The Walking Dead: Pessoas são a ameaça
4 Capítulo 4: Bem vindo a grupo.
Notas iniciais
Primeiramente: Desculpem-me pela demora de postar esse novo capítulo. Em segundo lugar, um novo integrante no grupo! :D
Não. Amor só serve para uma coisa nesse mundo: te destruir. Mas, tenho que admitir, ela é linda. Os primeiros raios de sol começam a entrar pela janela da frente, e me seguro muito para não beijá-la. Meu irmão começa a descer as escadas, e quase cai. Estava preocupado. Ele tinha apanhado muito, e mal conseguia andar.
– Ei, ei. Te peguei. Cuidado aí, maninho.– Agora eu sou o maninho? — Ele pergunta, irônico.– Não, mas você tá muito ferrado. Mal consegue andar.Ajudo ele a descer o resto da escada e ele se senta na bancada da cozinha. Gabriel acorda alguns minutos depois.– Bom... bom dia, gente. — Ele diz, bocejando.– Caralho, vocês realmente dormiram?– Você não? — Eles perguntam.– Não deu. Tive que ficar de olho no anjo ali. — Aponto para Vitória.– Tá de brincadeira, né? — Gabriel diz, rindo.– É sério. E eu não ia dormir mesmo, não ia conseguir.– Por causa do que aconteceu com o Vitor e com a Isa?– É. Eles não tinham feito nada de errado. Eles não mereciam aquilo. — Digo.– Ninguém. Ninguém merecia aquilo. — Gabriel completa.– Espera. O que é aquilo?– Aonde?– Ali. No pomar.– Não é nada. Relaxa, Gus.– Não. Eu vi alguma coisa. Tem alguém ali.Pego a Beretta da bancada e saio da casa. De fato, havia alguém ali. Um garoto com uma crossbow, e um corte bem feio no braço. Ele aponta a crossbow para mim.– Ei, ei. Calma aí. — Digo.– Largue a arma. — Ele responde.– Não v...– Cale a porra da boca... E me dê a arma.– E seu corte? Como fica, hein? Meu grupo pode...– Grupo...? — Ele pergunta, assustado.– É, seu imbecil. É melhor você largar a porra da s...Ele tenta atirar a flecha em mim, mas erra. Disparo a Beretta, e Gabriel sai correndo da casa para ver o que estava acontecendo. Ele pega a Ruger dele e aponta para o "cara". O cara tenta correr, mas Gabriel o impede.– Seu filho da puta. O que estava pensando quando nos atacou?Não houve resposta.– O que eu faço com ele, Gus?– Leva pra dentro. Temos que cuidar desse corte.Gabriel solta o garoto e me chama para perto.– Ficou maluco? Ele quase te matou! — Gabriel grita.– Ele nem me acertou. Faça o que eu digo. — Respondo, irritado.– Sim, senhor. — Ele responde, debochando de mim.– Levante, rapaz. — Gabriel diz.– O quê? — O garoto diz, mais assustado ainda.– Vem pra dentro. Vai escurecer. — Intrometo-me.Vitória se assusta com a chegada do visitante.– Mas que porra...? Quem diabos é ele? — Ela pergunta.– Vicky, eu sei o que eu faço. — Respondo.– Tá, tudo bem. Não vou me intrometer. – Sente-se na bancada. — Digo.Pego o kit de primeiros socorros e desinfeto o corte. Logo em seguida, amarro uma bandagem e um pouco de gaze em cima. Gabriel já estava dormindo no quarto dele, e Vitória estava lendo um livro, acho que era "The Fault in Our Stars", ou "A Culpa É Das Estrelas", em português. Pego umas frutas e ofereço para ele. Ele aceita.– Obrigado. — Ele diz, com a boca cheia.– Não sei se perguntei seu nome. — Digo.– Mateus. O seu é...?– Gustavo. O babaca dormindo é Gabriel e aquela é Vitória.Ele se levanta e pega o crossbow.– Onde vai? — Pergunto.– Embora. Eu acho. — Ele diz, confuso– Não. Você é um dos nossos agora. Bem vindo ao grupo, Mateus.
Notas finais
"Bem vindo ao grupo, Mateus"
E aí, o que acharam?
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