Notas iniciais
Oi, gente! Como vai você? Queremos falar que acho podemos ter nos expressado errado nas notas do outro capítulo. Não, não iremos desistir da fic por causa de reviews, e nossa intenção era apenas demonstrar como é complicado: era um capítulo que várias pessoas haviam pedido, então nós fizemos. E então não recebemos retorno por ele, presume-se que os leitores não gostaram e não devemos repetir. Mas ao mesmo tempo é algo que os mesmos leitores haviam pedido.
Viu como é complicado? Pois é, hahahahah.
Bem, de acordo com os reviews do último capítulo: Andrew chegou causando intriga e abalando corações! Vamos ver o que vai dar nisso...
Sem mais delongas, o capítulo:

PS: Esse capítulo teve uma certa inspiração em um sonho que uma de nós teve. Se vocês não gostarem, briguem com o sonho dela.

Emma estava sentada no sofá de seu apartamento com um pote de sorvete à sua frente. Ela sabia que essa costumava ser uma ótima noite de sexta-feira há algum tempo, mas agora não poderia sentir-se pior. O apartamento estava vazio, Henry, Mary e David estavam acampando. A xerife sentia-se feliz por eles estarem se dando tão bem, mas ao mesmo tempo achava que estavam exagerando demais no quesito “passar tempo em família”. O acampamento tinha sido planejado há semanas, e Emma tratou de convence-los a deixa-la para trás. Sentia-se culpada por não passar todo esse tempo com Henry, mas sempre tentava compensar de outra maneira, suas noites costumavam estar reservadas para outra pessoa.

E aqui estava ela, com um pote de sorvete e um apartamento vazio, sem conseguir tirar Regina na cabeça.

Não falava com ela havia três dias, desde que a viu na lanchonete com aquele homem estranho. Sentia-se, acima de tudo, traída. Regina não parou falar da bendita reunião que teria aquele dia para então ir tomar café com outra pessoa. Mas não era isso que mais a preocupava, e sim a maneira como aquele homem olhava a prefeita. Sua prefeita.

Só um cego não veria como ele estava hipnotizado com a visão de Regina, e também só um cego não ficaria hipnotizado com ela. Mas foi a atitude da prefeita que mais a magoou. O modo como sorria e encarava aquele homem. Regina parecia feliz enquanto conversava com ele, com aquele sorriso doce nos lábios que Emma tanto gostava. Regina não era boba e Emma tinha certeza que ela via como o homem a observava. E parecia gostar disso, o olhar em seu rosto era de pura simpatia.

Sem perceber Emma se viu perguntando – e desejando – se Regina alguma vez a olhou da mesma maneira. Ainda pensava quando repentinamente foi puxada de volta para a vida real, a campainha estava tocando.

Levantou-se e foi até a porta. Grande parte de si desejava que fosse apenas Mary que tinha esquecido algo. Mas a outra parte....

Abriu a porta e ficou em silêncio.

Apoiada ao batente estava Regina. Usava uma saia preta, justa, e uma camisa de seda. Seus cabelos estavam bagunçados e o rosto com quase nada de maquiagem, porém ainda calçava um de seus saltos. Emma percebeu que aquilo era provavelmente o mais despojada que a rainha poderia ficar.

Sua visão era relativamente simples, e ela apoiava-se na porta como se fosse quase natural estar naquele lugar. Mas apesar de tudo, foi outra coisa que capturou o olhar da xerife. Regina segurava uma linda rosa, com pétalas extremamente brancas, à altura do rosto. Escondia-se por trás da pequena e frágil flor, com uma expressão que beirava a timidez. Seus olhos possuíam um brilho de certa forma incomum, e Emma não conseguia deixar de pensar se esse mesmo brilho já havia sido destinado ao outro homem.

Depois de certo tempo encarando-se, foi Regina que quebrou o silêncio. – Você nunca me disse que tipo de flores gosta. Mas eu amo rosas então... te trouxe uma rosa.

Emma estendeu a mão lentamente em direção a flor, a pegando delicadamente, mas manteve-se à porta, não abrindo espaço para Regina entrar.

