The True Love
7 Tudo para mim
Notas iniciais
Jinyoung me olhou, percebeu que eu ficaria sem reação, na verdade todos estavam sem reação. Então ele sorriu, sem graça e respirou fundo.
- Winny... — Ele disse sem graça. — sentimos muito pelo que aconteceu no cinema, mas talvez você tenha entendido... Errado.
Winny pareceu confusa, mas logo sorriu contente. Ainda assim, todos os olhos estavam sobre nos dois.
- Olhem! Uma estrela cadente! — Dongwoo berrou.
Todos correram para a varanda, de fato o céu estava cheio de estrelas, mas não tinha nada brilhante caindo do céu. Os outros olharam emburrados para ele, que sorriu divertido.
- Já caiu. — Ele brincou.
Rose brincou dando um tapa em seu ombro, mas antes que ela pudesse empurra-lo ele a puxou pelo braço a dando um beijo. Voltamos para a sala, parecia que ninguém se lembrava do ocorrido.
- Pedimos pizza? — Sugeriu San.
Assentimos. A pizza não demorou em chegar, mais infelizmente esquecemos-nos de comprar o refrigerante. Baro se levantou do sofá e esticou a mão para mim.
- Vamos comprar o refrigerante, Gongchan. — Ele falou sorrindo.
Parecia que o ar da minha volta tinha congelado, Baro é uma pessoa maligna, disso eu tinha certeza, ele é a pessoa que mais suspeita do que está acontecendo entre eu e o hyung e o sorriso que estava em seu rosto não me ajudava a ter uma boa esperança sobre o que ele queria conversar.
Levantei sem sua ajuda e saímos do apartamento. Caminhamos por uns 5 minutos em silêncio, até que ele suspirou fundo.
- Será mesmo que a Winny entendeu algo errado?...
Suspirei, sempre seria Baro que nós pegaria mentindo.
- Claro que Sim. — Falei cansado. — Imagine só, que imaginação a dela.
Baro analisou a situação.
- Não sei... — Ele admitiu.
Empurrou-me para uma ruela escura e observou cauteloso.
- Ela disse a verdade, não foi, Gong?
- Pare com isso, Baro. — Disse o empurrando, mais ele segurou meus pulsos. — Sandeul não vai gostar de saber disso, ele pensaria besteira.
- Pare de fingir. Vocês estão juntos, não é?
- Baro, pare! — Gritei.
- Diga a verdade ou te beijarei! — Ele grunhiu.
Eu gostava do Jinyoung, na verdade, eu acho que o amo, ele é tudo para mim, mas sou humano, hesitei ao ver Baro tão perto, só tomei uma decisão firme quando me lembrei do sorriso do hyung.
- Sim! — Berrei. — Estamos juntos!
Ele sorriu e me soltou, fez um "Yes" com os braços e depois voltou os olhos para mim.
- Por que esconderam?
- Eu estava com medo, ok? Não queria ser taxado como gay... E além do mais, eu... Ah, sei lá Baro. — Dei de ombros.
Baro parecia desapontado com minha resposta, acho que ele esperava algo que fosse algo que o deixasse surpreso.
- Agora sei por que você estava todo sorridente esses tempos... — Ele disse convencido. — E Então, o Jinyoung trança bem, hein?! — Ele brincou.
- Baro! — Disse o empurrando. — Pare com isso! — Já estava corado nesse momento. Ele riu.
- Vocês já trançaram, não é? Ah... Aquele filme pornô... Não era filme, certo?!
- Baro! — Exclamei saindo da ruela.
Ele riu me seguindo.
- Pelos seus gemidos estava muito bom, maknae. — Ele brincou.
Revirei os olhos, corado, ele ria. Durante o toda a trajetória, Baro falava: "O maknae não é mais virgem" e dava tapas fortes no meu bumbum. Entramos no apartamento, eles conversavam e Dongwoo e Rose estavam abraçados junto à varanda. Tão fofos!
