Notas iniciais
Puta merda, mais gente pro grupo!

– Obrigado, Gus... Como acha que seu amiguinho vai ficar?

– Ele vai ter que aceitar. Você vai ficar conosco. Tem uns... cobertores ali.

– Não se preocupe. Eu só...

– Vicky! Venha, vai dormir comigo hoje. Mateus, o sofá é seu.

– Obrigado novamente.

– Não há de quê. Agora, descanse. Deve estar cansado pela caminhada.

Vitória me chama para perto.

– Confia nele, Gus?

– Eu conheço ele. Estudamos juntos, mas ele não deve se lembrar.

– Então é por isso!

– É claro. Agora, vamos.

Nós subimos as escadas, e Vitória deita na cama.

– Você vem?

Quando vi, já era manhã. Não queria nem levantar da cama, mas fui obrigado a acordar por causa do Gabriel, que entrou no quarto do nada.

– Gus, você vai acor... Opa. Malz, eu não sabia que vocês...

– Sai daqui, porra! — Grito.

Eu e Vitória nos levantamos algumas horas depois. Gabriel e Mateus comemoram com palmas. Levanto o dedo do meio. Eles caem na gargalhada, e eu me sento na bancada. Mateus me cutuca discretamente.

– Que foi, porra? — Digo, sussurrando.

– Como foi?

– Ah, vai se foder.

– É sério. Como foi?

– Bom. Melhor do que eu esperava.

– Viu? Eu falei.

– Você não falou nada, seu babaca.

– Eu tô de zoeira!

Gabriel e Vitória estavam olhando para nós tipo: "Estamos ouvindo", e nós começamos a rir na mesma hora.

– E aí, Matt, esse idiota aí não te lembra ninguém não?

– Vitória, quieta! — Digo.

– Espera aí... Gus? — Ele me olha, espantado.

– Ah, não! Jura?

– Caralho! Que sorte, mano. Tipo nós estudamos junto desde os sete anos!

– Eu sei. Eu estava lá. — Digo, sarcástico.

– Shhh. Estão ouvindo? Vozes! — Mateus diz.

– Ele tá ficando maluco. — Gabriel responde.

– Não tá, não. Eu também ouvi. Pega a sua arma, Gabe.

– Deixei lá em cima.

– Vai, rápido.

Gabriel sobe as escadas e pega a porra de um rifle.

– Onde você conseguiu isso aí? — Pergunto.

– Eu dei meu jeito. Vamos ver quem são aquelas pessoas.

Três garotas. Elas se apresentaram como Gabriela, Lívia e "Fabi". Mateus e Gabriel me chamam para perto.

– Elas não tem armas. Não são nenhuma amea... Porra, meu braço sua...

Lívia estava torcendo o braço de Gabriel. Pego o rifle da mão dele e aponto para a garota.

– Solte-o.

Ela não soltava.

– Gus, ela vai quebrar meu braço! — Gabriel diz, quase gritando de dor.

– Solte ele, porra! — Carrego o rifle e aponto para ela.

– Lívia, chega. — A outra garota, acho que era Fabiana, diz. Lívia obedece.

– Obrigado! — Gabriel grita, e começa a andar em direção a casa.

– E aí? Podemos entrar? — As meninas dizem.

Notas finais
O que vocês fariam? Deixariam elas entrarem???
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.