The Way You Fall Asleep
9 Capitulo IX – Just A Little Bit
Notas iniciais
Sim, Quinn não gostou muito do conselho de Emily. Na verdade ela não gostou nem um pouco. Ela odiou. Infelizmente, era preciso fazer isso. Quinn não podia sair beijando Rachel e Meredith sempre que lhe tinha vontade. Isso era muito inapropriado. Mesmo que isso fosse exatamente o que ela queria fazer.
Uma semana tinha se passado desde a conferência por Skype. Quinn tinha resistido bem até agora. Meredith já tinha dado sinais de que queria repetir à tarde de domingo, mas Quinn tinha recusado todos eles com uma desculpa qualquer. Marie começou a ficar desconfiada. Quinn se sentiu impotente.
Já Rachel... bem, a morena tinha evitado ela por três dias, então voltaram a se falar como se nada tivesse acontecido. Quinn queria se sentir tranquila por isso, mas se sentia magoada. Mesmo não tendo o direito de se sentir assim.
Quinn tinha passado bastante tempo com Santana nessa semana. Na maioria das vezes pagando de vela para a latina e a garota de cabelo azul — que ela acabou descobrindo se chamar Dani. Dani era uma pessoa simpática, legal e não como Santana. Ela era divertida e não falava de sexo o tempo todo. Quinn gostou bastante de Dani, só que ela não gostava quando Santana e a ela começavam a se pegar ferozmente na frente dela.
Era sexta feira, e Quinn estava andando calmamente, no frio, em direção ao seu apartamento. Suas mãos tremiam. Ela temia não encontrar Rachel no apartamento. Mesmo que elas tenham voltado a se falar, as coisas ainda estavam estranhas. E era a noite da maratona de filmes delas. Rachel não podia faltar essa.
Infelizmente o que ela temia acabou acontecendo. Rachel não estava no apartamento e deixou apenas um bilhete preso na geladeira avisando que tinha saído com Kurt e que o garota tinha chegado em Nova Iorque.
Tentou não se sentir magoada com isso, mas seu coração doeu. Era a noite de filmes dela. Toda sexta-feira, maratona de filmes, foi assim desde que ela tinha se mudado. Nunca quebraram. Virou tradição. E agora seu coração doía. Amassou o papel e jogou no lixo que tinha em cima da pia e se arrastou até seu quarto, jogando seu casaco no chão e se jogando na cama. Respirou fundo e ficou olhando para o teto. Pensou em ligar para Santana e pedir que a latina visse passar a noite ali, mas lembrou que ela tinha ido para um bar com alguns amigos da Dani. Suspirou pesadamente e fechou os olhos.
Seu celular tocou.
Quinn abriu os e olhou para o lado encarando o aparelho. Esticou o braço e pegou-o. Meredith Hasen. Suspirou novamente. Você não pode beijar nenhuma das duas até descobrir o que é isso que está sentindo. Bufou e apertou ignorar. Emily – infelizmente – tinha razão. Ela deveria ter certeza do que sentia antes de sair beijando Rachel ou Meredith.
O celular tocou mais duas vezes antes de Meredith finalmente desistir.
Enterrou a cabeça nos travesseiros para ver se conseguia parar de divagar sobre coisas que ela não queria pensar. Estava funcionando, até que o seu celular resolveu tocar mais uma vez. Virou rapidamente e pegou o aparelho, pronta para jogá-lo na parede quando viu o nome no visor.
– Mãe? — Perguntou ao atender. Sua mãe não ligava muito, apenas para saber como estava e falar que sentia sua falta, nada demais. E ela já tinha ligado aquela semana. Quinn ficou um pouco preocupada.
– Oh, Quinn querida, demorou a atender. — Repreendeu e Quinn sorriu se sentando na cama. Ela sentia falta da mãe.
– Aconteceu alguma coisa? — Perguntou e escutou sua mãe rir.
