The Vampire Diaries: The Originals
7 Trial & Error
Notas iniciais
Obrigada pelos comentários pessoal ! *-------*
Nos episódios anteriores:
Alice: Quero trazer Kol de volta.Matt: Mas que diabos Alice foi fazer em Las Vegas?Damon: Alice está procurando uma bruxa Bennet.Silas: Diga ao seu irmão que ele me deve. Lucy: Onde estamos?Alice: Bem vinda de volta a Mystic Falls.Cena 1:Silas caminhava a passos rápidos pelo imenso bosque. Ele tinha certa pressa, ainda mais por estar se passando por Stefan. Ele sabia que Alice estava de volta a Mystic Falls, o que significava que Damon chegaria logo, ele não podia arriscar. Silas parou em algum tipo de clareira e esperou pacientemente por sua companhia. Ele sentiu a presença dela e sorriu.– Sabia que viria, minha querida. – ele se virou e fitou Alice. – O que quer de mim, Silas? – ela sabia que era ele. – Vejo que já não posso mais te enganar. – ele cruzou os braços e ela bufou. – Por que o Stefan? Por que se fazer passar logo por ele? Onde ele está? – Muitas perguntas, pouco tempo. – ele se aproximou dela e Alice arqueou uma sobrancelha. – Então vamos logo ao que interessa. – ela cruzou os braços e Silas sorriu. – Fiquei sabendo que encontrou outra bruxa Bennet para abrir o véu para você. – Sim, e o que isso te interessa? Que eu saiba Katerina Petrova tomou a cura, seu plano falhou. – ela cuspiu as palavras. – Você está certa, meu plano de tomar a cura e morrer falhou, no entanto, eu nunca dispenso uma oportunidade de ter uma revanche. – O que quer dizer com isso? – ela deu um passo para trás. – Klaus ainda me deve, Alice, eu já disse isso a você. E você vai me ajudar a dar a ele o que ele merece. – ele sorriu malignamente. – Eu jamais me voltaria contra meu irmão. – ela deu as costas a Silas. – Faça o que eu mando ou eu dou um jeito de você nunca mais voltar a ver seu amado Kol. – ela parou. – Tenho poderes para isso, você sabe bem que não estou blefando. – ela se virou para ele lentamente. – Então, se quiser ver seu precioso Kol novamente eu sugiro que faça o que eu digo. – ele fitou a expressão de medo de Alice sorrindo. Cena 2:Damon havia acabado de chegar em casa. Ele estava cansado. Teve que roubar um carro para poder voltar de Las Vegas e agradeceu por Elena estar distante dali. Ele sabia que Alice não mediria esforços para conseguir o que queria e ele precisava de ajuda. Damon pegou o celular e procurou pelo número de Jeremy. Ele estava quase telefonando quando ouviu o barulho da porta. Damon se virou a viu Silas, que para ele era Stefan. – Damon? Não estava em Las Vegas com a vampira louca? – os dois se fitaram. – Eu estava até ela me largar num quarto de hotel. – Para onde ela foi? – Receio que tenha voltado para Mystic Falls, mas não tenho certeza. – ele pegou um copo de uísque. – Vamos precisar de ajuda Damon, sabe disso. – Silas indagou tentando parecer preocupado. – Eu ia ligar para o pequeno Gilbert quando você chegou. – Acha mesmo uma boa ideia? Elena não iria de gostar de colocá-lo no meio de toda essa confusão novamente. – ele apontou um dedo para Damon. – Elena não está aqui para saber que toda essa confusão existiu. – ele disse em tom debochado até que os dois ouviram um barulho. Damon se virou, mas não viu ninguém. Os dois se encararam e de repente Damon foi jogado contra a parede. Silas se virou e Klaus estava parado na sua frente. – Olha só quem chegou pra festinha. – Damon indagou enquanto Elijah o enforcava. – O que vocês dois vieram fazer aqui? – Silas perguntou. – Caçar minha irmã e trancá-la novamente em um caixão se for preciso. – Klaus cuspiu as palavras e Silas o fitou. – Onde ela