The Vampire Diaries: The Originals
6 What Happens In Vegas Stay In Vegas
Nos episódios anteriores:
Jeremy: Bonnie me trouxe de volta com um feitiço de Expressão. Alice: Quero uma bruxa Bennet e receio que Bonnie não poderá ajudar estando morta.Matt: Bonnie morreu?Rebekah: Alice está obcecada, ela quer trazer nosso irmão Kol de volta.Alice: Preciso que encontre uma bruxa para mim. Klaus: Sei exatamente a quem ela vai pedir ajuda.Alice: Olá velho amigo. Cena 1: – Alice? Como isso é possível? – murmurava ele, ainda caído no chão. – Essa é a beleza da bruxaria, meu querido. Tudo é possível. – ela sorriu malignamente e ele a atacou. Alice desviou e o segurou no chão, ela estava em cima dele. – O que você quer aqui traidora? – ele cuspiu as palavras e ela riu. – Vim cobrar uma dívida, meu doce Damon. – ela passou o dedo indicador nos lábios dele e levantou em menos de um segundo seguida por ele. – Eu não devo nada a você. – parecia que nada poderia fazê-lo mudar de ideia. – É aí que você se engana, Salvatore. – ela pegou um copo de whisky e ele viu a figura de Stefan. Damon o olhou e ele entendeu o recado. – Nem tente Stefan. – ela se virou para ele e Stefan cruzou os braços. – Que coisa feia meninos, atacando uma dama por trás. – ela fez cara de indignada. – O que faz aqui, Alice? – Stefan perguntou com desdém. – Meu assunto é com seu irmão, Stefan, não com você. – ele soltou um riso debochado. – Por que não vai ficar com sua amada Elena enquanto nós conversamos? – ela arqueou as sobrancelhas e o encarou. – Receio que não será possível. – ela não entendeu de início, mas, depois de observar as expressões de Stefan e Damon repetidas vezes, ela começou a gargalhar. – Ainda a antiga história da ponte de ligação? Ou ela finalmente escolheu um de vocês dois? – Stefan abaixou a cabeça e Damon suspirou fundo. – Ela escolheu você. – indagou enquanto apontava para Damon. Alice sorriu. – Mas vocês dois não eram um casal épico? – ela se virou para Stefan. – Por que não diz logo o que quer e vai embora? – foi a vez de Damon se pronunciar. – Tudo bem. – ela bebeu o whisky todo de uma só vez. – Vamos. – Espera aí, como assim vamos? Não esqueça que você está na minha casa Dona Zumbi. – ele a fitou e Alice revirou os olhos. A campainha tocou e Stefan foi até a porta quando percebeu que ninguém mais iria. Ele abriu a porta e se assustou. – Katherine? O que faz aqui? – Stefan, preciso de ajuda. – ela ainda estava se acostumando com sua nova condição. – Não é uma boa hora agora. – ele falou o mais baixo que conseguiu. – Por quê? – Katherine perguntou, mas já era tarde demais para explicações. Alice apareceu na porta e fitou Katherine. – Katerina. – ela sussurrou e Stefan encarou Damon receoso. Katherine se assustou. – Ah meu Deus. Você é humana novamente. – elas se fitaram. – Vejo que alguém andou tomando uma certa cura. – ela debochou. – Niklaus adoraria saber que temos uma nova duplicata humana. – ela sorriu perversamente e Katherine sentiu medo. – Não pode fazer isso Alice. – ela indagou. – Não farei nada, por hora. Tenho coisas mais importantes a fazer. – ela fitou Damon. – Vamos Damon. – Não até você explicar direitinho para onde vamos e o que vamos fazer. – Deixa eu dizer uma coisinha. – ela se aproximou tanto de Damon que podia sentir sua respiração. – Se não vier comigo eu levo ela para o Nik. – Leve, não tenho nada a ver com isso. – ele deu de ombros e ela sorriu. – Mas antes disso eu poderia levar alguns amigos de Nova Orleans para fazer uma visitinha a sua preciosa Elena. – Eu mato você. – ele ameaçou rispidamente. – Com qual arma? – eles se encararam e Damon entendeu que realmente não tinha armas contra ela, mas ele tinha um plano. – Tome conta da Elena até eu voltar. – ele pediu e Stefan concordou com a