The Woman Who Changed Me
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Esperamos que gostem desse também. =D
Regina abriu os olhos quando os raios de sol começaram a alcançar seu rosto, sempre fora sensível a claridade quando o assunto se tratava de acordar. O dia ainda estava clareando, o sol não iluminava o quarto completamente. Levou certo tempo até ela perceber que não estava em seu próprio quarto, quando suas memórias voltaram, despertou por completo. Levou mais um tempo até ela perceber onde e como estava. Tomou cuidado para não se mexer, não queria despertar Emma, que ainda dormia profundamente. Podia sentir a respiração de Emma bater em seu braço e lhe causar leves arrepios.
Regina estava abraçando Emma por trás, laçando um braço pela nuca da xerife e outro largado sobre a barriga da mesma, que apoiava a cabeça sobre o braço de Regina e segura ambas suas mãos. Regina tinha o rosto perdido nos cabelos da xerife, com o corpo colado ao de Emma, em contato constante. Regina não quis se mexer, não queria sair dali. Fechou os olhos e apertou o abraço mais um pouco, com o rosto ainda em meio aos cabelos de Emma respirou fundo, captando o aroma da xerife, tentando pegar todos os detalhes possíveis para sua memória.
Foi então que outro pensamento passou por sua mente: Henry. Henry estava em casa e logo tinha de acordar para ir a escola. Regina abriu os olhos rapidamente e analisou a posição em que estava, seria difícil sair dali. Torceu para que a xerife tivesse um sono pesado e tirou seus braços de ao redor do corpo de Emma, soltou a respiração que estava prendendo quando viu que a xerife continuou a dormir.
Sentou-se sobre seus joelhos e ficou mais uns minutos ali, olhando a loira que ainda dormia. Não queria ter que sair de perto de Emma, não conseguia explicar o que sentia mas a vontade de ficar próxima a ela dominava seu corpo. Havia sentido isso apenas uma vez em sua vida... não. Regina logo afastou tal pensamento,suspirou, realmente precisava sair de perto da xerife.
Inclinou-se sobre Emma e plantou um leve beijo em seu ombro nu. Levantou-se e recolheu suas roupas da noite anterior rapidamente, e saiu de lá em direção ao seu próprio quarto.
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– O que aconteceu ontem a noite?
– O-o que? O que você quer dizer? — Regina quase engasgou com a pergunta de Henry. Será que ele sabia ou havia escutado algo? Seus pensamentos logo correram para a xerife que dormia no seu quarto de hóspedes.
– Eu subi logo depois do jantar, e acho que peguei no sono. O que aconteceu depois? — Henry não notou a reação de Regina e continuou falando normalmente, a verdade é que estava feliz por ter passado a noite na casa da mãe.
– Bem... Emma e eu subimos e encontramos você dormindo, achamos melhor deixar você passar a noite aqui, já estava muito tarde e não havia motivos para acorda-lo.
– E Emma?
– Ela... foi pra casa logo depois. Agora termine seu café que estamos atrasados. — respondeu Regina enquanto saia da cozinha rapidamente, mas ficou tempo o suficiente para ver Henry dar de ombros e continuar comendo.
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Emma acordou com o sol batendo em seu rosto. Respirou fundo sem abrir os olhos e estranhou o cheiro que sentiu, não era o familiar aroma de seu quarto. De repente seus olhos se abriram assustados e ela sentou na cama rapidamente, olhou em volta, estava na casa de Regina. Flashes começaram a aparecer em sua memória, o jantar, Henry dormindo, o quarto de hóspedes, Regina..
– Deus... o que aconteceu? — perguntou enquanto levantava, ainda atordoada. Vestiu suas roupas que estavam no chão, saiu do quarto silenciosamente e começou a olhar os outros cômodos do andar de cima. Não sabia o que seria pior, dar de cara com Regina ou Henry ou encontrar a casa totalmente vazia. Quando estava saindo do quarto de Regina escutou um barulho no andar de baixo.
Correu até as escadas e se deparou com Regina colocando as chaves e a bolsa na mesinha do hall de entrada, havia acabado de chegar.
– Regina, o que aconteceu? Onde você estava? — Emma se apressou em perguntar, porém não teve coragem de descer as escadas e cobrir o espaço entre as duas. Regina estava deslumbrante, usando uma calça social e uma blusa comprida, de botões.
