de vídeo games lógico que conhece o jogo Elemental Gearbolt: Assassin's Case PS1 — não pode ser verdade! Meu coração disparou.
— Você tem mesmo esse jogo?! — perguntei meio desesperado.
— Completinho — ele estava com os jogo em suas mãos bem na minha frente — Meu pai foi um dos caras que recebeu essa edição bem rara, sei que está interessado — meus olhos quase pularam para fora.
— O que seria requisitado nessa aposta? — não deve ser algo ruim.
— O negócio é o seguinte Grey: vai ter que dormir com uma menina do internato — fiquei pálido, esse cara só pode está de brincadeira com a minha cara!
— Eu faço amor e ganho o jogo é isso? — ele confirmou com a cabeça.
— Qual é! Tem todas a sua disposição, vai ser fácil!
— Claro... — seria até fácil se eu tivesse feito isso na minha vida, nunca cheguei esse nível com ninguém — Vai ser rápido e fácil.
— Super fácil, ainda mais para alguém como você — olhei para o jogo, uma raridade tão preciosa e só estava a um passo de distância. Era uma coisa que eu faria mais cedo e mais tarde então não vai ser ruim.
— Eu aceito a aposta Jones.
— Ótimo!
— Quem é a garota que devo passar a noite?
— Christine Larke — fiquei pálido de novo, por que ela?
— Posso saber qual o sentido disso tudo?
— Ela é difícil, um grande desafio.
— Muito bem, eu topo!
— Você tem até a o último dia para concluir, caso falhe tirarei algo de você — se isso foi uma tentaiva de me intimidar deu muito errado.
— Eu não vou falhar, esteja certo disso.
— Boa sorte Grey, assim que concluir me procure.
— Agora caí fora da minha casa! — ele simplesmente levantou as mãos e foi embora.
Isso é uma loucura, uma das maiores loucuras da minha vida porque eu nunca passei uma noite de amor com alguém! Não que seja ruim dormir com uma menina, mas tipo numa aposta? Por que estou me criticando se já fiz coisa muito pior sem choro e sem sentimento nenhum? Quando fala eu fazia, e não vou amarelar em primeiro instante e dar gosto de vitória para aquele idiota, mas um aprendizado para a vida certo. Agora meu novo objetivo era dormir com a Christine Larke por um jogo, não um jogo qualquer mas uma raridade. Não vai ser tão difícil assim certo? Eu consigo numa boa. Voltei para dentro e a vi sentada no sofá sozinha, respirei fundo e pensei em algumas maneiras de fazê-la subir lá pro meu quarto já que ele ficava bem no fim do segundo andar, precisava ser gentil e carinhoso como estava sendo a noite inteira e seguir em frente. Tomei coragem e fui até ela, quando me sentei ao seu lado ela me recebeu com aquele sorriso lindo me fazendo derreter todo.
— Que bom que voltou Johnny — disse animada.
— Desculpa a demora, acabei me distraindo um pouco.
— Tudo bem!
— Está se divertindo?
— Estou, e muito! Só que agora estou meio cansada de dançar.
— Já esgotou todas as energias?
— Não, estou com energia de sobra — obrigado!
— Que bom! — Ok! Hora do ataque! — Está meio barulhento aqui, vamos conversar em um ambiente mais tranquilo!
— Vamos lá pro jardim então.
— Não! Lá tem gente se pegando e não estou afim de ficar de vela, quero ficar sozinho com você!
— Sozinho?! — ela ficou vermelha.
— Vamos lá para meu quarto — antes que ela falasse alguma coisa peguei em sua mão e a conduzir comigo até o segundo andar onde estava meu quartinho querido lá no fim do corredor, dei espaço para ela entrar e fechei a porta — Bem melhor não acha?
— Sim, claro... — ela apertava a saia do vestido.
— Relaxe! Respira um pouco.
— Me desculpe! — ela suspira, eu me aproximei devagar — O que quer Jonathan? — coloquei a mão em seu rosto e a fiz olhar direto para meu rosto.
— Oh querida, há tanta loucura que já fiz na minha vida, estou preste a fazer mais uma — beijei sua bochecha e ela suspirou.
— Onde quer chegar? — falou baixo.
