Notas iniciais
Estamos ai de novo ! Desculpem a demora, tivemos probleminhas técnicos HAHAHA. Obrigada pelas reviews, nós adoramos ! Esperamos que gostem do capítulo o/

– Emma.. Emma? Está tudo bem? Você está distante — chamou Mary tentando chamar atenção de Emma, enquanto servia David com mais um pedaço de pizza.

- O que? — Emma ergueu os olhos que estavam baixos durante praticamente todo o jantar. Sua mente estava distante e ela queria gritar para o mundo e tentar aliviar sua frustração, mas apenas forçou um sorriso e tentou fingir calma — Não, estou bem.

- Você não disse quase nada o tempo todo, não está prestando atenção em nada. Aconteceu alguma coisa? — dessa vez foi David quem perguntou, e uma pontada de raiva se formou no interior de Emma, porque eles não podiam deixa-la quieta por um minuto? Não entendiam que sua mente estava ocupada com outras coisas? Provavelmente não, considerando que eles não sabiam de nada, pensou ela.

- Não, eu só estou um pouco cansada, foi um dia difícil... — o olhar de ambos caiu surpreso sobre ela, e Emma entendeu o porque. O dia não havia sido difícil. Havia acontecido exatamente nada em Storybrooke. A dois dias Mary havia influenciado Regina a matar Cora, mas depois de certo tempo se culpando, ela havia se recuperado e estava tentando voltar ao normal. — Digo... — começou ela tentando consertar o que fez — é difícil, me acostumar com isso. Desde que a maldição foi quebrada, nós não tivemos nenhum tempo para respirar, e agora as coisas finalmente se acalmaram e eu estou tentando entender a realidade de mágica, contos de fadas e tudo mais.

Ficou satisfeita consigo mesma quando terminou de falar, soube disfarçar bem. Tanto Mary quanto David tinham um olhar de compreensão, e logo em seguida Emma subiu para o quarto que dividia com Henry. Ninguém imaginava que seus verdadeiros pensamentos estavam pregados em Regina, e no que havia acontecido aquela tarde.
Emma tentou organizar sua mente e repassar tudo o que havia acontecido. Primeiro, ela havia sido horrível. Um sentimento de culpa a encheu mais ainda, aquelas coisas que disse a Regina na rua foram terríveis, ela podia imaginar como a rainha havia ficado depois disso. Depois, ela foi procurar por Regina e a machucou ainda mais um pouco ao dizer que Henry pedido a ela para pegar suas coisas, dando a entender que o garoto não quis ir por si mesmo para evitar a mãe. E então... então tudo mudou.

Mesmo se esforçando ela não compreendia o que havia acontecido na casa de Regina. Só sabia que sentia que estava fazendo o certo ao beijar a rainha, ou quando fez todo o resto. Seus pensamentos estavam tão fortes e tão focados na rainha que por um momento esqueceu onde estava. Sentiu-se como na casa da prefeita de novo, beijando-a. Sentindo o gosto de Regina, provando seus lábios avermelhados. Mais um pensamento e mais um sentimento de culpa passou por ela quando lembrou do que falou a Regina logo antes de sair, que não deveriam ter feito aquilo, e então voltou para o mundo real, no quarto que dividia com Henry. Refletiu mais um pouco sobre as palavras duras que usou contra Regina, não era isso que ela sentia, não havia arrependimento em seu coração, a não ser pelo fato de não ter ficado com Regina quando ela pediu.

Foi pensando nisso que Emma acabou caindo no sono, estava acordada a cerca de dois dias, e sua noite de sono foi repleta de sonhos. Sonhos que Regina protagonizava.

*******************************************

Assim que Emma saiu de sua casa, Regina subiu as escadas e foi tomar banho, precisava pensar, relaxar. Preparou a banheira e se afundou em sua água quente, o calor trouxe a ela memórias do que havia acontecido a pouco, com Emma. Regina se sentia quebrada quando pensava no que Emma tinha dito a ela naquela tarde, uma mágoa preenchia todo seu corpo. Mas o que mais roubava seus pensamentos era o que aconteceu depois.

Os toques de Emma em seu corpo, o calor da respiração da xerife em seu abdômen... Regina sentia mais que prazer aquela hora, é como se estivesse, depois de muito tempo, completa. Como se seu interior tivesse sido preenchido pela presença de Emma. Foi pensando nisso que Regina saiu da banheira e foi se deitar. E pela primeira vez em muitas noites, teve um sono tranquilo, sem pesadelos, sem sofrimento, sem choro.