cabeça. Alice sorriu vitoriosa. Damon pegou seu celular e sua jaqueta e saiu junto com Alice. Ele pegou seu telefone e mandou uma mensagem para Stefan. “Chame o Elijah.” Alice deu partida no carro. – Para onde vamos? – ele perguntou sem nenhuma animação e ela riu. – Vegas.Cena 2: Klaus estava entrando no bar onde encontrou Marcel pela primeira vez depois de voltar a Nova Orleans, ele sabia que o encontraria lá. O lugar estava cheio como de costume, mas, no meio de tantos rosto, Klaus avistou Thierry, um dos vampiros da chamada “família” de Marcel. Ele caminhou até o jovem e se sentou ao lado dele. Thierry e Klaus se encararam e o híbrido pediu uma bebida. Thierry terminou sua bebida e estava pronto para se levantar quando Klaus o segurou pelo braço. – Não tão rápido. – o híbrido o fitou e Thierry sentou novamente. – Onde está Marcel? – Você já se esqueceu que tentou me matar, híbrido? – os dois se encararam com raiva e Klaus soltou uma risada. – E você esqueceu que poderia fazer isso de novo facilmente? – ele fitou o vampiro que suspirou fundo e se levantou. Klaus entendeu o recado, pegou seu copo e seguiu Thierry. Os dois subiram escadas e chegaram no mesmo escritório onde ele e Marcel conversaram na noite em que chegou a cidade. Thierry abriu a porta e Klaus entrou. Marcel os encarou e Thierry saiu. Klaus sorriu. – Veio quebrar qual outro osso do meu corpo dessa vez? – Marcel perguntou e Klaus se sentou. Ele colocou o copo sobre a mesa e Marcel o serviu. Klaus agradeceu com a cabeça e Marcel colocou um pouco de uísque em seu próprio copo e fechou a garrafa. – Quero saber onde está minha irmã. – o original foi direto e Marcel o encarou desconfiado. – E o que leva você a pensar que eu sei? – Klaus soltou uma risada irônica. – Pensei que vocês dois fossem a realeza dessa cidade. – Marcel bebeu um pouco de seu copo e sorriu. – Pensei que vocês fossem irmãos. – os dois se fitaram. – Toda essa hostilidade por um pescoço quebrado Marcel? – o híbrido ironizou a situação. – Toda aquela briga por uma lobisomem Klaus? – eles riram. – Tente compreender, amigo, não gosto que mexam com as minhas coisas. – os dois beberam seus uísques. – Tudo bem amigo, não vamos mais brigar por causa dessa besteira. – Marcel levantou o copo e eles brindaram. – Pode me dizer agora onde Alice está? – eles se encararam e Marcel sorriu. – Ela não está na cidade. – ele se levantou e Klaus observou cada passo de Marcel. – Então onde ela está? Cena 3: – Las Vegas? O que diabos Alice está fazendo em Las Vegas? – Foi o que o Nik disse. Parece que Marcel contou a ela sobre a localização da bruxa Bennet. – Rebekah fitou Matt. – E como esse tal Marcel sabe onde a bruxa está? – os dois pareciam confusos e Rebekah deu de ombros. – Vocês não deveriam ir lá e impedir ela? – ele parecia preocupado. – Elijah vai cuidar disso, ele recebeu uma ligação hoje pela manhã, parece que Damon está com Alice. – Damon? – Matt ficava mais confuso a cada palavra de Rebekah. – Ela queria ajuda e, ao que parece, Damon tem uma antiga dívida com ela. – os dois se fitaram. – Essas coisas de vampiro, sempre tão confusas e estranhas. – ele passou as mãos no cabelo e Rebekah sorriu. – Não precisa se preocupar com isso, Matt. – ela se aproximou dele. – Deixe que meus irmãos cuidem disso e vamos nos distrair um pouco. – ele encarou Rebekah nos olhos. Matt nunca havia percebido como os olhos de Rebekah eram azuis e penetrantes. Ele desviou o olhar e ela sorriu envergonhada. – Eu queria ir até Mystic Falls falar com Jeremy. – ela o encarou um pouco assustada. Rebekah tinha medo de que Matt fosse e não voltasse mais. – Podemos ir um dia, espere só toda essa confusão acabar. – ela forçou um sorriso. – Ainda não consigo acreditar que Bonnie está morta. – Matt sentiu lágrimas brotarem