– Não, querida, está tudo bem, estou só ligando para avisa que mandei o seu vídeo game estúpido por correio, — Quinn arregalou os olhos ao lembrar do seu Xbox, ah ela sentia falta das noites que passava acordada jogando. — o pessoal do correio disse que chegava em alguns dias.
– Mamãe!!! — Gritou animada e Judy riu alto do outro lado da linha. — Mamãe eu te amo tanto!!!
– Claro que me ama, querida. — Judy disse, sua voz soava divertida. — Se não me amasse eu não mandaria.
Elas conversaram sobre mais algumas coisas, e então Judy disse que iria descansar. Se despediram e Quinn desligou o celular depois de encerrar a ligação. Ela não queria mais ninguém ligando para ela.
Ficou em pé em cima da cama e começou a pular loucamente. Ela se sentia feliz por finalmente ter seu amado Xbox.
– Oh, você está animada! — Rachel exclamou assim que entrou no quarto de Quinn, fazendo a loira cair sentada na cama. — Desculpe ter entrado assim, é que a porta estava aberta...
– Não tem problema. — Quinn balançou a cabeça, sentia seu rosto quente, sabia que estava corando bastante. — Chegou cedo. — Desviou e Rachel suspirou cansada e sentou na cama ao lado de Quinn.
– Sai de NYADA, vim para casa, depois tive que ir para o aeroporto pegar o Kurt que estava todo escandaloso. Ajudei-o a desfazer as malas e depois saímos para comer algo, então voltamos para o apartamento dele e bebemos vinho até agora.
Sorriu para Quinn que a olhava estranho. A morena sorriu mais abertamente e Quinn se afastou um pouco dela.
– Eu não estou bêbada. — Rachel garantiu e Quinn a olhou, desconfiada. — Bom, talvez um pouco. — E riu alto. — Ou talvez muito.
Quinn ainda a olhava, desconfiada.
– Quantas taças você bebeu? — Perguntou lentamente e Rachel riu mais uma vez.
– Três... ou poderia ter sido oito? — Ela franziu e abriu as mãos começando a contar. — Acho que foram quatorze...
E foi nesse momento que Quinn realmente se preocupou. Nunca tinha cuidado de alguém bêbado, bom, Santana não contava, todas as vezes que ela cuidava da latina, elas acabavam transando e se ofendendo no outro dia. Mas Rachel era delicada, era diferente, ela não queria ter que arriscar e beija a morena mais uma vez. Mesmo querendo isso. Muito.
– Rachel... Porque não vai tomar um banho? – Sugeriu levantando da cama e tentando puxar Rachel com ela. Conseguiu, mas a morena se jogou em seus braços e começou a chorar. – Rach!?
– Porque ninguém me quer? – Se lamentou e Quinn arregalou os olhos.
Não. Rachel não podia ser daquele tipo de bêbada que fica se lamentando porque é rejeitada por pessoas. Ela não pode ser assim, não mesmo. Quinn quis chorar quando Rachel se agarrou na sua blusa e a puxou para baixo, ainda chorando contra a blusa. Agora Quinn estava no chão com uma mulher chorando em cima dela. Isso não era bom.
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Depois de ter conseguido acalmar a morena e fazê-la deitar na sua cama, Quinn abraçou a morena que ainda não soltou a camisa da loira. Choramingava coisas que ela não conseguia entender, pois eram abafadas pela camisa que estava em sua boca. Quinn queria entender o porque de Rachel ter colocado sua camisa na boca dela. Ignorou e apenas apertou a morena que ainda choramingava.
– Porque ninguém está disposto a me amar? Eu sou uma pessoa legal, eu sei amar, eu sei dar carinho, eu acho que sou boa de cama, eu sei fingir orgasmos, eu sei mentir quando não quero algo e alguém quer. Eu sou uma boa pessoa, porque ninguém pode me amar? — Levantou só olhos castanhos e brilhantes para Quinn que arregalou os olhos ao ver que Rachel parecia querer chorar novamente. — Hein, Quinn? Porque ninguém me quer?
Se sentiu perdida. O que deve se responder para alguém que se sentia uma merda por não ter ninguém?