— Só uma das melhores sensações que os humanos conhece, e eu quero que seja com você. Por favor, permita-me fazer isso Christine — dei apenas um selinho para provocar, ela suspirava mais ainda — Posso? Me daria essa honra sweetheart? — ela fechou seus olhos, puxei sua cintura e a beijei com desejo. Que doce sensação.
— Jonathan... — disse ofegante — Eu não...
— Oh por favor, vai ser rápido — beijei seu pescoço e sua cabeça veio ao meu ombro.
— Eu não sei... — voltei ao desejo em seus doces lábios, a conduzir até o pé da cama, começo a tirar as cordas do seu espartilho que prendia seu vestido e o jogo para o lado, a deito na cama e desabotoou minha blusa deixando a mostra meu abdômen. Deitei-me sobre Christine e enrolei suas pernas sobre minha cintura — Jonathan... — coloquei o dedo indicador em seus lábios.
— Shiu! Fique calma querida, aproveite o momento — tomo novamente seus lábios, minha mão descia até a barra do vestido para retirá-lo só que no momento ela parou completamente.
— Para! — ela gritou e me jogou para o lado. Não entendi sua reação será que fiz algo errado?
— Qual o problema? — perguntei meio preocupado, putz acho que fiz algo errado.
— Eu... eu... — ela respirava ofegante — Eu não consigo! — quê?
— Como assim? Eu te machuquei? Fiz algo errado? — bateu um desespero.
— Não! Não é com você... apenas não dá, não consigo! — de repente minha auto estima foi lá para baixo.
— Christine — juro que não estou entendendo nada.
— Eu vou embora! — ela se ajeitou e saiu do meu quarto rapidamente, fiquei desapontado mano.
— Christine espera! — ela nem me ouviu, saiu como um furacão. Me joguei na cama bravo, poxa estava fazendo tudo bonitinho na maior delicadeza e de repente ela vai embora sem me dar explicações. Nunca fui rejeitado assim na minha vida, logo no momento em que eu subiria de nível. Vesti minha blusa meio amassada e desci, a procurei no meio daquele povão mas ela realmente tinha metido o pé.
— Jonathan! — gritou Andrew chamando minha atenção.
— Fala Andy — eu estava bravo e frustado, porém tinha que disfarçar não podia falar de jeito nenhum sobre a aposta.
— Onde você estava?
— No meio quarto, estava meio cansado — menti.
— Não aconteceu nada lá em cima?
— Por que a pergunta?
— Sumiu de repente, achei que estava se pegando com alguém já que isso é bem a sua cara — aham!
— HA! HA! HA! Engraçadinho — falei sarcástico — Viu a Christine? — ele me olhou desconfiado, eu apenas ignorei.
— Foi embora agorinha mesmo, saiu daqui parecendo que um furacão passou por ela — quem dera se o Furacão tivesse realmente passado por ela.
— Uma pena que ela foi embora, queria me diverti mais um pouco.
— Segunda você a vê novamente meu amigo, não se preocupe! — ah! Só de pensar no internato já fico mais depressivo do que já estou.
— Vamos dançar né, o clima aqui está meio tenso! — eu e o Andrew nos juntamos aos outros.
O pessoal do Clube do Livro ficou até umas três da manhã, por sorte não estavam bêbados só extremamente cansados, Andrew resolveu ficar aqui sem nem ligara para o que os pais dele vão dizer no próximo dia enquanto o respo do pessoal foram tudo embora com seus motoristas, e eu simplesmente me joguei na cama e tentei não pensar na minha frustração de momentos atrás. Quando estava com coragem e energia a mulher me deixa sozinho, agora não vai ser só pelo vídeo game vai ser pela a minha honra manchada também, nunca antes fui rejeitado dessa maneira e não vai ser hoje e nem nunca que isso vai acontecer. Vou ter que manter em sigilo para ninguém desconfiar das minhas intenções, principalmente o Andrew que vai vim com um monte de blá blá blá no meu ouvido e dela também. Tenho um tempo para isso então o usarei com sabedoria, eu vou ganhar essa aposta e vou ter meu jogo. Não ligo se é egoísmo da minha parte ou se estou sendo hipócrita, nunca dei bola mesmo para as leis e não vai ser agora que vou me tornar santo. Turquesa Christine Larke, a festa está apenas começando minha querida.
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