A prefeita olhou surpresa para cima, viu Emma com um olhar confuso e um leve sorriso se apareceu em seu rosto — Oh, você acordou.
– Sim, eu... acordei. — Emma gaguejou as palavras enquanto descia as escadas, parou quando estava a alguns metros de Regina — E já vou indo, obrigado por.. por.. pela estádia! — Ia continuar andando em direção a saída mas Regina a impediu com a fala.
– Ah, Emma, pare com isso. Ao menos fique e tome um café. — Emma. Regina havia a chamado de Emma, causando um calor em seu interior, de novo.
– Eu não sei se eu deveria... — Emma estava confusa, porque Regina não estava a expulsando de sua casa?
– Eu sou uma boa anfitriã, por assim dizer... — disse com um tom irônico — não vou deixar que você saia sem estar bem servida, o café ainda está na mesa, alguns minutos a mais não farão mal a ninguém. — disse deixando bem claro que não aceitaria um não como resposta.
Percebendo isso Emma finalmente cedeu — Está bem, só um café. — disse enquanto seguia Regina até a cozinha.
Entrando no local ficou admirada, a mesa estava completamente posta, com uma infinita variedade de alimentos. Sentou-se e Regina fez o mesmo, na cadeira logo a sua frente. Emma começou a se servir quando percebeu que Regina não havia movido um músculo, estava na mesma posição desde que se sentara: os braços cruzados sobre o peito, um olhar misterioso e desafiador no rosto, encarando Emma de maneira penetrante, observando com máxima atenção todos os movimentos da xerife.
– Não vai se servir, Regina? — disse tentando manter um tom calmo.
– Já tomei meu café. — foi tudo o que disse.
– E de onde você estava voltando? — Emma queria retirar aquela tensão que caiu sobre elas, tentando manter um diálogo.
– Fui levar meu filho a escola. — Regina quebrou o olhar que lançava a Emma e descrusou os braços, sentando de maneira mais informal e falava agora naturalmente. Como sempre, seu comportamento mudava muito rápido.
– Ah, certo.. — Emma se culpou por ter esquecido de Henry por um momento.
– Emma... eu acho que nós deveríamos conversar. Sobre ontem. — disse Regina, suspirando.
– Claro. O jantar foi realmente agradável, acho que Henry gostou disso... de ter nós duas juntas e sem brigar. É bom para ele, não quero que ele acredite que suas mães são inimigas. Nós deveriamos...
– Pare. — interrompeu Regina, lançando mais um jantar penetrante de Emma — Você sabe muito bem do que estou falando, e não é sobre o jantar. Temos que falar sobre.... sobre nós.
– Eu não acho que tenha algo sobre o que conversar... — Regina podia ver o olhar assustado de Emma, seu rosto estava sombrio, e mesmo tentando disfarçar, era perceptível o tom de medo em sua voz.
A verdade é que Emma não temia a conversa, mas sim a reação de Regina sobre ela. Sabia que a rainha não tinha sentido o mesmo que ela durante a noite, que não poderia ter sentido o mesmo. Regina provavelmente via o acontecido como um erro, o que de fato era, mas os confusos sentimentos que Emma sentia a impossibilitavam de enxergar isso com clareza, mesmo sabendo que era rídiculo.
– Eu a convidei para o café porque, como eu disse, sou uma boa anfitriã. Mas também sei que você fugiria dessa conversa, como sempre foge do que te assusta. Então pare de infantilididade, e vamos conversar como pessoas civilizadas, por favor?
– Ok.. — Emma suspirou desistindo, sabia que jamais ganharia essa luta. — Vá em frente.
– O que... O que foi aquilo? O que aconteceu, de verdade?
– Eu que pergunto isso. Você que só.. apareceu no meu quarto, e... olha, Regina, eu sei como você deve pensar sobre isso. Sei como você deve estar querendo esquecer o aconteceu..