- Finalmente! — Sandeul exclamou pulando em Baro.
Winny pegou a coca-cola e distribuiu em copos dando um para cada um. Comemos pizza e jogamos Go!Stop! .
- Tchau! — Nos despedimos.
Dongwoo demorou mais um pouco, é claro. Descemos para o carro, Sandeul apoiou a cabeça no ombro de Baro e ele na dele. Jinyoung iria dirigir, Dongwoo sentou-se atrás e eu obviamente na frente. Ligamos o rádio, estávamos cansados, não conversamos muitos no percurso até o apartamento.
Eu e Jinyoung sentamos na cama, desabotoei a minha camisa.
- Baro disse alguma coisa? — Ele perguntou olhando com atenção cada botão que tirava.
- Ele sabe. — Disse deitando na cama.
Ele se virou surpreso, deitou ao meu lado apoiando a cabeça com a mão.
- Como assim?
- Ele descobriu, graças a idiota da Winny. Agora ele vai ficar-me zuando para todo o sempre.
- Mas é melhor assim, eu acho... Nós não precisamos mais nos esconder. — Ele disse beijando minha bochecha.
- E eu vou ficar taxado como gay, ótimo. — Disse emburrado.
- Pare de ligar para isso. — Ele respondeu beijando-me.
Eu adorava quando ele fazia isso, eu tenho medo, é claro que sim, medo de ser taxado como gay, de sofrer preconceito, de tantas coisas. Mas mesmo assim, eu me sinto tão bem ao lado dele, olhando nos olhos dele. Quando estamos juntos parece que nada mais importa, meu mundo se torna diferente, bem melhor.
Suas mãos escorregaram até o botão da minha calça. Segurei seus braços.
- Você está ficando viciado nisso. — Disse dando um beijo nele.
- No que isso importa? Vem. — Ele disse puxando-me para mais perto, colando nossos corpos.
Sorri entre os beijos, eu gostava do temperamento quente dele, mas adoro provoca-lo. Segurei a gola de sua camisa o afastando.
- Essa noite não, hyung. — Disse dando um selinho estalado.
Ele fez bico, triste desabotoo a camisa e deitou na cama ao meu lado. Sandeul entrou no quarto batendo a porta com força na parede. Assustei-me.
- è verdade?!
- O que?! — Perguntamos em coro.
- Que vocês estão juntos! — Ele exclamou.
- Não está óbvio? — Perguntei.
Sim, estava óbvio até demais, nossos lábios estavam vermelhos, camisas no chão, estávamos abraçados e com volumes entre as pernas. Mas óbvio que isso só... Não vou nem comentar. Baro surgiu ao seu lado com o sorriso perverso de sempre, abraçou San por trás beijando sua bochecha.
- Volta pro quarto, San. Ainda nem começamos direito.
E assim eles saíram do quarto fechando a porta, voltei minha cabeça para o traveseiro, fechando os olhos em busca de uma boa noite de sono.
- Que ótimo. — Jinyoung disse emburrado, virei para ele. — Baro e Sandeul podem fazer e nós dois não.
Ri alto. Ele ainda estava emburrado, eu ria sem parar.
- Pare com isso, hyung. — Falei dando-lhe um selinho rápido.
~ 4 meses depois:
— saengil chukhahamnida, saengil chukhahamnida, sarangha-neun Jinyoung,saengil chukhahamnida! — Cantamos em volta do bolo pequeno do aniversário de Jinyoung-hyung.
È o aniversário de 22 anos do hyung, ele está tão feliz. Já saímos para comer com a empresa mais nos do B1A4 decidimos fazer um pequeno bolo para comemorar o aniversário dele mais informal e com apenas nos 5. — Jinyoung assoprou a vela após de fazer um pedido que disse não contar a ninguém. Exclamamos felizes e batemos palmas.
