The Wedding
28 Capítulo 28
Notas iniciais
Espero que gostem :)
Por favor, comentem e me digam o que estão achando da fic.
Se vc gosta da fic, recomente e faça uma pobre escritora da fanfics feliz :)
Beijinhos
O casal escolheu um luxuoso restaurante, para jantarem aquela noite, não ficava em Mystic Falls, pois a pequenina cidade não possuía muitas opções, mas em uma cidade bem próxima haviam lugares idéias para um momento tão romântico e especial quando o que Elena havia idealizado.
Seria o primeiro momento humano deles e ela considerava que aquele momento era, de alguma forma, um recomeço, afinal, depois de tudo acontecera a eles nos últimos dias, eles tiveram uma nova chance de ficarem juntos novamente. Ainda estava um pouco aflita com o fato de que Damon era humano, deveria estar sendo muito difícil para ele e ela precisava ajudá-lo a se acostumar.
Olhou-se no espelho, estava pronta, usava um vestido branco com desenhos de flores e seu tecido era bem fino, afinal, aquela era uma noite bem quente. Ela estava tão linda que quando Damon a viu abriu um sorriso. Demorou-se observando-na, decorando cada detalhe dela, o rosto feminino de traços delicados, os lábios róseos, os olhos profundamente castanhos, os cabelos cor de chocolate, o corpo cujas curvas eram tão bem desenhadas.
Elena era mesmo a mulher mais bonita que ele já tinha conhecido e também a mais doce, ela era meiga ainda mais quando sorria daquela forma tão pura. A morena também passou um longo instante o admirando, ele continuava tão lindo quanto ainda era vampiro.
Nada nele havia modificado.
Os cabelos negros, o rosto cujos traços eram perfeitos, o sorriso sedutor desenhado em seus lábios, os olhos profundamente azuis cujo olhar era tão provocativo, o corpo forte e musculoso. Damon continuava sendo o mesmo, continuava sendo dela assim como ela sempre seria dele.
Elena nunca iria querer outro homem, porque nenhum era capaz de fazer com que ela se sentisse tão completa, tão feliz quanto ele era capaz de fazer. A mão de ambos se encontraram, deixando seus dedos se entrelaçarem, e era como se uma corrente elétrica fluísse de um para o outro, as almas pareciam ligadas por um amor infinito.
Foram para o carro, Damon fez questão de abrir a porta para que ela entrasse, o que fez com que a garota sorrise. Elena entrou no carro, ligou o som e colocou uma música bem suave. Olhou apaixonadamente para ele, que entendeu o que aquele olhar significava e a beijou intensamente.
–Por que quando eu te beijo eu sinto que encontrei o meu pedacinho do paraíso? -Elena perguntou no tom mais romântico que possuía, ela o amava tanto, estar com ele era a melhor coisa que podia existir, nada a fazia mais feliz do que isso.
–Eu acho que é porque nosso amor não é um amor comum, é especial e quando eu olho nos seus olhos, eu sei que você é a única que eu amo e sempre vou amar, só você foi capaz de tirar o vazio que existia em mim. -Admitiu, a garota fizera com que ele se tornasse diferente, alguém melhor, se antes de conhecê-la, ele se sentia angustiado e vazio, agora sentia-se completo, ela o fazia tão feliz.
Beijaram-se novamente, os lábios movimentavam-se, as línguas se entrelaçavam, o gosto do beijo se tornava tão doce, era tão delicioso. As almas reagiam juntas, num pulsar apaixonado, quente e suave ao mesmo tempo, era uma sensação perfeita, uma harmonia indefinível, era apenas amor.
...
Chegaram no belo restaurante, Damon deixou com que a garota escolhesse a mesa, ela quis uma bem no cantinho, a mais reservada possível. Ele puxou a cadeira para que ela se sentasse, estava sendo um verdadeiro cavalheiro. Damon sempre fora gentil com ela, mas estava sendo muito mais carinhoso naquela noite.
Elena pensou se isso tinha qualquer relação com o fato dele ter voltado a ser um humano, a personalidade ele era mais doce nesta época, mas isso não importava, não mudava em nada o que ela sentia. Os dois pediram um doce vinho tinto. A garota bebera um pequeno gole da taça de cristal e colocou sua mão sobre a mesa, no instante seguinte, sentira a mão dele sobre a dela, a acariciando com suavidade. Os dois sorriram num sorriso de cumplicidade, os olhares se encontraram num olhar carinhoso.