– Isso foi um erro, um grande. E não deveria acontecer de novo. Nós não... não sabiamos onde estávamos com a cabeça, foi uma estupidez momentânea. Algo que provavelmente iremos nos arrepender, e muito. — Regina não tinha ideia de como suas palavras magoavam Emma. Então era isso que ela achava? Que não passava de estupidez? Emma havia se culpado, muito, quando disse a Regina que os primeiros beijos trocados entre elas foram um erro. Mas agora viu que seu arrependimento não servira pra nada. Que tudo não passou de um pouco de diversão para Regina.
– Sim, eu já entendi, Regina. Vamos esquecer o que aconteceu, vai ser melhor, principalmente para você. — Emma levantou-se rapidamente e começou a andar em direção a saída.
– Espere! — Regina chamou, Emma parou. As palavras da xerife foram pronunciadas de maneira dura. Como se não quisesse estar falando aquilo. Uma pequena quantidade de esperança apareceu em Regina. A pequena possibilidade de que Emma não visse o que aconteceu como um erro a alegrou. Mas ela tinha que querer isso... foi como disse na primeira vez, não deviam ter feito isso. — O que você quer dizer com ''principalmente para você"? — disse enquanto se levantava.
– Você mesma disse que é melhor esquecermos, vamos fazer isso. — respondeu Emma, sem encarar Regina.
– Isso foi antes de você dizer... o que você quis dizer com isso? "Principalmente para você"... O que isso significa? Por que disse isso? — Regina estava intrigada e não iria desistir tão fácil, queria saber os verdadeiros motivos de Emma. -Nós temos nossas razões para pedir segredo e esquecimento, mas por que você disse isso, Emma?
Emma virou o rosto para Regina, olhando fundo nos seus olhos.
– Porque tenho medo de te machucar. — disse com uma expressão mais séria do que todas as que assumira naquela dia, virou as costas e continuou andando.
A boca de Regina se abrira assim que Emma disse aquilo, ela arquejou e seus olhos se umedeceram. Não conseguia acreditar no que tinha ouvido, de todas as respostas que esperara essa, de longe, não era uma opção. Emma estava fazendo isso por ela? Medo de machuca-la? Depois de tudo o que ela fez a todos, da destruição que causou a vida de todos, Emma tinha medo de feri-la?
Sem que pudesse se controlar, uma chama acendeu-se em seu coração, saber que tinha alguém se importando com ela era mais reconfortante do que ela imaginava. Recuperou-se do choque e olhou em volta procurando por Emma
– Emma! Emma, espere! — Regina correu atrás dela e encontrou a loira no hall de entrada indo em direção a porta. — Espere, por favor! — Regina exclamou enquanto se apressava na direção de Emma, fechando com um empurrão a porta que a loira estava abrindo.
– Regina, me deixe ir. — Emma tentou abrir a porta novamente mas Regina foi mais rápida. Trancou a porta e fez com que a chave sumisse atráves de mágica. — Regina!
– Não! Voce não vai a lugar algum.
– O que? Por que não? — Emma bufou — Não se preocupe, eu saio pela janela. — disse enquanto se virara dando as costas a Regina. Mas logo foi impedida de continuar.
Regina a puxou pelo braço e a beijou, um beijo apaixonado, contagiante. Foi perdida em desejo e prazer que tomou conta que beijava Emma no mesmo lugar em que ela havia a beijado pela primeira vez.
– Regina... — Emma puxou a morena contra seu corpo, por mais que tentasse era impossível resistir a ela. Pôs suas mãos na cintura de Regina e a colava cada vez mais ao seu corpo, queria sentir Regina tocando-a, saber que não era uma ilusão. Regina subiu as mãos lentamente pelas costas de Emma — que sentiu arrepios por todo seu corpo — até chegar nos cabelos da xerife. Afundou seus dedos naquela imensidão loira e puxou a cabeça de Emma para trás, agora distribuindo e fortes chupões no pescoço da loira. Com certeza Emma ficaria ainda mais marcada que na noite anterior, mas nada importava.
Emma desceu as mãos da cintura de Regina e as posicionou em suas coxas, Regina deu um pequando salto e entrelaçou as pernas na cintura de Emma, que agora a carregava. A rainha não parou com as carícias pelo corpo da xerife por nem um segundo, Emma pressionou as costas de Regina contra a parede, prensando a rainha. Levou seus lábios de encontro aos dá prefeita, em um beijo ardente, cheio de desejo. Afastou-se da parede novamente e seguiu até a sala, jogando Regina deitada no sofá.
