The only treasure
11 A Missão (suicida) de Resgate
Notas iniciais
Acordamos mais tarde do que o normal. Eu dormi no sofá da sala, Luffy no tapete e os dois no próprio quarto. Meu corpo pesava uma tonelada devido à estripulia da noite anterior. Decidi acordar meu irmão babão:
[Ace]-Oe... -joguei uma das almofadas- Saia da inércia, moleque. É hora do almoço. Acho que tá rolando churrasco.
[Luffy]-Nham, churrasco? -o garoto se apoiou nos braços e começou a balançar a cabeça para os lados- Cadê? Eu quero carne!
[Ace]-É mentira. Nem sei quem tá acordado ainda.
[Luffy]-Quanto tempo a gente dormiu?
Olhei o relógio da parede e constatei 15h:
[Ace]-Um pouquinho... demais.
Levantei e fui lavar o rosto no banheiro do corredor. Depois desci para a cozinha deserta. Ao que parecia, o almoço havia sido preparado e deixado para nós dois com um bilhete sobre as colheres:
"Queridos irmãos otários,
tive que sair com a esquentadinha da Koala para resolver umas coisas na cidade. O rango tá aí. Devemos voltar meio tarde porque ela quer visitar o pessoal do serviço. E... É isso aí. Beijo no bumbum,
Sabo, o super líder"
[Ace]-Tsh... Exibido. Oe Luffy, o rango tá pronto.
[Luffy]-Que rápido!
O garoto desceu na velocidade de um queniano e sentou-se na bancada, batendo os talheres na pedra:
[Ace]-O que é?
[Luffy]-Ace, eu quero almoçar!
[Ace]-Você realmente espera que eu sirva você?
[Luffy]-Hmmm... Sim! -ele sorriu
[Ace]-Minha cara de Dadan ou de Hancock pra você.
[Luffy]-Tem razão. A Hancock é mais bonita que vocês dois. Especialmente a Dadan. -ele enfatizou, coçando o queixo
Larguei a colher cravada no arroz e comecei a rir. Ele rapidamente entendeu o motivo e tentou se justificar:
[Luffy]-N-n-não que eu ache isso de verdade, foi só na comparação e...
Terminei de servir o meu prato e sentei no banco ao lado. Luffy foi servir o seu:
[Ace]-Eu te convenci, admita. Você vai morar na casa dela.
[Luffy]-Hmmpf...
[Ace]-Estou esperando um: "Você está certo, Ace.".
[Luffy]-Hmmpf...
[Ace]-Vamos. É gratuito... Por enquanto.
[Luffy]-Eu já disse que não vou. Talvez um dia... Mas se tiver muita carne envolvida. E quem sabe o pudim que ela faz.
Voltei a rir. Ele ficou indignado e jogou a caneca de metal na minha direção. Desviei e continuei a comer/rir. Assim que terminamos, lavei toda a louça para evitar conflitos futuros. Depois de um tempo sedentário no sofá, vendo um programa de comédia:
[Ace]-Eu vou ver o Oyaji. Quer ir?
[Luffy]-Nah, eu vou ficar aqui. Ainda tem comida pronta?
[Ace]-Tem. E vê se não carboniza a casa, tá ok?
[Luffy]-relaxa. Micro-ondas existe pra salvar.
[Ace]-Você sabe que não se coloca metal lá dentro, não é?
Ele me encarou por um tempo, como se formulasse uma resposta técnica toda fundada num argumento científico:
[Luffy]-Sabia... não.
Levantei e bati as mãos na bermuda:
[Ace]-Eu não devo demorar lá. Assim que voltar, trago uma pizza.
[Luffy]-Com a Bo... -ele calou
Eu estava de costas, virado para a escada. Claramente, entendi o que ele queria dizer:
[Ace]-É... E ela também.
Desci e fui para o carro. Passei pelo portão, fechei e saí. Avisei ao porteiro que voltaria logo e tomei rumo da estrada. Numa certa altura, o celular tocou:
[Barba Branca]-Ace, onde você está?
[Ace]-Oh, Oyaji? Na estrada.
[Barba Branca]-Venha aqui pra casa. Eu quero conversar com você. Fiquei sabendo do seu estado recente e sobre a jovem. Quero fazer algo pelo Roger e por você.
[Ace]-Eu estava indo praí. Quer que eu leve alguma coisa?