–Eu estou tão feliz de estarmos aqui... -Elena falara num tom adocicado. Sentia seu coração pulsando ligeiramente acelerado como se ele se agitasse com o toque tão romântico que era manter as mãos dadas sobre a mesa. -Nós estamos juntos novamente, como sempre foi.
–Você não tem idéia de como foi ficar longe de você, minha princesa. -Admitiu, os dias que a morena ficara sem se lembrar dele foram os piores da vida dele. Era um sofrimento, uma dor, tudo que ele pensava era nela, em reconquistá-la. -Tudo que nós havíamos planejado pareceu sumir....
–E por que nós não voltamos aos nossos planos? -Abriu um sorriso amoroso. -Eu acho que nós não escolhemos onde morar ainda. -Falou quase envergonhada. -Mesmo se ficarmos eu Mystic Falls, nós vamos precisar ter uma casa só pra gente.
–Eu posso expulsar o Stefan de casa e nós ficamos com a mansão. -Damon falou ironicamente e abriu um daqueles seus sorrisos mais irresistíveis e sedutores. Não iria se importar de "despejar" o irmão de casa, na verdade, julgou que aquilo seria até divertido.
–Damon...-Elena sorriu e balançou a cabeça negativamente, como se achasse graça do que ele falava. Ele realmente sabia fazê-la sorrir. Damon era perfeito para ela. -Você não pode expulsar seu irmão de casa.
–Quem disse que eu não posso? Eu sou o mais velho e eu mando. -Divertiu-se. Só que havia uma outra questão envolvendo. Damon e o irmão, como iria contar que havia se tornado humano novamente? Aquilo era algo que o intrigava, por mais que os dois vivessem brigando, eles eram irmãos e lá no fundo, se amavam apesar de tudo.-Como você acha que ele vai reagir ao descobrir que eu sou humano?
–Bem...-Elena fez uma longa pausa pensando nas possibilidades e na resposta que poderia dar. Não havia considerado aquilo ainda. Stefan era um vampiro, Damon era humano. Os dois não seriam mais irmãos por toda a eternidade, aquilo mudava as coisas de alguma forma, ela sabia disso. -Eu acho que ele vai ficar surpreso, claro, mas, talvez, ele goste da notícia, afinal, ele acha que você nunca quis ser um vampiro. -Escolheu bem as palavras e falou de forma suave.
–Não, ele me obrigou a completar a transformação, foi isso que eu sempre disse a ele. -Damon a corrigiu, ele não deveria ter passado mais de cem anos culpando o irmão, a culpa não era dele, se alguém tinha culpa daquilo tudo era Katherine. -Eu...
–Acho que vocês ja superaram isso. -Elena o interrompeu, ele realmente estava diferente. Estava mais humano e até estava falando sobre o que sentia, isso era bom, ela gostava dele assim, gostava dele de qualquer jeito.
–Você acha isso mesmo? -Damon perguntou supreso, afinal, ele e Stefan nunca conversaram sobre isso e ele continuava o culpando sempre que podia.
–Sim, eu acho. -A garota abriu um sorriso gentil. -Vocês se amam e cuidam um do outro, apesar de viverem brigando como gato e rato. -Riu, divertindo-se com o próprio comentário.
Damon riu também, Elena estava certa. Era isso mesmo. Achou que já tinha falado demais, não deveria se expor tanto. -Isso não tem importância agora. -Desconversou, queria mudar de assunto.
–Você pode falar comigo sobre qualquer coisa, amor...-Tentou, mas é lógico, que ele não iria começar a falar de seus próprios problemas e sentimentos, escondia o máximo que podia.
–A única coisa sobre a qual eu quero falar é sobre como você está deslumbrante essa noite. -Deu o sorriso mais sedutor que possuía, fazendo com que a garota perdesse o fôlego facilmente.
–Eu gosto desse assunto...-Elena abriu sorriso quase malicioso. Os olhos da garota brilharam de forma especial, as palavras dele eram sempre tão lindas, tão sedutoras...-Eu te amo. -Finalmente falara, ainda não tinha dito aquelas palavras tão doces aquela noite e ela não conseguia.
–E eu gosto quando você me diz isso. -O sorriso no rosto dele se alargou, adorava quando ela dizia que o amava, demorou tanto tempo para que ela admitisse isso e cada vez que ela falava, ele sentia seu coração pulsar, ainda mais naquele instante em que ele era humano, não conseguia controlar a forma descompassada de seu ritmo cardíaco.