está? – Elijah perguntou enquanto encarava Damon. – Não sabemos. – foi a única coisa que o Salvatore conseguiu falar, ele estava praticamente ser ar. – Mas, conhecendo Alice do jeito que conheço, ela já deve saber que vocês estão aqui. E deve estar procurando algo que possa ter contra vocês dois. – Klaus e Elijah se fitaram. Cena 3: Alice estava esperando sua vítima acordar. Capturá-la não havia sido difícil. Ela teve apenas que esperá-la sair de casa e pronto. Ela sorriu. Seu plano estava dando certo. Lucy estava se preparando para completar o feitiço e ela agora tinha um trunfo nas mãos. Nada daria errado. A jovem refém começava a acordar. Ela não fazia ideia de onde estava e nem de como havia chegado ali. Sua cabeça doía. Ela nem sabia que vampiros tinham dores de cabeça. A jovem se virou e se encolheu ao ver a figura que estava na sua frente. – Bom dia Bela Adormecida. – Alice zombou enquanto sorria debochadamente. – Por favor querida, não se assuste, eu prometo não fazer nada com você ainda. – a jovem vampira tentou escapar, mas Alice era mais rápida e a jogou no chão novamente. – Para onde pretendia ir? Klaus não vai te salvar dessa vez como ele te salvou de Alaric. – O que você quer de mim? – ela cuspiu as palavras. – Quanta agressividade, Caroline, não combina com você. – ela riu. – Não quero nada de você, só quero que fique aqui e seja meu troféu. – Você enlouqueceu? – as duas se fitaram e Alice sentiu que alguém se aproximava. Caroline também sentiu a mesma coisa e pediu que fosse algum amigo. A porta bateu e de repente alguém jogou Alice no chão. Ela o encarou com os olhos em chamas. Alice estava furiosa, mas ele com certeza estava mais. Ela o atacou, mas ele foi mais rápido e quebrou o pescoço da Alice. Caroline observou tudo de longe, ela não queria fugir. Ela sorriu ao ver o rosto de seu salvador. Klaus apenas sorriu para ela.
Cena 4:Alice abriu os olhos devagar tentando desvendar onde estava. Ela observou todo o local e reconheceu como sendo a mansão de sua família em Mystic Falls. Ela ainda estava no mesmo lugar onde tinha deixado Caroline antes. Ela se lembrou de tudo que aconteceu. Lembrou-se de Klaus a atacando. Alice tentou fugir, mas assim que sua pelo entrou em contato com a luz solar ela começou a queimar. Alice gritou e correu para as sombras novamente. – Dói, não é mesmo? – ela olhou para o lado e avistou Damon com um copo de uísque na mão. – Me devolva meu anel Damon. – ela não estava para brincadeiras. – É claro. – ele indagou. – Ah, eu me esqueci. Não está comigo. – ela ameaçou atacá-lo, mas Damon apontou para a claridade do sol que os separava. – Eu não aconselharia. – ele zombou. – Quando eu sair daqui eu vou acabar com você. – Alice o ameaçou. – Não fui eu quem quebrou seu pescoço. – ele apontou para ela. – Suponho que Niklaus esteja procurando minha bruxa. – ela sorriu de forma irônica. – Suponho que queira nos dizer onde encontrá-la. – Elijah entrou no porão que mais parecia um calabouço sendo seguido por Jeremy. Alice o fitou e logo depois fitou Jeremy. – Sua suposição está errada querido irmão. – ela o encarou. – Sabem que vou me vingar quando sair daqui. – ela encarou um por um. – Não tem nenhuma arma contra nós. – Damon indagou e ela soltou uma risada. – É aí que você se engana, Damon, na verdade eu tenho. Tenho um amigo em Nova Orleans que iria adorar conhecer a doce Elena. E acho que Klaus adoraria saber que Katerina é humana agora e que ele pode criar mais híbridos. – ela sorriu malignamente e os três rapazes se assustaram. – Você não teria coragem. – Elijah sussurrou mais para si do que para qualquer um. – Veremos. – ela