Notas iniciais
Hey cupcakes.... Eu sei, eu sep vcs devem estar querendo me matar.... Mas tudo tem uma explicação! Primeiro meu laptop deu um problema e eu tive que re-digitar o capitulo, depois o site enrou em manutenção, depois minha escola entrou em semana de provas e para completar a desgraça minha internet só resolveu dar as caras hoje! ~*~ Depois de todos estes tristes acontecimentos posso lhes informar que voltei a ativa!!! EBA... Este capitulo esta um pouco engraçado, assim espero! Em fim espero que gostem e nao esqueçam de comentar, viu? Nos vemos lá em baixo...

Nada como a segunda-feira para acabar com a paz e tranquilidade do final de semana... Levantei sem o menor animo e me arrumei para ir para a escola! Peguei o carro e fui para a escola, mal cheguei e tive que sair, haveria uma palestra, a qual era obrigatória a presença sobre as doutrinas mais importantes do socialismo, eu sei... Um saco!

Voltamos para a sala e finalmente chegou o intervalo... A Aly continuava fascinada no novo “amado” , e esta obsessão dela por ele chegou ao ponto dela descobrir a classe que ele está, a marca do carro e muitas outras coisas. E eu só estou falando isso pelo simples fato de hoje eu fui a escolhida para ser puxada até a classe do Skandar e ver se acidentalmente nós esbarramos com ele! Acabou o recreio e arrumamos nossas coisas descendo logo em seguida para as próximas aulas, que não aconteceriam na classe.

Estávamos na aula mais chata da história, com a professora mais entediante do universo, aprendendo algo que ninguém nunca vai usar na história da humanidade! Agora você, ser humana normal, deve estar se perguntando aonde raios eu estava... Eu e as meninas, assim como o resto da classe, estávamos na aula de Laboratório de Biologia. E acreditem quando eu digo que nada que está ruim não possa piorar, porque está maravilhosa aula piorou quando neste ano a minha amada diretora, que fique claro a ironia, juntou a minha classe com a da Patrícia para as aulas de Educação Física e Laboratório. Eu sei... deprimente!

Nos dividimos nas bancadas, eu estava sentada com a Lice e a Taylor e o problema era que estas duas quando juntadas em uma aula de laboratório não dá certo pelo simples fato das duas não pararem de falar um minutinho se quer! A professora que estava falando sobre os parasitas já havia me encarado umas quatro vezes. E acreditem isso não é um bom sinal...

Chegou então o momento que eu estava temendo que acontecesse. A Alicia deu uma risada que não passou despercebida pela professora e no exato momento que eu fui chamar a atenção delas a professora virou nervosa e viu a cena:

– Srta. Parker eu quero que você troque de lugar com a Srta. Evans. – eu ia argumentar – Agora!

Eu já tinha levantado ao mesmo tempo que a Evans e juntas falamos indignadas, tentando mudar a situação:

– Mas professora...

– Não quero saber! – me interrompeu – Sei muito bem o que vocês vão falar! Já dou aula para vocês há um ano, o único jeito de fazer você – apontou para a Evans – parar de flertar com o Sr. Collins e você – olhou para mim – para de fofocar com as suas amigas é colocando cada uma com pessoas que ambas não conversem! – terminou – Já estou decidida, Clarisse vá se sentar ao lado do Nicholas.

Caminhei batendo o pé até a bancada onde Nicholas e Marco estavam sentados, joguei a bolsa no chão e deitei a cabeça no mármore gelado da bancada. Estava quietinha na minha, curtindo a minha desgraça e pensando num jeito de matar a Alicia e a Taylor, até que o idiota do Collins, SIM já voltei a odiar ele pelo simples fato dele vir me irritar, fala baixinho:

– Loira da minha vida, se eu entendi direito você veio sentar aqui para prestar atenção na aula, não para dormir.

– Me deixe em paz Collins, antes que eu decida descontar a raiva que eu estou sentindo no momento em você. – sussurrei entre dentes.

– Você não faria nada comigo.

– Não tenha tanta certeza disso...

– Ele tem e sabe por que Clarizinha? – Marco disse

– Por que?

– Porque você ama o meu amigo aqui! – disse e voltou a atenção para a professora.

