The Way You Fall Asleep
30 Capítulo XXX - Being In Love
Notas iniciais
Capítulo XXX — Being In Love
Quinn estava radiante. Sim. Ela certamente teve um final de semana ótimo. Era isso que pensava enquanto caminhava pelo campus até a sala do seu coordenador. Sorria para todos enquanto caminhava quase saltitando. Todas as pessoas deveriam pensar algo dela. Provavelmente era uma louca por estar tão animada em plena segunda-feira, ou até mais coisas. Mas, ela estava apenas radiante.
Claro, depois da maratona de sexo que teve com sua linda namorada durante o fim de semana, ela não poderia estar melhor. Sentia-se ainda mais radiante. Sua pele brilhava, não mais que seu sorriso, que parecia rasgar seu rosto.
– Caramba! Que sorriso é esse? – Uma voz a tirou dos devaneios pervertidos e ela olhou para o lado, encontrando alguém que não via a muito tempo.
– Sam? – Guinchou e se jogou nos braços do loiro, que riu e girou-a em seus braços. – O que faz aqui? – Perguntou quando o loiro finalmente a colocou no chão.
– Resolvi sair de Los Angeles. – Deu de ombros com um sorriso. Sam sabia ser charmoso quando queria, e algumas garotas que andavam pelo campus olhavam para o loiro com desejo. Sam usava uma camisa de manga comprida, preta e uma calça jeans, e mesmo que Quinn fosse cem por cento gay, ela tinha que admitir que ele era muito sexy.
– Mas, e a Mercedes? – Quinn perguntou e o sorriso dele diminuiu um pouco.
– Não era pra acontecer. – Disse suspirando e ficou sério enquanto olhava ao redor. – Cara, quanta gata!
– É... – Quinn também olhou ao redor, pegando o olhar de algumas garotas que davam em cima dela. – Mas sou comprometida. – Anunciou sorrindo grande e Sam a olho com os olhos arregalados.
– Você? Quinn Fabray? Comprometida? – Ele gargalhou muito alto chamando a atenção de muita gente.
– Sim, comprometida, muito bem comprometida. – Disse séria e Sam parou de rir.
– Isso é sério mesmo?
– Toma aqui. – Pegou o celular, desbloqueou e mostrou a foto que tinha de plano de fundo. Era uma que Rachel tinha tirado delas. Quinn abraçando-a por trás, e Rachel segurando o celular na frente, enquanto sorria grande. Era uma pose tão intima que Sam ficou ainda mais assustado.
– Eu nunca pensei que você fosse realmente se comprometer com alguém. Bom, eu até pensei sim, mas esse alguém pra mim era a Santana. – Falou sério e Quinn o olhou com os olhos arregalados.
– Eu nunca teria algo sério com a Santana.
– Sim, sim, mas vocês tinham tanta química no colegial que eu realmente pensei que vocês fossem se casar.
– Eu e Santana? – Fez uma careta e estremeceu. – Nunca, nunca mais diga isso.
– O que? – Sam se fez de desentendido então abriu um sorriso malicioso. – Então...?
– Então o que? – Escondeu um sorriso e começou a andar em direção a sua arvore de costume. – O que faz aqui mesmo? – Mudou de assunto.
– Ah, eu liguei pra Santana e ela disse que você estava em Columbia, então vim pra cá. – Disse simplesmente e sentou no banco e puxou Quinn para sentar ao seu lado.
– Eu sai mais cedo, então fico aqui esperando que Santana tenha a boa vontade de me dá uma carona até o café.
– Você trabalha em um café?
– Tive que começar a trabalhar, estou começando a sentir como é ser independente. – Suspirou pesadamente e começou a dedilhar sua pasta. – Você não respondeu a minha pergunta.
– Sim, eu respondi. – Ele cruzou as pernas e estendeu um braço por trás de Quinn, abraçando-a.
– Não, eu perguntei o que veio fazer aqui em Nova Iorque.
– Ah, bom, eu tinha que pensar um pouco no que fazer da vida. Então vim para Nova Iorque. – Deu de ombros e riu casualmente.
