The War Inside
7 Jogos sempre foram nosso passatempo preferido
Notas iniciais
Como uma pessoa pode proporcionar à outra, apenas numa noite, tamanha explosão de sentimentos?
A noite de ontem fora inesquecível. Eu havia feito ela gozar tão fortemente, que quase desmaiou de exaustão. A fiz cavalgar em mim metade da noite. Puta merda, eu mal conseguia respirar direito. Satisfazer Astoria, nunca fora fácil, e percebi eu de que seus gostos estavam mais peculiares, mais exigentes e perversos. O som dos gemidos dela me davam tesão, a voz dela gritando meu nome nessa madrugada..
– Porra, presta atenção no trânsito seu filho da puta! -um homem passou com o vidro aberto, e me xingou.
– Não, não, não, ainda preciso chegar em casa -fechei o zíper da minha calça, meu membro já estava ereto só de pensar nela gemendo. Precisaria bater uma mais tarde, e esse traidor no meio das minhas pernas era um filho da puta.
Estacionei o carro e lembrei do bilhete que havia deixado após dar um beijo nela e sair.
"Jogos sempre foram seu passatempo preferido. Aceita jogar comigo? Vou te fazer relembrar dos nossos momentos juntos.
Hoje, naquela boate no centro da cidade onde sempre íamos. Te espero lá as 21horas. Tenho uma surpresa. Hm.. Não se atrase ~risos."
**
Esperei até que ele saísse de casa pra me levantar. Um bilhete né? Ri comigo mesma ao pegar o bilhete e lê-lo.
Jogo? Nós dois gostávamos de jogos. Se a noite de hoje for ter o mesmo fim do que a noite de ontem, então não vou poder sentar por uma semana! E por falar em sentar, meu deus, estou louca pra sentar nele mais uma vez. E mais uma. Mais uma e mais uma..
FLASHBACK ON
Depois de eu ter me inclinado pra começar um beijo lento nele, o mesmo havia me puxado e feito me sentar no seu colo. Passou a mão pela minha cintura e baixou até minha bunda, logo nos beijávamos como se o mundo fosse acabar, ele apalpou-as e fez com que eu rebolasse em seu colo. Não contente, me pegou no colo e seguiu pro quarto escuro, me colocando na cama e tirando os meus e os seus sapatos.
Me colocou novamente sentada em seu colo e puxo o zíper da minha saia, a jogando em algum lugar.
– Se não quiser isso, Tori, então é melhor me dizer agora, não ficarei chateado -riu maliciosamente ao olhar pra minha silhueta no escuro- só talvez. Mas me conte agora que ainda tenho controle da situação.
– Eu só quero te beijar até que você tenha vontade de tirar as roupas e me amar até o sol raiar..
Ele me calou com um beijo e um dedo em minha intimidade. Massageou delicadamente meu clitóris, logo aumentando a velocidade e colocando o segundo dedo. Gemi consideravelmente no meio do beijo, e pude sentir ele sorrir. Antes que eu pudesse pensar em gozar, ele retira os dedos e retira minha camisa. Sei que ele está olhando pra mim, como se pedisse permissão. Então para encoraja-lo, abro meu sutiã e deslizo o mesmo pelos meus braços, ficando apenas de calcinha. Em sintonia, começa a chupar meu seio e com a outra mão, massageia o outro. Ele troca de posição, ficando em cima de mim. Leva os beijos até meu pescoço, onde da chupões e volta dando até chegar perto da minha intimidade. Puxa a calcinha, rasgando-a, e começa um beijo de língua na região do meu clitóris. Começo a gemer seu nome, tenho certeza de que isso o encorajou mais ainda. Ele arranca sua camisa, sua calça e cueca. Com agilidade, enfia seu membro. No começo as estocadas são lentas e tem um ritmo baixo..
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