–E você não vai dizer que me ama, Damon? -Elena fez uma carinha meiga e seus lábios fizeram um biquinho. -Assim você vai me magoar...-Falou num tom delicado e doce. -Vai me magoar muito, vai partir meu coração e eu vou chorar... -Continuou como se caso ele não dissesse que a amasse, seu coração iria ficar partido para sempre.
–Desde quando você aprendeu a fazer chantagem, princesa? -Damon falou rindo, como se achasse graça das palavras dela. Elena era mesmo um doce, era por isso que ele a amava tanto.
–Desde de quando você começou a se fazer de difícil...-Continou fazendo biquinho, seu tom era tão manhoso, tão delicado. -E não diz mais que me ama...
–Eu nunca vou ser difícil para você, minha linda Elena. -Os olhos azuis como o mar procuraram os profundos olhos castanhos da garota, um brilho doce faiscou amor quando os olhares se encontraram. Damon sorriu carinhosamente, só sorria daquela forma para ela. -Eu te amo, tá bom, agora?
–Não...-Elena murmurou de forma manhosa como se fosse uma menininha. -Você não me convenceu ainda. -Sorriu de forma tão cândida, tão inocente.
Damon sorriu ao notar que mesmo quando ela se comportava como uma garotinha ela ainda parecia incrivelmente sensual e como ele poderia negar qualquer coisa a alguém como ela? Ele simplesmente não podia. -Eu te amo muito, melhorou? -Falou, entrando no joguinho de Elena.
–Eu te amo mais. -Falou ainda mais suavemente do que antes, estava ansiosa para beijá-lo. Aproximou seus lábios dos dele, diminuindo a distância até que esta não existisse mais e as bocas estivessem seladas num beijo delicioso, amoroso, um beijo que exalava sentimento. O ritmo em que se beijavam se intensificava pouco a pouco, aumentando as sensações, tornando-as ainda mais profundas, maravilhosas. Eles eram, sem nenhuma dúvida o casal mais apaixonado que poderia existir.
–Eu te amo...-A garota repetiu num sussurro e distribuiu diversos selinhos nos lábios masculinos.
–Eu também te amo, Elena, eu nunca vou deixar de te amar, nunca. -Falou num tom tão gentil enquanto a admirava. Ela era tão bonita, não só por fora, mas também por dentro. Ela era tão boa que era como se fosse um presente que ele havia ganho, jamais poderia perdê-la.
–Essa noite está sendo tão boa, eu me sinto tão feliz. -Elena admitiu, era realmente impossível não notar o quão alegre ela estava, era como se estar com ele sempre fosse um sonho lindo.
Damon parecia encantado com a morena. Ela era mesmo com que ele queria ficar para sempre, ela era tudo para ele. Acariciou uma das mãos de Elena com suavidade, perdeu-se nos olhos dela, em seu sorriso angelical. -Se você ficou tão feliz assim, vou me lembrar de te trazer mais vezes paraa jantar, princesa.
–Então eu vou cobrar isso. -Sorriu animadamente. Estava cada vez mais feliz,por mais que ela não dissesse, estava gostando da idéia dos dois serem apenas humanos, um casal normal que estava apenas saindo para jantar juntos. Foi aí que Elena percebeu que enquanto ela comera tudo do prato que pedira enquanto conversavam, Damon tinha apenas ficado brincando comida, deixando-na toda no prato. -Amor, você não comeu nada...
–Eu estou sem fome, Elena. -Mentiu, não estava mais acostumado a comer comida humana, afinal, nos últimos cento e quarenta anos, apenas se alimentava de sangue e passara a achar a comida humana sem sabor algum, simplesmente não conseguia comer. -Eu odeio comida humana....
–Amor, você não pode ficar sem comer....-Elena falou num tom carinhoso e compreensivo. -Eu sei que você não gosta, mas podia apenas experimentar um pouco, talvez, você não ache tão ruim assim.
–Eu não estou com fome mesmo...-Falou no tom mais convincente que possuía, não queria comer, ainda tinha conseguido acostumar a essa idéia, o gosto férreo e agridoce do sangue ainda permanecia em seus pensamentos. Ele iria se acostumar, mas não naquele dia.
–Damon...-Elena falou numa voz de lamento, sentia-se culpada, achava que ele não estava feliz e isso era por causa dele, ele ser tornara humano por ela, pelas memórias dela. -Você não pode me deixar comer sozinha, eu estou me sentindo uma gorda e você não tem idéia do que é se sentir gorda para uma garota....