– O que pensa em fazer?
– Acho que poderia entrar no departamento de negócios. – Sorriu e Quinn o olho rindo. – O que? Eu acho que seria um ótimo empresário!
– Claro que seria! – Riu e levantou do banco. – Eu vou indo. Tenho que ir trabalhar, Santana ainda não me ligou, então vou pegar o metrô ou um taxi.
– Espera, eu deixo você lá. – Levantou e tomou a pasta da mão de Quinn. – Onde é mesmo?
– Perto de NYU. – Respondeu e Sam parou de andar e ficou olhando para um ponto fixo. – Eu mostro onde é. – Quinn disse revirando os olhos e Sam riu enquanto corria até seu carro no estacionamento.
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Santana estava sentada no sofá da sala de Quinn, e a loira a olhava com ódio. A latina só fazia rir. Ela suspirou algumas vezes e esperou até que ela se acalmasse.
– Se deu bem então? – O sorriso malicioso dela a irritou.
– Eu te odeio.
– Claro.
– É sério.
– Ah, vamos lá! Conte-me. Como é ter aquelas pernas sensacionais enroscadas no seu quadril? – O tom malicioso de Santana a irritou. Novamente.
– É serio, eu te odeio.
– Você já disse isso.
– É porque eu não estou blefando.
– Tá tanto faz. Agora me fale! Vamos... é apertada?
E uma almofada voou no rosto da latina que gargalhou alto.
Quinn se arrependia amargamente de ter contado para Santana que ela e Rachel finalmente tiveram sua primeira noite. Mesmo que ela sabia que a latina já sabia disso. E ela realmente queria passar na cara dela que ela finalmente fez sexo. Mas Santana não perdia a oportunidade.
– Ah, sério. Ela é boa?
Quinn olhou nos olhos da latina e suspirou. Ela realmente parecia sincera.
– Ela é perfeita.
– Owwnnn...
Outra almofada voou na latina que devolveu em Quinn.
– Eu. Te. Odeio.
– Não, você me ama!
– Argh!
Quinn virou e ficou olhando para o copo de uísque em cima da mesa de centro. Ela queria apertar os dedos ao redor daquele pescoço latino fino.
– É sério. Agora. – Ela olhou de canto para Santana que tinha parado de rir. – Como ela é?
– Eu não vou...
– Eu não estou pedindo detalhes... Mesmo que eu esteja precisando... Eu só quero que você me fale, como foi pra você.
Olhando desconfiada para a latina, Quinn respirou pesadamente e descruzou os braços, virando no sofá para encará-la.
Então a porta se abriu e Rachel entrou por ela com Kurt e Blaine.
Santana respirou frustrada e Quinn sorriu com os olhos brilhando.
– Hey, baby. – Rachel cumprimentou e foi até Quinn, sentando em seu colo e beijando-a. Os braços de Quinn circularam a cintura da morena e ela tentou aprofundar o beijo, mas pigarros foram escutados. – Oh, sim. Kurt e Blaine vieram comigo.
– É... Viemos, mas não para assistir vocês transarem. – Kurt disse sentado no sofá.
– Não reclame Hummel. – Santana resmungou e ele a olhou.
– Por que eu...
– Não pergunte. – Quinn aconselhou e ele olhou para ela com os olhos arregalados.
E o tempo foi passando, e eles resolveram pedir pizza. Depois do jantar, Kurt e Blaine tiveram que ir embora e Santana aproveitou indo também. Mas não antes de deixar várias provocações, o tempo todo.
Quando a porta se fechou Quinn olhou para Rachel que estava arrumando as coisas na sala e levando para a cozinha. Observava em silencio, a morena levar as coisas para a pia, e deixando-as lá. Sabia que teria que lavar os pratos amanhã, mas não se importava. Rachel tinha um sorriso calmo no rosto, livre de preocupações. Era tão linda. Tão sua.
