Notas iniciais
E aí gente como vocês estão? Eu sei que esse é um momento bastante difícil pra todxs e eu realmente espero que vocês estejam bem. Bom, para entreter vocês nessa quarentena eu decidi escrever e postar mais um capítulo, esse não tem grandes avanços na história,mas eu espero que vocês gostem. Desculpe qualquer erro,estou sem notebook e postando pelo celular, o que dá uma certa dor de cabeça. Música do capítulo [Boldy Talk- 1st Vow] escutem quando ela aparecer pois é importante pra entrar no clima. E como sempre comentem, favoritem, recomendem a fanfic eu já disse que SOU ALIMENTADA POR FEEDBACK e isso me dá ânimo pra voltar mais cedo com outro capítulo,beijos.

(Jane)
Abri meus olhos e senti a luz do dia invadir minha íris, praguejei mentalmente e cobri os olhos com o braço, foi quando senti um beijo delicado no meu rosto, sorri e virei encarando os olhos verdes de Maura. Ela é a mulher mais bonita que conheço, Maura me fazia sentir coisas que nenhuma outra mulher me fez sentir antes.
Lembrei da noite passada quando a disse que aceitava seu convite para morarmos juntas. Essa foi a melhor decisão que já tomei na minha vida,levei minha mão direita até o rosto da Maura e fiz carinhos na sua bochecha,ela moveu os lábios em um sorriso que me fez derreter,continuei acariciando seu rosto até que seus olhos se abriram,ficamos um tempo em silêncio, nos olhando,aproveitando o momento.

— Adoro acordar com você do lado Jane.
—Eu também Maura, mas não consigo explicar como você já acorda assim…
—Assim como Jane?!_ Ela disse olhando para si tentando entender o que eu estava falando.
—Assim perfeita_ Maura sorriu _ Olha o meu cabelo!_ Meus cachos naturalmente rebeldes agora mais pareciam q eu havia sido eletrocutada.
— Você também acorda linda Jane.
Eu sabia que não era verdade, mas vindo da Maura não iria contestar.
Estava levantando da cama com o lençol cobrindo meu corpo quando senti a mão dela puxando meu braço e no momento seguinte seus lábios de encontro aos meus, primeiro em um beijo lento, apaixonado, depois sua língua pediu passagem e o beijo se tornou um beijo erótico, senti os dedos de Maura entrando nos meus cachos revoltos até alcançar a minha nuca, me fazendo intensificar o beijo,ao qual finalizamos com vários selinhos.
— Dr Isles…Depois eu que sou a safada.
— Está perto de você, na mesma cama e nuas me causa reações Jane.
Ouvir a Maura falando daquele jeito, com a voz rouca me fez ficar ereta.
—E pelo visto em você também.
Maura me beijou novamente e em pouco tempo meu corpo cobria o seu, suas mãos passeavam pelas minhas costas enquanto eu beijava seu pescoço,subindo até o lóbulo da sua orelha e mordendo o seu maxilar fazendo a loira gemer baixinho.
Minha mão direita desceu pela barriga de Maura, acariciou as suas coxas para encontrar seu sexo molhado.
—Tão pronta pra mim Maur_ Falei no seu ouvido, fazendo-a se arrepiar inteira.
—Só pra você Jane.
Beijei-a novamente, enquanto minha mão direita tocava seu seio esquerdo, rodeei o bico com os dedos apertando de leve o suficiente pra Maura gemer e arranhar minhas costas, fiz uma trilha de beijos do seu pescoço até os seus seios, dei algumas lambidas leves no bico do seu seio direito e então sem ela esperar chupei seu seio de uma vez, empregando um pouco de força o que fez Maura gemer alto, continuei chupando seu seio e mordiscando o bico até ela pedir por mais.