Quando acordou pela manha seus pensamentos não eram diferentes, além da falta natural que Henry lhe causava, Emma foi adicionada a isso. Sentia vontade de ver a xerife, de poder beija-la novamente. Regina tomou banho e enquanto comia seu café da manhã — com os pensamentos ainda presos em Emma — decidiu o que ia fazer. Levantou-se deixando o café pela metade, e saiu em direção a delegacia.

************************************************

- O que você está fazendo aqui?

- Isso são modos de se atender alguém, Miss Swan? — disse Regina com um sorriso provocativo, a expressão de surpresa de Emma a divertia.

- Não... eu... desculpe. Bom dia, Regina. — respondeu Emma com um sorriso amarelo. Estava na delegacia a manhã toda, e durante todo esse tempo pediu para que algo acontecesse e mudasse seu dia — Posso lhe ajudar em algo?

- Sim. Eu tenho um convite para fazer a você — Regina já falava de maneira casual, enquanto se aproximava de Emma. Usava uma calça justa e um sobre tudo que lhe caia até um pouco acima dos joelhos, tendo como acompanhamento um lenço azul escuro preso ao pescoço e usava — como sempre — seus altíssimos sapatos de salto. — Aceitaria ir jantar na minha casa hoje, com Henry? — disse de um único fôlego, a verdade é que estava nervosa. Sua voz saiu calma e pacífica, acompanhada de um leve sorriso, dessa vez suave e sentimental, enquanto dirigia a palavra para a xerife sentada em sua frente.

- Para que, exatamente? — Emma estava em choque, jamais teria imaginado que a razão da visita de Regina seria convida-la para jantar, pensou que depois de seu último encontro, essa ficaria com raiva e se fecharia para ela. — Digo, é claro que você pode jantar com Henry, mas... eu não sei se devo ir.

As palavras de Emma não possuíam desconfiança em seu tom, e sim surpresa, coisa que Regina compreendeu perfeitamente. — Eu queria... bem, conversar com você — não era de todo mentira, mas ela não revelaria todas as suas intenções — e eu pensei que poderíamos... Interagir normalmente, como pessoas civilizadas. — Regina respirou fundo antes de continuar — Eu realmente amo Henry, Emma. — seu tom era doce e suave, causando um arrepio na xerife quando ela disse seu nome — E sei que você também o ama. Ele é, de certo ponto, nosso filho. De ambas. Por isso eu quero sua presença também, precisamos nos acostumar uma com a outra, aparentemente. Então achei que poderíamos apenas... sentar, e conversar sobre isso. Ele ficará feliz, e tudo o que quero é a felicidade dele. Sei que ele vai amar ter as duas mães juntas, sem estarem tentando se matar. Então... Você aceita?
Regina teve que se esforçar para conter o riso diante da expressão de Emma. Seus olhos estavam ligeiramente arregalados e a boca levemente aberta, formando uma aparência de pura surpresa em seu rosto. Ela sabia que a xerife não estaria esperando por isso, então tudo o que fez foi dar um leve sorriso e esperar uma resposta. Mas no interior de sua mente não era assim que ela se sentia. Ver Emma sentada em frente a ela, tão próxima, ressurgiu todos os sentimentos e vontades que Regina tinha sentido anteriormente, quando Emma estava em sua casa.

-Bem... eu... — Emma lutou para juntar as palavras, e enquanto começava a falar Regina se aproximou ainda mais, contornando a mesa da xerife lentamente. O ato da morena só prejudicou, Emma ficou ainda mais desconcentrada enquanto a outra se aproximava. A beleza da rainha a atraiu, mas Emma desviou o olhar e tentou voltar ao que estava falando — eu não... eu não sei...

Regina continuou até se posicionar atrás de Emma, que continuava sentada. Regina passou as mãos nos cabelos de Emma, juntando-os e colocando-os todos sobre o ombro esquerdo de Emma, deixando o direito livre.

Inclinou-se sobre a xerife e sussurrou enquanto seus lábios roçavam levemente na orelha de Emma — Qual o problema? Não terá veneno na sua comida, prometo.

Um arrepio percorreu todo o corpo de Emma, ela soltou a respiração que não sabia que prendia quando Regina se afastou e começou a andar na direção da saída.

- Estou esperando você e meu filho as oito, Miss Swan. — disse Regina antes de sumir porta afora.

********************************

Eram exatamente 20:10 quando a campainha da casa da prefeita tocou. Regina levantou o olhar do livro que lia e um velo sorriso escapou de seus lábios. Em outros tempos ela ficaria brava com o atraso, mas hoje nada importava. Controlou-se para não abrir a porta saltitando, mas não conseguiu se impedir de abri-la com um sorriso maior que o normal. Seus olhos brilhavam ao ver o filho parado a sua frente, também sorrindo.
Henry correu para Regina, passando os braços em volta de sua cintura e a abraçando com força. Regina respirou fundo e fechou os olhos com força para não deixar as lágrimas, dessa vez de alegria, lhe escaparem. Após um breve momento ela se abaixou, ficando da mesma altura que o filho.