- Eu fiz o bolo, então espero que esteja bom! — Disse.
Jinyoung parou por um momento, todos sabiam que eu não cozinho bem, mas dei meu máximo naquele bolo, tinha que está ao menos comível. Ele sorriu.
- Tudo que você faz fica bom, chanie. — Ele disse dando-me um selinho.
- Ei, hoje é o seu dia de receber elogios! — Falei.
- Ok, que lindo, o amor é lindo, — Baro disse. — Mas eu estou com fome, pode cortar o bolo ou eu tenho que fazer isso, Jin?
Jinyoung sorriu e cortou o bolo. Comemos, não era um dos melhores — na verdade nem chegava perto. — mas mesmo assim, estava comível, como previ. Ao acabar a refeição Sandeul e Baro ficaram responsáveis por lavar e guardar os pratos. Eu e Jinyoung fomos para o quarto.
- Chanie, — Ele chamou. — não vai me dar nada de presente?
- Mas eu já te dei o relógio... — Respondi pensativo.
- Eu quero mais que um relógio, — Ele disse jogando-me na cama. — e você sabe o que quero.
Sorri, era seu aniversário, eu não posso negar nada a ele. Puxei-o pela gola da camisa beijando-o com fervor. Não queria ligar para nada agora, nossas vidas estão perfeitas, como eu sempre quis. A banda está fazendo mais sucesso que nunca, estamos todos unidos, nossas fãs estão ao nosso lado e acham que tudo é fan servise, nossas famílias nem suspeitam da nossa opção sexual e o mais importante: estamos juntos e nos amamos. O que mais um garoto de 19 anos pode querer?
Sem ar, separei nossos lábios, mas Jinyoung fez questão de junta-los novamente, como sempre faz. Ele era quente, mas ao mesmo tempo conseguia ser romântico, ele é como um príncipe pervertido. Tirou minha blusa e beijou meu corpo, ele sempre fazia isto, eu adorava. Desci entre suas pernas e desabotoei o botão da calça jeans que ele usava colocando todo o seu membro na boca. Gemeu alto. Ele fodia em minha boca com movimentos rápidos e puxava meu cabelo. Gozou em meus lábios.
- Chanie, — Ele chamou, levantei-me. Num beijo lento e calmo ele me envolveu, tive pela primeira vez a sensação de que se isso durasse a eternidade eu não me cansaria, eu, pela primeira vez estou amando. — agora é sua vez.
Trocando de posição comigo, abaixou meu short e abocanhou meu membro, lambeu a glande e sugou, gemi. Ele brincava com meus testículos enquanto colocava o membro na boca.
Nessas situações eu sempre me sinto sem graça, mesmo sendo Jinyoung, sinto-me tenso, mas não hoje. Sem notar, gozei.
Ele levantou e voltou a beijar-me, minhas mãos brincavam com seu cabelo e as dele com meu pênis. Novamente, jogou-me na cama, beijou toda a linha do pescoço e mordendo todo o meu corpo.
Abri a gaveta com uma mão livre e peguei o lubrificante, Jinyoung entendeu. Pegou o mesmo da minha mão e o passou no local. Voltou a beijar-me.
- Abra bem as pernas, maknae.
Obedeci e então seu membro penetrou-me, no começo ele tirava e colocava devagar, afim de que me acostumasse com o desconforto que sentia, mas assim que acostumava ele ia rápido, rápido até demais. Já tinha me acostumado com aquilo, esperava sempre.
Ao término, beijou-me e deitou ao meu lado passando o braço em volta de minha cabeça.
- Chanie... — Ele disse, virei-me para olhar seus olhos. — Eu já disse que gosto de você. — Assenti. — mas a única vez que disse te amar todos presentes acharam que era Fan servise, então: Eu te amo, chanie. Você é tudo para mim.
Suados, nus e amando um ao outro. Assim acabamos essa maravilhosa noite.
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