—Jane...eu quero você dentro de mim.
Foi só ouvir essa frase pra o meu membro latejar de excitação, me posicionei entre as suas pernas e encaixei meu pênis na sua entrada, Maura estava tão molhada que ele deslizou facilmente para dentro dela, essa é a melhor sensação do mundo, preencher a Maura dessa forma, senti-la me apertando. Estoquei uma vez, duas, três, enquanto minha boca alternava entre beijar a dela e beijar o seu pescoço, os quadris de Maura se moverem de encontro aos meus pedindo por mais e eu dei, fui mais forte e mais fundo até sentir o seu corpo tremer embaixo do meu, dei mais uma estocada e então foi minha vez de gozar.
Deitei sobre o seu corpo, minha respiração ofegante se misturando com a sua, nossos corpos suados, eu nem havia saído de dentro dela. Senti os dedos da Maura passeando pelos fios do meu cabelo, era um carinho tão gostoso que eu fiquei sonolenta.
—Desse jeito eu vou dormir dentro de você_ Falei manhosa.
—Eu não me importaria...
—Pois eu me importo _Falei levanto a cabeça para encara-la _Porque essa foi a primeira rodada.
—Como assim?
Sai de dentro da Maura, que gemeu com meu ato. Levantei da cama com ela no colo e sentei em uma cadeira que havia no quarto, beijei seu pescoço mordendo de leve, chupei o lóbulo da sua orelha e pus a língua no seu ouvido fazendo-a abrir a boca e arquear a cabeça para trás, levei minhas mãos até a sua cintura erguendo seu corpo,ela envolveu meu pau com a mão e colou na sua entrada descendo sobre ele até engoli-lo de vez me fazendo gemer alto, continuei subindo e descendo seus quadris ajudando-a cavalgar sobre mim, o barulho do atrito dos nossos quadris estava me deixando completamente louca, não demorei a gozar me derramando dentro dela que gozou segundos depois. Estávamos exaustas, nossas testas coladas uma na outra, nossos peitos subindo e descendo.
—Preciso de um banho.
—Podemos ir juntas_ Falei com um sorriso malicioso.
—Com certeza você vai, preciso que me segure porque não sei se consigo ficar em pé.
Gargalhei com o que ela disse e a levei nos braços até o banheiro.