– Huh? — Isso não foi algo muito inteligente.
– Você me beijaria de novo se eu pedisse? — E Quinn congelou.
Ela não poderia fazer isso, se ela fizesse isso ela teria uma recaída, e isso é ruim, muito ruim. Emily, Hanna e Santana iriam fazer todo aquele interrogatório desnecessário, ela não queria passar por aquilo novamente.
– Rach...
– Me beijaria daquele jeito que fez comigo na cozinha? — Sua voz ficou mais rouca e Quinn sentiu seus pelos se arrepiarem. — Me prenderia contra a geladeira e me beijaria loucamente como fez naquele dia.
Então subiu em cima da loira que não conseguiu se mover para impedi-la. Rachel ainda cheirava a vinho, e por algum motivo, tequila. Isso a preocupou um pouco, e a deixou estranhamente excitada.
– Rach, você tomou algo além de vinho? — Perguntou para a mulher sobre ela. Rachel apenas riu e pegou os pulsos de Quinn prendendo-os na cama. Aproximou seus rostos e Quinn gemeu impotente.
– Talvez eu tenha tomado alguns martines, e vários tipos de outros drinks que Blaine sabe fazer. Eu já te disse que ele já foi barmen? Ele trabalhava em uma boate, seus drinks nem tem gosto de álcool! — Exclamou baixo e aproximou seus lábios dos de Quinn, que levantou o rosto para desviar, fazendo com que os lábios de Rachel colarem no queixo da loira.
Mas Rachel não desistiu.
– R-rach..? — Tentou, para logo sentir os lábios grossos da morena em sua garganta.
– Já te disse que você é muito gostosa? — Sussurrou. Quinn sentiu sua garganta vibrar contra as palavras da morena.
– R-rach... eu não acho que...
Os restos das suas palavras ficaram presas em sua garganta. E Rachel tinha os lábios em seu pescoço — na verdade eram seus dentes — mordendo com força. Quinn gemeu alto. A lingua da morena passou por cima da mordida, para logo depois colar os lábios em cima dela e chupar com força.
Quinn não queria gemer, ela queria parar a morena, ela teria que parar. Por algum motivo sua mente só estava ali, não conseguiu pensar em mais ninguém. Fechou os olhos e se deixou aproveitar.
– Você é tão gostosa. — Rachel sussurrou contra seu ouvido. — Tão gostosa... Eu quero te comer...
Então Quinn arregalou os olhos. Tinha certeza de que poderia escutar o som do sangue indo para o sul, onde seu centro pulsava loucamente.
Rachel conectou seus olhos nos de Quinn, e a loira viu como os castanhos estavam escuros. Gemeu novamente, se sentindo mais impotente ainda. Rachel era tão sexy. Ela foi aproximando os lábios dos da loira, Quinn pensou um pouco antes de fechar os olhos e se entregar para o que a morena quiser fazer com ela.
Esperou o beijo, mas ele não veio. O peso sobre seu corpo sumiu e Quinn abriu os olhos. Rachel não estava mais sobre si. Sentou na cama e olhou ao redor. Rachel não estava em lugar algum do quarto.
– Rach? — Então um barulho desagradável invadiu as paredes da casa. Parecia que alguém estava tentando colocar as tripas para fora. — Rachel?
Levantou da cama e caminhou até o banheiro do corredor. Encontrou o que estava procurando, ou quem estava procurando. Rachel estava ajoelhada em frente ao vaso sanitário, colocando, que quer que tivesse em seu estomago, para fora. Suspirou pesadamente e foi até a morena, que ainda vomitava com força. Tirou o cabelo que grudava no rosto com o suor da morena, e esperou até que ela tivesse terminado.
Quando acabou, Rachel se jogou para trás respirando fundo e gemendo.
– Tudo bem? — Quinn perguntou e Rachel negou com a cabeça. — Quer vomitar novamente? — Negou novamente. — Vai beber assim novamente? — E ela negou.