se encostou na parede e cruzou os braços sorrindo. – Por que você não continuou morta? – Damon cuspiu as palavras. Alice o fitou. – Eu nunca estive verdadeiramente morta, querido. – Eu vi você morrer. – Jeremy se pronunciou pela primeira vez. Alice apenas encarou Elijah. – Você não pode sair daqui irmã, conte a eles sua história. – ele estava claramente querendo atrasar qualquer plano que Alice pudesse maquinar. – Está bem. – ela sorriu e começou. – Há mais de mil anos eu e minha mãe nos mudamos para uma aldeia em Mystic Falls. Nessa aldeia moravam os Mikaelson e nossa querida Tatia Petrova. – ela sorriu para Elijah. – Logo viramos grandes amigos, mas as coisas não eram tão fáceis quanto pareciam ser. Suponho que já saibam a história da morte de Henrik e de como meus irmãos se transformaram em vampiros. – ela apontou para Damon que apenas assentiu. – Enfim, minha saúde não era das melhores e eu acabei adoecendo. Uma doença que não tinha cura. Minha mãe era uma bruxa, mas não como Esther. Ela lidava com a magia das trevas. – Jeremy se assustou. – Minha mãe queria um feitiço que me tornasse forte e imortal. Apenas me transformar em vampira não era o suficiente para ela, no entanto, a natureza não podia deixar existir um ser tão poderoso, eu precisava de uma fraqueza. – ela parecia nostálgica. – Numa noite, eu estava quase morrendo, quando minha mãe me deu um líquido diferente. Sangue de vampiro. Eu me transformei naquela noite. Mas não não como os outros vampiros. Eu não tenho apenas uma linhagem. Eu tenho duas. – Elijah fitou o vazio. Jeremy e Damon se assustaram. – O feitiço me deu o poder de duas linhagens. A linhagem de Klaus e a linhagem de Kol. Mas, como fraqueza, se um deles morrer, eu fico adormecida até uma bruxa me trazer de volta com um feitiço específico. Se um deles adormecer, eu também adormeço. Se os dois morrerem, eu também morro. – eles se encararam. – Foi por isso que você não morreu quando Kol foi morto? – Damon perguntou e ela apenas assentiu. Eles ficaram alguns minutos em silêncio para processar a nova informação até ouvirem um barulho na casa. Os quatro se encararam e então Jeremy saiu do porão. Ele olhou para os lados. – Damon, tem alguém aqui. – ele parecia assustado. Elijah foi ao encontro dele e se assustou ao ver a figura na sua frente. – Mãe? Cena 5:– Onde estamos Klaus? – Caroline perguntou, ela parecia assustada. – Apenas continue caminhando. – ele disse, evasivo. Caroline parou na frente dele e Klaus a fitou. – Me conte o que está acontecendo. – ela arqueou as sobrancelhas e cruzou os braços. Klaus suspirou. – Alice quer abaixar o véu novamente. Ela pretende trazer meu irmão Kol de volta. – a loira se assustou. – Sabe que temos que impedi-la não sabe? – ela passou as mãos no cabelo. – É o que eu estou tentando fazer. – ele deu um sorriso falso e passou por ela. – Sabe onde ela está? – Caroline questionou, mas não obteve resposta. – Klaus? – ela o procurou, mas Klaus havia desaparecido. – Klaus? – ela sentiu um arrepio tomar seu corpo. Caroline estava com medo. Rebekah parou na frente da mansão Salvatore. A porta estava aberta. Ela havia deixado Matt em um lugar seguro, se é que haviam lugares seguros em Mystic Falls, e foi ajudar seus irmãos. O lugar estava quieto e ela achou aquilo estranho. – Damon? – ela chamou assim que entrou na enorme sala. De repente alguém a puxou e tampou sua boca. Era Damon. – Não faça barulho. – ele sussurrou no ouvido da moça e ela ouviu passos na sala. Damon a soltou e Rebekah o encarou. – O que está acontecendo aqui? – Parece que a bruxa já abaixou o véu. – Como você sabe? – Rebekah