Bufei e respirei bem fundo, acumulei meu ódio por mais um tempo descontaria tudo na educação física. Após a aula estávamos saindo do laboratório e escutamos uma conversa da professora com a assistente, pelo o que eu entendi a tartaruga, “mascote” do laboratório, não poderia mais continuar na escola e ao ouvir isso Taylor virou e disse:

– Eu fico com ele professora! – olhamos para ela surpresa

– Tem certeza Srta. Williams?

– Claro... Eu sempre gostei de tartarugas! – a professora deu um sorriso e sai pedindo para a assistente deixar tudo em ordem.

– Meninas eu ouvi falar que tartarugas dão uma bela sopa... – Aly disse lambendo os lábios.

– Pode ir tirando essa ideia da cabeça, vocês não vão comer o Clyde! – Tay disse empurrando a Aly e entrando na frente do aquário.

– Clyde? – Juh perguntou – Já deu até nome Taylor?

– Sim já dei nome. E antes que vocês perguntei ele tem cara de Clyde...

– Okay, vou fingir que isso é normal.... – falei – Mas uma coisa você não pode negar, ele daria uma deliciosa sopa!

– Suas canibais! – Tay falou indignada.

– Deixem a Tay em paz! – Sun falou e começamos a rir da nossa situação.

Depois da nossa crise de risos, Taylor, avisou que passava ao final das aulas para pegar o Clyde e assim fomos em direção as quadras. Descemos para os vestiários, lá deixamos as mochilas, guardamos os celulares em um dos armários que ali haviam e trocamos de roupa, não iriamos fazer educação física com a roupa que estávamos.

Deu o horário e subimos para as quadras, nossa professora não estava lá e isso significa que faremos aula com os meninos... EBA, só que não! Nos aproximamos e o professor disse que teríamos queimada para aquecer e jogaríamos basquete depois, pelo menos algo de bom vai ter. Alguns alunos foram pegar as bolas e capinhas e enquanto isso fiquei brisando, até que vi o queridinho da Alicia aos beijos com a Fregolente.

– Aquele ali não é o meu príncipe russo beijando a Vacatória, é? – perguntou Aly revoltada, ferrou ela viu.

– Clair olha a que ponto a Aly chegou... — Tay falou balançando a cabeça negativamente

– Do que vocês estão falando? – Juh, que estava distraída, perguntou

– Do Alexander Juh, o garoto do terceiro ano. – expliquei e ela pareceu lembrar – E Aly o “Skan” não é seu, portanto ele é livre para beijar quem ele quiser.

– Ainda Clarisse, ainda... — falou com uma voz misteriosa – Ele vai ser meu, só meu! – afirmou e saiu andando em direção as quadras.

Ao chegarmos na quadra designada o professor e os meninos estavam terminando de organizar o jogo. Seria uma queimada normal, com o morto que dava a volta na quadra (em outras palavras tudo em volta da quadra era morto para as duas equipes) e estava decidido que seria classe contra classe, ao ouvir isso dei um sorriso.

– Que sorriso diabólico é esse Clarisse Mary Parker? – Sunny perguntou.

– Chegou o momento que eu tanto esperava meninas... chegou a hora para eu poder descontar todo o meu ódio! – falei enquanto olhava o pessoal da outra classe.

– Algum alvo definido amiga? – Aly perguntou

– Sim e acho que você também já tem um. – falei

– Claro, é a Vacatória. E o seu se eu não me engano é a Rainha das Barbies falsificadas.

– Correto. – disse e fizemos um toque, aquelas duas iriam sofrer.

Que o jogo comece... Começamos ganhando, porque diferente da outra classe nós éramos melhores: os meninos de ambas as classes eram bons, porém as meninas da classe da Evans eram péssimas e ficavam se escondendo atrás dos meninos... Na minha humilde opinião: ridículo! Agora que já falei da situação geral deixe-me explicar como está indo o meu time: Nick, Marco, John, Leo e Pedro são muito bons e estavam tentando queimar o namorado da Sunny que também era muito bom; dentre nós a Sunny sem sombra de duvidas era a melhor, diferente da Megan que era um fardo para nós.