Quinn sorriu e levantou do chão. Fechou o vaso para não ver o que tinha dentro, e foi até pia, pegando o antisséptico bucal e colocando dentro do copo para dar para Rachel. Voltou a sentar no chão e entregou para a morena que a olhou confusa.
– É para tirar o gosto ruim. — Disse e Rachel suspirou assentindo e pegando o copo.
Ajudou a morena a levantar do chão e fez com que o corpo dela apoiasse em seu corpo. O corpo da morena estava mole, e ela estava quente. Então por algum motivo Rachel a faz parar e Quinn a olhou, elas estavam no batente da porta, prontas para sair e caminharem até o quarto, quando a morena começou a apontar para o vaso sanitário e resmungar coisas que Quinn não estava entendendo.
– O que? — Quinn perguntou preocupada e a morena resmungou apontando para o vaso. — Quer vomitar de novo?
– Não, — Rachel negou com a cabeça. — você se esqueceu de dar a descarga.
Era isso? Sério?
– Tem certeza?
– Sim, você não deu descarga.
– Não. Tem certeza de que não quer vomitar novamente? — Quinn estava impaciente e cansada.
– Não, dê descarga. — Rachel ordenou e Quinn bufou. Ela soltou a morena e foi até o vaso.
Quando finalmente Quinn conseguiu levá-la para seu quarto, e deitar em seu colchão depois de fazer Rachel tomar banho — o que foi uma luta, Quinn não queria que a morena ficasse nua, então a fez entrar com a roupa que estava no banho — a morena tinha finalmente dormido. Agarrada com Quinn, que estava tensa com um braço abraçando a morena que estava com o corpo quase todo sobre o seu.
Mesmo não querendo, ela acariciava as costas de Rachel delicadamente. A morena vestia uma camisa sua e uma calcinha. Somente isso. E fazia seu coração bater acelerado. As pernas da morena estava jogadas por cima do corpo de Quinn. E a loira estava se esforçando para não tocar a coxa desnuda da morena que estava jogada por cima do seu abdômen.
Porque Rachel tinha que ser tão gostosa?
Demorou muito tempo para que ela conseguisse finalmente dormir.
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Estava quente. Muito quente. Isso não era normal para Nova Iorque, principalmente se estavam tão próximos do inverno. Mas o calor vinha da parte frontal do seu corpo. Algo pressionando lá. Não queria abrir os olhos, mesmo estando quente, era um quente bom. Percebeu que seus braços estavam abraçando alguma coisa. E essa coisa respirava.
Abriu os olhos lentamente, encarando o mar marrom na sua frente e, esse mar estava entrando na sua boca, fazendo cócegas na sua boca. Isso era Rachel? Um corpo quente grudado ao seu. Um cheiro de baunilha invadia seu nariz.
Forçou seus olhos a abrirem mais ainda, e percebeu o que estava acontecendo.
Seus braços circulavam a cintura de Rachel e seu rosto estava enterrado no pescoço dela. As costas de Rachel estavam pressionadas contra a frente do seu corpo.
Levantou um pouco a cabeça para ver que Rachel ainda dormia pesadamente, mas tinha uma careta no rosto que indicava exatamente o que Quinn sabia que ia acontecer. Olhou para baixo e viu algo que deixou seu corpo mais quente ainda.
A camisa de Rachel – ou sua camisa que estava em Rachel – tinha subido alguns centímetros enquanto elas dormiam, e Quinn via claramente a calcinha branca que a morena usava. Mas isso não era o pior, e sim que a bunda de Rachel pressionava a intimidade de Quinn deliciosamente. E pensar nisso a fez corar.
Se ela movesse o corpo, provavelmente, iria acordar Rachel. E ela não queria acordar a morena. Então apenas aproveitou que ela estava em seus braços. Não era sempre que isso acontecia, suspirou pesadamente ao lembrar-se do conselho das garotas sobre não se envolver demais até ter certeza dos seus sentimentos. Mas a culpa não foi dela! Ela não tinha culpa se Rachel era uma bêbada que precisava de carinho, e também não sabia beber.