[Barba Branca]-Gurararararara! Parece que eu li seus pensamentos, de certa forma. Não se preocupe, já mandei o Marco ir comprar. Te aguardo, filho.
Desligou. Tamborilei os dedos no volante e ajeitei os óculos escuros. Minha decisão já tinha sido tomada e eu não pretendia voltar atrás. Por mais que, potencialmente, o palhaço de boné pudesse me matar, eu morreria feliz se pelo menos impedisse o casamento. Queria poder vê-la sorrir outra vez, como sempre. O sorriso mais sincero e mais amável:
[Ace]-Mãe, pai... Se vocês puderem me ouvir, saibam que eu vou salvar aquela garota a qualquer custo! -sorri confiante- Ou eu não sou o filho orgulhoso de vocês dois... Por favor, eu peço a confiança de vocês!
Continuei guiando, até que a rádio próxima começou uma música romântica. Uma música que me fez ter flashbacks de tudo. E fora a vontade exponencial de abraçá-la e dizer que tudo não tinha passado de um pesadelo, e que tudo ficaria bem agora. Cheguei aos portões da casa do velho e buzinei para que os portões fossem abertos. Entrei, desci do carro e subi a escadaria para a casa. Lá, sentado na varanda, estavam Oyaji e Marco tomando uma cerveja:
[Marco]-Você estava chorando?
[Ace]-Não...
[Barba Branca]-Ace, o que foi que aconteceu?
Estendi a ele o envelope branco. Ele o analisou antes de pegar, sorriu e o puxou:
[Ace]-Oyaji... Eu vou invadir esse casamento.
Marco, que bebia tranquilamente, cuspiu a uma incrível distância:
[Marco]-Você vai o quê?! É suicídio! E como vai, sozinho, tirar ela de lá?
[Ace]-Hã? Não, ela não vai estar lá.
[Marco]-Ace, você pretende sequestrar a garota?
[Ace]-Bom, não com essas palavras que você usou, mas... É.
O velho riu e me encarou:
[Barba Branca]-Impedir um casamento? Gurarararararara! Seu pai ficaria orgulhoso dessa atitude tão impetuosa. Achei que você fosse estar desolado por tê-la visto outra vez.
[Ace]-Não. Foi por tê-la visto que eu decidi isso. Ela não está bem, Oyaji.
[Marco]-O-oy, como pretende fazer isso tudo?
Eu sorri e me sentei, servindo um pouco do suco de cevada e bebendo:
[Ace]-É aí que eu preciso de vocês dois. Aquele pateta vai arrumar uma limusine pra ela, não duvido...
[Marco]-Mas limusine... Você está sendo específico demais, Ace! Como pode ter tanta certeza?
[Barba Branca]-Ele não tem, mas é uma bela suposição. Continue...
[Marco]-Oyaji... -Marco encarava o velho, descrente
[Ace]-Em primeiro lugar, eu tenho que achar onde esse carro vai estar e trocar de lugar com o motorista. Depois, tenho que descobrir onde ela vai estar e ir buscar ela, disfarçado de motorista. O resto...
[Barba Branca]-Gurarararara! E onde entramos nisso?
[Ace]-Oyaji, ninguém conhece essa cidade melhor do que você. Eu espero que vocês possam descobrir por mim onde é que teria uma limusine e confirmar que ela vai ser usada pela Bonney.
[Barba Branca]-Hmm...
[Ace]-A gente podia usar o Marco de bode expiatório! -apontei para o cabelo de abacaxi
[Marco]-Ma-ma-ma-mas... Por que eu?
[Ace]-Finja ser um noivo e tente alugar o carro.
[Marco]-Eles não vão quebrar o sigilo dos outros clientes.
[Barba Branca]-Deixe isso com a gente! E o que mais?
[Ace]-Com o pessoal lá de casa, quero combinar algo no lugar mais alto da cidade. Algo bem simples no mirante. Vou revelar minha identidade a ela no caminho e pronto... Fim da história!
[Barba Branca]-Você se esqueceu do pirralho de boné.
[Ace]-Muito pelo contrário! Vou deixar uma surpresinha pra ele na Igreja.
[Barba Branca]-Você pode ser preso.
[Ace]-Posso... Mas vou evitar isso ao máximo. E aí, posso contar com vocês?
Marco baixou a cabeça:
[Marco]-Olha... Você é um completo idiota. Você sabe que pode morrer, e mesmo assim arquiteta uma cena de filme dessas... Tô dentro. Mas se você morrer, eu quero seu videogame.
