The Young Sobrenatural

2 Mistérios de um passado escondido


Notas iniciais
Okay, esse capitulo vai ser um pouco chato mais importante para a drama que vai acontecer, caso não saibam essa é a foto de um Wendingo http://lh5.ggpht.com/_EIeR9eLXB_k/TQhDGqkKgSI/AAAAAAAADRU/VvFDzYHLGfc/wen2.jpg

–Rápido, ele estar perdendo muito sangue precisamos leva-lo para sala de cirurgia urgente!—Gritou uma das enfermeiras.

Matt estava a beira da morte, sua visão ficava turva e cada vez que ele tentava se manter acordado seu corpo o ignorava e o puxava mais forte para inconsciência.

Os enfermeiros estavam fazendo o melhor que podiam, mais o garoto não respondia aos atendimentos médicos que lhe eram fornecidos. Os médicos tentaram reanima-lo de novo e de novo mais seu coração havia parado de bater.

–Rápido, aumentem a carga elétrica em três vezes.—Disse o chefe médico que comandava a operação e assim foi feito. Após o aumento da carga ele tentou reanimar Matt novamente pressionando o aparelho contra seu peito deliberando uma grande descarga elétrica.

–Não funciona, aumente a carga em cinco vezes!—Exclamou o médico e assim foi feito. Dessa vez ocorreu uma coisa boa, o coração de Matt voltou a bater porém parou novamente.

–Aumente a carga elétrica em dez vezes!—Exclamou o médico assustando os enfermeiros a sua volta.

–Mais se fizermos isso podemos estourar o coração dele.—Afirmou um dos enfermeiros preocupado.

–Não temos escolha, eu me responsabilizo por ele, agora aumente em dez vezes!—Gritou o chefe médico fazendo com que os demais obedecessem. Após fazer a recarga ele pressionou o aparelho novamente contra o peito do garoto fazendo-o voltar a ativa, seu coração voltou a bater mais uma queimadura enorme ficou em seu corpo.

–Ótimo, podemos começar a cirurgia.—Afirmou o chefe da equipe médica onde em seguida vários enfermeiros trouxeram varias mesas com instrumentos cirúrgicos e assim começaram o tratamento.

Era de manhã onde Matt com um grito se levantou da cama de paciente suando frio.

Ele arfava pesadamente, não se lembrava do que havia acontecido na noite anterior, olhava para os cantos da sala a qual estava mais não conseguia entender por que estava ali até passa a mão em seu corpo. Ao tocar seu corpo sentiu muita dor e curioso abriu a camisa de paciente que estava vestido e viu um corte que se estendia da barriga até peito, sem contar as queimaduras que ardiam muito, desabando na cama ele olhou para o teto confuso.

–Mais que diabos aconteceu?—Perguntou Matt a si mesmo.

–Você foi atacado por um sujeito estranho que com uma faca cortou você profundamente a ponto de rasgar boa parte dos seus órgãos internos.—Disse um homem se vestes brancas com uma paleta de papeis em mãos.

–Quem é você?!—Perguntou Matt assustado.

–Profissionalmente falando sou seu enfermeiro, pessoalmente falando Roy Levandovisky.—Afirmou ele enquanto trocava a bolsa de soro de Matt.

–Agora falando sério, você não lembra de nada?—Perguntou ele.

–Nada mesmo, a única coisa que eu lembro foi de..—Antes de completar a frase lembrou do ocorrido envolvendo Hannah e o sujeito de vários braços.

–Matt? Tudo bem?—Perguntou ele tirando Matt dos seus pensamentos.

–Tá tudo bem.—Afirmou ele forçando um sorriso.

–Bom são quatro da manhã, daqui a alguns minutos você recebera visitas, descanse bem.—Disse o enfermeiro Roy saindo da sala.

Foi um momento de silencio aterrador, Matt podia ouvir as gostas do banheiro da sala cair continuamente, o que irritava bastante porém dava para ignorar, mais algo aconteceu. De repente ele começou a ouvir mais coisas, vozes talvez? Sussurros que ficavam cada vez mais alto a ponto de doer a cabeça, ele pressionou suas mãos contra seus ouvidos tentando abafar as vozes mais algo diferente também aconteceu. Ele sentiu sua cabeça doer e quando tirou a mão de seus ouvidos, no lugar que era pra estar unhas se transformavam em garras lentamente causando terror ainda maior no garoto e para piorar a situação, como se não fosse o bastante sua visão ficou turva, tudo que ele via era apenas vermelho sangue e para piorar ele podia ouvir os batimentos cardíacos das pessoas que estavam no hospital.

–Não, isso é um sonho só pode ser um sonho, vou acorda disso nestante.—Afirmava ele fechando os olhos tentando pensar positivo e para sua surpresa quando abriu os olhos tudo aquilo havia desaparecido por completo.

–Mais que..—Antes de completar a frase, três pessoas entraram na sala, sua mãe Liliam Rylam, sua amiga Hannah acompanha de seu pai,Jason.

Oh my god, você esta bem? Graças a deus que esta vivo!—Exclamou a mãe dele enquanto o abraçava fortemente em meio a lagrimas.

