Notas iniciais
Mais um cap.
Espero que gostem :)
Por favor, me digam o que estão achando da fic :)
Não se esqueçam de comentar.
Muito obrigado por todos os reviews que vcs me deixam
E muito obrigado pelas recomendações *>* Ownn eu fico toda boba aqui *>*
Beijinhos

Elena precisava ir embora daquele maldito bar antes que Damon fosse falar com ela, não queria mais saber dele, não queria ouvir nada que ele dissesse a ela, porque tudo que ele diria seria uma mentira, alguma desculpa mal inventada para justificar a traição dele e ela não precisava disso. Já tinha entendido, ele queria ficar com Katherine e não com ela e estava tudo bem, ou melhor não estava, não conseguia entender como aquilo tinha acontecido, quando ele parara de amá-la. Balançou a cabeça negativamente, ele nunca parou de amá-la, porque nunca a amou de verdade.

O problema é que aquela afirmação parecia não fazer nenhum sentido, ele fizera tanta coisa por ela, era tão carinhoso. Por que ele a tinha traído? Ela não conseguia entender. E ele também não conseguia entender como ela não conseguira imaginar que Katherine sendo a vadia que sempre foi tinha armado tudo aquilo e para piorar o estava compelindo e isso era tudo que faltava. Se não bastasse ter feito com que Elena terminasse com ele por acreditar numa mentira, ela ainda podia compeli-lo e obrigá-lo a fazer o que ela quisesse.

Ele precisava dar um jeito nisso, precisava voltar a ser um vampiro, precisava fazer coisa, mas não seria um brinquedinho nas mãos da Katherine, nunca mais seria, mas primeiro ele tinha que se entender com Elena, não poderia ficar sem ela, simplesmente não conseguia. Elena suspirou pesadamente, era como se lhe faltasse o ar, aquele lugar parecia saturado demais, não aguentaria ficar ali, não aguentaria olhar nos olhos dele, ela precisava muito ir embora.

-Carr...-Chamou a amiga novamente. –Por favor, eu quero ir embora.

-Lena, eu realmente acho que você deveria conversar com o Damon. –A loira falou calmamente. –Sei lá, o amor de vocês sempre foi tão perfeito. –Fez uma pausa tentando escolher as palavras. –Talvez, você deve devesse apenas escutar o que ele tem para falar.

-Mas eu vi ele me traindo, Carr. –Falou irritada. Não acreditava que a própria amiga estivesse falando isso para ela, Caroline deveria ter algum problema, só podia ser isso. –Eu vi, poxa!

-Ah, Lena, sei lá...-Falou enquanto avaliava a expressão nervosa de Elena. –Eu não sei tudo, nunca fui do tipo de garota muito inteligente, mas eu acho tudo isso tão estranho. Eu acredito no que você viu, mas eu não consigo acreditar que ele tenha te traído...-Uma nova pausa. –E bem, eu acho que nós podemos esperar qualquer coisa da Katherine, ela é uma puta...

-Carr, eu não acredito nisso! –Falou quase que aos gritos, estava completamente alterada. –Agora você virou amiga dele e não minha! –Reclamou, queria matar a amiga por isso, sentia-se traída por ela também. –E a Katherine ser uma puta não muda em nada o que aconteceu. –Bufou. –Não muda o fato dele ter sido canalha e ter me traído.

-E se ele não tiver te traído? –A loira realmente acreditava naquela possibilidade.

-Isso não é possível! –Continuou quase que aos gritos. Tudo que ela queria era apagar aquele dia de sua memória e voltar a sua vida, voltar a sua vida com ele, porque não importava o que acontecesse, a verdade é que ela jamais seria capaz de deixar de amá-lo.

Naquele intante, Elena sentiu todo seu corpo arrepiar quando Damon segurou suavemente o seu braço, era uma sensação quente de formigamento que se espalhou por todo o seu ser, seu coração se acelerou, sentiu-se mais tranquila no mesmo intante, claro, afinal, ela estava perto dele novamente.