- O jantar já está quase pronto, porque não vai lavar suas mãos? Eu fiz lasanha, eu sei que você adora. — Emma a observou dizendo aquilo para Henry, — que logo entrou correndo — as palavras saiam de sua boca da maneira mais doce possível, seus olhos brilhavam, e Emma tinha certeza de que Regina realmente amava seu filho.

Após Henry entrar Regina se recompôs e cumprimentou, convidando a mesma para entrar. Henry já estava voltando e todos se prepararam para jantar. Superando as expectativas de Emma, o jantar fora agradável. Regina conversou calmamente, quase de maneira totalmente natural, tanto com Henry quanto com ela. Os sorrisos que lhe escaparam eram os mais lindos, e Emma ficou encantada por todos eles.

Assim que terminaram o jantar, Henry foi até seu quarto jogar videogames enquanto Emma ajudava Regina a arrumar as louças do jantar. Uma leve tensão caiu sobre elas, e ambas terminaram rapidamente, sem falar uma palavra.

-Eu vou ver como ele está... — Regina falou assim que terminou e se dirigiu as escadas. Emma ficou alguns passos atrás, encarou a rainha e suas curvas perfeitas, suspirou e seguiu atrás dela.

Chegando ao quarto encontraram Henry dormindo profundamente. O videogame ainda ligado, e ele caído sobre todas as cobertas e travesseiros que ficavam em sua cama. Regina estava apoiada ao batente da porta, vendo aquela cena e se lembrando de quantas vezes já passara por essa situação. Antes de seu filho lhe ser tomado.

- Acho que ele deveria passar a noite aqui — disse Emma logo atrás de Regina, arrancando a morena dos seus pensamentos — já está tarde e ele ficara mais confortável se apenas dormir.

- Sim... obrigada. — Regina ainda encarava Henry, mas podia sentir a presença de Emma, próxima a ela — você deveria ficar também. — disse não conseguindo se impedir.

- O que? Eu não... — Emma murmurou as palavras, em dúvida e confusa

— Eu não se deveria... ele pode passar a noite aqui mas, é melhor eu ir para casa.

- Você mesma disse que está tarde, minha mãe pode estar morta, mas nem todos os perigos foram resolvidos. Ainda não encontraram o querido capitão Gancho, encontraram? — Regina falava enquanto se virava, encarando os olhos de Emma. Tinha uma expressão firme no rosto, convencida de conseguir o que quer.

- Não. Não encontramos... Mas ele ainda está em Nova York.

- Você não pode ter certeza, Henry odiaria que sua mãe fosse atacada na rua. Passe a noite aqui, no quarto de hóspedes. — após uns segundos Emma assentiu com um leve movimento da cabeça. — Vou pegar algumas roupas para você. O quarto é no fim do corredor, a direita.
Emma foi para o quarto e logo em seguida Regina apareceu com algumas de suas roupas, uma calça e um casaco de moletom. Regina lhe desejou boa noite e foi para o seu próprio quarto, após arrumar Henry em sua cama. Emma trocou de roupa rapidamente, o cansaço tomava conta de seu corpo e em poucos minutos dormia profundamente.

***********************************

Regina não conseguia dormir. Revirou-se na cama por minutos, horas... não conseguiria dizer quanto tempo. A presença de Emma no outro quarto não deixava que ela descansasse. A cada suspiro que dava mais vontade de correr para a loira ela sentia, até que não resistiu.
Levantou-se e dirigiu-se lentamente para o quarto no fim do corredor, parando no meio do caminho para ver como Henry estava em seu quarto. Após ver que o filho dormia profundamente continuou seguindo até o quarto de hóspedes, chegando lá suspirou e abriu a porta lentamente. Adentrou no quarto e fechou a porta novamente, causando um leve ruído que acordou a xerife.

- Calma, sou só eu. — disse Regina quando Emma se levantou assustada com o barulho. — Não estou para te machucar — completou com um tom irônico enquanto se aproximava da cama e da xerife.

- Regina? O que está acontecendo? Henry..?

- Shhh, Henry está ótimo. — interrompeu a rainha, ajoelhando-se na cama e aproximando-se cada vez mais de Emma, que já estava sentada na cama olhando fixamente para Regina, que chegava cada vez mais e mais perto.

- Então.. — começou Emma mas novamente foi interrompida por Regina, dessa vez de maneira diferente. Regina beijou Emma intensamente, que rapidamente respondeu ao beijo.