–Espera mãe isso vai..-Estranhamente o garoto não sentia mais dor, aquilo era estranho como dê repente ele não sentia mais dor.

–Então estar melhor?—Perguntou a mãe de Matt enquanto enxugava suas lagrimas.

–Bom acho que sim.—Após dizer tais palavras ele abriu sua camisa de paciente e para a surpresa de todos, o ferimento estava quase cicatrizado e a queimadura que estava em seu peito havia sumido.

–Como isso é possível?—Perguntou a mãe de Matt espantada que diferente de Jason, ele olhava pra sua filha com um olhar raivoso enquanto ela tentava esconder seu rosto através da franja.

–Liliam, pode me deixar conversa a sós com o Matt?—Perguntou ele.

–Pra que?—Perguntou ela.

–Tem algo que eu queria falar com ele antes, sabe? É algo que a mãe não pode saber, entende?—Disse ele tentando convencer ela, e conseguiu.

–Esta certo, de qualquer jeito tenho que trabalhar daqui a pouco, tchau filho.—Disse ela dando um beijo na testa de seu filho e saiu da sala.

Após ela sair um clima pesado pairava sobre o recinto, e com raiva o senhor Jason explodiu.

–Mais que merda garota! Eu falei que não era pra morder ninguém!—Gritou ele.

–Mais ele ia morrer se eu não o mordesse, você por acaso iria querer isso.—Respondeu ela a seu pai com um olhar desafiador o chamando para um confronto de palavras.

–Obvio que não, mais a ultima coisa que eu quero é que um garoto qualquer saia matando todo mundo!

–Eu me responsabilizo por ele, mais por favor não o mate!—Implorou Hannah a seu pai que logo ficou compreensível.

–Mais tarde venha buscar ele e leve-o para o armazém.—Afirmou ele com um ar ameaçador—. Ele tem que aprender a se controlar até a lua cheia.—Após dizer tais palavras saiu da sala hospitalar.

Matt estava ali sem entender nada, havia se metido em uma encrenca a qual não fazia nem ideia. Hannah dirigiu seu olhar a ele e disse.

–Depois da escola venho te buscar, qualquer coisa ligue pra mim.—Dizia ela entregando um celular para Matt.

–Mais que diabos esta acontecendo, você por acaso é de alguma organização secreta para ter todo esse mistério?

–Não irei responder suas perguntas agora, mais se abrir o bico para alguém do que viu ontem e do que ouviu aqui.—Ela esticou seus dedos e saiu garras de onde originalmente eram unhas e apontou estes para a garganta de Matt—. Serei obrigada a te matar.

Assustado Matt assentiu com a cabeça e viu ela sair do quarto.

Longe dali dentro de uma sala, um homem de pele clara e com terno executivo estava verificando uma papelada de documentos, a exaustão era possível de ver em seu olhar, então ele foi até o freezer do seu escritório e pegou uma bebida, mais logo seu telefone tocou.

–Senhor George, um homem aqui na portaria disse que iria falar com o senhor, segundo ele é um caso de extrema importância.—Disse uma voz a partir da secretaria eletrônica. O homem foi até o telefone a apertou o botão e começou a falar.

–Deixe que ele suba.—Afirmou George depois de dar um longe gole na bebida.

–Certo, ele estar entrando no elevador nesse exato momento.—Afirmou ela.

–Obrigado.—Agradeceu ele desligando o telefone.

Após alguns minutos um homem de roupa esportiva entrou no escritório do George, ele era um homem com um corpo bem definido e de pele morena.

–Sente-se por favor, espero que me tenha trazido boas noticias.—Afirmou George enquanto via o homem se sentar.

–Tenho uma boa noticia e uma má, qual das duas você quer ouvir primeiro?—Perguntou o homem.

–Me fale a boa primeiro.—Disse George.

–Encontramos o paradeiro de Jason Reed.

Após ouvir aquele nome, um sorriso maléfico cobriu o rosto de George e de seus lábios caninos afiados saiam da sua arcaria dentaria enquanto ele se virava para o homem.

–E qual séria a má noticia?

–Nosso estoque de comida esta acabando, os Wendigos estão perdendo o controle, se continuar assim não ira demorar para eles se revoltarem e atacarem a si mesmos.

–Isso não importa, pois temos o prato perfeito para eles.

–E qual seria esse prato perfeito?

O sorriso do rosto de George cresceu ainda mais.

–Libere uns três Wendigos para procurarem Jason Reed na ultima localização dele.—Após dizer tais palavras bebeu mais um gole da bebida e a jogou no chão fazendo o frasco de vidro se espatifar por completo—. Não vai demorar para aqueles sarnentos saírem da toca.

–Como quiser.—Disse o homem se levantando da cadeira e saindo do escritório.

–Maldito Reed, aqueles anos de dor que você me fez eu vou devolver e com juros.

Uma risada maligna ecoou pelo prédio enquanto George arquitetava sua vingança.

Notas finais
Comentem por favor, assim não acharei que a estória estar perdida e digam-me os erros do capitulo para que eu possa melhorar