The Story Of Us

5 A segunda opção da "vadia" burra.


Notas iniciais
Postei mais um pela demora/felicidade da Mands, hehe.
E SIM, É O DAMON SALVATORE ~eu não piro, mas metade do mundo pira~
Esse casal é o Amon/Damanda (ship estranho, uhum).
Boa leitura :)

Ah, como eu adorava as terças feiras. E sim, isso foi um pensamento sarcástico.

Eu estava sentada na mesa, junto com a vaca que eu amo (sim, a Luh), já que Rosalie estava ocupada demais dando “autógrafos”, e Alice estava lá com ela, tentando chamar a atenção de todas as maneiras possíveis. Ela até tentou malabarismo, e foi bem, mas ninguém a notou. Já era um começo, afinal, ela era uma anã, que sabia fazer malabarismo... A carreira no circo estava garantida. Sim, foi outra das minhas piadas ruins.

Luma não parecia estar com fome, ou mesmo humor. Ela encarava Rosalie, sua comida, e Logan (eu juro que se eles não ficarem juntos novamente, eu me mato, ou mato os dois, tanto faz) do outro lado do refeitório, e então bufava, empurrando sua bandeja para longe, logo após trazê-la para perto. Na terceira vez, eu me irritei, e puxei a bandeja para mim.

_Se você não quer essa pizza, eu quero._ Disse, pegando a pizza da bandeja, e dando uma enorme mordida, enquanto ela revirava os olhos.

_Eu tô sem fome. Sem humor. Acho que eu estou doente._ Ela me encarou preocupada, e eu engoli, para rir em seguida. Ela arqueou uma sobrancelha, e eu sorri.

_Você está é ansiosa, porque vai passar metade do fim de semana com o seu idiota favorito. _Eu ri alto, mesmo sabendo que iria apanhar. Ela abriu sua boca num ‘o’, e me socou no braço. Eu soltei um gemido de dor, mas continuei rindo. Eu amava provoca-la.

_Falando em idiota, tem um vindo na sua direção, Amandinha. _Ela sorriu sem humor, e apontou para Damon, que caminhava em minha direção, sua expressão triste, abatida. Meu coração deu um salto, e eu já sabia exatamente o que havia acontecido.

Suspirei, e fiz um sinal de “Volto depois.” para Luh, que revirou os olhos, e assentiu. Ela sempre odiou o fato de eu amar um idiota como Damon, e até eu odiava, ás vezes. Mas eu tinha que estar lá para ele, sempre. E continuar me iludindo.

Sonhando que um dia, ele largaria a prostituta da Elena, e veria que eu era a garota certa para ele. Mas ao que parece, isso não aconteceria tão cedo.

Fiz um sinal para fora do refeitório, e ele assentiu, saindo até o estacionamento por uma porta do refeitório. Eu o segui, suspirando, e me controlando para não voar no pescoço de Elena, do outro lado do refeitório, se agarrando á Stefany.

Sim, eu me referi ao Stefan. E sim, foi outra piadinha sem graça nenhuma.

Ele se sentou nos degraus de uma entrada para funcionários da cafeteria, e eu me sentei ao seu lado. Ficamos em silêncio por um minuto, olhando para o nada, até que eu o encarei, e ele fez o mesmo.

_Ela fez de novo._ Eu disse, e ele assentiu. Eu fechei os olhos, e contei até três, tentando deter aquelas imagens de Damon e ela juntos, que me deixaram ainda mais instável.

_Eu pensei que... Dessa vez, ela realmente estivesse disposta á estar comigo. A deixar meu irmão idiota de lado, e tentar... Ser feliz comigo. Mas é só ele estalar os dedos, e ela volta para ele, como um cachorrinho. _Ele trincou os dentes, e eu assenti, sorrindo sarcasticamente.

_Como a bela cadela que ela é, você quis dizer._ Eu corrigi, e ele riu baixo, mas então suspirou, e o sorriso sumiu de seu rosto. Ele deixou a cabeça cair, e eu senti meu coração se quebrar, naqueles milhares de pedacinhos, que eu nunca conseguia juntar para que ficasse novamente e totalmente bom.

Puxei seu rosto para cima com os dedos, e o encarei. Ele soltou um pequeno sorriso, quando seus olhos se encontraram com os meus. Eu me esqueci de como se respirava, e ele se esticou até que eu sentisse sua respiração no meu rosto. E então, deu um beijo no canto da minha boca.

E eu, quase desmaiei. Mas me mantive firme, ou quase isso.