[Barba Branca]-Seria desonroso se eu não ajudasse meu filho idiota a recuperar a companheira dele... É claro que ajudo, ora essa. Gurararararara!
[Ace]-Excelente!
Fiquei lá por mais um tempo, bebendo e rindo das histórias do Oyaji, como sempre. Assim que o sol se pôs, me despedi dos dois e fui embora. Na estrada, comecei a pensar no que eu havia dito. Realmente, eu estava ficando louco. Mas agora que falei, teria que fazer. Bom... Doesse a quem doesse, eu estava fazendo por vontade própria.
Não demorou muito para que eu voltasse ao condomínio. Assim que estacionei o carro e entrei, percebi Sabo e Luffy comendo comida chinesa:
[Ace]-Uai... Cadê a Koala?
Os dois se entreolharam e continuaram a comer.
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{corte para a Koala}
Enquanto isso, na frente dos portões da casa vermelha, Koala tocava insistentemente a campainha:
[Sakazuki]-Aqui é o Almirante. O que deseja, senhorita?
[Koala]-Ah, oi! É que eu sou amiga da Bonney e vim pra vê-la. Me disseram que ela não está bem.
[Sakazuki]-É só você?
[Koala]-Sim, eu estou desacompanhada. Posso entrar?
O portão foi destravado e a garota entrou. Passou pelo jardim e subiu as escadas:
[Koala]-Com licença?
O homem de boné tomava café e lia o jornal na cozinha, com a mesma cara amarrada de sempre:
[Sakazuki]-Segundo andar, quarto à direita. Convença-a a comer alguma coisa.
Koala subiu mais escadas e tomou o corredor. Bateu cinco vezes na porta:
[Bonney]-Some daqui. Eu estou dormindo.
[Koala]-É a faxineira.
Segundos depois, a porta foi destrancada e uma garota aparentemente doente pôs metade do rosto para fora:
[Bonney]-Como você entrou aqui?
[Koala]-Passei pela segurança tranquilamente. Eu posso entrar?
[Bonney]-Claro, claro! Meu pai está na cozinha?
[Koala]-Está...
[Bonney]-Merda... Estou faminta.
Koala entrou e se jogou na cama bagunçada:
[Koala]-Meu... Deus... Que quarto bagunçado, amiga.
[Bonney]-Desculpa... Essa sou a verdadeira eu: Desleixada e preguiçosa. Mas diga, por que veio aqui?
[Koala]-Me disseram que você estava muito mal... Daí resolvi trazer algo pra você. -a garota puxou de sua bolsa uma caixinha com doces
[Bonney]-Nossa, obrigada! -a esfomeada sorridente começou a atacar a caixa
[Koala]-Eu vim aqui pra não dar uma notícia tão boa... É sobre o Ace.
Bonney parou de comer o bolinho que tinha nas mãos e arregalou os olhos:
[Bonney]-Ele...
[Koala]-Não, ele não arrumou outra garota. Não, ele não está morto ainda. É só que ele se recusa a ir no seu casamento.
[Bonney]-Que casamento?
[Koala]-O seu. Não foi você que deu o convite branco a ele?
[Bonney]-Ah... Não é casamento. Pelo menos, não pra mim. Eu quero mais é que ele seja uma ruína.
[Koala]-Amiga, há quanto tempo você não sai do quarto?
[Bonney]-Bom... Eu roubo comida da geladeira. Fora isso, fico aqui mesmo. E minha roupa, eu largo no corredor pra lavadeira. Se bem que eu só uso essa camiseta...
[Koala]-Uma camiseta três vezes o seu tamanho...? Você pegou ela do Ace, não foi?
[Bonney]-Não...
Koala a encarou:
[Bonney]-Talvez tenha.
A garota de cabelos curtos amarrados continuou a encarar, desta vez sorrindo de ladinho:
[Bonney]-Tá, eu peguei da mala dele. Mas ele mal usava essa blusa... E eu sinto falta dele. -ela abraçou o travesseiro que tinha sobre as pernas
[Koala]-E o Law?
[Bonney]-Ele vive batendo na porta e pedindo permissão pra entrar. Nunca passou dela. E nem vai. Se o Ace não corresse risco de vida naquela noite...
[Koala]-Seu pai mataria ele?