-Será que nós podemos conversar agora, Elena. –Pediu suavemente, não deveria ficar implorando daquela forma a ela, mas, o problema todo é que não conseguia ficar separado dela por muito tempo, sentia falta da garota o tempo inteiro, afinal, ele a amava demais.

-Gente, dá licença, o Tyler acabou de chegar...Fui -Caroline falou rapidamente e simplesmente sumiu de perto dos dois. Eles realmente precisavam conversar.

-Eu sinceramente não sei sobre o que nós podemos conversar, Damon. –Elena falou num tom entristecido. Queria simplesmente se jogar nos braços dele e dizer que nada daquilo tinha importância, mas simplesmente não podia, não podia se rebaixar e ignorar o fato que havia sido traída, aquilo era grave demais para ser ignorado, era forte demais, mas não era tão forte quando o amor que sentia por ele.

-Elena tem certeza que é isso que você quer? –Perguntou numa seriedade que raramente costumava usar.-Você não não quer nem ouvir o que eu tenho para dizer? –Sua voz soou mais como um lamento, não podia acreditar que depois de tudo, ela não era capaz de confiar nem um pouquinho nele, não era capaz nem de ouvi-lo, achou que, talvez, ela não o amasse como ele a amava, ou melhor, ela não o amava o suficiente, nunca amou. Sentiu um aperto em seu coração só de pensar naquela possibilidade, só de considerar que a garota não o amava. –Essa vai ser a última vez que eu vou tentar falar com você sobre isso.

-Damon...-Elena suspirou pesadamente tentando buscar forças para continuar falando com ele. Por mais que achasse que ele não merecia nem um minuto da sua atenção, uma parte dela tinha certeza que ele não a tinha traído, que o que ela vira não era bem aquilo, que ele a amava tanto quanto ela o amava, afinal, ela o amava com cada fibra de seu corpo, seu coração seria eternamente dele. –Eu...-Fez uma pausa, tentando não começar a chorar, estava tão sensível, tão emotiva. –Eu quero ouvir. –Finalmente falou as palavras e percebeu que ele abrira um sorriso para ela e aquele sorriso fizera com que ela estremecesse, todo seu corpo pulsasse, já sentia falta do calor do abraço dele, de seus lábios...não aguentava viver sem ele.

-Eu jamais te traíria, Elena, jamais. –Falou sinceramente. Como ele seria capaz de trocá-la por qualquer outra quando ele a amava tanto? A garota parecia não entender o quanto ela era importante para ele, o quanto era especial e principalmente o quanto ele a amava, ele não conseguiria viver sem ela, quando ela estava morrendo da maldição e ele imaginou que poderia perdê-la, todo seu mundo não existia mais, tudo perderia o sentido sem ela. –Eu não estava beijando a Katherine, ela sabia que você estava chegando e por isso me beijou...

-Mas ela estava na nossa casa...-Elena o interrompeu nervosa, não acreditava nele embora o que ele lhe dizia fosse exatamente o tipo de coisa que Katherine faria. –Você a convidou para entrar! –Falou quase que aos gritos, sentia todo seu coração doer numa dor impossível de suportar, a dor de ser traída era forte demais, ela nunca seria capaz de superar.-Você a convidou para entrar. –Repetiu, o mesmo tom revoltado de antes.

-Por que ela me compeliu, Elena! –Falou quase irritado. Não era possível que Elena continuasse procurando argumentos para insistir na história de traição, não era possível que ela não acreditasse nele ou que não imginasse como Katherine era. –Ela me obrigou a convidá-la. –Repetiu, fez uma pausa, suspirou pesadamente, tentando se acalmar, não podia brigar com ela, afinal, ela estava grávida. –Você acha que eu iria querer a Katherine entrando na nossa casa sabendo que você está grávida? Eu nunca iria querê-la perto de você ou do nosso bebê, Elena.