– Dane-se tudo e todos – disse Emma despindo rapidamente sua camiseta.
Se colocou sobre a rainha e começou a desabotoar a camisa da mesma. Botão por botão, enquanto dava leves beijos em toda a extensão desde a boca até o peito de Regina. Em seguida tirou o sutiã da mulher, deixando a mostra seus seios perfeitos. – Deus.. você é tão linda. — disse encarando–a.
Antes que Regina dissesse qualquer coisa, ela a fez se levantar e tirou a calça social e a calcinha que a outra usava, nunca parando de depositar leves carícias pelo corpo da morena. Aproveitou e também despiu-se por completa. Estava com pressa e queria tomar a rainha para si o mais rápido possível.
Ambas estavam nuas, então deitou–a novamente sobre o sofá, se colocando entre as pernas da morena e beijou-a novamente, um beijo intenso, suas línguas entraram em completa sincronia, como se suas bocas pertencessem uma a outra. Passou seus beijos para o ombro da morena e foi subindo para o pescoço, a beijava, chupava e mordia com intensidade — deixando varias marcas espalhadas pelo corpo de Regina — enquanto acariciava um de seus seios, fazendo-a gemer, então colou sua boca na orelha da outra e disse: Ontem nós não terminamos nada. Começamos neste sofá, é aqui que terminamos o que começamos no outro dia, agora é minha vez. — deu uma leve mordida na orelha ao terminar de dizer aquelas palavras. As mãos de Regina se perdiam no corpo da mulher que estava sobre ela, arranhava as costas de Emma sem se controlar, a loira teria tantas marcas quanto a morena.
Emma descia os seus beijos para os seios, os beijava demoradamente. Exatamente quando tomou-os na boca, Regina soltou um gemido um pouco mais alto. A loira então desceu os beijos para a parte interna da coxa da rainha, provocando-a. Levando os beijos para próximo ao seu sexo e então se afastando novamente. Regina gemia perdidamente, Emma estava a levando a loucura.
A xerife foi beijando lentamente até alcançar o sexo da rainha, encarou o rosto da mulher com um olhar devorador e passou a ponta da língua levemente no clitóris da outra fazendo-a implorar no meio de seus gemidos.
– Faça logo, Emma. Por favor, faça. — esta então começou a lambê-la, pressionava sua língua contra o sexo dela, fazendo movimentos circulares e alternando-os ora lento ora rápido, a morena contorcia-se de prazer e acariciava os cabelos da outra, gemia alto. Prendia a cabeça de Emma entre suas pernas, pedindo por mais e mais. Percebendo isso então, Emma introduziu dois dedos na vagina da outra num doce movimento de vaivém enquanto a outra mão voltou a acariar um de seus seios. Começou a suga-la mais forte e aumentou a velocidade dos seus dedos.
Regina estava perto de seu ápice, Emma então se colocou sobre ela, sem parar com as estocadas e utilizando o polegar para acariciar o clitóris, pegou a mão da morena e colocou em seu sexo. – Juntas- Disse a ela para que o desfecho fosse perfeito. A rainha então começou a acariciar o clitóris da Xerife e introduzir os dedos em sua vagina, assim como esta fazia na morena. Seus movimentos ficaram mais intensos, Regina deixou beijos e chupões pelo pescoço de Emma, dando também leve mordidas, provocando-a. Tanto Emma quanto Regina estavam perdidas em prazer, seus movimentos continuaram firmes até que as duas gozaram juntas.
Ambas deixaram seus corpos amolecerem, deitaram se juntas, abraçando-se fortemente, como se temessem que se afrouxassem o contato, ele lhes seria roubado. Regina estava deitada sobre o ombro de Emma, com o rosto apoiado em seu peito e a mão posta sobre o coração de Emma, — esta com os braços laçados em volta de Regina — podia sentir os batimentos da xerife acelerados, a respiração ofegante, e tudo o que ambas desejaram era ficar ali para sempre.
Notas finais
E o que vai acontecer depois que elas recuperarem suas energias ? HAHAHA
E indiquem, se puderem, a história para mais pessoas, quando o numero de leitores aumenta, a felicidade da gente aumenta também e nos inspira cada vez mais a continuar !
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