The Story of Us
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Querido diário,
Hoje decidi que irei viver a vida como ela deve ser vivida.Sinto falta dos meus pais mas, não posso me prender toda vez que eu me lembrar deles afinal eu os amo mas, não é justo que tudo seja sempre tão...solitário para mim.Meu maninho já os superou por quê apenas eu me prendo? Será que existe algo que eu não sei ou que eu não me lembro.MInha infância é tudo bem clara mas, existe uma época em que algumas coisas ficam embaralhadas, como a brigas deles sempre que papai sentia ciúmes da mamãe ou quando papai bebia demais.
Quero me lembrar mas, não consigo!
A vida é muito complicada, queria poder dar uma chance ao Vlad mas, não posso...Meu corpo anseia pelo Adam.Mas a partir de hoje mudarei isto, colocarei as cartas na mesa mostrarei a todos que a pequena Alice que um dia todos viram chorar e desmanchar em lágrimas cresceu.E que aquela garotinha assustada que eles viram se tornou uma mulher perigosa.
P.S:A mulher sempre será o perigo de todos os paraísos! ")
E assim dizia o diário dela naquela noite, não havia rancor nem sequer vingança mas, um desejo de mudança que desejava desesperadamente um rumo.Alice fechou o diário e pulou a janela do quarto.Tentou não fazer barulhos para não acordar seus tios, se eles a pegassem fora de casa depois do horário de recolher estava literalmente morta.Puxando o capuz do casaco e seguiu caminhando o caminho oposto ao de sua casa.
Se ela tivesse parado para prestar atenção teria notado o carro estacionado do outro lado da rua.Estava muito aborrecido com ela , e isso fazia com que a desejasse ainda mais. Decidiu que a seguiria a pé, afinal ela poderia notar o carro. Um homem sente prazer pelo espelho de sua própria mortalidade. A natureza mata por alimento ,por sexo, por território. A natureza mata sem emoção, o homem é o único ser que saber que o espelho de sua mortalidade é a essência do poder. Do controle.
A rua estava deserta segui-a sem problemas até que um sujeito correu até ela.Sentindo a raiva crescer dobrou a esquina.
Alice tentava se soltar das mãos de Adam , estava furiosa com ele e tudo o que menos queria era o toque dele.
–Alice por favor me escute?
–Não toque em mim!
–Por favor, preciso conversar com você.
Não sabia o porquê de dar satisfações á ela mas, sentiu-se na obrigação quando a viu naquele bar com aquele babaca.O olhar triste que ela estava, por Deus estava louco por aquela mulher.Ela deve tê-lo entendido mau o fato dele estar limpando o rosto de sua prima, Giorgia.
–Que parte do "eu não quero falar com você", você não conseguiu entender?-ela dizia já exausta. Adam por favor me deixe em paz.- choramingou.
–Alice aquela que você viu comigo hoje era minha prima Giorgia, ela estava com o rosto sujo e eu estava limpando Só isso.
Ela continuou quieta não reagiu, talvez estivesse pensando se deveria ou não confiar nele.Ela olhava para o chão quando segurou o queixo dela entre seus dedos e o ergueu de modo que ela olhasse em seus olhos. Os olhos dela estava cheia de água, talvez estivesse apaixonado pela primeira vez na vida.
–Entenda Alice, eu tenho fama de pegador mas, eu não sou um completo um cafajeste.Eu sou homem e tenho necessidades como todos os outros mas, no momento minha única necessidade é você.
Ela olhou bem no fundo dos olhos dele e a única coisa que viu foi a verdade pura.
–Mas e quando esta necessidade passar?
–Deixe o futuro pra depois.- beijou-a de leve nos lábios.- Neste momento eu quero você e nem tente negar porque eu sei que você também me quer.- beijou-a como se precisasse dela para sobreviver.Pela primeira vez não sentiu necessidade de apertá-la contra seu corpo ou de apalpar cada curva suave que ele já conhecia.Queria apenas o beijo dela, o toque suave e macio de suas mãos.- Minha pequena. -sussurrou.
Alice sorriu. Não conseguiria esquecê-lo sabia disso, o único jeito era se entregar ao momento e deixar-se levar pelas sensações e emoções. Pegou a mão dele e correu com ele até um bosque.
–Para onde vamos?
–Para um lugar que eu gostava de ir quando criança.
Adam olhou para o pequeno riacho cercado de tulipas rosas e amarelas, a luz do luar banhando as águas tornando-as prateadas.Alice sentou-se na grama e abraçou os joelhos, o lugar era simplesmente lindo.Deixando se envolver pelo ambiente sentou-se ao lado dela , durante tanto tempo morou ali e nem sabia da existência daquele lugar.Adam permaneceu calado assim como ela.
–Você não devia sair de casa a essas horas, sabia?
–Sei.- respondeu.- Mas eu precisava.
Puxando-a para seus braços apertou-a contra si.
Droga! Que merda está acontecendo comigo?
Tentando suprir sua necessidade Adam beijou-a, ela pareceu surpresa com o beijo repentino.Apertou-a contra seu corpo e ouvia gemer baixinho, sentiu seu corpo queimar de prazer.
–Adam por favor.- ela sussurrou baixinho.
Naquele momento desejou ouvi-la gemer daquele jeito enquanto estivesse dando prazer á ela.
–Acho melhor eu te levar embora antes que eu me arrependa do que posso fazer.
Ignorando o alerta Alice o beijou, às mãos dele foram parar em sua cintura trazendo-a para cima de seu colo, deixou que elas percorressem toda a extremidade da coxa dela, o moletom que ela usava estava atrapalhando o contato de pele na pele.Cessou o beijo apenas para retirar aquele moletom e quando o tirou respirou fundo. Ela usava uma camisola rosa bebê transparente.Podia ver os seios e os bicos rijos apontando para ele, desceu o olhar mais um pouco e descobriu uma calcinha de renda branca.Sem aguentar mais um minuto daquela tentação abocanhou um seio, enquanto seus dedos brincavam com o outro. Sugava-a com tanta força que ela deu um gritinho, estendeu-a sobre o gramado e continuou a torturá-la, as mãos dela seguravam seus cabelos e os puxavam levemente.
–Não Alice, quero fazer isso com você em minha cama.
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