The Wrong

9 ASSUNTO: Kidnap My Heart


Notas iniciais
Hola, personas! Este capítulo é dedicado a Tainá Leal porque me emocionou muito e também porque eu sou muito fã dela, hahaha.
E essa música no título é do The Click Five (link www.youtube.com/watch?v=SOGBPckRQfI) ;)
Espero que gostem!
Boa leitura.

Levantei, com raiva, e fui atender a porta. Abri e me deparei com um Edward preocupado.

- Oi, eu preciso falar com você. – Falou, entrando. – Vim o mais rápido que pude.

- Uh, essa não é a melhor hora.

- Brenda? O que você está fazendo aqui?

- Eu... convidei a Brenda.

- Pra quê?

- Pra... conversar. – Ela mentiu.

- Conversar sobre o que rolou ontem. – Completei.

- Mas Vic... Você não acredita em mim?

- Acreditar eu acredito, Edward, mas... eu queria ter certeza. Entende?

- Perfeitamente. Estou indo. Quando quiser saber sobre a Julien, me procure.

Ele foi embora, bateu a porta e nem fez questão de me deixar falar, mas eu não liguei, falaria com ele depois. Direcionei minha atenção à Brenda.

- Brenda, por favor me diga toda a verdade.

- Certo. Depois do jogo, Emily trouxe um colchão de casal para a sala e perguntou quem iria dormir ali, então você levantou a sua mão e a de Edward também, portanto ficamos todos menos Spencer e Lucy no quarto da Emily.

Edward tinha falado a verdade, só tinha deixado de lado a parte em que EU levantei as nossas mãos juntas. Será que eu queria alguma coisa com ele quando estava bêbada? Me assustei por um momento. Eu nem me conhecia mais, nem sabia quem eu era!

- Tá, mas e a imagem de vômito que eu vi?

- Como assim?

- Você sabe alguma coisa sobre vômito? – Perguntei, impaciente.

- Ah, sim. Depois que pusemos as roupas, menos você e Edward que estavam bem confortáveis, segundo você mesma, você ficou vomitando no banheiro e ele te acompanhou e ficou do teu lado todo o tempo, foi um fofo.

- Hum... Mas e você passando lá na sala?

- Eu já ia chegar lá. Eu não conseguia dormir porque o Antorelo estava todo espalhado, me empurrando na cama e resolvi tomar uma água, mas quando eu desci, encontrei você e o Edward... Bem...

- FALA!

-... Vocês estavam se beijando! Estava bem quente ali.

- Só?

- É. O que, você pensou que...?

- Eu não pensei nada, por isso te chamei.

- Mais alguma coisa?

- Sim. – Afirmei e abracei-a inesperadamente. – Obrigada, Brenda. Obrigada mesmo.

- De nada, mas agora a senhorita vai me explicar esse corte enorme no teu braço.

- Olha, sinceramente, Brenda, eu queria poder te contar, mas agora eu não posso. Prometo que assim que eu puder, eu te conto.

- Tá... – Ela pareceu desapontada. – Então tchau.

- Fica aqui até a chuva passar. – Pedi.

- Não sei...

- Por favor! – Fiz beicinho.

- Tá!

- Então... – Puxei assunto. – Você e o Antorelo... rolou alguma coisa?

- Claro que não!... Bem... não.

- Sei... conta logo!

- Ah, ele ficou me cantando e me deu um beijo no rosto ou outro, mas só. Me disseram que você sabe sobre o verdadeiro beijo dele.

- Como assim? Ah, tá. É que ontem, no caminho para a boate, eu fiquei provocando o Edward com o Antorelo e sem querer saiu um beijo.

- E ele beija bem?

- Brenda!

- Não custa perguntar!

- Eu nem sei, porque eu só estava fazendo aquilo pra fazer ciúmes no Edward, então eu não senti absolutamente nada.

- Sério?

- É. E eu percebi que ele está bem na sua.

Ela ficou toda felizinha.

- Sério?!

- É. E logo ele vai estar te ligando para te chamar para sair, pode apostar.

- Ele já chamou.

- Uau! Quando? Onde?

- Amanhã de noite no Pastis.

- Nossa! Mas como... Ah, claro, ele é rico.

Ficamos conversando e rindo e nem percebemos quando a chuva parou. Trocamos endereço do Messenger e as redes sociais e ela foi embora.

Fiquei um tempo refletindo, tentando descobrir por que é que a estúpida aqui tinha duvidado de Edward. Talvez fosse burra ao quadrado. Primeiro disse que não estava pronta para amá-lo (mentira cabeluda) e depois desconfiei que ele tenha mentido. É, burra ao quadrado.

Fui atrás dele, mas antes de falar com ele, precisava deixar minha coragem crescer, portanto me troquei, pus o celular no bolso e fui andando, para dar bastante tempo a ela. Mais ou menos na metade do caminho senti uma mão tapando a minha boca e ouvi um homem falando atrás de mim, mas tinha voz de menino e sua mão era fraquinha.

- Você vem comigo, menina – mandou o homem. – A patroa vai me amar por isso!

Quando ouvi sua voz, logo de cara deduzi que era um garoto, mais ou menos da minha idade. Depois, foi tudo rápido demais, ele pôs um pano cobrindo meu nariz e boca com um líquido que eu não reconheci e de repente eu desmaiei.

Notas finais
Desculpem estar pequeno, não pude fazer muita coisa ok? ;) Não me abandonem por causa disso, por favoooor :D
Beijos :*
Rafa.