em seus olhos e Rebekah segurou as mãos dele. – Não pense nisso, tudo bem? Sei que é difícil, mas tente. – eles se fitaram intensamente. – Obrigado Rebekah. Você tem sido uma ótima amiga. – ela sorriu um pouco desapontada por ser apenas uma amiga para ele. – Que tal sairmos hoje a noite? – ele arqueou uma sobrancelha e a encarou. – Talvez seja uma boa ideia. – os dois se fitaram sorrindo.Cena 4: Damon e Alice caminhavam no meio da multidão de Las Vegas. O lugar estava sempre iluminado, pessoas por todos os lados, música, bebida e cassinos. Las Vegas era o santuário daqueles que adoravam uma boa festa. – Las Vegas. A cidade do pecado. Ótimo lugar para um vampiro. – Damon murmurou e Alice sorriu. – O que viemos fazer aqui mesmo? Ah, espere, você não me contou. – ele a fitou de lado e Alice revirou os olhos. – Você vai saber na hora certa, Damon. – ele a puxou para um beco e a imprensou na parede. – Por que eu? Podia ter compelido qualquer vampiro para te ajudar. Ou talvez nem precisasse. – ela sorriu. – Que memória fraca Damon. Você querendo ou não tem uma dívida comigo. – Eu não me lembro de ter nenhuma dívida com você. – Talvez porque você não deva lembrar. – ele a fitou confuso e Alice sorriu como se lembrasse de algo.
FLASHBACK (LAS VEGAS, 1922)“Klaus estava desnorteado. Ele havia empalado Rebekah com a adaga que continha as cinzas do carvalho branco quando ela se negou a ir embora com ele. Agora ele só tinha uma coisa em mente: encontrar Kol e Alice. A última vez que ouvira falar deles os dois estavam em Nova Orleans, no entanto, haviam boatos de que Alice e Kol estavam com Damon Salvatore em Las Vegas. Klaus estava andando numa rua pouca iluminada quando avistou uma enorme mansão. Seus instintos lhe diziam que eles deveriam estar lá. Ele conhecia bem os irmãos. Ele chegou na porta da mansão em segundos e viu apenas a luz de uma vela. Klaus abriu a porta e entrou. Ele sorriu e ouviu passos. Klaus se escondeu e esperou o momento certo de atacar. Era Damon. Klaus o atacou e Damon o olhou ferozmente.– Olá, amigo. Onde está Alice? – Damon se negou a falar e Klaus sorriu. – Não quer falar? Tudo bem. – Klaus enfiou a mão dentro do peito de Damon. – Sua vida ou a dela. Agora comece a falar. – Klaus o compeliu. – Ela está lá em cima com Kol. – Damon estava ofegante e não sabia porque havia dito aquilo. Klaus o largou e subiu as escadas rapidamente. Ele entrou em um quarto e avistou Alice e Kol dormindo como dois anjos. Klaus sentiu um aperto no coração. Ele a amava, como uma irmã, e Kol era seu irmão, seu sangue. Mas ele tinha que fazer o que deveria ser feito. Klaus segurou uma adaga na mão e então Alice acordou. – Niklaus. – ela o fitou. – Olá meu anjo. – ele segurava as lágrimas. Ela viu a adaga. – Não. – Alice rugiu e o atacou. Kol acordou. – O que está acontecendo aqui? – Niklaus quer nos empalar. – ele fitou a adaga na mão do irmão. Kol o atacou, mas Klaus foi mais rápido e enfiou a adaga no peito dele. Alice sentiu lágrimas rolarem pelo seu rosto. Klaus a encarou. – Agradeça ao seu amigo Damon por me dizer onde vocês estavam. – foi a última coisa que ela ouviu antes de adormecer. Klaus pegou outra adaga e enfiou no peito dela. – Vamos nos reunir de novo irmã, eu prometo. Mas não agora. – ele se virou para a porta e avistou Damon. – O que você fez? – ele ainda estava confuso. Klaus foi até ele e o olhou fixamente nos olhos. – Não vai se lembrar de nada que aconteceu aqui está noite. Apenas lembre que Alice fugiu. Você não irá se lembrar de meu irmão Kol. Absolutamente nada sobre ele. Agora vá embora. – em poucos segundos Damon desapareceu.”END FLASHBACK – Podemos ir agora? – ela indagou enquanto olhava fixamente nos olhos de Damon. Ele não respondeu, apenas se afastou da jovem. Alice voltou a