The Teens Mutant TTM
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Em uma manha única de um calor inconfundivelmente insuportável. Desde muito tempo, já não se ocorria um tempo tão quente assim. Mas o clima do dia eram um dos menores problemas para a jovem Amália Morgan. Uma garota de dezesseis anos. De cabelos longos e vermelhos, pele clara e muito magra. Ela havia menstruado pela primeira vez, havia apenas algumas semanas. E logo depois disso, os resultados foram catastroficamente grandes. Ela fora “convidada” a ser expulsa de sua antiga escola, Instituição Educacional Sênior de Nova Iorque. E o motivo, não havia sido bem sua culpa, por ter destruído um banheiro feminino inteiro completamente. O que resultou no traumatismo craniano, de uma colega sua de escola que estava presente na ocasião. Por ter sido atingida por um pedaço grande de privada, que voara pelos ares. E isto aconteceu em um momento de pura raiva e humilhação. A mesma colega que acompanhava Amália no banheiro feminino, junto de um grupo de amigas, havia caçoado dela por aderir um estilo diferem. Amália aderia-se mais ao estilo Rock in Roll de ser, se assim pode se dizer. E havia seguido ela até lá, que resultou no puro descontrole de tudo.
Fora um dos piores momentos da vida de Amália até então. Porem ela havia acabado de descobrir que havia algo diferente nela. Fazendo-a perceber, e ser tratada compulsivamente, como uma garota totalmente do oposto de o que si é visto como normal. Ela se descobrir um ser evoluído. Muito mais do que muitos outros que conhecia. Ela descobrira que tinha uma força energizada explosiva, que se esvaia de seu corpo, ou tal vez mente, em momentos extremos.
Mas isto não vinha ao caso agora. Pois estava começando em seu primeiro dia de aula. Em uma escola nova, no sul da Inglaterra. A Academia Preparatória para Jovens. Ou se preferir A.P.J.
Tal escola era dirigida por uma diretora de aparência seria, carrancuda e bem firme. Rosto ossudo, com fortes linhas de idade. Tinha os cabelos grisalhos e escorridos, pele cinzenta. E sua julgar por sua extrema magreza, poderia até se dizer que não se alimentava havia anos. E expressava algo doentio no olhar, por assim dizer. Seu nome Margaret Walker, de quarenta e oito anos. E isso era apenas o que se informava dela, além do temo de exerçam no emprego. (Vinte e Nove anos).
Ao virar a esquina, Amália, com sua bolsa preta com vários botos presos nela, e outros enfeites variados presos nela, balançava em sua cocha. Ela vestia jeans escura e uma camiseta com a marca de uma banda estrangeira, que podia se ler, pois o pequeno, porem o horrível, palito abotoado escondia a imagem. Com os cabelos jogados no rosto, ela seguiu fitando a sua volta. Ao chegar a uma quase completamente deserta, com exceção por um grupo de estudantes que conversava e se agarravam no muro da escola.
– Ei! Aberração! – Gritava o grupo escorado na parede, para Amália – Este não é o seu lugar.
Amália tentou não dar atenção, e assim atravessou o arco de aço, que levava a sigla da escola A. P. J. , que cobria o portão gradeado e ladeado por sebes, mas no instante seguinte pode ouvir um deles gritar de susto. Pois um deles estava com um cigarro aceso na boca. E Amália, mesmo se esforçando para que não fugisse do controle, fez com que o cigarro se explodisse.
E com o menor esforço, exigiu que suas pernas se mexessem, correu sem devaneio para dentro do prédio, atravessando o gramado muito verde e florido. Que ao atravessar a porta de vidro automática, que abrira assim que ela se aproximara. Dando um encontrão, em algo muito gelado. Que fez até os pelos de sua nuca arrepiarem.
– Ai! Desculpa-me! – Disse Amália, alarmada. E se dando conta no que atingira. Um rapaz jovem, muito pálido, que usava óculos quadrados, cabelos azuis neon que quase lhe cobriam os olhos.
– Ei! Veja por onde anda gatinha! – Debochou-se ele, sem tirar os olhos do que o distraíra. Uma garota, de longos cabelos longos e loiros, com corpo como o de uma modelo.