- E por que você veio, afinal? – Regina arqueou as sobrancelhas em surpresa, essa era a última reação que poderia esperar de Emma. – Pensei que teria planos com seu novo amigo...

Regina suspirou antes de responder. – Sério, Emma? Andrew não...

- Oh, Andrew. Então esse é o nome dele...

- Emma, por favor, pare. Pode me deixar entrar?

— Não vejo muitas razões para isso.

Um pequeno sorriso se formou no rosto da rainha. – Não vê? Eu vou lhe dar um. – disse enquanto se aproximava da xerife. – Se você não me deixar entrar, eu vou ficar bem aqui, do lado de fora. O que você acha que os vizinhos pensariam ao me ver?

Emma respirou fundo e finalmente cedeu, indo para o lado e deixando Regina entrar. A morena andou pelo hall e olhou ao redor, o apartamento era basicamente o mesmo desde que esteve ali pela última vez.

Emma olhou para a flor em sua mão e foi até a cozinha, a colocando em um jarro com água.

- Por que você trouxe ela? – perguntou para Regina.

- Porque, eu procurei na internet o que fazer quando sua namorada está te evitando e essa foi uma sugestão bem popular. – respondeu a prefeita, rindo e encarando Emma.

- Internet? – questionou, surpresa. – Sério?

- Eu nunca tive um amor que me evitasse antes, Emma. Digamos que não sou muito experiente. – Um leve sorriso formou-se em seu rosto, e Emma pode entender que Regina realmente estava tímida e com medo de tudo. – Você está mesmo brava comigo por algo tão bobo?

- Bobo? Bobo? Me desculpe, mas para mim não é bobo ver outra pessoa olhando para o decote da pessoa que eu amo! – Regina, mesmo sabendo que não deveria, não pôde deixar de rir diante da observação de Emma. – Vê? Esse é o problema, Regina. Você ri disso. Você está rindo de mim! – Emma conseguia sentir seus nervos explodindo. Ela amava Regina, e não negava isso. Era sua Regina. – O problema não é alguém te olhar. Você é a pessoa mais desejável do mundo, não tenho como fugir disso. Mas é quando você olha de volta, que está o problema.

Emma deixou-se cair em uma das banquetas por trás do balcão. Não gritava quando falava com Regina. Não era raiva que sentia, e sim mágoa. Regina sentou-se também, de frente para Emma. Estendeu suas mãos, envolvendo-as nas de Emma. A xerife recuou, mas Regina segurou suas mãos de maneira firme e ao mesmo tempo carinhosa.

- Emma, olhe para mim. Você acha mesmo que eu poderia fazer algo assim? – Emma ergueu os olhos e Regina viu que estavam marejados. Podia sentir o quanto Emma estava irritada com toda a situação. – Eu esbarrei com ele na rua, literalmente, e ele se ofereceu para pagar um café por isso.

— Certo. Um café. Quer mesmo que eu acredite que eu você é tão ingênua a ponto de acreditar que...

— Não, não quero. O que estou tentando dizer é que ele não é daqui, Emma. Ele não é de Storybrooke. E é por isso que aceitei. Eu queria saber quem ele era e o que queria aqui.

— Eu não ligo! – respondeu Emma, enquanto soltava suas mãos do toque de Regina. Levantou-se e dando um passo para trás, afastando-se de Regina, ainda com o balcão entre elas. – O que eu ligo, e você também deveria, é que você me deixou com a desculpa de que simplesmente não podia perder mais tempo comigo. – Falava cada vez mais alto e seu tom de voz ficava mais duro a cada palavra. — Essas foram as palavras que você usou, disse que estava perdendo tempo! Perdendo tempo enquanto era amada por mim. Então você só pegou e foi embora..

- Você diz como se fosse uma opção! – revidou Regina, com sua voz também à altura. Tudo o que tinha tentado evitar estava acontecendo, uma discussão que ela sabia que seria dolorosa para ambas.

- Foi uma opção! Passou a ser no momento em que você pôde abdicar de seu precioso tempo para tomar café com um estranho, mesmo estando no tal limite, onde não podia perder nem mais um minuto. Eu digo... você não pode perder seu tempo comigo, mas pode com os outros? Porque, sinceramente, o que eu vi não parecia nada com seu importante trabalho na prefeitura.