caminhar e ele a seguiu. Damon ficou pensativo. Era como se houvesse um buraco em suas lembranças. Ele jamais saberia porque Alice achava que ele devia algo a ela, ele apenas lembrava de estar em Las Vegas com Alice e depois ela fugiu. Por que parecia que existia mais coisas que ele não lembrava? Ele acompanhou Alice e ela entrou em um bar enorme e iluminado como tudo em Las Vegas. Damon a seguiu e os dois se sentaram no balcão. – O que estamos fazendo aqui? – ele perguntou, mas Alice não respondeu. – Posso ajudá-los? – perguntou uma bartender com roupas minúsculas. Damon evitou olhá-la, mas ela não parava de encará-lo. – Estou a procura desse hotel. – Alice mostrou um papelzinho a bartender e ela sorriu. – Ele fica no final desta rua, é um hotel cassino. – ela fitou Damon novamente e ele sorriu. – Imagino que tenham vindo para a festa desta noite. – Damon e Alice se fitaram. – Na verdade eu estou procurando uma amiga. – Talvez eu possa ajudar. Conheço quase todos os hóspedes daquele hotel, minha irmã trabalha lá. – Alice sorriu. – Conhece uma moça chamada Lucy Bennet? – Damon se assustou ao ouvir aquele nome. – A bruxa? – a bartender soltou uma risada e Alice também. Damon começou a prestar mais atenção na conversa. – Acredito que ela vá estar na festa, todos conhecem ela por aqui, ela faz uns truques bem esquisitos, mas dão dinheiro. – as duas riram e Damon revirou os olhos. – Obrigada pela ajuda, querida. – indagou Alice antes de se levantar. A bartender sorriu para ela e para Damon. Alice saiu na frente e Damon aproveitou para mandar uma mensagem para Stefan. “Alice veio atrás de Lucy Bennet, uma bruxa. Estamos em Las Vegas e eu vou tentar distraí-la.” Ele guardou o telefone e saiu do bar. Cena 5: Rebekah e Matt estavam aproveitando a noite em Nova Orleans. Ela havia prometido que o levaria para conhecer a cidade e ela sabia bem como Nova Orleans era incrível a noite. Os dois estavam se divertindo tanto que não se lembravam nem de seus problemas. Rebekah compeliu um barman a dar uma garrafa de Bourbon para ela e Matt não pode conter os risos. Ele estava encantado com a Bourbon Street e com a companhia maravilhosa de Rebekah. Eles caminharam até uma praça e se sentaram num banquinho. – A noite está perfeita Rebekah, obrigado. – ela assentiu sorrindo. – Vejam só quem também está na cidade. – ela ouviu uma voz e se virou. – Marcel? – ele sorriu. – Já faz tanto tempo minha doce Rebekah. – ele beijou a mão de Rebekah. – Faz? Eu parei de contar os anos depois que passaram dos 100. – ele riu e Rebekah se levantou para proteger Matt. – Não precisa proteger seu amigo humano, amor, estou em missão de paz. – ele juntou as mãos como em uma oração e ela sorriu debochadamente. – Soube que você é o rei dessa cidade. – ele observou a movimentação das pessoas e sorriu. – Alguém deveria ocupar esse cargo depois que seu irmão fugiu. – ele a fitou. – Foi bom te rever, Rebekah. – ele beijou a mão dela novamente e desapareceu. Rebekah se virou para Matt e ele levantou. – Sujeitinho simpático ele não? – ela soltou uma risada. – É só mais um maluco. – ela fitou Matt. – Não vamos deixar ele estragar nossa noite. – Tem razão. – ele colocou a garrafa em cima do banco e estendeu a mão para ela. – Quer dançar senhorita Mikaelson? – ele sorriu e ela retribuiu. – Eu adoraria senhor Donovan. – ele envolveu a cintura dela com os braços e Rebekah colocou seus braços envolta do pescoço de Matt. Eles ficaram alguns minutos em silêncio dançando uma música lenta que só eles conseguiam ouvir. – Eu nunca pensei que estaríamos assim algum dia. – ele sussurrou e ela repousou a cabeça em seu peito. – Eu estou feliz em estar aqui com você. – ela sorriu ao ouvir as palavras sinceras de Matt. Ele se afastou um pouco. – Eu tinha uma ideia