–Elena, você não é gorda, você é linda. -Falou docemente enquanto estudava os traços perfeitos do rosto dela, tentava decifrar se havia alguma diferença na imagem dela em relação a sua visão de vampiro e de humano, mas não havia nenhuma. Ele continuava achando Elena Gilbert a garota mais linda que já havia conhecido. Era até mesmo mais linda do Katherine, mesmo as duas sendo idênticas, porque Elena possuía algo especial. Ela era especial, cada gesto dela era especial e doce.
–Amor, pelo menos, a sobremesa a gente vai dividir...-Sussurrou no tom mais afável que existia. -Todos os casais pedem uma taça gigante de sorvete dividem e brigam pelas cerejas. -Riu achando graça do comentário, baixou o olhar e no instante seguinte o fitou amorosamente. -Eu vou ficar tão triste se nós não fizermos isso.
–Chantagem de novo... -Ele riu, olhou para cima e meneou a cabeça, achando a forma como ela falava muito engraçado. Bem, ele poderia tomar o sorvete, ou pelo menos enrolar o suficiente até que derretesse. -Tudo bem, você pode pedir, eu divido com você.
–Tá bom, mas eu vou ficar tomando conta para ver se você não vai fazer igual fez com a comida. -Elena tentou soar exigente, mas acabou sendo quase divertida. -Se você não comer, eu vou ter começar a te tratar como uma criancinha que a mãe tem que forçar a comer...
–Você não vai precisar fazer isso...-Falou em meio aos risos, ela falava de um jeito que soava até cômico e também muito bonitinho.
Elena sorriu alegre e pediu a taça de sorvete e ela era gigante mesmo, devia ter umas seis bolas, de sorvete de creme, pessegos em calda, farofa doce, biscotinhos, muita calda de chocolate a cerejas. A morena abriu um largo sorriso ao ver o sorvete, pegou uma das colheres e não se importou em começar a comer.
Damon já não estava tão animado assim, não gostava muito de nenhuma comida humana, afinal, não tem muito gosto, ou melhor, não tem basicamente nenhum gosto para um vampiro, e ele fora um por tanto tempo que não era tão simples de se disvincular disso. Tentou provar um pouco, não era tão ruim assim, seu novo paladar humano até gostou bastante.
–Ei, as cerejas são minhas. -Elena roubou uma como se achasse aquilo muito divertido, às vezes, ela podia ser boba ou infantil demais, mas aquilo fazia com que ela fosse ainda mais charmosa.
–Egoísta você. -Falou rindo, na verdade, mal se importava com as cerejas, afinal, se já havia comido alguma, fazia tanto tempo que ele não era capaz de se lembrar do gosto. Entretanto, gostava de provocar a garota e queria, acima de tudo, agradá-la, por isso, pegou duas cerejas de uma vez com a colher as comeu. Bem, o gosto estava bem longe de ser ruim, na verdade, era delicioso.
–Isso não vale! -A morena retrucou aos risos. -Você pegou duas de uma vez! -Sentia-se uma menininha com o seu namorado em um primeiro encontro. Aquilo parecia até um sonho bobo adolescente, gostava daquilo, sentia-se feliz.
–Só sobrou uma e é minha! -Provocou-na, pegando a cereja, mas a garota tentou roubá-la e ele pegou de volta. -Eu já disse que é minha. -Pegou-se achando graça aquela brincadeirinha tão idiota. Elena fazia tudo ficar fácil, divertido. Ela era mesmo perfeita.
–Por que a gente não divide? -Propôs alegremente, estava mais preocupada com aquele joguinho do que com a cereja propriamente dita.
Acabaram dividindo a cereja em vários pedacinhos e deram um na boca do outro num gesto apaixonadamente romântico.
–Eu ainda sinto o gosto das cerejas em minha boca. -Ela sussurrou.
–Eu também -Respondeu enquanto perdia-se no sorriso amável da morena. -Por que nós não tentamos um beijo com o gosto da cereja? -Damon propôs com um sorriso malicioso delineado em seus lábios. -Aposto que você não tinha pensando nisso...-Olhou-na de forma provocativa.
–Não, eu não tinha. -Baixou o olhar e no instante seguinte o fitou da forma mais sensual que pode. -Mas eu gostei da idéia. -Os lábios femininos formaram um sorriso provocante, tentador. Ela era uma delicia mesmo.