***
Depois de tomar banho juntas, nos vestimos e fomos para a cozinha, Maura fazia o nosso café enquanto eu a observava pegar uma coisa ou outra no armário. Era impossível não admira-la, parece que cada vez que eu tinha mais da Maura mais eu queria, às vezes eu passava longos minutos olhando seu corpo, cada curva sua me atraia de uma forma inexplicável, fui pega de surpresa por ela que chamou minha atenção.
—Jane _Maura riu _Com certeza você não ouviu nada do que eu falei.
— O que? Ah...sim, quer dizer não. Me desculpa Maura eu só...
—Estava me olhando como uma boba de novo.
Olhei pra as minhas mãos desconcertada. Ouvi seus passos se aproximando e sua mão tocou meu queixo fazendo minha cabeça levantar e os meus olhos encontrar os seus.
—Mesmo tendo que repetir tudo eu não estou chateada, eu não consigo ficar chateada quando você me olha daquele jeito. Eu me sinto a mulher mais amada da terra, eu não sei se existe uma escala que possa medir o quanto uma pessoa ama a outra para comprovar o que eu sinto, mas eu nem preciso, basta olhar pra você e eu simplesmente sei.
Eu adoro quando ela coloca um papo nerd no meio da conversa.
Maura me beijou, um beijo apaixonado, sem malicia e demorado, depois do beijo ela voltou a ficar de frente pra mim.
—Agora de volta ao assunto, eu estava perguntando se você quer vir comigo ao orfanato esse final de semana, vou comprar alguns livros e brinquedos e levar para as crianças e um livro de Biologia para a Ellen.
—Ah sim, claro que irei com você não tenho nada marcado pra esse final de semana mesmo.
—Perfeito!
Ela falou me beijando outra vez para se afastar e continuar preparando nosso café.
Eu mal havia começado a comer, quando o telefone tocou e tivemos que seguir para o departamento. Não desgrudamos um segundo, fomos no carro dela, vez ou outra eu a fazia um carinho ousado e ela brigava comigo me ameaçando de bater o carro, entramos no elevador e eu a beijava enquanto ela tentava arrumar minha blusa amassada, só nos separamos quando as portas de metal se abriram e Maura seguiu para o necrotério, tudo estava perfeito aquele dia, então eu devia saber que sentiria muita raiva depois e não demorou muito.
—Não tem como não enlouquecer com essas curvas.
Tinha que ser Ananda Vergara, a pedra no meu sapato.
***
(Maura)
A manhã havia sido maravilhosa, me perguntava se sempre seria assim agora que a Jane e eu estávamos morando juntas, meu peito parecia que ia explodir de tanta felicidade, se isso fosse biologicamente possível claro, minha cara de contentamento não passou despercebida pela Susie.
—Bom dia Maura,teve uma noite boa?_Ela disse deixando um risonho escapar.
—Não só a noite, mas toda a manhã também.
— Pelo visto Rizzoli é mesmo tudo aquilo que ela faz propaganda. Nunca pensei que ela fosse sossegar _Susie disse enquanto terminava de esterilizar o material que seria usado na primeira autópsia do dia.
—Susie...Ela ficou com muitas mulheres do departamento?
—Olha Maura eu prefiro não me meter nisso, mas foi um bocado sim, mas era só sexo mesmo, ela nuca dormiu com nenhuma mais de uma vez, era como se a Jane não quisesse uma ligação emocional com ninguém, na verdade eu acho que ela não conseguia.
Fiquei um tempo pensando nas palavras da minha assistente.
—Acha que eu tenho que me preocupar com alguma ex?
—Acho que agora que você voltou para a vida dela nem Angelina Jolie pelada faria a Jane deixar você.
Ri com o comentário de Susie e fui me trocar para começar a autópsia.
***
Estava cansada de ficar de pé, isso porque os corpos não paravam de aparecer, houve uma briga de gangues e além das autópsias eu devo catalogar as evidências e passar as informações para os investidores do caso, no caso Jane e Ananda e eu pensei que não podia ficar pior até ter as duas a minha frente.
—Então Maura de que gangue esse era? _Jane perguntou de braços cruzados.
—Não tem nenhuma tatuagem, provavelmente era só um cara no lugar e hora errados.
Ananda respondeu.
—Desculpe seu nome é Maura?
— Tem algum problema Rizzoli?
—Com você? Tenho um caminhão cheio deles.
—Lo que pasa pendeja?
Ananda disse encarando a Jane que ficou visivelmente irritada ao ser chamada de pendeja.
—Olhe aqui...
—Caladas as duas! Não terá uma briga no meu necrotério _ o que está acontecendo Jane? _Perguntei a morena de forma irritada _Quer saber não precisa responder, conversamos sobre depois.
—A detetive Rizzoli tem problemas em se manter profissional mesmo no seu local de trabalho.
—Eu não sou profissional? Eu?_Jane pós a mão no peito apontando pra si_ Não sou eu que saio cantando colegas de trabalho.
—Haha_ Ananda riu irônica _Não só cantou como dormiu com várias.
—Minha vida não lhe diz respeito sua...