– É estranho quando estou fazendo algo e alguém fica me olhando. – Rachel comenta e Quinn ri enquanto se aproxima da morena, abraçando-a por trás, e colocando o queixo em seu ombro, observando-a lavar as mãos.
– Não me importo de ser estranha por fazer isso. – Beijou a bochecha da morena e apertou os braços ao redor da cintura dela. – Vamos para o quarto? – Sussurrou sensualmente em seu ouvido.
Rachel estremeceu e riu baixinho.
– Não vai dá hoje. – Choramingou enquanto se virava para Quinn. Os olhos da morena estavam divertidos, mas sua expressão entregava a frustração. – Tenho que terminar um trabalho para amanhã.
– Tem a ver com escrever roteiros? – Perguntou divertida e Rachel riu negando.
– Não sei bem o que é, falei com Kurt hoje e nós vamos fazer via Skype.– Suspirou e apoiou a testa no ombro de Quinn. – Eu teria feito no final de semana se você não tivesse me mantido tão ocupada.
Quinn ficou indignada.
– Eu não vi você reclamando!
– Eu não tive oportunidade!
Rindo, Quinn beijou os lábios da morena empurrando-a em direção ao corredor que dava aos quartos. Suas mãos percorrendo os lados do corpo de Rachel, fazendo-a suspirar e agarrasse aos ombros da loira.
– Quinn... –Gemeu quando a loira a encostou na parede ao lado da porta do quarto, descendo seus beijos para a mandíbula, até o pescoço. –... É... é sério...
Quinn riu apertando-a com mais força contra a parede, seus lábios sugando a pele do pescoço da morena. Rachel gemeu alto e agarrou os ombros de Quinn, puxando a camisa da loira para cima. Ela riu com os lábios colados no pescoço da morena, e mordeu com força para logo infiltrar suas mãos sob a camisa de Rachel. Seus dedos frios dedilhavam o abdômen definido da morena, e ela não pode evitar gemer baixinho. Era tão bom poder tocar aquele abdômen fantástico. A pele quente saltada sob seus dedos.
Tão delirante.
Então Rachel pareceu perceber o que estava acontecendo, e começou a se desvencilhar de Quinn, que gemeu desgostosa.
– Eu preciso fazer esse trabalho... – Rachel disse ofegante com um sorriso. Quinn sorriu também e beijou os lábios da morena.
– Eu preciso de um banho frio. – Gemeu e beijou novamente os lábios da namorada e viu quando Rachel se afastou rindo e entrando no próprio quarto.
__
– Eu, sinceramente, não sei por que estamos fazendo isso mais uma vez. – Quinn comentou enquanto brincava com o travesseiro da sua cama.
– Cala a boca, Q. Dessa vez é pra mim. – Santana resmungou e comemorou quando conseguiu conectar o Skype.
Elas estavam, dessa vez, no quarto de Quinn. Rachel tinha saído com Kurt para comemorar o sucesso que foi seu trabalho, enquanto Santana resolveu que elas iriam conversar com Emily e Hanna.
– Olá garotas! – Emily cumprimentou-as enquanto Hanna, que estava deitada na cama ao seu lado, gemeu irritada. – Han não está muito bem.
– O que foi? – Quinn perguntou ligeiramente preocupada, afinal, Hanna ainda era sua prima.
– Ela comeu demais ontem em um aniversário de criança.
– Sinceramente, eu não comi demais, eu só não sabia que aquelas coxinhas estavam estragadas!
– E porque continuou comendo se elas obviamente tinham gosto estranho.
– Esse era o problema! Elas não tinham gosto estranho! Eram fantásticas! – Gemeu e virou de costas enquanto Emily ria. Pelo ângulo, elas estavam deitadas.
– Enfim, vamos voltar para mais um drama lésbico. – Santana interrompeu revirando os olhos.
– De quem é dessa vez? – Hanna resolveu voltar deitando a cabeça no peito da namorada, que sorriu e beijou os fios loiros enquanto passava o braço pelos ombros dela.