Os lábios encostaram suavemente como numa carícia, primeiro apenas roçando um no outro em beijinhos delicados, até que a língua dele abriu caminho avidamente, num beijo voluptuoso, quente, daqueles intensos que fazem todo o corpo pulsar de desejo e de paixão. Elena respondeu da mesma forma queria beijá-lo tanto quanto ele queria beijá-la, aprofundaram aquele contato tornando-no ainda mais íntimo e especial a forma como as bocas se moviam, a entrega que havia de ambos evidenciavam o quanto eles se amavam.
...
Damon queria levar a garota a algum lugar especial, algum lugar que pudesse quase tão lindo quanto ela era para ele. A alguns quilômetros havia um mirante onde sera possivel ver a cidade inteira, era uma vista linda, uma vez que ali corria um rio e a imagem que formava era deslumbrante. Não dissera onde a estava levando, deixou com que ela ficasse cada vez mais curiosa, tentando advinhar onde era, mas não conseguira. O carrou rodou mais um pouco até que ele finalmente o estacionou.
Elena saltou do carro e ficou maravilhada ao olhar aquela linda vista, era tão lindo, tão perfeito, o rio corria majestoso refletindo as luzes da cidade e a natureza existente ali se tornava ainda mais bela naquela paisagem. A garota se abraçou bem forte em Damon, sentia-se segura quando ficava daquele jeito e ele respondeu ao abraço, a puxou ainda mais para si, diminuindo ainda mais a distância entre eles.
Não conseguiam ficar muito tempo sem que os lábios sentissem falta um do outro e desejassem se ligar novamente em um beijo delicioso e romântico, era tanto amor, que parecia que todos os beijos nunca seriam suficientes para expressá-lo. Os dois ficaram abraçadinhos, observando a vista, não conseguiam desgrudar, nem parar de se beijar, era como se precisassem de mais um instante, um instante romântico e amoroso, um momento que fosse só deles e de mais ninguém. Elena observou atentamente cada imagem tão linda e intensa, aquilo era muito mais do que poderia sonhar.
–Amor, isso lindo... – A garota falou encantada exibindo um sorriso tão alegre e sincero em sua face. Cada dia ficava mais surpresa com o quanto ele poderia ser romântico, Damon era um sonho, ter se casado com ele foi a melhor coisa que poderia ter acontecido à ela. Quando estava com Damon tudo parecia ser perfeito, como se tivesse sido cuidadosamente planejado, como se fosse o destino deles ficarem juntos. E era ali que a mágica parecia existir, tudo acontecia tão naturalmente, como se já tivesse que acontecer, revelando a química perfeita que havia entre os dois.
–Eu sei, minha princesa. – Damon respondeu, retribuiu o sorriso que ela havia lhe dado e o sorriso alargou-se em sua face quando ele percebeu o quanto ela estava feliz e era ele quem a estava fazendo feliz. Sim, Elena o amava, amava o suficiente para estar ali com ele. Damon acariciou gentilmente o rosto da garota, sentindo a maciez e suavidade da pele feminina. Em seguida, beijou-lhe a boca apaixonadamente, deixou os dedos entrelaçarem nos cabelos castanhos e sedosos de Elena.
–Sabe o que é mais incrível? – Elena perguntou entre os beijos tão doces e apaixonados que trocavam, sua voz soava melodiosamente feminina, delicada, era como uma linda canção aos ouvidos dele. Um sorriso delicioso de desenhou-se nos lábios róseos da morena e os olhos fulguram num brilho que só existia quando ela olhava para ele.
–Não... – Damon respondeu olhando-na de forma curiosa e, ao mesmo tempo, estava encantado com a garota. Ela era tão linda, tão doce, principalmente quando sorria daquele jeito, quando o olhava como estava olhando naquele instante. – E o que é? – Perguntou enquanto levava os dedos até uma mecha de cabelo castanho que caía sob a face de pele aveludada da garota, colocando-na atrás de sua orelha.
–É a forma como eu me sinto quando estou com você... – A morena finalmente respondeu, ainda o fitando com seus olhos profundamente castanhos. Levou uma das mãos até a face dele, acariciando-no cuidadosamente, deixou os dedos contornar-lhe os lábios até que seus próprios lábios irromperam a distância, iniciando um beijo cujo sabor parecia de outro mundo. – É como se eu me sentisse mais forte, mais segura, mais alegre, mais viva...-Sorriu espontâneamente, como se, fundamentalmente, o amor dele a fizesse sorrir de uma forma especial, de uma forma que mexesse com todo o seu ser, era como se ela estivesse completa, não faltasse mais nada. –Seu amor é muito mais do que eu poderia sonhar...