Minha cabeça estava pra explodir com aquela discussão que eu não sabia como e nem porque havia começado, mas apesar do barulho tentei me concentrar no corpo na minha mesa, senti um cheiro que meu cérebro conhecia, mas que no momento eu não conseguia identificar, cheguei mais perto e aspirei o cheiro na boca do cadáver, amêndoas, que estranho, o que cheira a amêndoas e poderia ser letal? Quando a informação se concretizou na minha mente eu fiquei gelada, todos os pelos do meu corpo se arrepiaram e eu não conseguia falar.
—Maura você está bem?_ Jane perguntou preocupada, não sei como ela percebeu meu estado mesmo brigando com a detetive Vergara.
Não respondi.
—Susie aperte o botão de emergência, o necrotério tem que ser trancado.
Susie correu e abriu uma caixa de vidro a qual continha um botão vermelho, de repente as portas do necrotério foram fechadas e uma barreira de vidro desceu logo após elas, alarmes dispararam e luzes piscavam.
—O que está acontecendo?
Vergara perguntou assustada.
—Cianeto. Precisamos nos afastar do corpo, uma equipe virá levar nossas roupas e reparar a descontaminação.
Minutos depois duas pessoas com roupas de proteção vieram recolher as nossas roupas, seguimos para chuveiros e voltamos nuas as três, evitando de encarar o corpo das outras. Eu disse as três porque a Jane brigava com as duas mulheres que insistiam que ela deveria tirar a roupa.
—Senhora você pode ter sido contaminada, precisa nos dar suas roupas.
—E não tem um lugar reservado que eu possa fazer isso? Eu não vou ficar nua aqui na frente de todos.
—Infelizmente esse é o único lugar do necrotério distante o bastante do corpo, somos extremamente profissionais, não precisa se preocupar.
—Eu não vou tirar minhas roupas!
—Dios mio! Não tem como conversar com essa mulher_ Vergara comentou.
Fui até a Jane, eu sabia o motivo dela não querer se expor.
—Me deixem conversar com ela.
As mulheres se afastaram um pouco, mas tanto elas como Susie e Ananda podiam ouvir nossa conversa, visto que a sala não era tão grande.
—Eu não vou tirar a roupa.
—Jane me escuta, aquele homem provavelmente foi exposto a cianeto, é um gás tóxico, pode estar nas suas roupas, você pode morrer me entende?
—Posso ficar pelo menos com as roupas íntimas?
— Tudo pode estar contaminado detetive_ Uma das mulheres do controle de doenças respondeu.
—Maura eu não vou ficar nua aqui, já imaginou se a notícia vazar?
—Jane, você já dormiu com metade do departamento, então muita gente sabe.
—Não vou entrar em detalhes, mas não é preciso tirar a roupa pra fazer algumas coisas.
—Está dizendo que ninguém sabe?
—Uma ou duas, mas nem trabalham mais aqui, então não, ninguém sabe Maura.
Me calei refletindo sobre as suas palavras.
—Não tem jeito Jane, você tem que tirar a roupa e ir pra o chuveiro se descontaminar, eu não quero que o próximo corpo na minha mesa seja o seu.
Ela soltou o ar frustrada e começou a abrir os botões da camisa, tirou toda a roupa até que sobrou apenas a cueca box. A agente do CDC que estava coletando as peças olhou da Jane para mim.
—Jane... _Falei com um tom de voz de repreensão e então ela tirou a cueca, cobrindo rapidamente o pênis com as duas mãos em forma de concha e correndo para os chuveiros.
Estávamos as quatro esperando o resultado da análise do corpo, eu não me importava de estar nua, achava a nudez algo ao qual as pessoas não deveriam se importar tanto, mas estendia a Jane, que continuava com as mãos cobrindo o pênis, era sempre traumático pra ela revelar ser intersex. Susie também não parecia se importar e Ananda me olhava dos pés a cabeça, o que era um pouco desconfortável.
—Quer parar de comer a minha mulher com os olhos?! _Jane disse irritada.
—Me desculpe Maura _Ananda disse e eu pensei que esse pedido de desculpas cessaria a discussão antes que ela começasse de fato, estava enganada_ Mas eu não sou cega e você tem um corpo lindo.
—Só pode ser brincadeira _Jane resmungou_ E se aproximou da Vergara _Eu não sei de onde diabos te tiraram pra substituir o Korsak,mas eu vou fazer sua carreira ser curta nesse departamento.
—Pelo que ouvi falar eles são bem tolerantes aqui, visto o monte de besteiras que você já fez e não foi demitida.
—Olhe aqui você se afaste da Maura porque ela é minha.
—Já chega! Jane eu não sou um objeto tudo bem? Eu estou na sala e eu posso muito bem me defender. Eu não gosto quando você usa frases como “minha mulher” de forma tão possessiva...
—Exatamente Rizzoli, ninguém é de ninguém.
—Ananda não piora a situação você também, eu não sei, acho que prefiro o cianeto a ter que lidar com vocês duas querendo brigar nuas dentro do necrotério.
—Parece um filme pornô mórbido_ Susie comentou rindo, antes de se calar quando eu a olhei furiosa.
As agentes do CDC entraram na sala.
—Se existe um Deus obrigada_ Falei feliz por me ver livre de Jane e Ananda.