– Eu estou muito bem com a minha namorada, então suponho que seja Santana. – Quinn deu de ombros e apertou o travesseiro nos braços, enterrando o nariz nele, e respirando fundo. Era o travesseiro que Rachel usava para dormir. Tinha um cheiro tão bom.
– Olha só, então a priminha arranjou uma namorada. Qual das duas?
– Rachel. – Quinn respondeu orgulhosa.
– E quando vou conhecê-la? – Hanna perguntou e Quinn fez uma careta. Não era muito legal a ideia de Hanna conhecer sua namorada. Ela não queria nem imaginar as coisas que ela iria dizer para Rachel.
–Um dia.
– Argh!
– Voltando para mim? – Santana se alterou e Quinn bufou
– Okay, então... o que aconteceu? – Hanna se voltou para Santana que revirou os olhos e corou levemente. – Santana?
– Er...
– Santana pediu Brittany em namoro, mas ela não aceitou. – Quinn falou por ela, e a latina a olhou agradecida e um pouquinho irritada, mas ela a ignorou.
– Achei que vocês já namorassem. – Emily disse e Quinn deu de ombros enquanto Santana suspirava pesadamente.
– Nós nunca namoramos... Não oficialmente, eu queria oficializar, mas ela disse que queria terminar o colegial primeiro, e... e eu não sei se quero esperar. – Ela falou quase como uma sentença de morte. E meio que era.
– Porque não? Se você a ama...
– Eu a amo... muito! – Ela disse com total certeza, Quinn sorriu para a amiga. Mas logos os olhos de Santana ficaram tristes. – Eu só...
– Você não tem motivos pra isso, Santana. — Hanna observou e ela suspirou.
– Eu tenho medo que ela esteja fazendo isso só pra me afastar dela. – Confessou suspirando com a voz um pouco embargada.
– Mas você não sabe disso...
– Ela tem me evitado esses dias. – Disse e Quinn colocou uma mão em seu ombro. Ela queria tanto que suas amigas ficassem juntas.
– Apenas espere, Santana. – Emily disse com sabedoria e Hanna gemeu. – Tudo bem, baby?
– Eu preciso vomitar... – Ela levantou e saiu correndo. Emily olhava preocupada na direção em que ela foi.
Então um som terrivelmente desagradável foi escutado.
– Ahn... eu vou ver como ela está. – Emily disse e sentou na cama, colocando o notebook no colchão. – Fique bem, Santana.
– Okay.
– Você também Quinn!
E desligou.
Santana fechou o notebook e se jogou para deitar na cama. Quinn respirou fundo e ficou olhando ao redor do quarto.
– Acha que eu devo esperar? – Santana perguntou e Quinn suspirou e deitou na cama ao lado da latina.
– Você quer esperar?
– Eu a quero para mim!
– Então terá que esperar. – Disse dando de ombros e Santana gemeu pegando um travesseiro e colocando no rosto. – Porque está tão relutante em esperar?
– Porque eu sei que se ela demorar demais, eu vou acabar fazendo alguma besteira. – Sua voz soou abafada pelo travesseiro. Quinn a olhou e franziu o cenho, sabia que a latina não via, mas mesmo assim, não pôde evitar.
– Como?
– Eu não sei, eu... Droga, eu só tenho medo de nunca poder ter Brittany nos meus braços.
– Vai ficar tudo bem, Santana.
– Eu espero que sim, Q.
__
– Um gato?
– Sim!
– Por quê?
– Porque não?
– Eu não disse que não, eu só quero saber o porque!
– Então é um sim?
– Rachel!
– Quinn!
A loira suspirou e olhou para a recepcionista que olhava para elas, intrigada. Rachel cruzou os braços e Quinn sabia que ela tinha perdido a discussão. Se ela realmente achava que ia ganhar alguma vez.
Porra. Elas já estavam na porcaria do pet shop. Nem se ela tentasse, realmente, ela ganharia essa discussão.
– Então...? – Rachel questiona e Quinn bate o pé no chão e bufa antes de assentir. Ela nem teve tempo de pensar novamente, quando o corpo de Rachel se chocou contra o seu e seus lábios bateram juntos.