–E o seu amor é como milagre para mim. –Damon respondeu sinceramente, numa verdade que ele ainda não estava acostumado a utilizar, afinal, passara tanto tempo escondendo o que sentia, ou melhor, fingindo que não sentia, mas tudo havia mudado, tudo mesmo, quando ele a conhecera, quando olhara nos olhos de Elena e vira toda a doçura nela, todo o calor que seu sorriso emanava, toda a verdade que exista no amor dela. Elena o olhou de uma forma curiosa e carinhosa quando ouvira as palavras dele, como se esperasse que ele continuasse falando. – Eu me sinto diferente perto de você. – Damon levou uma das mãos até a dela e a ergueu, levando-na até seus lábios, beijou-lhe a mão, os dedos, de uma forma tão doce, tão amorosa, que fez com que ela se arrepiasse por inteira, se arrepiasse ao sentir a intensidade do amor dele. –Eu não sou mais o mesmo, você fez com que eu mudasse, Elena.
–Eu acho que nós nos tornamos melhores quando estamos juntos... – Ela falou docemente, exibia um sorriso doce em seus lábios. Apoiou seu rosto no ombro dele, sentia-se tão amada, tão querida, tão protegida quando seus corpos estavam próximos como estava naquele instante. – Você também me modificou, me fez alguém diferente. Nunca vou poder me sentir melhor, afinal, quando eu estou com você é como se tudo fosse perfeito, como se eu pudesse ser perfeita também. – Os dois olharam-se de uma forma tão intensa, tão profunda. Quando eles se olhavam desse jeito, quando os lábios tocavam-se com a emoção que se tocavam naquele instante, nenhuma palavra teria o poder daquele olhar ou daquele beijo, estava tudo dito ali, todo o amor, toda a cumplicidade, tudo.
– Afinal, o que nós fizemos com nós mesmos? – Ele perguntou de forma descontraída, enquanto encontrava paz no olhar femininamente angelical da garota. – Nós estamos em um mirante no meio da noite...
Ele iria continuar, mas a garota o interrompeu, como se completasse a frase por ele. – Trocando juras de amor, isso é tão romântico.– Falou, esboçando um sorriso, não havia tempo ou espaço para o amor deles, aquele lugar se tornava ainda mais doce, acolhedor e romântico quando eles estavam juntos.
–Damon, ali em baixo é uma cachoeira?– Elena observou atentamente e o perguntou animadamente, exibindo um sorriso em sua face.
–É sim, princesa. -Respondeu enquanto a mantinha envolvida em seus braços. Ela era só dele e de mais ninguém.
–Será que nós podemos ir até lá? -Perguntou curiosa. -Nós podíamos tomar banho de cachoeira...
–Tem alguém nos proibindo? -Damon falou exibindo um sorriso convidativo em seus labios. Estendeu uma das mãos para que a ela encontrasse a sua e ele pudesse conduzi-la.
Elena caminhou ao lado dele, as mãos dadas, os dedos entrelaçados pela longa trilha, que, por sorte, era muito bem iluminada.A garota sentia-se animada com tudo aquilo, nunca se sentiu tão amada, tão viva, como se fosse capaz de sonhar os sonhos mais loucos.
A cachoeira ficava ainda mais linda sob o brilho da lua. Os dois sentaram-se sobre uma rocha alta que havia ali e se abraçaram. Elena deixou o rosto pousar no corpo dele e ficou daquele jeito em falar nada por algum tempo. Em seguida, trocaram diversos beijos suaves e doces, intercalando selinhos entre os beijos mais intensos.
–Você não tem idéia do quanto eu te amo, Elena. -Sua voz soou tão apaixonada aos ouvidos da garota que abriu um sorriso delicado. Damon a puxou ainda mais para perto, mantendo os corpos colados.
–Eu sei...-Elena o abraçou carinhosamente e deu-lhe um selinho. -Eu te amo da mesma forma. -Fez uma pausa e o olhou nos olhos afetuosamente.
Quando perceberam já estavam se beijando novamente e ficaram daquela forma por um longo tempo, obsevando às aguas caírem sob as pedras da cachoeira enquanto trocavam os beijos mais deliciosos.
–Ficar assim abraçadinha com você olhando a cachoeira correndo é tão fofo...-Elena sussurrou carinhosamente no ouvido dele. Sentia-se tão bem, tão completa, não faltava mais nada, estava tão feliz. -Será que a água está quentinha? -Perguntou curiosa enquanto observava admirada a beleza do lugar.