- Sério, Emma? Você está mesmo fazendo isso? Brigando comigo por causa de um café? Você não... – começou Regina, tentando controlar-se para simplesmente não levantar e sair do apartamento, mas Emma não deixou que terminasse.

- Um café que você apreciou muito, pelo o que vi. – disse, com uma risada fria e irônica. Em seguida respirou fundo, sendo acompanhada por Regina. As duas permaneceram em silêncio por alguns segundos. Quando Emma voltou a falar sua voz era mais baixa, deixando transparecer toda sua mágoa. – O restaurante estava lotado, muitos já estavam almoçando. Sabe por que eu vi vocês tão rápido?

Regina encarou Emma com olhos doídos. Não havia pensado nisso antes, nem agora tinha certeza, mas desconfiava do que Emma estava falando. Com um nó em sua garganta a prefeita simplesmente balançou sua cabeça negativamente.

- Você estava na nossa mesa. Sempre que vamos lá almoçar, com Henry, é onde sentamos. Sempre que estamos lá sozinhas, com a desculpa de ser apenas duas mães preocupadas tentando se entender para o bem do nosso filho, é naquela mesa que vamos. Mesmo ainda estando escondidas, eu passo todos os segundos olhando para você. Admirando você. Fazendo tudo o que posso pra arrancar sorrisos e olhares amáveis do tipo que só você sabe dar. Foi o primeiro lugar que eu olhei quando entrei, sabendo que me traria lembranças, e vi você lá. Com outro homem. Sorrindo e conversando como se fossem amigos de longa data. Eu sei que você percebeu como ele te olhava, Regina, eu sei. E você simplesmente retribuiu. Seja sorrindo ou tomando outro gole do café, escondendo-se por trás do copo e franzindo os olhos enquanto o encarava, você deveria fazer isso pra mim. Você faz isso para mim, quando podemos. Sutil e sensual. Sugestivo. E então eu só vi você lá, sentada na nossa mesa flertando com outra pessoa. Você pode imaginar como me senti? – cada palavra era uma facada para Regina, ela nunca quisera que Emma interpretasse as coisas assim. Tomando forças para segurar as lágrimas, ela respondeu.

- E por acaso você pode imaginar como eu me senti? Estou há três dias te ligando loucamente. A primeira coisa que eu fiz quando saí de lá foi te ligar, mas você não se deu ao luxo de me atender. Não me deu uma única chance para explicar. Droga, Emma, você nem mesmo me disse para ir embora, ou então parar de ir atrás! Você só ignorou. Eu posso fazer muita coisa, mas não posso ler pensamentos, Emma. Não posso saber como você se sente se você não me fala! E então você simplesmente parou de falar... – Regina levou a cabeça entre as mãos, com os cotovelos apoiados no balcão. Olhou para Emma e essa pôde ver seus olhos marejados, mas sua expressão continuou impassível. – Eu tive que esperar que seus pais saírem da cidade para ter alguma notícia de você. – Regina respirou fundo, novamente, antes de continuar. – Eu fui lá porque aquele homem é um perigo, Emma. Para todos nós. Para nossa família. Você parou para pensar nisso? O que aconteceria se ele visse Ruby se transformando em lobo ou Gold conjurando alguma magia? Eu tinha que saber o que ele queria!

Emma olhava firmemente para Regina, mas a rainha podia ver que pouco a pouco conseguia fazer Emma começar a compreender e se acalmar.

- Não há nada, Emma, nada, nesse mundo que eu não ame mais do que você e Henry. E eu nunca faria algo para magoar você. Ainda mais quando isso implicasse ficar sem você! Eu nem mesmo conseguiria viver assim... Eu sei que é difícil, amar e ser amada e não pode revelar para ninguém. Ah, como eu sei. Mas você tem que entender, enquanto vivermos assim, eu vou continuar usando tudo o que tenho ao meu alcance para conseguir o necessário para sua segurança. Se isso inclui tomar um café e soltar umas risadas, que seja! Eu posso aguentar isso, mesmo contra minha vontade. O que eu não posso aguentar é pensar que vocês podem estar em perigo. Você e nosso filho são tudo para mim, e eu não vou deixar que nada os ponha em risco.