[Bonney]-Papai se põe acima da lei. Aliás, ele é a lei. Nada nunca deu problema pra ele. E se dá, ele transfere a culpa pra algum subordinado que acaba sendo exonerado. Sim, ele mataria o Ace sem pensar duas vezes...
Koala calou e começou a olhar para o chão:
[Bonney]-Mas eu tenho esperanças de que me queira de novo, um dia... Mesmo eu tendo sido tão... Suja.
[Koala]-Não diga uma besteira dessas! -a garota enraiveceu-se- De onde foi que você tirou sujeira, mulher?! Você o salvou.
[Bonney]-Mas ele parecia tão indiferente...
[Koala]-É porque ele é um idiota! Eles três são. Não se culpe pela cabeça oca dele.
[Bonney]-Mas eu amo aquele cabeça oca... Eu fico pensando naquele dia da pizzaria. Eu tive medo dele... Achei que ele fosse me fazer mal. Muita gente já teve essa vontade, mas eu sempre escapei. Só que ele... Eu não sei, não tive vontade. E eu amava o travesseiro dele! -ela apertou o travesseiro outra vez- Tinha um perfume tão... Tão...
[Koala]-Você parece uma colegial apaixonada, Bonney...
[Bonney]-Eu estou apaixonada, sim. Mas a parte do "colegial"... Aí já é demais. -ela sorriu- Ei, você toparia ser minha madrinha?
[Koala]-Mas você mesma não disse que...
[Bonney]-Ah, por favor! Com você, pelo menos, eu vou achar mais divertido. A gente pode beber todo o champanhe da suíte do hotel.
[Koala]-Hotel?
[Bonney]-É. Eu ia ficar com uma senhora que é do pessoal do Law pra me arrumar... Mas se for você, vai dar tudo muito mais certo. Por favoooooooooooooooooooooooooooor! -ela piscava incessantemente
[Koala]-Tá, você venceu. Eu aceito. Mas antes preciso saber onde é e se vou passar vergonha quando chegar lá parecendo uma favelada.
[Bonney]-Hmm... É o Or et Argent. Papai mandou fechar o andar.
[Koala]-Estamos falando do mesmo 5,5 estrelas do centro ou é impressão minha? -a garota assustou-se
[Bonney]-Não, é esse aí. -ela parecia tranquila com a ideia
[Koala]-T-tá...
[Bonney]-Ninguém vai te achar uma favelada. Eles vão ter me visto antes.
As duas riram:
[Koala]-E que horas isso vai acontecer?
[Bonney]-Se você chegar lá umas 18h, a gente pode se divertir antes de ter que arrumar. Deve ter piscina lá em cima.
[Koala]-E a gente pode usar?
[Bonney]-Eu lá ligo pra poder ou não? Nem se atrasar eu ligo. Ah! O que é isso? -apontou para a aliança da mão esquerda da Koala
[Koala]-Sabo me pediu em casamento. Eles fizeram uma surpresa pra mim de madrugada.
[Bonney]-Mas você tá usando duas alianças?
[Koala]-Sim. Sabo disse que gosta pra assegurar a presença dele se eu andar sozinha. Coisas dele... Depois dessa surpresa, nunca mais reclamo de ter que usar. -ela sorriu fitando a aliança de casamento e a de namoro
Bonney desviou o olhar para a janela e passou a mão direita sobre o colar:
[Bonney]-Não é bem uma aliança, mas esse pingente vale tanto quanto.
[Koala]-Um coração com asas? Que original, Ace. -ela debochou
Bonney fechou a cara:
[Bonney]-Com licença, mas... Isso é muito pra quem nunca teve nada disso.
Koala desculpou-se e ficou calada:
[Bonney]-Amiga, tá ficando tarde. Você devia ir. Obrigada por tudo, de verdade! Você é a melhor cunhada indireta que eu já tive. -ela a abraçou
Koala ficou sem reação:
[Koala]-Nem de longe eu sou a melhor em alguma coisa... Eu só faço o que posso pelas pessoas que merecem que eu faça. Vai dar tudo certo, amiga. E vê se come alguma coisa, tá? Você tá horrível com essa cara de zumbi...
[Bonney]-Tá bem! -ela sorriu, sem graça
Elas se despediram. Ao passar pela cozinha:
[Koala]-Ér... Senhor, ela disse que vai comer logo logo. E obrigada por me deixar vê-la.