-Eu não acredito nisso...-Falou não tão segura do que dizia, parte dela já estava acreditando, parte dela já tinha se derretido com a forma preocupada que ele falara sobre não querer a Katherine perto dela ou do bebê, mas havia outra parte dela que precisava ter certeza que ele falava a verdade, que tentnava buscar algum detalhe na história dele para provar que ele estava mentindo. –É muito comodo dizer que ela te compeliu, muito fácil...

-Eu estou falando a verdade, foi isso que aconteceu. –Tentou conter-se, mas não conseguiu disfarçar o quanto estava magoado, irritado com a atitude dela, com a desconfiaça. –Eu esperava que você acreditasse em mim, Elena, era só isso que eu esperava de você. –Sua voz soou exigente e ao mesmo tempo abalada. –Depois de tudo que eu fiz por você, eu achei que você confiasse um pouco mais em mim. –Não foi capaz de medir as palavras, simplesmente falou tudo que vinha em sua mente. –Eu me tornei humano por sua causa, para que você tivesse suas memórias novamente! –Continuou alterado. –E você acha que eu gosto disso? Você acha que eu gosto de ser humano, que eu gosto que a vagabunda da Katherine possa me compelir?

-E voce ainda joga tudo isso na minha cara? –Perguntou chorosa, as lágrimas transbordavam de seus olhos castanhos e rolavam por sua face de pele macia. –Eu não pedi que você fizesse nada por mim! –Gritou, atraindo a atenção de quase todos os presentes no local. –Eu nunca pedi nada para você, nunca! –Continuou chorando, ignorou os olhares, na verdade, nem percebera que, por alguns instantes, se tornara o foco das atenções.

Damon a abraçou suavemente, Elena não oferecera nenhuma resistência, na verdade, era o calor do abraço dele, do carinho dele que ela mais necessitava, todo seu corpo desejava por aquela proximidade, sua alma irradiou uma tranquilidade indefinível. Ela só precisava dele e de mais ninguém. –Você nunca vai precisar me pedir nada, eu sempre farei tudo por você porque eu te amo, eu sempre vou te amar, minha princesa. –Acariciou os longos cabelos castanhos da garota, brincando com os fios sedosos.

-Você jura que você não me traiu? –Pediu num sussuro, as lágrimas ainda escorriam pela face de pele macia. Colou ainda mais seu corpo no dele, precisava estar com ele, precisava do carinho dele, já não conseguia mais viver sem ele, porque eles já eram parte um do outro, o que sentiam era muito maior do que o próprio amor.

-Eu juro, minha princesa. –Falou num tom carinhoso, acariciou-lhe o rosto cuidadosamente, sentindo a textura macia da pele feminina, exugou as lágrimas que molhavam o lindo rosto da garota, acariciou-lhe as maças do rosto, seu dedo percorreu a linha do maxilar, subiram tocando os lábios delicados, suaves. –Eu amo você. –Sussurrou no ouvido dela, fazendo com que a garota se arrepiasse por inteira.

Aquelas palavras eram as que ela mais gostava de ouvir. Estava tão sensível que acabara chorando novamente, mas era um choro diferente, chorava porque gostava quando ele a tratava daquele jeito tão carinhoso. –Eu também te amo. –Falou em meio a todo o choro. –Eu nunca mais vou desconfiar de você...-Falou sinceramente, nunca mais se afastaria dele, nunca mais. –Eu sinto muito...-Suas bochechas queimaram de vergonha, sentia-se ridícula por desconfiar dele, ele estava mesmo certo, como ela poderia desconfiar de quem fazia tudo por ela e que dera incontáveis provas de que a amava. Ela fora mesmo uma grande idiota.