–Por que nós não entramos lá para descobrir? -A voz rouca e masculina soou tão sedutora e provocante. Observou com a bela garota, ela ficava ainda mais charmosa quando falava daquela forma tão doce e quase infantil.
–Você esta dizendo para a gente tomar banho de cachoeira? -Elena franziu o rosto num expressão curiosa, no fundo adorou aquela idéia, era tão romantico, afinal.
–Sim, princesa. -Respondeu enquanto brincava com os longos cabelos cor de chocolate da menina. -Você não quer?
–Eu quero. -Falou docemente enquanto o olhava docemente.
Damon levantou-se e a ajudou a descer da pedra que possuía uma certa altura a descer dali. A garota caminhou até a margem da água e reparou que ele estava tirando a camisa.
–Sem roupas? -Sentiu seu rosto queimar de vergonha por uma pergunta tão imbecil, se eles iriam entrar na água, é logico que fariam isto sem roupa.
–A menos que você queria ficar toda molhada. -Divertiu-se com a pergunta dela. Tinha momentos que ele não conseguia acreditar que ela poderia ser tão inocente.
–Tem razão. -Respondeu sem jeito. É claro que ele tinha razão.
Damon voltou-se a própria camisa, no intuito de, finalmente, livrar-se do tecido.Elena ficou quase que hipnotizada olhando os músculos bem definidos se revelarem conforme ele abria lentamente os botões da camisa. Perdeu o ar facilmente ao vê-lo daquela forma, o corpo sarado, maravilhoso despertava tanto desejo nela.
A garota estremeceu quando ele se aproximou por trás dela, puxando-na pela cintura, os corpos tão próximos, mas ainda distantes, um arrepio percorreu-lhe, quase deixando-na perdida em meio a tanto desejo, seu corpo inteiro pulsava por ele. Damon deixou as mãos passearem nas curvas da garota fazendo com que ela suspirasse profundamente.
Em seguida, afastou os cabelos dela, colocando-nos para o lado. Beijou lentamente o pescoço, os lábios roçavam na pele sensível, chupou-na intensamente. O coração de Elena acelerou-se, o corpo amoleceu, não podia resistir aqueles toques tão provocantes.
Ele abriu o zíper do vestido de Elena, admirou-se ao ver o tecido cair sensualmente pelas bem delineadas curvas femininas, ela era mesmo uma delícia. As mãos percorriam cada parte daquele corpo, passavam pelas coxas, apalpando-nas firmemente, pela barriguinha.
Ela suspirou tentando abafar um gemidinho. Damon continuou explorando o corpo dela, sentindo a maciez de sua pele, subiu um pouco mais, apertou-lhe os seios sob o tecido do sutiã de renda branco. Um novo gemido. Abriu a peça íntima e a tirou revelando os belos e volumosos seios, os dedos os contornaram, fazendo seu desenho, as mãos quentes e másculas massagearam os seios da garota, tornando-na mais vulnerável aos seus toques, os mamilos enrijeceram rapidamente.
–Damon...-Murmurou num gemidinho, mal conseguia conter as sensações intensas que se espalhavam por seu corpo. Ela estava tão sensível naquela noite, afinal, faziam alguns dias que já estava sem os toques dele, seu corpo sentira a falta daquilo, mas eles estavam num lugar aberto, alguém poderia ver. –Não...-Falou inutilmente, não seria capaz de resistir. –E se alguém aparecer? –Sentiu a pele de seu rosto ruborizar, mas o calor que sentia, não era nada perto da sensação abrasadora que queimava em todo seu corpo, queimando de desejo.
–Não tem ninguém aqui...-Murmurou no ouvido dela, os lábios tocaram o lóbulo da orelha e mordiscaram. –Ninguém vai ver nada. –Soou tão sensual, tão atraente. –Só falta tirar a sua calcinha agora...-Deixou as mãos descerem nela, percorrendo cada detalhe daquele corpo perfeito, apertou-lhe as coxas, passeou nelas e foi até a sua intimidade, baixou lentamente as laterais da calcinha, tirando-na sem pressa alguma, e quando finalmente ela estava nua tocou-lhe a intimidade.
Elena soltou um gemido alto. Damon levou o corpo da garota até uma rocha fazendo com que ela se apoiasse ali. Os lábios se encontraram num beijo ardente, repleto de desejo e de amor. As mãos da garota alcançaram o corpo dele, percorrendo cada parte, as linhas que os musculos definiam, ele era tão gostoso.