—Os resultados mostram que não é cianeto Dra Isles, o cheiro de amêndoas vem do protetor solar da vítima, ele morreu de um ataque cardíaco, suas roupas serão entregues logo mais.
—Puta que pariu que coisa boa!_ Jane disse jogando as mãos pra cima e ficando totalmente exposta. Rolei os olhos cansada dessa criança grande.
***
Estávamos nos vestindo, ninguém ousou falar nada, até que a Susie limpou a garganta e perguntou.
—Jane...Isso é seu mesmo? Você é trans?
—Sim e não,eu sou intersex.
—Você sempre soube Maura?
—Desde quando éramos adolescentes.
—Não achei nada impressionante_ Ananda falou e eu já estava cansada dessa provocação entre as duas.
—A Maura acha_Jane disse sorrindo.
—A Maura vai pra casa, porque ela...eu estou cansada de vocês duas. Boa noite Susie, não fique muito por aqui, a tarde foi estressante.
—Boa noite Dra Isles.
—Jane, conversamos em casa.
—E...Morreu_ Susie falou se retirando junto com Ananda.
***
Cheguei em casa Puta, joguei a bolsa em uma mesinha de centro e me joguei no sofá, mas logo me sentei corrigindo a postura.
—Alguém vai morrer hoje, não te vejo com raiva assim faz tempo_ Cailin comentou.
—Não é nada demais, só a Rizzoli que precisa ouvir umas coisas.
—Ainda bem que eu não sou ela_Calin deu um sorriso irônico_ Dizem que homem é difícil maninha, mas mulher é outro nível de complexidade, tendo elas um pênis ou não.
—E como você e a Nina estão? Você quase não vem mais aqui...
Cailin me sufocou em um abraço que me deixou sem reação.
—Owwn que fofo Maura! Cê tá com saudade de mim.
—Bom...sim.
Ela sentou no meu lado no sofá.
—Eu e a Nina estamos bem,na verdade estamos muito bem...Maura, preciso de contar algo...
Olhei pra ela séria já esperando a notícia devastadora.
—Eu fiz sexo...com a Nina.
Ela esperou minha reação, que foi a mais calma possível.
—E como foi?
Cailin se jogou no meu colo e eu acariciei seus cabelos enquanto ela me contava como maliciosamente seduziu a Nina e eu pude perceber o quanto ela estava feliz pelos seus largos sorrisos,acredito que logo logo Cailin irá morar com a Nina e essa casa vai ficar enorme só pra mim e a Jane, um sentimento estranho de vazio se apoderou de mim, até dar lugar a raiva logo que Jane passou pela porta.
—Cailin...Boa noite_Ela disse com um sorriso murcho.
Cailin levantou do meu colo.
—Olha Jane eu não sei o que você fez,mas espero que você esteja de colete_Cailin falou subindo as escadas e nos deixando a sós.
Jane andou até mim e tentou me beijar,mas eu virei o rosto.
—Porque está tão brava?
—Porque você passou o dia brigando com a Ananda por ciúmes idiota e depois veio com aquelas frases como “ela é MINHA” como se eu não pudesse mais ter amigas mulheres.
—Qual é Maura, aquela mulher passou o dia te secando,ela nem disfarçava e eu devia ficar calada.
—Não se preocupe Rizzoli e eu sei muito bem me defender e ainda terei uma conversa com a detetive Vergara,mas não preciso que você dê um ataque sempre que eu estiver perto de alguém.
—Ok, eu entendi. Agora deixa eu te beijar.
—Não.
—Maur..._Jane disse com uma mão envolta da minha cintura e outra tateando entre meu cabelos para se encaixar na minha nuca.
Deitei no sofá me afastando da sua boca quando ela investiu novamente e quando dei por mim Jane já estava deitada sobre o meu corpo.
Seus olhos me olhavam com desejo quase me deixando assustada, mas com certeza me deixando excitada. Ela colocou a cabeça na curva do meu pescoço e aproximou os lábios do meu ouvido.
—Eu não fiz por mal Maur_ Ela disse sussurrando de um jeito sexy que me fez apertar as pernas e morder o lábio.
Segurei seus braços com uma certa força querendo tirá-la de cima de mim, mas quando senti os músculos fortes dos seus braços acabei ficando ainda mais excitada. Eu não sei o que acontece quando estou com ela, Jane simplesmente me desarma por completo. Eu sou o tipo de mulher que tenho argumentos convincentes o suficiente para refutar uma tese, mas quando Jane me olha com esses olhos pidões e fala ao meu ouvido eu não sei mais nem o meu nome.
—Você não pode resolver tudo com sexo Jane_ Falei sem acreditar nas minhas palavras, principalmente quando ela mordiscou meu maxilar.
—Eu vou tentar não ter tantos ciúmes de você...mas é difícil,porque você é linda_ Jane abriu os botões da minha blusa revelando meu sutiã vinho de renda,ela acariciou meus seios por cima do sutiã, até que abriu o fecho na frente e levantou meu tronco o suficiente parar retirar minha blusa e meu sutiã_E tem os seios mais deliciosos_Ela disse já pondo a boca no meu seio direito,Jane colocou o que pode na boca e eu gemi com o ato,minhas pernas se abriram e ela se acomodou no meio delas,levantando a minha saia e apertando a minha coxa.
—Jane.... aqui não. Me leva pra o quarto.