-Está tudo bem, Elena. –Damon abriu um sorriso amoroso e compreensivo. Estava mesmo tudo bem, o que importava é que ela não estava mais brava com ele, e que ele podia abraçá-la como fazia naquele momento e abraçá-la era tudo que ele queria. Todo seu corpo pulsava por ela, sentia a falta dela e a desejava completamente. –Por favor, agora pare de chorar, eu já te disse milhares de vezes que prefiro você sorrindo. –Falou acariciando o rosto delicado da garota, gravando cada contorno dele. –E o bebê vai ficar triste se a mãe dele não parar de chorar.

Um sorriso quase infantil se desenhou nos lábios da garota, seu coração batia naquela frequência especial, batia somente por ele. Não havia nada que pudesse fazê-la mais feliz do que a companhia dele. Abraçou-se ainda mais forte nele, afundou seu rosto no corpo dele, ficou daquela forma por alguns momentos, sentia-se leve, protegida, sentia como se aquele fosse o lugar dela, nunca deveria sair dos braços dele, nunca. –Será que um dia nós vamos conseguir viver em paz? –Perguntou num lamento, desde que ficaram juntos tantas coisas horríveis acontecera, tantas coisas que podiam separá-los, mas que apenas fizeram com que o amor se tornasse ainda mais forte. –Tudo que eu quero é pode viver com você, criar o nosso baby, passar férias na praia...-Falou sentindo-se um pouco boba por isso, mas aquele sempre fora o sonho dela, era um sonho simples, um sonho de uma menina normal, nada mais.

-Lógico que vamos, minha Elena. –Um daqueles sorrisos irrestíveis se desenhou nos lábios masculinos, fazendo com que ela quase perdesse o ar. Ele era tão lindo, ela tinha tanta sorte. Ele era perfeito, ela tinha mesmo muita sorte. – Se você quiser nós podemos ir para a praia agora passar as nosas “férias”. –Abriu um sorrisinho quase malicioso, achava tudo que ela falava uma graça, ela era mesmo sua princesa, ela era uma garota muito especial, era tão doce, tão meiga, tão delicada. Elena era um sonho, era até melhor que um sonho. Ela era tudo que ele queria, tudo.

-O que? –Perguntou quase sem acreditar no que ele dizia. –Ir para praia assim, desse jeito, gorda? –Apontou para si mesma num misto de vergonha e revolta. –Nunca que eu iria para praia assim com você. –Falou num tom que o divertiu. –Eu iria perder a sua atenção facilmente. –Falou sinceramente, sentiu a pele de seu rosto queimar novamente.

-Você nunca perderia minha atenção, Elena. –Revirou os olhos, não entendia o que se passava na mente dela. Como ela poderia achar que ele não lhe daria atenção ou que não a amava o suficiente? Ela realmente não tinha idéia de como fazia com que ele se sentisse, não tinha ideia de que já fazia parte dele. Era um amor tão intenso, tão forte que se marcava sob a pele, se misturava a alma, se entranhava ali, nunca diminuíria, apenas aumentaria.

-Lógico que eu iria perder. –Falou timidamente. Por que ela tinha que ficar constrangida tão facilmente? E por que sua pele tinha que denunciá-la todas as vezes adquirindo aquela coloração avermelhada? –Eu não estou mais tão bonita, eu estou gorda e na praia vai ter tantas meninas tão lindas, de corpos perfeitos...-Fez uma pausa, estava nervosa só de imaginar. –É claro que você vai olhar para elas...

-Por que eu iria olhar se a mulher mais linda já vai estar comigo? –Perguntou sedutoramente e piscou para ela, num flerte quase descarado. –Você não está nem um pouco gorda, você está linda. –Sorriu novamente, um sorriso carinhoso, levou uma das mãos até a barriguinha dela e acariciou. –Você deveria parar de se queixar dizendo que está gorda, vai magoar nosso bebezinho, ele vai se sentir mal por estar ocupando espaço na barriga da mamãe. –Falou num tom brincalhão, esperou que aquela frase quase infantil fizesse com que ela se acalmasse e parasse de dizer que estava gorda, quando não estava. Ela estava absolutamente linda, não havia nada de errado com ela.