Ele se afastou, e riu, corado. _Ahn, isso era para ser um “obrigado”. Obrigado por continuar aqui, Amanda. Eu devo ser um idiota, por precisar tanto de você assim.

Eu não consegui dizer mais nada, então eu só assenti, como se estivesse hipnotizada. Ele sorriu, e se colocou de pé, e eu o acompanhei com os olhos.

_Bem, eu te vejo mais tarde? Vou para casa mais cedo... _Ele olhou para a cafeteria, avistando Elena e Stefan pelo vidro. _Não tenho estômago para vê-los assim, tão... Felizes.

Eu assenti novamente. Ele riu, sem graça, e acenou, caminhando até o seu carro. Eu não me lembro em que momento foi que eu me lembrei de respirar. Depois que ele sumiu de vista, eu ainda fiquei alguns minutos tentando processar o ocorrido.

Então, o sinal soou, e eu me coloquei de pé. Sorrindo, de orelha a orelha. Lá estava eu, a iludida, acreditando novamente que essa seria a chance. E pela primeira vez, eu realmente, realmente, acreditei nisso.

Eu poderia mostrar para ele que era EU quem ele precisava. EU, EU, E NÃO A VADIA DA ELENA. Poderíamos ser felizes, e eu finalmente deixaria de ser a amiga inseparável, para me tornar a única garota da vida dele. Certo, isso foi um pouco de exagero, mas eu estava feliz demais para ter alguma noção do ridículo.

Eu sai saltitando –literalmente,- por ai, enquanto todos me encaravam como se eu fosse uma doente. Eu não me importava, eu nunca fui normal mesmo. Eu encontrei a “coisa”, e ela estava ainda pior do que antes. Eu parei para olhar em volta, e então, comecei a rir.

Renesmee estava caída no chão, ensopada com algum líquido que eu imaginei ser coca cola, metade de sua roupa rasgada, e a maquiagem completamente borrada. Luma estava com uma garrafa de coca cola nas mãos, e o que eu precisei fazer foi ligar os pontos. Eu estava rindo tanto que mal consegui notar que ela já estava saindo do refeitório. Eu mandei um beijo para Renesmee –pura ironia, afinal, depois do que ela fez com Rosalie, eu a odiava tanto quanto possível-, e corri atrás de Luh, que estava rindo também.

_Você devia ter visto a cara dela... Eu disse que iria jogar isso nela. _Mostrou a garrafa, e voltou a rir. _E ela não acreditou. Eu levei uma punição, mas isso foi impagável.

Eu ri também, e então sorri largo. Ela me encarou por um segundo, e então sua expressão se tornou confusa.

_Devo perguntar o que aconteceu, para causar esse sorriso?_ Ela arriscou, e eu ri, ainda sorrindo.

_Damon... Eu acho que, dessa vez, é sério. Sabe? Ele me beijou. _Eu disse, e ela arregalou os olhos, incrédula. Começou a dizer alguma coisa, mas eu a interrompi. _Não, não foi um beijo, realmente um beijo. Foi no canto, aqui. _Apontei para o local onde ele havia beijado, e suspirei, me lembrando.

Ela fez uma careta. _Isso não vai dar certo... Você não deveria se iludir tanto, Amanda. Vai acabar machucada, novamente. E eu vou ser obrigada a te aguentar por mais um fim de semana, enquanto você chora, come como se não houvesse amanhã, e assiste aqueles filmes depressivos.

_Como Titanic?_ Arqueei uma sobrancelha.

_Não, Titanic é legal. Eu me referia á aquela paródia de Crepúsculo, sabe? Aquilo é depressivo. _Ela disse, e eu concordei.

_Olha, me deixa correr o risco. Uma última vez e, se não der certo, eu desisto, e parto para outra. Eu prometo. _Sorri, e ela deu um pequeno sorriso de volta.

_Isso é uma promessa. Se não der certo, você vai esquecê-lo, ouviu?_ Ela ordenou, e eu arqueei uma sobrancelha. Isso era meio irônico, vindo da parte dela.

_Ah, e você conseguiu esquecer?_ Eu disse, e ela congelou por um minuto, e então assentiu, numa indiferença fingida.

_Claro que sim. O que eu não consigo fazer, hm?_ Ela sorriu forçado, e saiu caminhando, empurrando as pessoas até a sala de aula. Eu revirei os olhos, e a segui, enquanto me lembrava do beijo. Dessa vez, ele seria meu.

Só meu.


Notas finais
Nessie/Jake no próximo *-*