Os olhos de Emma ficaram úmidos também. Durante esse tempo todo ela pensara apenas no seu lado da história, ignorando que Regina também tinha seus problemas e sentimentos. Agora culpava-se por tamanha estupidez e infantilidade. Escutar Regina falando desse jeito era doloroso, mas ao mesmo tempo confortável. Trazia para si um calor que não podia descrever.

- Eu posso te entender, Emma. Posso entender que você tenha ficado chateada, mas eu peço que você também me entenda. Eu te amo, e vou continuar amando para sempre. Se você quiser que eu vá embora e nunca mais volte, eu vou. Eu realmente vou me virar e ir, sem olhar para trás, porque eu te amo. E se é isso que você quer... eu vou respeitar. – Emma descruzou os braços e devagar, de maneira insegura, começou a dar a volta no balcão, indo em encontro a Regina, que continuava falando e acompanha a xerife com os olhos. – Mas se você não pedir por isso, vai ter que se acostumar à vida que levamos. Só é importante que você sempre se lembre que é a você que eu amo. E é com você que eu quero estar, para sempre.

Regina parou de falar quando Emma chegou à sua frente. Mesmo tentando, não conseguiu evitar que algumas poucas lágrimas escorressem por seu rosto. Emma estendeu sua mão e enxugou-as, uma a uma, com uma expressão branda. Lentamente se inclinou sobre Regina, capturando-a num beijo carinhoso.

- Me desculpe... – murmurou para a mulher à sua frente. – Me desculpe por ter sido tão idiota.

- Oh, Emma... eu continuaria te amando mesmo que você fosse a mais idiota do mundo. – sussurrou Regina, antes de puxar Emma para mais um beijo, dessa vez mais intenso. A prefeita virou-se de costas para o balcão, ainda sentada na banqueta, enquanto Emma se pôs em sua frente. Levou um dos joelhos entre as pernas de Regina, massageando-a lentamente e arrancando alguns gemidos da rainha. Regina inclinou a cabeça para trás, enquanto Emma beijava seu pescoço e ombros.

Emma tirou o blazer e a camisa social da prefeita sem parar de beijá-la. Ao tirar o sutiã começou a massagear um dos seios com uma mão e com a outra apertou a bunda da prefeita, a pressionando contra o seu corpo. Se beijavam com urgência, Regina então tirou a camiseta da Emma, que estava sem sutiã, e beijou seus seios.

Voltou seus beijos para o pescoço da xerife, esta a suspendeu, colocando-a sobre a mesa. Terminou de despir a ela e a si mesma, e então se posicionou entre as pernas da outra, de forma que seus sexos se tocavam. Começou a movimentar o seu quadril, Regina gemeu no ouvido de Emma e movimentou seu quadril também, em resposta aos habilidosos movimentos de Emma.

A loira percebeu que não demoraria para Regina alcançar seu orgasmo, movimentou-se ainda mais rápido e parou quando viu que a prefeita quase se entregou a ele. A prefeita abriu os olhos e encarou Emma com desaprovação, mas o gesto não durou muito tempo.

Emma desceu seus beijos. Primeiro para os seios, chupando-os. Depois sua barriga, deixando-lhe pequenas marcas e então, finalmente, chegou ao seu sexo. Passou a ponta de sua língua por toda sua extensão até chegar ao clitóris, pressionando-o com rigidez.

Regina soltou mais um longo gemido, acompanhado de sua respiração ofegante. Emma começou então a lambe-la, alterando movimentos da língua. Regina gemia alto e segurava pela nuca os cabelos loiros da outra. Movimentava seu quadril, sentia muito prazer. A xerife introduziu dois dedos na vagina da prefeita. Sincronizava as estocadas com os movimentos que fazia no clitóris. A rainha então contraiu o seu corpo e soltou um último gemido, ao chegar ao orgasmo.