-Ah, amor, eu não posso magoar nosso baby. –A garota preocupou-se, ele estava certo, ela não podia falar aquele tipo de coisa, o bebê estava ouvindo e podia pensar coisas, podia achar que ela não gostava dele e não era isso. Não era mesmo e ela amava estar grávida, era um sonho que sempre tivera. Concentrou-se então nas palavras anteriores dele, as palavras que diziam que ela era a mais linda de todas. –Você me acha realmente linda? –Perguntou insegura.

-Lógico que sim. –Falou enquanto a observava cuidadosamente, quase maliciosamente, analisava cada parte do corpo dela e continuava a achando linda, analisava o rosto de traços perfeitos, de feições delicadas. Encantou-se com a beleza dela, com sua expressão tímida, não tinha palavras para descrever o quanto a amava. –Você é mesmo linda e eu te amo, princesa.

-Eu também de amo. –Abriu um sorriso tão bonito, tão alegre. Envolveu-lhe o pescoço entre seus braços e a boca procurou ansiosa pela dele, os lábios tocaram-se sedentos um do outro, o tempo que passaram separados, embora sendo pouco, pareceu ser muito, afinal não coneguiam ficar realmente separados, o amor sempre se mostrava mais forte, se tornava mais intenso.

O beijo era apaixonado, doce, carinhoso e ao mesmo tempo era ardente, repleto de desejo, como se todas as sensações e sentimentos se unissem, se fundissem em uma só, ao mesmo tempo que as almas também faziam o mesmo, misturavam-se e tocavam-se como se fossem uma, como se tivesse sido feitas para permanecerem daquela forma, eternamente unidas. Damon deixou as mãos descerem pelas curvas da garota explorando-nas cuidadosamente, já estava com saudades de tê-la daquela forma, seu corpo inteiro pulsava pelo dela.

Elena sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha, sentiu-se verdadeiramente desejada, ela precisava se sentir desejada, precisava muito disso. As mãos entrelaçaram-se nos cabelos negros dele, acariciaram e depois desceram, pela nuca, percorreram as costas, o braço, sentindo cada músculo bem definido. Um novo arrepio a invadiu, o beijo dele se torava ainda mais quente, mais profundo, as mãos passeavam pelo seu corpo provocantemente. Não conseguia mais pensar, deixava as sensações tomarem conta de seu corpo, deixou todos os pensamentos, todas as inseguranças que poderia ter de lado, tudo que ela queria era beijá-lo, apenas isso. –Amor...-Sussurrou, a voz completamente afetada.- É melhor a gente ir para casa...-A frase soou maliciosa e ao mesmo tempo doce.

Ao longe Katherine observava irritada o casal, ou melhor o casalzinho perfeito se unir novamente. Não podia acreditar nisso, não podia acreditar que eles haviam se entendido tão rápido, aquilo não fazia sentido. Aliás, os dois juntos não faziam nenhum sentido, eles sequer combinavam. Não deveriam ficar juntos, Elena não deveria ser tratada daquela forma, como uma princesa, como alguém especial porque ela não era isso, não era mesmo, ela era apenas uma sonsa. Elena era uma sonsa que Katherine odiava por ter roubado seu lugar, era ela que deveria ser o centro das atenções dos Salvatore, os amando ou não, aquele lugar era dela e não daquela cópia mal feita e sem graça. Ela não deixaria que aquilo continuasse, iria dar um jeito de fazer com que o casalzinho se separasse definitivamente e ela estava disposta a tudo para que isso acontecesse. Estava com inveja e com raiva e uma garota quando se sente assim é sempre muito perigosa.

Notas finais
Não se esqueçam de comentar *>*
Eu fiz uma nova fic Delena, ela se chama Impossible Love, se quiser, dá uma passadinha lá, please *>*
=*