– Sai do meu caminho, idiota! – Com o braço direito, tirou o garoto de seu caminho e seguiu pelo corredor.
Ao chegar pela manha calorenta, em sua nova escola. O jovem Nova-iorquino, Adolpho Miles. De dezessete anos, de aparência pálida, mais do que o normal, tem os cabelos cor tom azul neon. Sua vida já não é mais a mesma já faz muito tempo. Desde quando tinha apenas treze anos de idade. Quando havia ejaculado pela primeira vez.
No meio da noite, ela havia molhado toda sua cama. De inicio achara que era urina. Mas isso fugiu completamente de sua mente, no estante seguinte, dando uma visão geral em seu quarto. Ele estava coberto por neve, em cada espessura do cômodo. E para maior surpresa de Adolpho, era que mesmo o quart estando completamente tomado pelo gelo, ele não sentia frio. Era uma sensação estranha e extremamente agradável. Tal vez a melhor em toda a sua vida. E passou o resto daquela noite, apenas a pensar e observar. E quando o dia seguinte chegou a bater em sua janela, levara o maior surto. Seus pais entraram no quarto, e no mesmo instante em que a porta se abriu o gelo de todo o quarto desaparecera. Subitamente.
Na mesma hora, o jovem tentou contar e explicar para seus pais tudo o que havia acontecido. E como de previsto. Eles não acreditaram. E em uma semana depois, Adolpho estava começando seu primeiro dia em uma clica de reabilitação para jovens. Os médicos fecham sua ficha como a causa das alucinações era o uso de drogas, que ele encontra na gaveta secreta de seu pai no escritório.
Adolpho ficara internado por dois anos. E por isso nunca mais chegou a usar suas habilidades, de que ele descobriu em pesquisas antes de ir para a clinica, de criocinese novamente. Mas tudo tem seu fim. Sua súbita tentativa fracassada de reprimir, se deu inicio quando começou a perceber que não podia tocar mas nas coisas e nem em ninguém. Pois seus “poderes” estavam, de certa forma, começando a se a florar. E com isso , ficou agradecido, por lhe colocarem camisas de força. E por bom comportamento e uso estritamente devido dos remédios recomendados por toda uma rede medica, fora liberado quando ia completar quinze anos.
Quando voltou para casa, recebera a noticia que sua mãe havia vindo a falecer um ano depois de sua partida. Fora vitima de um câncer no pulmão. Adolpho, já esperava por isso. Pois sabia, que sua mãe era fumante desde que ele tinha quatro anos de idade. E enquanto seu pai se tornara um alcoólatra desempregado. Que torrava seu dinheiro com mulheres, bebidas e drogas.
Com poucos meses vivendo com seu pai, e tendo que conseguir seu primeiro emprego sem salario remunerado como balconista, seu pai fora diagnosticado com AIDS. Como a doença já estava em estado critico, ele vivera apenas mais dois meses. Com isso Adolpho fora mandado para uma instituição para adoção. Pouco tempo depois, quando suas esperanças de ter finalmente uma família novamente, recebera a visita de uma mulher mudaria sua vida para sempre. A diretora da A.P.J. (Academia Para Jovens). Margaret Walker, o adotara.
Ao chegar à casa de sua nova família, Adolpho com toda a certeza não tivera a melhor das recepções, conheceu o sobrinho de Margaret Walker. O jovem Paul Dorian, de mesma idade. Cabelos longos e loiros, aparência magra porem firme assim como sua tia Margaret Walker. Ele sempre fora muito hostil com Adolpho, que sempre desde o inicio não colaborava nem um pouco.
Então, Adolpho começara a ter aulas particulares para avançar mais nos estudos. Algo que deixou Paul com mais raiva e ciúmes ainda.
Adolpho tentou esconder suas habilidades por um tempo, mas fora impossível. Mas para sua alegria a diretora Margaret não se incomodara nada a respeito. Pois seu sobrinho, Paul também tinha seus segredos.
E agora com dezessete anos de idade, Adolpho e Paul, estão regressando no penúltimo ano de ensino médio, no A.P.J.
Agora, passeando pelos corredores da A.P.J. para passar o tempo enquanto a aulas não começavam, Adolpho, vias as pessoas passarem por ele o virem com olhares estranhos. Sérios ou Cômicos. Como se segurassem para não rirem de sua cara aberta mente.