Agora voltando o meu foco para o jogo eu percebi que eu ainda não tinha queimado a Patríranha, que estava se escondendo no fundo da quadra bem próxima do morto. Deixei que me queimassem e fui chegando bem perto dela, sem ser percebida, com a bola nas mãos e... Queimei ela, que deu um grito.

– Srta. Evans para o morto, Srta. Parker pode voltar para o vivo.

Assim seguiu o jogo, a idiota da Evans tentava me queimar a todo o custo até que o Marco queimou o Siwon que queimou todas nós. Agora estavam no vivo apenas o John e um garoto da outra classe... Eu peguei uma bola, mas estava marcada demais, passei para o Leo que passou para a Aly, que passou para a Taylor, que passou para o Marco, que passou para a Sunny que finalmente queimou o garoto! Ufa porque eu já estava ficando tonta! Corremos até o John e começamos a comemorar.

Agora seria basquete, nós dividimos os times, ficou assim ao final da escolha:

Time 1: Nicholas, Marco, Pedro, John e Leo

Time 2: Eu, Alicia, Taylor, Juh e Sunny

Time 3: Patrícia, Victória, Megan, Siwon (eu sei pobre Siwon) e outro garoto

Tirando estes três times, que são os que me interessam, formaram-se mais 6. Os jogos foram acontecendo e eu percebi duas coisas, primeira -> o time das patricinhas não jogava nada, tirando o Siwon e segunda -> o time dos meninos, me dói admitir, estava invencível... eles jogam muito bem! De acordo com o professor o time que ganhasse iria jogar contra nós e já que era o time do Nicholas contra o da Patrícia, obviamente jogaríamos com os meninos. Após a vitória dos meninos o professor deu a eles dez minutos para descansarem e a Juh estava tentando negociar com o professor o fato dela não querer usar capinha e o Marco teve uma brilhante, péssima ideia.

– Se as meninas não querem usar capinha e nós – apontou para os meninos – estamos suados demais e morrendo de calor para sermos cavalheiros e usa-las, fazemos assim: meu time joga sem camisa!- terminou e começou a tirar a camisa, OMG!

– Não é necessário Marquinho. – falei me levantando e segurando a camisa, numa tentativa falha de impedi-lo de tira-la. – Nós usamos a capinha sem problema nenhum... – tentei mudar o resultado da péssima ideia de Marco, estava desesperada!

– Loirinha pra que todo este desespero? – Nicholas perguntou dando um sorriso maroto e tirando a camisa também, Jesus me abana que corpo é esse?! – Apreciando à vista? – deu uma risada.

– Não sonha Collins! – falei desviando o olhar

– Nos meus sonhos você já fez muito mais do que me olhar! – disse safado

– Eu não faria mais do que te olhar nem nos seus sonhos mais pervertidos! – disse

– Então admite que estava me olhando?

– Não! Por que eu faria isso?

Quando ele ia responder o professor nos chamou para o jogo... salva pelo gongo! As meninas se levantaram e foram até onde se encontrava o professor e eu fui logo atrás, estava caminhando e fui abraçada por trás:

– Ainda não te respondi loira. – só podia ser o Nicholas – Você estava me olhando porque, obviamente, me acha bonito, atraente ou gostoso! – falou, deixou um beijo atrás da minha orelha e se dirigiu até o pessoal. Ao chegar lá só escutei:

– Então a Clair pula!

– Nem vem... – falei – Você acha que eu ganharia na disputa contra um deles?

Começamos a discutir e o professor definiu que eu pularia, inferno! Dentre os meninos seria o Marco, toda a minha esperança de conseguir se esvaiu. Você ainda tinha esperanças?! Consciência você deveria estar do meu lado. Sai dos meus devaneios e fui disputar a posse de bola com o Marco, claro que perdi.

Início do jogo e os meninos já fizeram uma cesta, IUPI. O tempo foi passando e estava uns 12 à 4 para eles. Falta do Leo na Taylor, oba lance livre... ela pegou a bola, respirou fundo e arremessou, marcou as duas cestas! Cesta ia, cesta vinha e começamos a alcançar os meninos, agora faltava apenas uma cesta, uma! Sunny pegou o rebote da bola e passou para mim, estava livre, sai correndo e cheguei na cesta, vou fazer uma cesta de três pontos, por honra! Eu iria acertar, estava sozinha, no instante que arremessei a bola meu corpo foi puxado para trás, fazendo com que a bola batesse no aro da cesta e caísse para fora.