Suspirou novamente e logo respirou fundo sentindo o cheiro de baunilha invadir. Rachel ainda tinha que cheirar bem? Porra.
A respiração da morena foi ficando mais rápida, e Quinn percebeu que ela estava acordando. Esperou pelo gemido de dor, que não demorou a vim. Ela sabia que Rachel iria acordar com dor. Seu coração acelerou quando percebeu que ainda estava agarrada em Rachel.
– Quinn? – E a morena já tinha percebido. Sua voz extremamente sonolenta e dolorosa. – Quinn é você, certo?
Quinn quis rir. Rachel estava com medo de que fosse alguém querendo abusar dela. Não que Quinn não quisesse fazer isso, ela queria, e muito. Apenas riu e levantou a cabeça do pescoço de Rachel, sentindo falta do cheiro bom de baunilha.
– Sim, sou eu. Quem mais seria? – Disse brincando e Rachel a olhou, os olhos cerrados, indicando provável dor de cabeça.
– Não sei, talvez alguém querendo abusar da minha inocência. – Disse séria e Quinn quis rir. Rachel não parecia nada inocente na noite passada. – Ahn... Quinn?
– Hm?
– Por que você está me abraçando assim?
– Hmmm..? Oh, sim... – Quinn soltou a morena e sentou na cama. Sentia seu rosto esquentar. — Eu não sei, acordei assim. – Respondeu rápido e Rachel riu, gemendo logo depois.
– Deus! Quanto foi que eu bebi?
– Uh, acho que... bem muito?
Rachel tinha a mão na cabeça enquanto sentava na cama. Olhou para baixo, finalmente percebendo que usava somente uma camisa e uma calcinha.
– Porque estou seminua? – Perguntou lentamente e fechou os olhos gemendo baixinho.
Quinn não sabia responder essa pergunta. Não era nada demais, mas era muito estranho estar respondendo coisas assim. Principalmente depois do que aconteceu na noite passada. Tinha certeza de que tinha um chupão bem roxo sob sua orelha. Droga! Tinha um chupão em seu pescoço! Se Rachel visse aquilo iria estranhar. Jogou o cabelo cobrindo, mesmo não lembrando exatamente o lado em que estava, mas sentia uma leve dor, Rachel tinha pegado pesado.
– Eu... Você que quis. – Respondeu simplesmente e Rachel abriu os olhos para encará-la.
– Essa camisa não é minha.
– É minha.
– Porque estou com a sua camisa. – Boa pergunta... Quinn cerrou os olhos e mordeu o lábio inferior.
– Eu... Eu não sei...
Então Rachel gemeu novamente e se encolheu na cama. Lembrou que a morena estava com dor de cabeça e levantou correndo da cama indo até o guarda-roupa, retirou um caixa grande onde guardava seus remédios, sempre tinha remédio para dor de cabeça. Pegou um comprimido e correu até a cozinha pegando um copo com água. Quando voltou para o quarto deu o remédio para Rachel e a água. A morena tomou sem pestanejar e voltou a se encolher na cama.
– Eu já disse que adoro a sua cama? – Rachel resmungou sonolenta depois de um tempo deitada. O remédio tinha também antialérgico e dava muito sono.
– Já, uma vez. – Respondeu e meio hesitante, levou uma mão até as costas da morena, acariciando em pequenos círculos. – Está melhorando?
– Um pouco... Estou com sono.
– Eu imagino. – Sussurrou suavemente e levantou da cama. – Estarei lá fora se precisar de mim. – Anunciou e sentiu uma mão segurando seu pulso antes de sair da cama.
– Não vai. – Rachel pediu, manhosa, os olhos sonolentos encaravam Quinn. – A cama é sua, o quarto é seu. Fica aqui comigo. – Pediu e Quinn não tinha forças para negar. Então apenas suspirou e deitou na cama, para logo Rachel deitar a cabeça em seu ombro e suspirar contra seu pescoço.
Quinn estava realmente perdida.
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