[ https://youtu.be/0tiKTGk9zS0 ]

Você sabe exatamente o que quer
You know exactly what you want

E exatamente o que você precisava
And exactly what you needed

Eu sei exatamente o que eu quero
I know exactly what I want

E exatamente o que eu preciso, sim
And exactly what I need, yeah
Não fale muito
Don't talk too much

Deixe seu corpo falar
Let your body talk

Não fale muito
Don't talk too much

Deixe seu corpo falar
Let your body talk

Deixe seu corpo falar
Let your body talk
Onde você esteve?
Where you been?

Não, espere, não me diga
No wait don't tell me

Eu só me importo que você esteja aqui comigo
I only care that you're here with me

Ela levantou comigo no colo, minhas pernas entrelaçadas na sua cintura enquanto ela subia as escadas com cuidado pra não cairmos.
Logo q entramos no quarto ela fechou a porta com o pé e me levou até a cama, me deitando sobre o colchão, puxou minha saia junto com a minha calcinha,me deixando completamente nua,ela também tirou sua blusa e a sua calça e deitou sobre mim, me beijando com vontade.
Cada vez que ela fazia um movimento sobre o meu corpo eu podia sentir sua ereção sobre o meu sexo e isso me fazia cravar as unhas nas suas costas, eu não me preocupava se estaria deixando marcas, eu só queria mais daquilo.
Tateei com a mão até alcançar seu sexo e comecei a estimula-la, se bem que não era necessário pois o seu pênis já estava duro como pedra, desci sua cueca até onde consegui e Jane me beijou, logo em seguida ela mesma desceu toda a cueca e atirou para um canto qualquer, se posicionando na minha entrada e esfregando seu sexo no meu, ela subia e descia me deixando louca e quando não aguentei mais em puro desespero de tê-la dentro de mim deixei um grito rouco escapar da minha garganta.
—Jane me come agora!
Acho que um pouco assustada pelas minhas palavras, já que, não costumo me expressar assim ela arregalou os olhos,mas tratou de me obedecer e entrou em mim, sentando na cama e me trazendo pra o seu colo. O pênis de Jane me preenchia de um jeito maravilhoso, subi e desci algumas vezes fazendo-a gemer junto comigo, enquanto eu sentava em seu pênis Jane sugava meus seios com força e eu já estava perdendo a sanidade, quando sentei mais uma vez deixando ela entrar toda dentro de mim, gemi tremendo sobre o seu pau e me jogando pra frente repousando a cabeça no seu ombro, segundos depois o líquido quente da Jane se derramou no meu sexo me fazendo morder a sua orelha, ela deitou na cama se trazendo consigo.
—Eu amo você Maura_ Ela disse beijando minha testa suada.
—Também te amo Jane, mas não pense que esse sexo ótimo vai me fazer ficar menos brava.
—Poxa, Jurava que ia dar certo!
Dei um soco no seu braço.
—Eu quero mais_ Falei sorrindo de um jeito sexy.
E começamos a segunda rodada de uma noite ótima de sexo.

Notas finais
Só hot,hehe