questionou. – Rebekah querida, sei que está aqui. – ela se assustou ao ouvir aquela voz tão conhecida. Ela fitou Damon. – Apareça ou eu mato o jovem caçador. – ela encarou Damon com lágrimas nos olhos. Damon foi ao encontro de Esther. – Não podemos resolver isso de outra maneira? – ele perguntou. Esther sorriu. – Na verdade não há outra maneira. Eu tenho uma missão a cumprir. – Acontece que essa sua missão vai me matar. – ele disse ironicamente. – É a lei da vida. Todos devemos morrer. – os dois se fitaram e Rebekah parou ao lado de Damon. – Mãe, pare com isso. Deixe Jeremy em paz. – ela segurava o choro. – A vida do rapaz pela sua, minha filha. – Rebekah continuou parada no mesmo lugar. Jeremy tinha o medo estampado em seus olhos. – Acha que Rebekah liga para o pequeno Gilbert? – Damon perguntou debochadamente. – Ela não, mas Matt sim. Ele jamais a perdoaria se ela deixasse o melhor amigo dele morrer. – Esther disse vitoriosa com um sorriso nos lábios. Rebekah abaixou o olhar. – Por que está fazendo isso? – a jovem vampira sussurrou. – Porque eu preciso dar um fim no mal que eu mesma criei. – ela fitou Rebekah. Esther sabia que aquele era o momento de atacar. Rebekah estava vulnerável. Ela fez um feitiço e a vampira caiu no chão sentindo uma dor insuportável. Damon aproveitou para pegar Jeremy e sair dali. Esther ia matar Rebekah. – Eu vou acabar com você seu maldito! – Klaus praguejava enquanto era torturado por Mikael. O original apenas sorriu sem diversão. – Você não pode me matar, Niklaus. Eu já estou morto. – ele zombou e enfiou a estava na barriga de Klaus que grunhiu de dor. – Sempre soube que você era um fraco. – Mikael indagou e Klaus o encarou. Seus olhos transbordavam a fúria. Mikael sentiu que alguém se aproximava. Ele sabia que era Caroline. Ela se encostou e levou as mãos à boca impedindo a si mesma de gritar. – Acho que sua namorada veio se juntar a nós. – Mikael sorriu e observou o lugar. – Deixe-a em paz! – Klaus grunhiu. – Ou o quê? – Mikael se virou para ele novamente. Klaus tentou se soltar sem sucesso. – Acho que alguém quer brincar de esconde-esconde. – Klaus estava cada vez mais furioso. Mikael foi até onde Caroline se escondia em questão de segundos. Ela tentou fugir, mas ele foi mais rápido e a segurou pelo pescoço. Os pés da loira não tocavam mais o chão. – Vamos nos divertir muito juntos. – ele sorriu. Cena 6: Damon e Jeremy estavam indo ao local onde Bonnie abaixou o véu da última vez. Eles não tinham ideia do que os aguardava, mas precisavam impedir o Apocalipse Sobrenatural novamente. E Damon ainda tinha que encontrar Stefan. Os dois caminhavam rapidamente quando Jeremy parou. Damon também parou, pois aquela imagem os deixou paralisados. Bonnie e Ric estavam na frente deles. – Parece que eu sempre tenho que vir te tirar dessas confusões. – Ric indagou antes de abraçar Damon. Bonnie correu para os braços de Jeremy e o beijou. – Senti tanto a sua falta. – o jovem Gilbert indagou enquanto a abraçava. – Que coisa linda. – Ric zombou e Jeremy lhe mandou a língua. – Venha cá pirralho. – o ex caçador abraçou Jeremy sorrindo. – Podemos deixar o momento ternura para depois? Temos um véu para fechar. – eles assentiram e seguiram até seu destino. Damon avistou Lucy, mas ela fez um feitiço que os prendeu atrás de uma parede invisível, no entanto eles não podiam vê-la. Lucy pronunciava palavras ininteligíveis. Ela começou a ficar pálida e assim que terminou o feitiço desmaiou. Damon e Jeremy correram até ela. Damon deu seu sangue para reanima-la e Jeremy percebeu que Ric e Bonnie haviam desaparecido. O véu havia sido levantado novamente.