Arranhou-lhe a pele e diferentemente das outras vezes que fazia isto, a marca permaneceu ali, tinha marcado a pele dele. Os beijos se intensificaram, libidinosos, o gosto ainda mais delicioso. Os toques desceram pelo corpo dele, abriu os botões da calça e ele ajudou a despi-lo. Apertou-lhe o membro enrijecido sob o tecido da cueca.
Ele abafou um gemido. Elena removeu a última peça de roupa que ele usava. Estavam os dois nús. Damon pressionou o corpo contra o dela e ela sentiu a ereção contra sua coxa. A respiração de ambos acelerou, os toques se tornavam cada vez mais íntimos, as mãos passeavam pelos corpos, explorando cada parte.
As bocas se encontraram novamente, as línguas abriram caminho movimentando-se juntas num ritmo repleto de desejo e luxúria, mas, ao mesmo tempo havia uma doçura naquele beijo tão intenso. Os lábios dele fugiram do dela para tocarem-lhe o corpo, traçando uma trilha de fogo por onde passavam.
Ela já nem conseguia raciocinar direito, vibrava por ele, por cada toque, por cada beijo. Damon beijou-na demoradamente, o pescoço, o colo, até acalçar os seios. A língua brincou nos mamilos, massageando, até que chupou-lhe com intensidade. A garota sentiu todo seu corpo ser percorrido por um prazer avassalador que queimava, flamejava dentro dela.
Damon continuou, chupou-na habilmente, ela estava quase enlouquecendo. Ele fez o caminho de volta nela, reclamando os lábios dela nos dele. Deram um novo beijo ainda mais intenso e depois voltou a descer nela, intercalando aos beijos, mordidinhas.
Elena gemeu, gemeu novamente, conforme a boca dele atingia-lhe a intimidade. Distribuiu beijos na parte interna das coxas, lambeu-lhe a parte mais íntima, a parte que mais pulsava por ele, com suavidade. Um espasmo de prazer tomou até mesmo a alma da garota. Deixou a língua a invadir brincar dentro dela, chupou-lhe, massageou o clitóris.
Um novo gemido...uma série de gemidos a medida que intensificava a pressão ali. Colocou um dedo nela, fazendo com que ela soltasse um gritinho. Colocou outro dedo dentro dela, sentiu sua umidade. Ela já estava delirando. A frequência cardíaca da garota cresceu, uma nova onda de prazer se apoderou dela.
Ele continuou mais um pouco, o suficiente para que um orgasmo profundo percorresse cada célula da garota. Ela nem conseguia falar, não conseguia pensar, as sensações eram muito extremas, deliciosas, era um prazer alucinante. Damon procurou a boca dela exigindo um beijo que ela concedeu em meio a uma respiração ofegante.
Ele a pegou no colo e a levou até água que estava quentinha, tão relaxante, tão convidativa. Elena relaxou nos braços dele por um tempo e depois ele massageou-lhe as costas de uma forma mais provocante do que calmante. Ela virou-se para beijá-lo e quando experimentou do gosto dos lábios dele sentiu uma nova sensação, ela estava com desejo novamente.
As mãos percorreram as costas dele, as pontas dos dedos exploraram cada parte, passaram das costas para os braços fortes e musculosos. Ele deixava cada suas mãos apalparem o corpo dela, suas curvas bem desenhadas. Os dedos de Elena se entrelaçaram nos cabelos dele e então a boca dela demandou pela dele em um novo beijo.
Ela enlaçou as pernas no quadril dele e sentiu o membro pentrá-la. Soltou um gemido. Ele movimentou-se lentamente dentro dela, ela era tão quente, tão apertada, tão deliciosa e ele estava com tanta saudades de tê-la daquele jeito, o prazer que sentia tão forte que parecia aluginógeno.
A garota acariciou a nuca dele e o beijou novamente. Estava tão afetada pelas sensações. Os movimentos se intensificaram, as sensações ampliavam, corriam pelos corpos, os entorpecendo no deleite intenso. Os corpos pulsaram ainda mais intensamente. A garota sentiu o orgasmo dele invadir seu corpo ao mesmo tempo que o dela percorria-lhe o corpo, haviam atingido o clímax juntos. Os dois ficaram ali abraçadinhos, sentindo a corrente relaxante de água envolverem os corpos numa massagem deliciosa.
Notas finais
Gente, eu to olhando os comentários...
Pergunta: Vcs preferem que o Damon seja humano ou vampiro no final da fic?
Beijinhos
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