The Wrong

8 ASSUNTO: That's The Truth


Notas iniciais
Oi galeritchaaaa que eu amo do fundo do meu heart!
Esse capítulo vai em especial pra Kath, minha amiga linda que tá lendo meu review. Se ler isso, Kath, espero que goste!
E todos os outros (as) também!
É nesse capitulo que a Victoria... bom não vou contar, vai ser spoiler! Então...
Boa leitura!

Guardei o papel na bolsa, coloquei a tiara e saí. Ah, que ótimo, estava chovendo. Ou melhor, caindo o mundo. Fui até a esquina e chamei um táxi, mas todos passavam correndo e vários deles me molharam.

Quando finalmente peguei um, o cara cobrou marcou bandeira dois e eu tive que pagar o dobro do preço! Enfim, cheguei em casa (e por pouco não peguei um resfriado) e meus pais, como de costume, não estavam. Fui até a mesa da cozinha e encontrei um bilhete.

Filha,

Emily ligou para nós avisando que você dormiria na casa dela. Ou do irmão dela, não entendi muito bem, mas confio em você e nela também. Ela está bem? Que bom que ela voltou, não é? Bom, eu só deixei o bilhete para avisar que eu e seu pai fomos ao enterro da tia do Paulinho, um colega de trabalho do seu pai que você conheceu quando pequena, não deve se lembrar. Beijos,

Mamãe e papai.

Emy esperta! Ligou para a minha mãe e tudo. E quem era Paulinho? Não sei e nem quero saber. Ah, enterro de manhã? Fala sério! Tomei mais uma ducha rápida e no meio tive que sair para atender o celular.

- Alô?

- Oi, Vic. É a Emy.

- Ah, oi.

- Por que você foi embora cedo?

- É que você tava dormindo que nem um anjo ao lado do seu amiguinho inglês.

- Cale a boca!... Verdade?

- E quando eu menti para você?

- Hum... E você? Está bem?

- Estou.

- Sei...

- Estou mesmo! Preciso desligar porque estou no banho.

Infelizmente Emy me conhecia demais.

- Tá. Quando resolver me contar, me liga, tá?

Desliguei e voltei à ducha. Saí, sequei um pouco o cabelo por causa do frio e da chuva e imaginei meus pais de preto embaixo de um guarda-chuva, chorando por uma tiazinha que viram uma vez no máximo. Ótimo programa para o sábado de manhã.

Pus shorts e camiseta do pijama, liguei o aquecedor da sala, peguei o notebook e o cobertor no quarto, fiz um chocolate quente, me enfiei no sofá embaixo do cobertor e liguei o notebook. Entrei no Windows Live Messenger e nas redes sociais que eu tinha e confirmei o pedido de amizade da Brenda no Facebook. Brenda...

Peguei o celular que tinha deixado no banheiro e voltei para a sala. Diacho, como é que eu ia arranjar o número da menina? Os meninos deveriam saber. Edward ou Antorelo?... Antorelo.

Agradeci mentalmente pela Internet existir e pelo Antorelo colocar o número do celular no Twitter – achando que alguma garota vai se interessar pela foto do perfil dele, que ele está com um bolo de dinheiro na mão, e vai ligar para ele – e liguei.

- Alô, David gatão falando.

- Oi, Antorelo, aqui é a Victoria.

- Ah, oi Vic! Nem te vi saindo da casa da magrelinha.

- A magrelinha é minha melhor amiga para a sua informação. E o nome dela é Emy.

- Tanto faz. Também não vi a gatinha saindo da cama.

- A Brenda?

- Ela mesma.

- Uau, você gostou mesmo dela, né?

- Erm... e como você está?

- Bem, e você?

- Tô bem também. E por que você me ligou, deu saudade?

- Há. Há. Há. Não. Por acaso você tem o número da Brenda?

- Da casa ou do sutiã?

- Nossa, como você é engraçado! Devia ser humorista.

- Sério?

- Não. TEM OU NÃO TEM?

- Tenho.

- Então passa logo, vai!

- Estressada!

- Metido!

- Chata!

- Idiota!

- Gostosa!

-... QUÊ?!

- N-nada. Pega aí o número.

Pus no viva-voz e anotei o número no próprio celular.

- Obrigada.

- De nada. E sobre o que eu disse...

- Relaxa, eu até já esqueci.

- Valeu.

- Amigo é pra isso.

Desliguei e fiquei pensando. Será que eu falei sério? O menino mais metido de toda a terra tinha virado meu amigo? Enfim, olhei para o celular durante alguns segundos e depois de respirar fundo, liguei para ela.

- Alô?

- Oi... A Brenda está?

- É ela, quem tá falando?

- É a Victoria. Amiga do Edward e do Antorelo... do colégio.

- Ah, sim. Já imaginava que você ia me ligar, mas como conseguiu meu número se eu esqueci de escrevê-lo no papel?

- Não importa. Você pode vir aqui em casa para a gente conversar?

- Claro. Qual é o endereço?

Passei o endereço certinho. (Claro que eu não vou escrever aqui meu endereço, isto está em um site público e qualquer um pode ver!)

- Ah, e obrigada, viu?

- Imagina, Victoria.

Continuei um pouco na Internet, mas estava ansiosa demais. Desliguei o notebook, terminei meu chocolate quente, liguei a TV e fiquei assistindo Hannah Montana. Em alguns minutos ela chegou.

Abri a porta e vi a menina toda ensopada.

- Olha só, você está toda molhada! Entre, entre!

Ela entrou e eu pendurei o casaco dela no cabideiro que, por sorte, tinha um capacho embaixo.

- Sente-se – ofereci e ela sentou por cima do cobertor. – Aceita um chocolate quente?

- Eu aceito.

Peguei uma xícara e despejei o líquido da garrafa térmica, mas não contava com que o líquido fervendo fosse cair justo no meu corte, me queimando e fazendo arder pra caramba. Tive vontade de soltar um palavrão, mas apenas dei um berro que foi o bastante para Brenda vir correndo para a cozinha.

- O que houve?! – Perguntou, quando me viu enfiando o braço debaixo da pia recebendo água gelada.

- Nada, eu só me queimei.

Tentei esconder o corte, mas foi em vão, era grande demais e ela já tinha visto. Fez uma cara de mãe quando descobre que você jogou o tênis pela janela.

Fomos para a sala e antes de começar, ela bebeu um gole do chocolate e pareceu mais aliviada quanto ao frio. Acho que o aquecedor ajudou.

- Muito bem, o que você quer saber?

- Tudo, desde que o jogo acabou.

- Pronta?

- Sim.

Quando ela ia começar a falar, a campainha tocou insistentemente.

No próximo capítulo...

- Brenda? O que você está fazendo aqui?

Será que Victoria vai descobrir se aconteceu alguma coisa?

- Eu não pensei nada, por isso te chamei.

E mais mistérios...

- Você vem comigo, menina – mandou o homem. – A patroa vai me amar por isso!

NÃO PERCA!

Notas finais
HAHAHA, EU SEI SOU MÁ! To adorando deixar um restinho do próximo capitulo! Aí vem hein!
Beijos!
Rafa!