errada sobre você, Rebekah. Mas agora, aqui, com você, nesse momento... – ele segurou o rosto dela com as mãos. Rebekah fitou os lábios do rapaz. – Eu gosto de você. – ele se aproximou lentamente dela e a beijou. Cena 6: Alice estava parada do lado de fora do tal hotel onde Lucy estava hospedada. Ela estava esperando o momento certo de invadir o local e atacar a bruxa. Alice estava pensando em seu passado. Na última vez que veio a Las Vegas ela foi empalada, assim como Kol, por Klaus. Ela havia sido traída por Damon e mesmo assim ainda foi capaz de pedir ajuda a ele. Ela sentia raiva de si mesma por ainda acreditar que Damon e ela foram amigos no passado. Ela encostou na parede e Damon se aproximou. – Eu estava te procurando. O que faz aqui? – ela cruzou os braços e o encarou. – Esperando a bruxa sair. – Você é burra mesmo ou foi a tinta loira? – ele apontou para o cabelo dela e Alice o fitou. – O que você quer que eu faça, Einstein? – ele começou a andar e ela o seguiu. – Por que você não entra nessa festa e acha a bruxa? Observar e depois atacar. – ela colocou a mão na cintura e sorriu. – Você não é tão besta quanto aparenta. – ele sorriu de lado e deu as costas a ela. – Onde você vai? – Embora. Meu trabalho aqui terminou. – ela suspirou fundo. – Damon, eu preciso da sua ajuda. Eu sou forte, mas ela é uma bruxa. – ele sorriu vitorioso e parou de andar. Alice parou na frente dele. – Não vou te ajudar enquanto você não me contar exatamente o que está acontecendo aqui. – ela o fitou. – Preciso dela para abaixar o véu e trazer Kol de volta. – Damon se assustou. – Você o quê?! Ficou doida? – ele tentou passar, mas Alice o impediu. – Alice, escute, Kol está morto e de certa forma você também deveria estar. Mortos devem continuar mortos. Fim de papo. – ela colocou a mão no peito dele. – Eu prometo que mantenho ele longe da sua namorada e do Jeremy. – ele a encarou. – Você tem a minha palavra. – os dois se fitaram intensamente. – Temos um acordo? Cena 7: Damon e Alice haviam acabado de chegar na tal festa. Eles usavam roupas que tinham roubado. Os dois observaram o local. Uma festa típica de Las Vegas. Jogos, bebidas, stripers e muita música. Eles sorriram. Aquele lugar os fazia lembrar da época que passaram juntos em Las Vegas. Estava tocando uma música animada que, misturada com a bebida, fazia as pessoas pareceram mais animadas do que o normal. O garçom serviu champanhe para Alice e Damon e ela avistou Lucy.
– A bruxa. – o Salvatore olhou para onde Alice apontou e viu Lucy. Ela não havia mudado quase nada desde a última vez que se encontraram. – Eu vou até lá. – Damon a segurou pelo braço. – Não queremos fazer uma cena, certo? – ela o encarou. – Observar e depois atacar. – ele sussurrou, mas ela conseguiu ouvir. Ela ficou de frente para Damon. Damon sorriu de lado. – O que foi? – ela bebeu um gole de champanhe e sorriu. – Apenas nostalgia. – ela suspirou. – É verdade. Já faz tanto tempo. – É difícil? – ele questionou e ela arqueou uma sobrancelha. – O que é difícil? – Ficar tanto tempo adormecida e quando voltar ver tantas mudanças. – ele fitou os olhos azuis e misteriosos de Alice. – Outra música, outras comidas, outro tempo. – ela soltou uma risada. – Foi confuso no início, mas eu já acostumei. – ela colocou a taça de champanhe vazia na bandeja do garçom que passou por eles. Damon sorriu e estendeu o braço para Alice. Ela o encarou confusa. – Vamos relembrar os velhos e bons tempos. – ele fez um olhar pidão e ela riu. Alice deu o braço a Damon e os dois caminharam até a pista de dança. A iluminação era fraca e eles sabiam o que aquilo significava. Damon e Alice começaram a dançar. Alice nunca tinha escutado aquela música, mas estava adorando. Damon estava querendo apenas distraí-la, mas não podia negar