- Eu vim terminar o que começamos — sussurrou Regina ao ouvido de Emma, que arquejou ao sentir o hálito quente da rainha em seu pescoço. Beijaram-se novamente, um beijo urgente e cheio de paixão. A rainha puxou a loira pela cintura, precisava sentir Emma contra seu corpo. Ambas estavam ajoelhadas sobre a cama e Regina pressionava-se contra Emma, deixando seus corpos colados. Emma quebrou o beijo e passou para o pescoço da outra, ela seguia passando a ponta da língua desde a base do pescoço até chegar a orelha da morena, onde deu uma mordiscada, arrancando gemidos da mulher.

Regina ofegou ao sentir o toque dos dedos frios de Emma em sua nuca. Emma continuou beijando, lambendo levemente e mordiscando toda a extensão do pescoço de Regina enquanto suas mãos tocavam nos ombros da rainha. Sua mão descia desde atrás da orelha de Regina até o ponto em que se localizavam as roupas de Regina, em seu ombro. Passou a mão por de baixo da alça do sutiã que a morena usava afastando tanto a alça do sutiã quanto a da camisola, levando sua boca até o local que estivera coberto a poucos segundos. Regina soltou mais um suspiro recheado de prazer e reagiu. Não ficaria parada.

Regina então jogou Emma na cama, a fazendo deitar de costas. Retirou a blusa que a xerife estava usando, exibindo seus seios. A rainha ficou deslumbrada com a sua visão. Se apressou em tirar a sua camisola de seda e se colocou sobre a loira, prendia os quadris da morena com suas pernas. A morena beijava o pescoço da Xerife, e essa se livrava das peças íntimas de Regina, que aceitou o movimento com facilidade.
Regina, que já não possuía mais uma única peça de roupa, desceu seus beijos pelo corpo da outra e passou a sua língua em um dos seus seios até chegar ao mamilo, sua língua brincava no seio esquerdo enquanto com a mão provocava e massageava levemente o outro, conseguia sentir o mamilo da outra endurecido em sua boca. Emma gemia conforme os movimentos e as voltas que Regina fazia com sua língua. As mãos da Regina desceram acariciando levemente a pele de Emma, causando-lhe arrepios. Foi dando leves mordiscadas no abdome da loira, conforme deslizava para baixo, sobre o corpo da xerife. Beijava a pélvis dela conforme ia tirando sua calcinha com os dentes, provocando Emma a cada movimento.

Após tira-la de vez, ela segurou as duas pernas separadas e começou a lamber o sexo da Xerife, Emma segurava a cabeça da rainha, perdendo seus dedos nos cabelos de Regina, que a sugava com força e começou a penetra-la com dois dedos. Emma mexia seu quadril junto com os movimentos de Regina, pedindo por mais, clamando por mais. Regina aumentou a velocidade das estocadas com os dedos, arrancando um gemido longo, profundo, da xerife. Ao sentir que Emma já estava chegando no ápice, imediatamente se pôs sobre ela encaixando suas pernas em seus sexos. Regina encarava Emma, o olhar de ambas era selvagem, cheio de desejo, repletos de luxúria. Elas rebolavam o quadril no mesmo ritmo, que foi se intensificando cada vez mais.

— Regina — sussurrou Emma já sem ar em meio aos gemidos, aumentando mais a velocidade. O corpo da loira tremeu chegando ao orgasmo, curvou suas costas contra o colchão, ofegava, sentia como se sua pele estivesse em chamas com os toques de Regina, que também gemeu alto ao alcançar o orgasmo. Não aguentando mais qualquer esforço se que, seus corpo colidiu sobre o da outra, encaixando-se perfeitamente. Ambas ainda respiravam com dificuldade, deitada sobre o peito de Emma, Regina conseguia escutar os batimentos cardíacos acelerados da xerife. Virou sua cabeça para cima, encontrando o rosto de Emma, que também a estava encarando. Se olhavam intensamente, não entendiam acabado de acontecer, mas sabiam que era o que queriam. Emma então se inclinou em direção de Regina e beijou-a ternamente, de maneira calma e apaixonada, diferente de qualquer coisa que já havia acontecido entre elas, semelhante ao primeiro beijo proibido que trocaram. Após quebrar o beijo, Regina olhou Emma profundamente, e em seguida afundou no colo da xerife, a abraçando e entrando em um sono profundo e repleto de paz.

Notas finais
E ai? O que acharam? Merecemos reviews? Essa foi nossa primeira cena de sexo e ainda é um pouco difícil, portanto se estiver muito ruim, peguem leve. Continuem a mandar esses reviews maravilhosos, por favor!