Rebekah havia conseguido fugir de Esther e se trancou no porão. Ela tentava se acalmar o máximo que podia. Rebekah sabia que sua mãe era muito poderosa e aquela porta não a seguraria. Ela se afastou da porta e se assustou ao encontrar Alice. – Se escondendo Bekah? – ela perguntou com desdém. – Por que não fugiu com os outros? – Rebekah perguntou assustada. – Eu morreria antes de chegar na calçada. – ela mostrou sua mão para Rebekah que percebeu que ela estava sem seu anel do sol. – Ficando aqui você vai morrer de qualquer maneira. – ela a fitou e Alice apenas deu de ombros. Rebekah ouviu a porta sendo forçada e encarou Alice. Alice se assustou. A porta se abriu bruscamente e as duas vampiras foram presas a parede com um feitiço. Rebekah e Alice se olharam e deram as mãos. Rebekah a encarou confusa. – Sempre juntas lembra? – Alice forçou um sorriso e Rebekah fez o mesmo. Esther estava pronta para matá-las quando desapareceu. Rebekah e Alice caíram no chão. As duas se fitaram e entenderam que o véu havia sido levantado novamente.– Me deixe em paz! – Caroline gritava e chorava enquanto Mikael a torturava. Klaus tentava se soltar de qualquer maneira. – Mas eu ainda nem comecei. – ele soltou uma risada maligna. – Eu juro que vou matar você desgraçado! – Ameaças e mais ameaças. Você nunca se cansa disso Niklaus? – ele fitou Klaus. Eles ouviram um barulho e avistaram Elijah. – Já chega Mikael. – ele disse firme fazendo Mikael rir. – Quem você acha que é? – ele apontou para Elijah. – Vocês dois, sempre tão protetores um com o outro. Quem você veio salvar Elijah? Seu irmão ou a garota? Você só tem uma opção. – ele encarou os dois irmãos. Klaus lançou um olhar para Elijah. Ele implorava que o irmão salvasse Caroline. – Quer saber? Acho que vou matá-la e poupar você de tudo isso. – ele pegou uma estaca e mirou no coração de Caroline. Klaus gritou, mas Mikael havia desaparecido. Tudo havia acabado. Cena Final: Klaus levou Caroline para casa e a deitou na cama. Ele já havia se recuperado dos acontecimentos daquele dia, e, apesar das circunstâncias, ele havia adorado revê-la. Ele estava pronto para partir quando Caroline segurou sua mão. Eles se fitaram. – Obrigada. – ela murmurou e ele sorriu. – Não precisa agradecer amor, você também salvou minha vida. Estamos quites. – os dois riram. – Você tem mesmo que ir? – ela quase sussurrou. – Infelizmente sim. Tenho assuntos inacabados em Nova Orleans. – ele tinha uma expressão triste. – Não quero ficar sozinha. – ela estava um pouco fraca. – Onde está Tyler? – Na faculdade. Eu vim visitar minha mãe. Eu e ele não estamos muito bem. – ela o fitou intensamente e Klaus desviou o olhar. – Então ficarei aqui até você adormecer. – ele se sentou na cama e Caroline se alinhou em seu peito. Klaus aguardou pacientemente até ela pegar no sono e quando isso aconteceu ele saiu silenciosamente do quarto da jovem. Klaus não podia ficar, ele tinha que terminar o que começou. Talvez se Caroline quisesse partir junto com ele, mas ela não queria. Ele abriu a porta e saiu. – Klaus? – ele se virou e viu Caroline. – Eu te acordei? Me perdoe. – ele sorriu. – Eu precisava me despedir. – eles se olharam intensamente. Klaus se aproximou dela lentamente. Os dois estavam a pouco centímetros um do outro. Caroline fitou Klaus profundamente e o beijou. Alice estava sentada no Mystic Grill. Elijah havia devolvido seu anel, mas já era noite. O lugar já estava vazio, melhor assim, Alice não queria falar com ninguém. Seu plano havia fracassado. Ela falhou. Sua vontade era de matar todos que a haviam atrapalhado, mas ela não poderia fazer aquilo, não conseguiria. Ela bebeu o último gole de uísque que havia em seu copo e o garçom veio até ela. – Vamos fechar daqui a alguns minutos moça. – ele foi gentil e encheu o copo dela mais uma vez. – Tudo bem, eu já estava de saída. – ela sorriu fraco. Ele sorriu e se afastou. De repente Alice ouviu uma música. Aquela era sua música preferida. Ela sorriu e imaginou que o garçom havia colocado a música para tocar. – Sabia que essa é minha música preferida? – ela perguntou sem se virar. – Na verdade eu sei sim. – ela reconheceu aquela voz e se virou. Alice não conseguia acreditar no que seus olhos estavam vendo. – O que foi garota, parece que viu um fantasma. – ele indagou sorrindo. – Kol? Como isso é possível? – ela sentiu lágrimas se formarem em seus olhos. – Sua bruxa fez um bom trabalho. – ele soltou uma risada. Alice correu até ele e o abraçou. – Não acredito que você está mesmo aqui. – ela chorava. Kol se afastou um pouco e segurou o rosto da moça. – Eu não estaria aqui se não fosse por você. – eles sorriram juntos. – Obrigado Alice. – ele aproximou seu rosto do dela e a beijou.
Notas finais
Música do Cap.: http://www.youtube.com/watch?v=SRvCvsRp5ho
Música preferida da Alice: http://www.youtube.com/watch?v=4P1x7Yy9CXI
Música preferida da Alice: http://www.youtube.com/watch?v=4P1x7Yy9CXI
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