Mas agradecendo, a Diretora Margaret, por instalar aqueles ar condicionados, pois o clima daquela manha não era dos melhores. Quase desmaiara a caminho a escola. Climas quentes não são seu forte.
Bem, mesmo com os olhares indiscretos, Adolpho tentou ser o mais natural possível. Do seu jeito, porem natural.
Chamando a atenção de todos, e tentando se amostrar para cada um que via passar. – Ei ai cara, tudo em cima? – Ela estalava os dedos, mostrava o dedão, piscava para todo mundo, principalmente as garotas – Como vão lindas? Quer me ver depois da aula? Você é bem gata sabia? – Claro levando fora e sendo ignorado por todos.
Caminhando mais um pouco, passou no banheiro masculino para se aliviar. Entrando lá, viu que estava ocupado apenas por um garoto de aparência estranha, se por assim dizer diferentemente bizarra.
O jovem, vestia calças justas pretas e com buracos nos joelhos, um blusão longa que lhe cobriam os pulsos, uma camiseta de uma banda gótica de metal For Dead Infinity (Para a morte infinita), e por incrível que parecesse: ele usava luvas pretas, que mantinham os dedos desprotegidos e nas costas das mãos das luvas prendiam-se sparks. Tinha cabelos meio longos e desgrenhados, branco, uma toca na cabeça que caia um pouco para trás. Ela urinava no niquitorio.
Adolpho tentou não prestar atenção, mas foi um pouco difícil, já que o rapaz não parava de lhe mirar pelo canto dos olhos. O que era um grande incomodo, ter um cara lhe lançando olhares furtivos enquanto usavam o banheiro. Constrangido e incomodado, Adolpho foi até a pia lavar as mãos. Abriu a torneira, “lavou” suas luvas sintéticas e transparentes. Que usava para não correr o risco de congelar tudo que tocasse. Depois se retirou ainda em silencio.
Logo que abriu a porta do banheiro deu de cara com uma jovem loira, alta, com o corpo feito a de uma modelo. Mas ele já a conhecia, era a namorada de seu primo Paul, Evanna, ou “Eva” como era mais conhecida. Eles quase nunca se falavam apenas um comprimento e gesto de educação ou pequenas trocas de olhares.
– Ah... Que suto! – Disse surpresa a jovem Eva, que trajava seu uniforme de líder de torcida. Muito curto e justo. Que delineavam muito bem cada centímetro de seu corpo perfeito, segundo Adolpho – Oi, Adolpho. Como vai? – Ela o cumprimentara sorridente.
– Oi! Bom... Vou... Eu... – Adolpho não era muito bem com as palavras. Não quando se tratava especificamente a uma pessoa.
Eva soltara uma risada gostosa, passou por Adolpho e seguiu seu caminho olhando algumas vezes para traz ainda sorrindo. E deixando com Adolpho um simples: “Até logo”.
Andando desabalado e muito encabulado, seguindo com o olhar o rastro de cabelos loiros que Eva deixara balançar a suas costas. E topando, ou melhor, dizendo pisando, em uma garota. Que corra desembestada em sua direção.
– Ai, me desculpe! – Pronunciou-se ela. Mirando-lhe por inteiro.
– Ei, veja por onde anda gatinha! – Ao dizer isso, a garota de longos cabelos vermelhos, baixa, quase tão pálida quanto ele, magricela, usando um estilo Rock in Roll. Que lembrava muito o cara no banheiro. Porem não usava luvas, e sim o palito da escola. Que ninguém usava. Ela lhe lançara um olhar odioso.
– Sai do meu caminho, idiota. – Pronunciou-se ela dando-lhe uma cotovelada e saindo mais uma vez desembestada pelo corredor.
– Ei vai com calma. Pra que essa presa toda. As aulas só vão começar às oito e meia. Ainda são... – Adolpho parou para verificar seu relógio – Ai, droga. Já são oito e vinte e oito, não posso me atrasar para a minha primeira aula. Se não ela vai me matar.
Percebendo que falava sozinho, fechou os olhos e silenciou-se. Abriu os olhos, notou que algumas pessoas lhe observavam. Então, também saio correndo desembestado pelos os corredores.
Fale com o autor