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O homem andava rapidamente, tentando fugir da fina garoa que caía molhando as ruas daquela deserta cidade. Pensava no que havia o trazido até ali. Provavelmente era o estranho nome que a cidade carregava que tinha chamado sua atenção, assimilava-se surpreendentemente com “livro de histórias”, se traduzido e bem interpretado. Pensou em toda sua infância e nas histórias que ela carregava, com certeza não era do tipo que parava em algum livro.

Finalmente chegou ao seu destino, o café, que aparentemente era o único na cidade, onde todos se encontravam. Estava no lugar há pouco tempo, mas já percebera a rotina e começara a fazer parte dela. Entrou e passou os olhos pelo restaurante, logo achando quem procurava.

Andrew estava distraído brincando com o copo à sua frente, passava os dedos por sua borda em um movimento quase automático, enquanto encarava a mesa. Qualquer um que o observasse veria que ele estava em outro mundo, perdido em seus pensamentos.

Greg andou até ele e sentou-se à sua frente. Andrew não se mexeu, nem deu algum sinal de que percebera a presença do amigo. Greg olhou-o com uma expressão divertida, tentando descobrir o que poderia estar atraindo tanto sua concentração.

— Andrew... – finalmente chamou. Ele ergueu os olhos e sobressaltou-se ao ver Greg sentado ali.

— Ah, oi... não vi você chegando.

— Eu percebi... O que aconteceu? – Andrew não respondeu, apenas lançou um olhar para Greg, em um sinal que indicava que a resposta era óbvia. O outro homem o olhou com uma ar divertido no rosto. – É ela, não é?

Andrew assentiu, apoiando-se sobre o encosto do banco. – Não a vi depois daquele dia.

— Isso foi há três dias. Três dias, Andrew. É normal as pessoas não verem umas às outras por alguns dias. E, sério? Você a viu uma vez, e estava praticamente perdido em meio a mapas. E Andy, por favor, não se esqueça do real motivo pelo qual está aqui...

— E aqui vamos nós. Eu sei, já entendi, Greg. Mas acho que estou fazendo um bom trabalho de amigo por vir até esse fim de mundo te buscar. É só que... Não sei. Ela é a única pessoa dessa cidade que eu poderia dizer que conheço. Mas não a vi depois daquilo. É estranho...

— Não é estranho. Ela é a prefeita. Prefeitos são ocupados. Você acha que essa cidade seria tão boa se ela não fosse ocupada? – Andrew contentou-se em suspirar. Mas Greg podia ver que tinha algo estranho.

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Emma estava deitada sobre Regina no sofá. Seus corpos se encaixavam perfeitamente e a xerife descansava a cabeça no peito da rainha, que acariciava seus cabelos.

— Regina... – chamou Emma, com a voz um tanto sonolenta.

— Sim?

— Enquanto estávamos brigando... – começou a xerife, mas Regina a impediu de continuar.

— Não. Eu não quero falar sobre isso, Emma...

— Eu sei. É só que... – Emma virou o rosto, podendo olhar Regina nos olhos. – Você disse “nossa família”, quando estávamos brigando. – um sorriso formou-se no rosto de ambas. – Você pensa mesmo assim?

— Assim como?

— Que somos uma família?

O rosto de Emma estava completamente iluminado, parecia quase uma alegria infantil. – Sim. – Respondeu Regina. – Provavelmente é a família mais estranha de todas, mas sim. Eu, você, Henry... por você, Emma, até mesmo seus pais. Somos todos uma família. Eles sabendo ou não.

O sorriso de Emma era genuíno. Regina ficava a cada dia mais maravilhada com ela.

— Regina... me desculpe. Por tudo. Quando você falou todas aquelas coisas sobre como faria tudo para me proteger, a mim e a Henry, eu vi como estava sendo completamente errada. Em relação a tudo.

— Eu te amo, com todo meu coração. E nós vamos sobreviver a tudo. Todos os problemas e obstáculos. Juntas.

— Você não vai me trocar por ninguém? — disse Emma, rindo e também arrancando algumas risadas de Regina.

— Não. Ninguém me levaria a isso. É você, Emma, só você. Para sempre.

Notas finais
Apostas sobre Andrew. Quem ele é? O que quer?
GO GO GO