[Sakazuki]-Eu é que agradeço. Boa noite.
A garota saiu.
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{Voltando ao núcleo dos irmãos}
[Ace]-Vocês vão ficar calados mesmo? Ótimo!
Os dois continuaram a jogar videogame sem exprimir nenhum ruído. Apenas se entreolhavam. Eu já estava furioso:
[Ace]-Se eu comer toda a carne, você não vai se importar né Luffy?
Ainda nada. Mas consegui ver uma gota de suor escorrer pela lateral da cabeça do Luffy:
[Ace]-Bom, entã...
[Luffy]-TÁ BOM, EU FALO! SÓ DEIXA O MEU LANCHE DA MADRUGADA EM PAZ, SEU DESALMADO! A KOALA...
[Ace]-A Koala...?
Subitamente, a mesma apareceu:
[Koala]-Eu mandei os dois ficarem quietos. Ace, querido... Prepare-se.
[Ace]-Pra...?
[Koala]-Pra beijar os meus pés e me carregar na liteira como sua Deusa.
[Sabo]-Protesto!
O olhar mortal dela o atingiu:
[Ace]-Tá, e...?
[Koala]-Eu acabei de vir da casa da Bonney.
[Ace, Sabo e Luffy]-VOCÊ O QUÊ?!
[Koala]-Por favor, fiquem calmos. Eu não tive problemas pra entrar e parece que o pai dela não se lembra do meu rosto. Ela está bem doente, por sinal. Mas tenho boas novas: Sei onde ela vai estar no dia do casamento. E acho que isso pode interessar a você, Ace.
Ajoelhei perante a grandiosidade (que não era de tamanho) da Koala:
[Ace]-Ó, Grande Mestra! Por favor, partilhe seu conhecimento com esse aprendiz curioso!
[Koala]-Or et Argent.
[Ace]-Desculpa... Quê?
[Koala]-É, é o hotel 5,5 estrelas da cidade. Aquele mesmo, que mais parece um pilar até à Lua. Ela vai ter o andar fechado só pra ela. Calculo que ela deva ficar pronta até umas 20h.
[Sabo]-Isso é meio tarde pra um casamento. E o que você tem a ver com isso tudo?
[Koala]-Virei madrinha, amor. Desculpa. -ela virou o rosto
[Sabo]-Eu rejeito isso! Nada de despedidas, você me entendeu?
[Koala]-Como se eu fosse querer um gogo boy na minha frente. Você faz isso de graça pra mim.
Eu e Luffy olhamos para o Sabo:
[Sabo]-V-você não precisa anunciar essas coisas assim, Koala... -ele se retirou de volta ao tapete da sala
[Koala]-Enfim, isso é tudo o que eu pude fazer. Como pretende tirar ela de lá?
[Ace]-Isso eu deixei pro Oyaji resolver. Fica tranquila.
[Koala]-E o povo da Igreja esperando ela?
[Luffy]-A gente podia tacar uma bomba de peido lá dentro.
Sabo e Koala o encararam com olhar de recriminação:
[Luffy]-Quê?
[Koala]-Mas que diabos...
[Ace]-É perfeito! Seria a melhor pegadinha desse século!
[Koala]-Você vai jogar uma bomba de fedor dentro de uma Igreja?
[Sabo]-Ele não... Eu e o Luffy.
[Koala]-Amor!
[Ace]-É por isso que eu amo vocês, seus inúteis! Posso deixar isso por sua conta?
[Sabo]-Claro. Você tinha algo diferente em mente?
[Ace]-Tinha, mas dá pra encaixar uma coisa à outra. Isso vai ser espetacular!
[Sabo]-O que é?
[Ace]-Um vídeo. E no fim dele, agora, vocês soltam o gás!
[Luffy]-Isso vai funcionar?
[Sabo]-A gente faz dar certo. Estamos dentro, claro! E pra comemorar... -Sabo correu até a geladeira e puxou uma garrafa de champanhe do freezer- FÓRMULA UM!
Ele estourou a garrafa e fez como um campeão no pódio. Corri com as taças e ele as preencheu com a bebida. Até mesmo Luffy brindou conosco:
[Luffy]-Ao suicídio do Ace!
[Sabo]-Ao suicídio! Amor, você não vem?
Incrédula com a cena, a garota nos encarava:
[Koala]-Cês não estão brincando, né?
[Ace, Sabo e Luffy]-Não. -e sorrimos
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