que estava gostando de ter um momento com ela. Era como se seu passado estivesse ali, diante dele, sua melhor amiga. Ele sorriu e a puxou pela mão fazendo rodar. Alice soltou uma risada e os dois olharam para o mesmo lugar. Uma jovem dançando sozinha. Damon e Alice se aproximaram dela e Damon a compeliu a não gritar. Os dois morderam ela ao mesmo tempo. Estavam extasiados pelo ritmo da música, pelo clima do lugar e pelo sangue. Eles pararam antes de drenar a menina e a mandaram sair dali. Os dois se fitaram e sorriram.Cena Final: Alice acordou antes de Damon e levantou sem fazer barulho. Ele estava deitado no sofá dormindo como um anjo. Ela se lembrou de ter compelido o gerente do hotel a dar um quarto para eles e sorriu. Alice abriu o closet e se deparou com algumas roupas que havia roubado na noite passada. Ela tomou banho e trocou de roupa rapidamente, não queria correr o risco dele acordar. Alice sabia que Damon estava apenas tentando distraí-la, no entanto a noite passada havia sido divertida para ela. Alice sorriu e saiu do quarto. Ela caminhou até o recepcionista e perguntou qual o número do quarto de Lucy. Ele nem precisou ser compelido para dizer, Alice apenas jogou charme para o jovem rapaz e ele rapidamente falou. Alice pegou o elevador e subiu até o quarto. Ela respirou fundo e bateu na porta. Não demorou muito para Lucy abrir a porta. Ela se assustou. – Alice? – a vampira sorriu. – Me convide para entrar. – Você vai me matar. – Alice soltou uma risada perversa. – É claro que não. Eu preciso de você. – Lucy engoliu em seco. – O que você quer? – Me convide para entrar e eu direi. Do contrário matarei todas as pessoas desse lugar até você sair. – ela a encarou. – Tudo bem. Você pode entrar. – a original sorriu e entrou no quarto. Lucy estava confiante em seu poder. – Boa escolha. – ela parou de frente para Lucy. – Serei breve. Preciso que faça um feitiço para mim. – Que tipo de feitiço? – Quero que abaixe o véu que divide o mundo dos vivos com o dos mortos e traga uma pessoa de volta da terra dos fantasmas. – Sabe como isso é perigoso? – Sabe que eu não ligo? – Alice a fitou e Lucy parecia mais assustada do que antes. – Está querendo que eu faça um feitiço de Expressão. Preciso dos três sacrifícios. – Eles já foram feitos, em Mystic Falls. – Eu teria que ir até Mystic Falls para canalizar essa energia. – Então vamos. – Alice caminhou até a porta. – Não. – Lucy foi firme. Alice sentiu seu sangue esquentar. Ela atacou Lucy, mas a bruxa a jogou contra a parede. Alice se levantou rapidamente e sorriu ironicamente. Lucy tentou fugir, mas Alice foi mais rápida e a segurou pelo pescoço. Suas presas cresceram e seu olhos estavam vermelhos. – Você ainda não entendeu, bruxa. Você vai comigo ou então eu mato você. – Você não pode me matar, você mesma disse. – Lucy estava com a voz fraca. – É verdade. Mas posso matar sua preciosa Bonnie. – mentiu. – Fique longe dela monstro. – Então faça o que eu mando. – Nunca! – ela foi firme. Alice fez uma cara de “tanto faz” e mordeu a bruxa até ela perder as forças e desmaiar. Lucy acordou caída no chão, sua cabeça ainda estava rodando. Ela olhou ao redor e não reconheceu o lugar onde estava. Era algum tipo de caverna. Ela tentou levantar e sentiu uma forte fraqueza. Lucy colocou a mão em seu pescoço e sentiu o sangue que ainda jazia ali. Ela se lembrou de Alice a atacando. Lucy ouviu passos e se virou. Era Alice. – Onde estamos? – Alice não respondeu. – O que fez comigo? – Nada, minha adorável bruxa. Mas acontece que não sou muito paciente e você acabou me dando nos nervos. – ela piscou. – Então me diga onde estamos? – Alice sorriu. – Seja bem vinda de volta à Mystic Falls.
Notas finais
Música do EP.: https://www.youtube.com/watch?v=xIFqagRY5VU
Fale com o autor