O professor apitou indicando o final do jogo. Virei lentamente, segurando a minha raiva, olhei atentamente para os meninos. Estavam todos comemorando, mas o Collins estava com um brilho nos olhos, um brilho que eu só via quando ele aprontava, o encarei mortalmente.

– Nick é melhor você correr! – Leo alertou.

– Se eu fosse você, Collins, escutava o seu amigo! – falei me aproximando – Ele me conhece melhor do que você.

– Clair, meu amor, eu te fiz um favor. Afinal você erraria de qualquer maneira.

– Não me desafie Collins, você não sabe do que eu sou capaz. – falei

Virei de costas e fui em direção aos vestiários para poder me trocar e ir para casa, quando fui impedida sendo prensada na parede, estávamos muito próximos que até prendi a respiração.

– Então me mostra. – Nick disse

– O que? – perguntei desorientada e ele deu um sorriso, estava gostando da situação.

– Me mostra do que você é capaz... Eu não te desafiei, quero sofrer as consequências. – provocou

– Não me provoca! – consegui dizer

– Percebeu que não capaz para mim? – provocou de novo

– Não! Claro que não, mas mesmo que eu quisesse onde faríamos isso?

– Nas quadras. – falou como se fosse obvio e me puxou

Collins foi até a sala do professor, conseguiu a permissão para usarmos a quadra (eu não sei como) e voltou com a bola de basquete nas mãos. Já na quadra eu fui pegar a bola dele e fazer uma cesta para mostrar que eu realmente era boa jogando basquete, mas o idiota desviou.

– Você acha que vai ser tão fácil assim, loira? – perguntou – Eu posso até te amar com todo o meu coração... – eu ia contestar, porém ele continuou — ... mas se você quer me mostrar do que você é capaz, comece “roubando” a bola de mim!

Se é assim que ele quer é assim que será. Andei até ele lentamente e fazendo charme, fingindo que iria beija-lo para distrai-lo... Peguei a bola, sai correndo e fiz a cesta.

– Hey... Assim não vale! – reclamou

– Você não estabeleceu regras, então não reclama. – mostrei a língua

– Então vamos jogar.

O que no começo era um jogo amistoso virou uma disputa mundial para provar qual dos dois estava certo. Depois de duas longas e cansativas horas neste jogo sem fim, me joguei no chão de cansaço.

– Desistiu princesinha? – perguntou rindo

– Estou morta! – falei recuperando o folego – não fala nada.

– Ok... Vamos nos trocar e ai você pode ir para casa descansar. – falou – Vem levanta!

– Estou cansada demais. – falei manhosa

Nicholas simplesmente foi embora com a bola sem falar uma palavra, fiquei triste por ele ter me deixado mas não liguei, deitei novamente e fechei os olhos. Alguns minutos depois me senti ser levantada e dei um grito, depois que percebi que era o Nicholas não reclamei e me aconcheguei melhor em seus braços. Ele invadiu o dormitório feminino e me colocou sentada no banco que lá havia.

– Pronto Srta. Preguiçosa, entregue.

– Obrigada pela “carona” Nick. – rimos

– Sempre ao seu dispor Vossa Majestade. – disse e fez uma reverencia ridícula – E até amanhã.

– Claro e só para confirmar é amanhã a sua aula né? – assim que falei isso seu sorriso desapareceu – Se não for problema é claro. – completei sem jeito

– Tudo bem, pode ser amanha sim. – disse meio inseguro – Às 15:00, ok!

Assenti e ele saiu. Estranho, nunca vi o grande Nicholas Collins assim! Mas eu vou descobrir o que aconteceu com ele ou eu não me chamo Clarisse Mary Parker.

Notas finais
E ai....gostaram? Odiaram? Amaram? Ou está razoável? Não esqueçam de comentar... porque dependendo do numero de comentarios posto o proximo amanha! Bjs Gabs