E agora a recepcionista as encarava descaradamente.
Ela não queria saber o que se passava na mente da mulher.
Depois dessa pequena cena, elas foram olhar os gatos. Rachel soltava um grito agudo sempre que via um gato. E não eram poucos. Se bem que Quinn não estava se importando, era divertido ver como Rachel estava se divertindo. Só não era legal a ideia de ter um gato em casa.
Ela não simpatizava com gatos.
Ou eles não simpatizavam com ela.
– Quinn!!! – Rachel guinchou e Quinn foi até ela, à morena apontava para um pequenininho. Era incrivelmente fofo.
– Querem brincar um pouco com ele? – O rapaz, que estava acompanhando-as, perguntou. Ele era simpático.
– Sim! – Ele riu com o entusiasmo de Rachel e abriu à gaiola, retirando o gatinho pequeno e colocando nos braços de Rachel.
Ele tinha o pelo branco com as costas e a cabeça cheia de listras laranjas, suas orelhas eram curtinhas e fofas. Ele foi abrindo os olhinhos e Rachel grunhiu animada quando viu os olhinhos azuis. Era lindo.
Um ruído fofo saiu do gato e ele abriu a boquinha e soltou um miado baixo e curto.
– Owwnnn... – Rachel acariciava sua cabeça e olhou para Quinn com os olhos cheios de lágrimas. – Quiiinn....
– Rachel...
– Por favor? – Rachel a olhou com os olhos brilhantes e Quinn sabia que ela não ia conseguir negar. – Olha só!
Ela olhou para o gato, e imediatamente se arrependeu.
Ele era tão malditamente fofo.
– A raça é scottish fold, é muito carinhoso e se apega facilmente ao dono, ele é muito inteligente e muito brincalhão. É a melhor raça para solteiros e para quem gosta de dormir abraçado com um companheiro. Também é muito bom para crianças. – O homem disse e Quinn olhou para ele. Seu crachá dizia que seu nome era Danny.
– Okay... Danny. – Ela disse e ele sorriu. – É macho?
– Sim! As fêmeas ainda não chegaram.
– Hm, tem diferença quanto ao comportamento?
– Não, depende mesmo da criação. – E sorriu novamente.
Quinn olhou para Rachel que agora tinha o rosto enterrado no pelo fofo do gato.
– Rachel? – Quinn a chamou e a morena a olhou e o gato também.
– Sim?
– Qual vai ser o nome dele?
Rachel gritou e pulou em Quinn, esmagando o gato entre elas. A loira sentiu pequenas unhas em seu abdômen e separou de Rachel vendo que o gato queria ir para seus braços.
– Hey, pequeno, não. – Quinn se afastou e Rachel a olhou. – Não Rachel.
– Só um pouquinho. Ele é tão fofo, Quinn!
– Argh! – E Rachel colocou o gato em seus braços.
Ele olhava para ela com aqueles olhos redondos. Droga ela já amava aquele gato.
– Tem três meses, a mãe morreu quando deu a luz. – Danny disse e Rachel choramingou e ele assentiu infeliz. – Ela estava fraca, os outros não conseguiram suportar. Ela morreu junto com os irmãos dele.
Quinn sentiu compaixão pelo gato em seus braços. E então inconscientemente ela acariciava a barriga do gato, escutando-o ronronar.
– Ele vai ser nosso! – Rachel disse determinada e olhou para o gato nos braços da namorada. – Seu nome vai ser Braddie.
– Braddie? – Quinn a olhou estranho.
– Porque? Não gostou?
– Err...
– Podemos colocar Erick!
– Não, Rach.
– Então como? – Rachel perguntou e Quinn respirou fundo e olhou nos olhos do gato.
Eram azuis como o céu. Mas tinham um brilho cinza como uma tempestade.
– Lord Stormie.
Rachel franziu o cenho e sorriu carinhosa.
– Eu gostei.
– Stormie. – Danny repetiu sorrindo. – É um nome legal.
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